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segunda-feira, 12 de abril de 2010

Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" - "Um pouco de Astrologia Judiciária, seguido de Cavaco, esclareça-nos, você é, ou não é, um Peão de Bilderberg?..."

A imagem é roubada no Blogue da Zazie -- de quem desconfio profundamente --, e este texto destina-se a debate crucial, para o qual, desde já, convido o "Portugal dos Pequeninos"
O nível de Entropia aproxima-se dos seus extremos. Essa figura de Berardo, sobre a qual não teço quaisquer tipo de comentários, falou ontem do "Banco do Benfica". É uma ideia espantosa, e a ser levada "à la limite", como por lá se ouviu, poderia conduzir à criação de Um Clube/Um Banco, ou se, quiserem, "Um-Banco/Um-Clube". É mais um Ovo de Colombo, e, para que a coisa surtisse realmente efeito, deverá ser anunciada, para breve, uma entidade bancária reguladora das actividades destes bancos de bancada e de baliza, o Banco Central de Fátima -- branqueamento de capitais "off-shore" --, para que se cumprissem os três FFF.
Infelizmente os Três FFF são agora quatro: "Fátima, Futebol, Foder-nos e Ficarmo-nos". Como já aqui disse, estou-me altamente nas tintas para as Licenciaturas do Sócrates, por uma razão muito simples: licenciaturas socráticas é o que mais para aí há, e por isso estão todos caladinhos que nem ratos, a começar pela Comunicação Social, que tanto adorou a Páscoa Eufórica de 2007. Por mim, volto a repeti-o, tornei-me completamente alheio ao tema: é matéria, não para a Blogosfera, mas para televisões, jornais e comentadores pagos -- não eram esses as únicas fontes válidas de informação?... Pois se lhe comeram a carne, que lhe roam agora os ossos. Não 'tou nessa -- José Sócrates é como a Felgueiras: só teve azar. Correm por aí uns zunzuns de que o Saco Azul de Felgueiras não era um, mas vários, e destinou-se a fazer desaparecer um fluxo de capitais, que correspondia a comissões recebidas, por ter atribuído a um consórcio francês, o Consórcio "Zazie" (it's a joke), o exclusivo das estações de tratamento de resíduos sólidos, as E.T.A.R.s, então na mão do Ministério do Ambiente, suponho, e cujos titulares já se me varreram da memória, porque 10 anos é demasiado tempo.
Só a Fátima teve azar, e assim se percebe o Beijo de Judas que trocou com Sócrates, mas o pior vem a seguir: há, em Astrologia, ciência que muito pratico, antes de vir aqui escrever qualquer texto, e que, avisadamente, me tem dado sinais contraditórios, uma coisa chamada "Conjunção", que corresponde ao alinhamento sideral de astros, geralmente anunciadora de factos faustos, ou infaustos.

De aqui a uma semana, irá suceder qualquer coisa de absolutamente espantoso: a conjunção política de três figuras do mais sinistro que a Europa até hoje conheceu: Sócrates, que dispensa qualquer tipo de apresentações; José Düraü Barrozo, que ainda dispensa menos, e uma outra, que geralmente vocês tentam não relacionar, e que se chama Sarkozy. Sarkozy já não é, como Blair, um Homem de Bilderberg, mas um homem que incarna tudo o que Bilderberg agora nos reserva. Tudo isto pode parecer aparentemente nada, mas representa um facto extraordinário: nós, intelectuais, artistas, criadores portugueses, que, durante anos, décadas, séculos, alertámos para uma forma errada de estar no Mundo, que, grosseiramente, dataria do Pós-Descobertas -- também podem discutir isso aqui, se quiserem -- subitamente descobrimos que o Facilitismo, o Chico-Espertismo, a Mediania do Justinho-à-Certa, o Abate das Melhores Cabeças, a Cunha, a Trapaça, O-quanto-custa-a-carta-de-condução, o não-te-preocupes-que-eu-conheço-um-gajo-que-te-resolve-já-isso, etc., etc., etc. eram, afinal, as receitas que o Admirável Mundo Novo buscava, avidamente, e, afinal, nós praticáramos com ligeireza, lisura e perícia, ao longo de séculos de História. A Europa, agradecida, coloca, assim, o seu Tratado Constitucional, nas mãos de dois portugueses, de primeira água: um garboso Engenheiro Civil, de notas máximas, e um ex-maoista, que, consta, fez o curso aos gritos, em cima da mesa, no tempo do linchamento dos professores, das notas de braço no ar, e das classificações discutidas no nacional-porreirismo dos cotovelos apoiados na bancada da Secretaria. De um certo ponto de vista, é, desde Vasco da Gama, o nosso ponto mais alto na História Europeia, e, só de pensar nisso, se pudesse não estragar o teclado, vomitava já.

A estratégia de Bilderberg -- e desculpem-me agora o deslize marxista vocabular -- apoiada no Capitalismo Selvagem de teor Neo-Liberal, passa por transportar a América para a Europa, mas num modelo -- lembram-se da diferença entre o "sucedâneo" de chocolate espanhol e o verdadeiro chocolate?... -- "especial". Estava eu longe de pensar que o "toquezinho especial" assentasse no célebre trafulhismo português, mas ele aí vem, e sonha, já, com alargar-se às potências emergentes, aliás, já emersas, a China, a Índia, a Rússia, e aqueles espaços a que vamos ficar, por razões históricas, de pilhagem, desgoverno e destruição, ligados: Brasil e África, por exemplo. O ideal, no fundo, para Bilderberg, era uma solução à chinesa -- um estado pré-democrático, que, a ser imposto à Europa, teria de vir disfarçado de autoritarismo pós-democrático -- Sarkozy --, com criadores amansados -- Os pintores e escultores "Pedrinhos", do "Copy/Paste" das miseráveis tendências americanas, que enxameiam a Comissão de Honra do António Costa, os "Equadores", e quejandos, da não-literatura de sucesso dos escaparates da F.N.A.C. -- a mão de obra semi-escravizada e sem autonomia de pensamento, e com diplomas de papelão na mão, caçados, apressadamente, nas "Independentes" -- já fechou, ou não?... -- nos Centros das Novas Oportunidades, ou, resumindo, a Aldeia Global do Livre Mercado das Novas Oportunidades para Velhíssimas Golpadas. Putin, é obviamente, indispensável: tem séculos de tradição czarista de se livrar, pelo veneno, dos opositores.

A Turquia é o Nó Górdio: a Reunião de Bilderberg, em Istambul, é um sinal disso: quanto à Turquia, tenho duas opiniões, será mau que entre, e mau que não entre. Excluí-la é excluir grande parte da História da Europa, as cidades gregas da Ásia Menor, a maior metrópole sediada em solo europeu, Santa Sofia e a Mesquita Azul; incluí-la é excluir grande parte da História da Europa, reposicionar o conflito cristianismo/islamismo num patamar pacífico, enfiar, por tratado, o estado mais populoso da hipotética Nova União, ou, e por que não?, certos novos métodos de tratar criminosos, eventualmente ao gosto de Sócrates, Sarkozy e quejandos...

Em todas as frentes, há uma suspeita de que o pior ainda está para vir: a destruição dos Direitos de Cidadania, do Estado, enquanto património social, político e histórico comuns, da Liberdade de Expressão, e uma infinita Menoridade Cultural, como já estava prevista na "Trilogia da Fundação", de Asimov. Quanto a Portugal, já corre, pelo menos há dez anos, nos "Fora" Internacionais, que a estratégia é desmantelar a sua estrutura produtiva e social, de tal modo que volte a estar atrás dos 27 estados da União, e voltar a beneficiar, em pleno, dos Fundos... Estruturais. Entre o boato e a realidade, escolham. Bilderberg, como sempre, foi mais pragmático: será um país exclusivamente de serviços. A avaliar pelo que ouvimos, sabemos e prevemos, suponho que tipo de serviços...

A minha maior dor é que tudo isso tenha vindo a suceder no meu tempo, mas sucedeu, é verdade, sucedeu mesmo.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

1 de Dezembro: a partir de agora, você tem um Presidente que ninguém elegeu, e uma gaja com cara de tomada multiusos a representá-lo



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YES WE CAN

De Natura Boliqueimorum, seguido de Velhos Dias Felizes


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Imagem do KAOS

Há quase um mês que não tenho vontade nenhuma de escrever, mas posso explicar, metade, por causas naturais, outra tanta, por milagres da Fé, e vamos já aos milagres da fé: como, desde nunca, desde que me lembro, Portugal parece estar agora bem, o Governo não se sente, e aquelas calosidades que, diariamente, nos massacravam na televisão, desapareceram. É certo que há umas recaídas, porque ficámos com a suspeita de que Portugal era governados por sucateiros, "de facto", e por pseudo-sucateiros, como Armando Vara, que não conseguia, por mais "Independentes" que tivesse frequentado, chegar aos esplendores de um verdadeiro sucateiro. Digamos, sem ofensas, que Vara estava para a Sucata como as cópias da Loja dos Chineses para os originais da Place Vandôme, e mais não digo. O País estaria, portanto, calmo, se a Maria, de Centro Esquerda, não insistisse em comportar-se, perante as mulheres da Cimeira Ibero Americana, como a doméstica de serviço, mas, nisso, ela até é um anti Vara, já que lhe veio na massa do sangue, e, quando levou a Rainha Sofia a ver a Paula Rego, mais uma das pedras negras do nosso imaginário, só lhe conseguiu fazer soltar um "sim, já tinha ouvido falar, mas nunca tinha visto...", ou coisa parecida, que é o equivalente Borbón, do "coitadinhos, também precisam..." Um dia destes, o Barahona Possollo passa a rasteira à Megera da Paula Rego, que vive de feitiçarias, e diz que as figuras dela "são más (!)", como se isso pudesse ser coroa de glória para um verdadeiro pintor, sobretudo para Goya, que ela bem tenta imitar, mas que, realmente, vivia sofridamente os horrores do seu tempo, ao contrário dessa doida, exilada em Inglaterra, e a tentar fazer-nos engolir, através de deslumbrantes aparatos técnicos, os quais a transformaram numa "deslumbrada", o seu miserável imaginário de côdea rançosa, mas..., olhem..., até estou farto dessa, vinha era falar de um País, onde um governo de arrogantes se escondeu num canto, à espera de que a Oposição o faça cair, e de uma Oposição que se juntou, noutro canto, à espera de que eles fiquem à espera de que eles os façam cair. Acho maravilhoso, e vale cem sóisinhos a dançar, na Cova da Moura, perdão, da Iria, e poderia continuar assim, eternamente, não fossem os números do nosso descalabro financeiro e económico estarem inexoravelmente a rolar, como numa irreversível ampulheta. Vamos ter mais dois mesitos disto, e depois caímos na real, e vai ser muito mau. O que a Sinistra Alçada fez já é disso ameaço: a bruxa da Lurdes escondia o estrangulamento das carreiras em coisas do tempo da Casa Pia dela, como "titulares" e "excelentes", e ainda me "ha dem" explicar o que seria isso no imaginário de porteira da outra, mas esta é pior, porque, com o seu sorriso de camelo, muito típico daquela estirpe de cínicas, já sacudiu a água do capote, e deixou-se de "excelências" e passou diretamente a falar de quotas ditadas por disponibilidades financeiras, astúcia velha desde Salazar, que é tirar o cavalinho da chuva, e deslocar as responsabilidades do Ministério da Educação para o das Finanças, velha retórica que nos colocou, durante todo o séc. XX, na Cauda da Europa. Há gente que está muito calminha, a acreditar na... "mudança".
Mas não era disso que eu vinha falar.
Hoje... (deixa-me cá olhar para o relógio), sim, hoje, dia 1 de Dezembro, faz anos que Portugal decidiu que tinha, idiossincrática e definitivamente, um bom par de coisas que o separava, forever and ever, da Coroa Española, e concordo plenamente com isso: amigos, amigos, negócios à parte, e cada macaco no seu galho, de España, nem bom vento nem bom esquentamento, e assim teríamos rolado, se não nos tivéssemos transformado, com o Senhor Aníbal, de Boliqueime, no Caixote de Lixo da Europa. Os sucateiros e limpadores de toxinas que se lhe seguiram só aprimoraram a tendência, e isto está realmente mau, como Soares, um dos construtores da velha Europa Utópica, recentemente referiu. É mau, para uma velha Nação, que o seu destino final tenha permitido ser colocado colocado nas mãos de dois indigentes intelectuais, de duvidoso cariz moral e imprópria formação académica. Para acabarmos, ao menos que tivéssemos acabado às mãos de pés de seis dedos de um degenerado de sangue contaminado, como aconteceu em Alcácer-Quibir, mas nunca nos calcanhares dos "porreiros, pá", da Cova da Piedade, e dos Diplomas da "Independente".
Dia 1 de Dezembro de 1640, uma Maria, de então, decidiu que mais valia ser Rainha, por um dia, do que Duquesa, toda a vida. Em 2009, por volta da mesma data, dois badochas, mais uma outra Maria, decidiram que, afinal, sempre mais valia ser mulher a dias toda a vida do que cabeças erguidas, por uma só mais hora que fosse.
Um dia, que já esteve mais longe, voltaremos a sair para a rua, porque as nossas profundas padeiras de aljubarrota não perdoam a canalha desta estirpe. E eu estou, muito sentadinho, à espera desse belo dia.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

"The Braganza Mothers", na madrugada dos 20 anos da Queda do Muro de Berlim


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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Tratado de Bilderberg, também conhecido por "Tratado de Lisboa"




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No dia em que a República Checa liberou o Tratado de Bilderberg, já a Alemanha procurava Cristiano Ronaldo nu, pelado e naked


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LÁ VEM O PRINCÍPIO EXCREMENCIAL

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

O fim do "Semanário", enquanto fim de mais um ciclo da diversidade: em breve, a Orbe será dominada pela Informação Única



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Imagem do KAOS

O "Semanário" já há muito que era uma sombra. Contudo, num país desértico, qualquer sombra é inestimável.
Acontece que o "Semanário" vai fechar as suas portas, já na sexta.
Não sei o que perdemos, assim como não é quantificável saber-se o peso de que se extinguiu mais uma espécie de borboleta, que nunca pudémos ver, por estar distante, algures, sei lá, na Nova Zelândia.
Ao "Semanário" devemos textos importantes, como o desta lista da Corja Portuguesa de Bilderberg, que vos aconselho a gravar, porque irá desaparecer, eventualmente,  já esta semana.
A crise não se extingue aqui, porque parece que o monopólio do Senhor Balsemão, o Patriarca dessa porcaria que veio, lenta e silenciosamente, a destruir o Mundo da Diversidade, está a dar prejuízo, desde 2001.
Coitado, vai ter de poupar na coca.
Não se espantem que viva hoje de subprodutos, como "Gatos Fedorentos" e Claras Ferreiras Alves.
Ao contrário do "Semanário", a obra da Seita de Balsemão foi uma das enormes responsáveis pelo obscurecimento da Realidade, durante décadas, em Portugal. Teve muitos rostos, a maioria execráveis, como o panasca mal assumido, Alexandre Melo, que, entre engates de sanitário, andava a ditar, nas folhas do "Expresso"- pasquim o que era e não era Arte.
Era Arte quem lhe dava quadros e quem lhe ia ao cu.
A Ferreira Alves, essa ignorante profunda, fazia o mesmo peneiro na Literatura, e, quando a coisa ainda baixava mais de nível, entregava a tarefa ao maçon António Guerreiro (e aos seus pseudónimos sem face e de má escrita), outro dos rostos conhecidos do circuito das retretes, sobretudo na Avenida de Berna. Quando queriam subir de nível, vinham então as merdunças do Júdice, o amigo dos pedófilos, e votante no PS e em António Costa, e os gestos de polícia sinaleiro da Marcela-quer-morcela, que já só fala para si própria.
A Blogosfera, em parte, é responsável pela destruição deste circuito fechado de comadres, a falarem umas para as outras, e reservo-me o direito de me poder orgulhar por ter contribuído, quanto pude, para isso.
Por estranho que pareça, a SIC já está agora penhorada por bancos, e o próprio "Expresso", o pior antro de vaidades e fábrica de ficções da Cauda da Europa, também já caiu na mão da Maçonaria que ora domina o Millennium/BCP, depois de ter sido corrida de lá a Opus Dei.
Sim, leitor, já sei que, neste momento, já está com vontade de vomitar, mas não vomite ainda: guarde-se para o próximo Governo do Vigarista de Vilar de Maçada, que deve estar para dar à luz em breve, numa maternidade de Badajoz, ou numa ambulância de faróis fodi... perdão, fundidos, muito perto de si.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Tratado de Lisboa: vamos levar no cu, só não se sabe é quando




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domingo, 18 de outubro de 2009

As imagens do silêncio das palavras





Imagem KAOS
Dedicado à Maria José, minha leitora de todas as manhãs, e ao Álvaro, pelas evidências


Num tempo que já não é o nosso, defrontaram-se duas sensibilidades de uma Revolução: uma venceu, encostou-se à Opus Dei, e acabou por enfiar, em Belém, um cavaco que nem para lareira reles servia. A outra dissolveu-se nas memórias. A História podia ter sido outra, mas não foi. Das águas mais presentes, vem um gajo, a quem 64% dos Portugueses disse que não queria voltar a ver como Primeiro Ministro, mas que, como é habitual, na Cauda da Europa, lá teve o direito a bisar. Pelo meio, decidiu que os militares, mesmo na reserva, estavam inibidos de emitir opiniões (!).
Ele lá sabe do que tem medo.
Como militar na reserva, "O Cacimbo" silenciou, mas foi substituído por um Fotoblogue.
Força, Álvaro: suponho que sejam as imagens do silêncio das palavras.


(Espalhado, como um pólen de morte, pelo "Aventar", pelo "Arrebenta-SOL", pelo "O Sinistro Ministro Augusto Santos Silva", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e no desmilitarizado "The Braganza Mothers")

sábado, 17 de outubro de 2009

Aguiar Branco, um homem de Bilderberg, sai da sombra, para pisar tudo e todos, no PSD


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Imagem KAOS

YES THEY CAN

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Primeiras chuvas, da lua vaga, com o petróleo negociado em yuans

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Imagem do KAOS
Começou a chover, por toda a Europa, e não é um quadro de Max Ernst, mas uma coisa literal. No sentido cifrado, o Tratado de Bilderberg, que toda a gente tem terror de pôr em prática, porque sabe que é equivalente à epígrafe de Dante, "LASCIATE OGNI SPERANZA OH VOI CH'ENTRATE...", fará chover sobre nós, uma chuva densa, castanha, como no fabuloso "Blade Runner", com multidões homogeneizadas, estigmatizadas pelo desemprego, por doenças vergonhosas, como estigmas medievais, de pensamento enformado por seitas e sociedades de pendor duvidoso, a aplicar moralidades pré-iluministas, os suicidados em massa, como na France Telecom, e os poucos empregos disputados por mão de obra ávida de salários mais baixos e de guilhotinar os seus concorrentes. O nome do Sofrimento será milhões, miríades, Legião.
Para os avançados de décadas passadas, esta Europa é um terror, equivalente à Revolução Hippie, enterrada por um criminoso de delito comum, Karol Woythila, em que, de um dia para o outro, nos veremos arrancados de campos de flores para cemitérios de solidão e martírio.
A América, degenerada, entregou-se nas mãos de um gajo que nunca viu um preto na vida, e que acha que ser mestiço é ser negro. Não é, senhor Obama, o Preto é mesmo preto, tal como Leni Riefenstahl o glorificou, e o mestiço geralmente é racista, porque lhe repugna sempre metade da sua genética. Neste caso, foi o Caucasiano, como eu, que teve de pagar os ressentimentos de Michelle, que agrada bastante ao nojento Berlusconi, que começou em palhaço de navio e, em dez anos, via Loja Maçónica P2, transformou o Estado Italiano numa porcaria afim. De aí a Sócrates e Obama foi um pequeno passo, através das neblinas que foram progressivamente invadindo os Órgãos de Intoxicação Social.
Poderão perguntar-me o que faz Obama neste texto: faz, primeiro, porque como toda a gente sabe, considero-o o mais espantoso objeto de fraude da Contemporaneidade; segundo, porque poderá assistir, nesta Europa debaixo de chuva, àquilo que os seus antecessores nunca permitiram: quando De Gaulle pretendeu que o Petróleo fosse negociado em Francos Franceses, a América da Conspiração atirou-lhe para cima uma merdunça, começada em Berkeley, e que degenerou em "Maio de 68", de onde saiu a maior parte dos patifes, que, hoje em dia, quer impor aos outros a ideia de Fim da História. Da segunda vez que alguém quis substituir o Dólar pelo Euro, nas transações internacionais do Ouro Negro, Bush começou uma Guerra, e enforcou-o. Esse homem era, como Bush, outro genocida, e chamava-se Saddam Hussein. Desta vez, com a Europa transformada num enorme campo de concentração de remediados -- "remediado", uma das palavras que mais odeio em Português... -- e cheia dos exemplos que depois foram imitados pelo Mundo que mexe, os palácios, os quadros, os jardins, a "Gioconda", infestada de japoneses e chineses, que o "Intelligent Design" limpará com a Gripe A, para ver se, finalmente, eu consigo observá-la de perto..., a Europa, a quem os meus amigos do Dubai e do Qatar chamam "O Museu do Novo Mundo", irá assistir a algo de miraculoso, e sinal do fim dos nossos tempos: devastados pela Crise Financeira (induzida), os Emiratos tentam agora reerguer-se da ruína, e já acharam um aliado de peso, a China, que quer ver o petróleo diretamente negociado com eles, em yuans (!). Como se sabe, sempre que se está de joelhos, não se pode dizer "não", e os Chineses compraram tudo, desde os terrenos aráveis de África, que dividem com novos potentados abalados no Golfo Pérsico, até às riquezas de Angola, a tal que Mário Soares quis que se "autodeterminasse" entre um povo -- nós -- que não fodia nem saía de cima, para a passar para a mão de povos engenhosos, como os amarelos de olhos em bico. Já Macau lhe soava ao fundo, como se Bocage o cantasse.
Mais a Ocidente, com as maiores reservas do Continente Sul Americano -- imagine-se a bacia submersa na foz do Amazonas... -- o Brasil do pragmático Lula, o único Presidente ativo da Lusophonia, quer ver o petróleo do séc. XXI, e parece que é MUITO petróleo, negociado em Reais (!). Os preços cairão, e as potências emergente atirarão para o fundo da barraca as Obamices e os cozinhados dos escroques Durão Barroso e Sócrates, de duvidosas licenciaturas.
Para si, leitor, que ainda não tinha percebido o súbito interesse das Potências no nosso degenerado modo de ser, fica tudo claro: somos um exemplo para a Nova Europa, cornos mansos, passivos, pobres, incultos, sempre prontos para apertar o cinto quando o "Senhor Doutor" manda, falhos em tudo o que é pensamento técnico, crentes em bruxarias e aparições, invejosos e profundamente canibais do próximo, sempre com um belo sorriso nos lábios. Que melhor País Padrão poderia Bilderberg pretender, que não o nosso, e não tivémos de fazer qualquer esforço, nem ir buscar um caneco para Presidente da República, nem andar ao "yes you can" de enviar soldados para o Afeganistão, para depois virem cortados às postas, como já antes vinham os do Bush. Os fornos do Armamento, relembro, nunca se podem desligar... Neste maravilhoso Mundo, descentrado da América e com a Europa transformada numa espécie de gradeamento de Melilla e Ceuta, com uns escaveirados a olharem de dentro para fora, e outros, de fora para dentro, cumprir-se-á o sonho de Michelle: morrer afogada, num sótão de New Orleans, com 200 quilos de peso, fabricados com carne duvidosa de hamburguer chinês, durante um "Katrina", enquanto o cadáver, entalado numa cadeira de baloiço, já com três dias de moscas em cima, será, à vez, minetado pelo cão de água lusitano e por Berlusconi, ajoelhado e submisso, "Il Cavaliere". Vou adorar.
(Minetado no "Aventar", no "Arrebenta-SOL" e em "The Braganza Mothers")

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Blair: um criminoso à frente da Europa de Bilderberg


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Produção KAOS

yes they can

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

A Europa, depois de Bilderberg


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Imagem do KAOS

Não sei se hoje houve Futebol; Fado é só depois de amanhã, com o segundo centenário das catenárias de Amália Rodrigues, portanto, tivémos direito a Fátima, ou, cientificamente falando, tempo de "causas naturais" e "milagres da Fé". A memória, quer a RAM quer a HD, é coisa escassa, entre nós: de um dia para o outro, vamo-nos olvidando de "Freeports", "Casas Pias", "Entre-os-Rios", "Apitos", "Coisas da Beira", enfim, pormenores de gente que não tem mais nada em que pensar e que não percebe que o Mundo é uma Sandocha de leitão, equilibrada nas costas do Cristiano Ronaldo, a boiar num Oceano Primordial. Mesmo para mim, que costumo hierarquizar a História, um pouco na senda do Spengler, de "A Decadência do Ocidente", e, portanto, encaro tudo como degraus, que nos vão levando, de patamar, em patamar, para as caves mais esconsas, dizia eu de que

me lembrei hoje da entrada da Suécia para o Espaço Comum Europeu, e de uma voz aziaga -- de quem era já não me lembro mesmo -- que dizia que a região mais pobre da Suécia ainda era mais rica do que a mais rica de Portugal, e que isso dizia tudo sobre o Futuro que nos esperava... Aqui há uns tempos, com o avião a sobrevoar os gelos derretidos do Canadá Setentrional, ainda percebi que a coisa ia acelerar mais, e mais, e mais. A semana passada, se não me engano, a Eslováquia, corrida pelos Checos por ser... pobre, já nos ultrapassou, ao país dos barrigudos da Última Divisão, das desdentadas dos bairros sociais do Porto e das tauromáquicas do Bloco de Esquerda, que adoram ver aquele derradeiro revirar dos olhos do animal tombado em agonia.

Temos o que merecemos. Durante os 500 Anos do Declínio da Lusitaneidade, tentámos sempre afocinhar mais baixo, destruindo os vestígios da História, apostando no lixo político-"artístico" de Foz Coa, tapando o Rio com Expos e contentores, pagando horrorosas Casas da Música ao preço dos inigualáveis Guggenheins de Bilbao, vendendo Sousas Tavares e aventuras da Isabel Alçada, em vez de versos inigualáveis que as gerações emergentes desconhecerão para sempre. Dizem os otimistas que ainda temos algum prestígio nas m'dinas de Túnis e Sfat, e talvez seja verdade, mas também acho que, brevemente, deverei ser o único Português que ainda consegue descobrir ali o valor de um tapete de antiguidade, Anos 20, tal qual Klee os viu, perdido no meio do lixo, porque lá tudo serve, e ainda se dá ao esforço de parar um pouco na "Maison de Sébastien", que Frank Lloyd Wright -- um ignorante -- considerava "a casa mais perfeita do Mundo".

Brevemente, seremos uma região desenvolvida do Magreb, depois de descer a escada inteira das hipóteses do miserabilismo europeu, e lá virá uma mulher de bigode dar uma palmadona nas costas do Sócrates, e dizer "assim é que é, Senhor Engenheiro, há quarenta anos que voto e foi sempre em si!...", e continuará a votar nele nos próximos quarenta, se nenhum cancro do útero antes a levar.

O Tratado de Bilderberg é uma referência no nosso crepúsculo da decadência lusitana: foi trazido à cena por dois gajos com a estatura dos Pais da Europa, Carlos Magno, Otão, "O Grande", Bonaparte, o primeiro maçon a entrar em cena, e o uranista Adolph, que ia transformando isto num cemitério, mas que, ao contrário dos anteriores, eram "Licenciados": o primeiro, em cima das mesas do PREC, onde se tornou advogado com um valente "APTO"; o segundo, com um postalinho de boas festas, cheio de angústia, que comoveu horrores o professor, e lá o despachou com 3/4 de 20. Mas não, a obra não era só deles: antes de eles, já tinha havido um valente padrinho que, durante dez inesquecíveis anos, se encarregara de arruinar o País por dentro, deixando a corja que o rodeava pilhar os Fundos Estruturais destinados a colocar-nos num lugar visível da Varanda Europeia, e nos arrastou para a Cauda.

Nas palavras de Kissinger, Durão fora o Pior Primeiro Ministro de Portugal, até então. Teve um sucessor à altura, e tudo deixa prever, como Spengler preveniu, que o restante ainda seja pior. No Tratado de Bilderberg, perdemos voz, e somos a cauda da Cauda da Europa, mas, agora, assumidamente. Como qualquer Português normal, nunca li, nem lerei, o Tratado de Lisboa: basta-me ir ao "Dolce Vita Tejo" e ver as lojas todas iguais -- o esplendor da Grande Brandoa -- para perceber que, em dez anos, não haverá mais vozes dissonantes num pântano mórbico, de nome "Europa": Margarida Rebelo Pinto será "Nòbèle" em 2050, Sousa Tavares, em 2065, e depois acabou, só versões retrovertidas do "Record", fabricadas em massa, num computador rasca de Birmingham, e todos vestiremos panos alemães, de má qualidade, fabricados por trabalho escravo de Sechuan, e com etiquetas coladas em Calcutá.

O espanto, todavia, deixo-o para o fim: desde a Bíblia que não se escrevia um texto "para sempre", com as pequenas variações de bocejo dos "Evangelhos", lá por culpa de um gajo que se começou a esticar muito contra a norma e apanhou com uma cruz às costas, como doravante nos irá calhar. O Tratado de Bilderberg é "para sempre", ou seja, foi escrito para nos tornar invisíveis até à Eternidade, e a Eternidade é uma coisa difícil, e que custa a suportar, sobretudo, como Woody Allen dizia, "na parte final".

(Aventado enojadamente no "Aventar", no "Arrebenta-SOL" e em "The Braganza Mothers" )

domingo, 4 de outubro de 2009

"The Braganza Mothers", no "day after" do Tratado de Bilderberg


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Agora, é que se começaram a assustar...

Porreiro, pá!...



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"Porreiro, Pá"



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Saboreie a sua nova trela



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sábado, 3 de outubro de 2009

Os limites físicos da Imaginação, ou Novos Sonhos do Tratado de Lisboa


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Imagem do KAOS

Para quem anda, há uns tempos, por estas coisas da Blogosfera, pensa que elas são infinitas. Não são.

Desde 2005 que viciámos, subvertemos, invertemos, achincalhámos, tranformámos e virámos do avesso as regras que as pessoas queriam que aplicássemos. Ganhámos inimigos e fiéis até à morte, e os últimos é que realmente interessam. A frase que nos rege, "Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas" tornou-se canónica e exemplar, uma imagem de marca, que inicia qualquer dos nossos discursos. Mesmo que acabássemos hoje, já teria entrado para a História, e a isso chama-se Imortalidade. Todavia, há os limites físicos, e o "Blogger", entidade que parecia sem fim, começa agora a dizer que o limite para as "etiquetas" dos blogues é de 2000, e que o atingimos.

A verdade é dura, mas é a verdade. Até nas etiquetas cultivámos o humor, e muitas vezes o humor tem mais estado nas nossas etiquetas do que nos brevíssimos textos de hiperligação para paródias ainda maiores. Vai ser difícil, no "A Sinistra Ministra", por exemplo, substituir a etiqueta "Maria de Lurdes Rodrigues" por "Isabel Alçada", quando chegar a ocasião. A imagem é... como se vivêssemos num quarto onde já não haveria mais lugar para nada. Supomos que isso seja, de alguma forma, um pequeno preâmbulo ao sonho do "Tratado de Lisboa": pouco, sempre o mesmo, e ditado por alguém. Os Irlandeses, coitados, foram atirados ao chão por uma crise artificial, que lhes disse que já que não iam a bem iriam a mal. O mesmo foi a obscena visita do Anticristo Ratzinger à República Checa, onde Bilderberg também está bloqueada. Isso e a "conversão" de Blair ao Papismo não têm nada, enquanto cu, a ver com as calças, é só imaginação nossa, claro, sobre um mundo cada vez mais estrangulado na Imaginação.

Têm azar: nunca iremos por aí. Como sempre, a alternativa poderia ser mudar de espaço, ou alterar algumas etiquetas, mas lá iremos vendo até onde isto se aguenta, sem grandes mutações: somos agora demasiado célebres para ficarmos atidos a paupérrimas limitações informáticas.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Tony Blair, uma das figuras mais sinistras do Palco Mundial, só espera pelo "SIM" Irlandês, para ir para a Presidência da Europa


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Imagem Kaos

ATÉ SE CONVERTEU AO PAPISMO, E JÁ LAMBE O CU AO RATZINGER: TUDO VALE

Os Três Éfes: Fátima, Futebol, and... "Fakes"

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Imagem do KAOS e dedicado ao Xaviota, em troca de eu poder votar no Santana Lopes, para achavascar isto de vez

Desde que 64% dos eleitores portugueses disseram descaradamente ao agente técnico de engenharia, José Sócrates, que não o queriam ver mais à frente que o País entrou em parafuso: ele é Portas, ele é escutas, ele é submarinos, ele são velhinhas a ser violadas pelos netos, ele é vítimas do "Casa Pia" a contarem em livro como o Barbosa de Melo, " a Coxinha", batia com a bengalinha na porta da Casa dos Érres, para ir ao pandeiro da putalhada completamente drogada em coca, ele é a Irlanda a ir Referendo, para nos entalar a todos, enfim... é o País de Fátima, de Futebol e dos "Fakes", em todo o seu esplendor.
Há uma semana que ando em pleno gozo e palhaçada, às vezes, até acordo a meio da noite, a rir de fragmentos do disparate diário. Juro.
Quanto a Fátima, acho que era o que estava implícito em mais uma daquelas produções de série abaixo de cão, e voz fanhosa, que Hollywood continua a insistir, mesmo depois de ter substituído o idiota do Bush por um idiota monhé, em produzir, e na qual "se ameaçava a Europa (!)" A Europa está num tal estado que nem de ameaças precisa, mas era bem vindo um míssil iraniano, em cima daquele ninho de idolatria que o dinheiro dos contribuintes permitiu que se erguesse numa terra de estevas, ali para o pé de Leiria. Dia ideal até era 13 de Outubro, em que as votantes de Sócrates, do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista lá vão, de joelhos, pedir que a Senhora Câncio se case com o homem que tanto ama as notícias cor de rosa sobre ambos. Até podia coincidir com uma presidência aberta do Básico de Belém à Senhora, com a Maria, a Virgem, mais a Maria, de Centro-Esquerda, feitas em fanicos, e os técnicos daquele gajo horrível, da Saúde, que tem os implantes de botox nas bochecas, a ter de chamar equipas de Birmingham/McCann, para identificar que ADN era da Cavaca, e que ADN era da Santa com cara de Saloia.
O segundo item é o Futebol, e está marcado pela bruxaria: parece que há uma bruxa a perseguir o Cristiano Ronaldo, mas deve ser porque nunca o viu de perto, porque o gajo tem uma pele de subalimentação num tal estado de desgraça que só lá ia com um Photoshop de Reincarnação, patrocinado pelo "Intelligent Design" de Jehova.
Entre o Futebol, do qual nada percebo, e Fátima, que parece que é uma coisa que mete 11 jogadores, umas claques ajoelhadas, e que acaba numa bancada de penalties, com lenços brancos no ar, a insultarem o árbitro... enfim, tinham de acender muitas velas, até eu entender do assunto, e apagar outras tantas, para eu não ver as perninhas de senil do rapaz.
Vamos, por fim, aos "fakes".
Os "fakes" substituíram o Fado, nos Três Éfes: são coisas ditadas pelos gajos responsáveis pela Intoxicação Social, e que cobrem todos os géneros, desde a menina grávida que teve um bebé com Gripe A, até aos submarinos do Portas, as Escutas de Belém, os escândalos que vão aparecer sobre o Santana, com o pavor que ele ganhe as Autárquicas, os poupanças-reforma da Ana Drago, os desmanchos da Elsa Raposo, a despromoção de Rui Teixeira e as apreensões de 1 quilo de haxixe, com o país inteiro a snifar toneladas de coca. Eu já aderi aquela moda de juntar Viagra com Ecstasy e curti bué: acabei uma noite a discutir Metafísica com o Paulo Pedroso, e as hipóteses de termos, juntos, uma coligação de 0,1% na Câmara de Almada.
Os "Fakes", mais do que o Futebol e a fraude de Fátima, governam, neste momento, o País. Não sabemos o que será o nosso amanhã, em termos de emprego, salário, saúde, casa e educação, mas podemos afirmar, com toda a certeza, que as televisões e as suas cunhadas deitarão pelo cólon fora mais um "fake", novinho em folha.
Os "fakes" são o novo Ópio do Povo. Alimentam os degenerados maoístas, como o Pacheco Pereira, e os traidores do PCP, como o Zé "Magalhães".
Vá acreditando neles, e esqueça-se da realidade.
É por isso que eu embarquei nos Violinos de Chopin, e vou compor um Concerto, na urna, ao Santana Lopes, com dedicatória ao Xaviota, que, se Deus e o "Intelligent Design" quiserem, me vai então deixar de falar, isola, isola, isola :-)

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