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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Grandes Êxitos do "The Braganza Mothers" - "Ó, Albino Almeida, põe-me uns binóculos, e atualiza-te para o real desastre que hoje é a tua querida... "Família"!..."
Para quem me conhece, sabe que sou bem-humorado, detesto preconceitos e sou tolerante, mas, quando embico com um qualquer quisto, ai do quisto!...
Durante meses, ouvi falar desse Albino, mas pensava que era algum treinador de Futebol, e não percebo peva de Futebol, até que me disseram que esse gajo era... Pai, enfim, pais são como os chapéus, há muitos, mas este era um pai especial, meu deus, o que será ser filho de um gajo com ar de agente auxiliar de uma Agência Funerária)..., e é por isso que as crianças crescem cada vez mais infelizes, complexadas, e esmagadas por superegos que nunca chegarão a entender.
Hoje, durante mais uma das greves bem sucedidas, que haverão de levar a Lurdes a afocinhar no chão, "en passant", pela televisão, antes de ir a mais uns saldos do "El Corte Ingles", comecei a prestar mais atenção ao destaque que se dava a essa figura, algo secundarizada, e que é o "pai", ou a "mãe", conforme queiram. Acontece que, muito para lá de tudo o que se possa pensar, ambas essas figuras são o fulcro do atual problema educativo, não querelas entre docentes e uma ministra deplorável, porque o que sucede nas escolas não é mais do que o posludium do que vem herdado de casa.
Para o Senhor Albino, desde já, um comentário à maneira: acho que tem cara de sacristão das arcaicas crendices de Fátima, e os "sacristães" não procriam, ou se procriaram, violaram o voto de castidade.
Pronto, já mordi, passo adiante, e vou debruçar-me sobre aquilo que, exaltadamente, o fariseu clamava deverem ser os "serviços mínimos das escolas".
Portanto, eu vou-lhe retorquir, já que é tão normativo e interveniente, com o que deveriam ser os serviços mínimos da Família, que ele tão quixotescamente pretende representar:
1) Casa casal devia, antes de trazer algum filho ao Mundo, apresentar uma Carta de Procriação, onde tivesse passado, em teste e exame, e que indicasse estar em condições de procriar, para evitarmos as Esmeraldas, as Maddies e as Joanas deste mundo, pobres desgraçadas, filhas da pior ralé humana que a espécie já conheceu.
2) A Escola é um lugar de formação, não um refeitório, pelo que, antes de enviar o seu filho para a aula, se deve assegurar de que vai convenientemente alimentado. Se não pode, informe a instituição, e cada docente deverá ser avisado de que tem defronte de si um pobre ser humano, a quem a crueldade, ou impotência, familiares, ali despejam, para que a "malta se desenrasque". Sr. Albino: Nenhuma criança alguma vez poderá aprender o que seja, se estiver com fome.
3) Sr. Almeida, vá de porta em porta, e impeça as famílias desestruturadas de despejarem os seus filhos na Prateleira de Costas Largas do Ensino: verifique -- essa é a sua função -- se as crianças não são torturadas, violadas e abusadas em casa. Sabe que são atirados para a Escola putos que sabem que a mãe se prostitui, o pai está preso e o padrasto se droga, e o espanca?... O Sr. não sabe, mas o professor sabe, e também quer ser avaliado, por esse tremendo e surdo trabalho social que desempenha e lhe não incumbia. Caso o desconheça, Sr. Almeida, esse pronto-socorrismo social não vem nos parâmetros de "Excelência" da incompetente humana, que tutela a Educação. Nem isso, nem coisas piores, que não me atrevo a pôr aqui, para não maldispor os leitores.
4) Sr. Almeida, faça um levantamento dos livros e recursos culturais que a criança tem, ou não tem, em casa: evite que o docente tenha de lidar com autênticos "meninos-lobo", que nunca viram um livro, cujo único multimédia foram infinitas glorificações dos analfabetos do Futebol, e cujo horizonte existencial e linguístico é o quotidiano "ha dem" da mãe e o "caralho-foda-se", do pai, quando está a olhar, transtornado, para os calções transpirados do Cristiano Ronaldo.
5) Sr. Albino, pergunte, em cada casa, quais são os hábitos de higiene das suas... "Famílias". Garanta que a criança não é ostracizada pelos colegas, por dizerem que tem... mau-cheiro. Pode acontecer que o primeiro banho que tome seja na escola, e a escola não tem recursos para dar banho a todos os que se sentem humilhados, e tem de erguer uma permanente barreira de defesa deles, que também não faz parte dos "excelentes" e das quotas.
6) Sr. Almeida, sabe que há alunos que foram excluídos de todas as instituições, e caem em estranhas escolas-alvo, onde os professores são forçados a desempenhar o tal papel dos psicotutores, de que a Finlândia tanto se orgulha, mas que não são objeto, cá, de qualquer preparação prévia?... E sabe por que é que as pessoas se têm de tornar em tutores e ser pais alternativos?... Porque as famílias, ou não prestam, ou não servem. Peça-lhes avaliação por esse trabalho, e exija serviços mínimos no... Lar.
7) Sr. Albino, sabe que há alunos que utilizam, com a maior familiaridade e frequência, o pior calão e os tratamentos mais violentos?... E sabe de quem é a culpa: da família, onde o tratamento corrente é de "cabrão" para cima, e de "puta" para baixo. Não sabia?... Deve ser por frequentar famílias de rodoma de vidro. A maior parte dos professores deste país frequenta famílias reais, e filhos provindos de famílias reais, que soltam constantes palavrões, porque esse é o romance corrente dos seus ambientes familiares. Vá lá a casa, e peça aos pais, que adorarão ser filiados no seu clube de exceções, serviços mínimos de educação. Se apanhar com um taco na testa, não se espante.
8) Sr. Almeida, sabe que muitas vezes os meninos se voltam para o Professor e o ridicularizam, dizendo, "você não acha que anda a perder o seu tempo aqui, a ganhar uma miséria, quando o meu pai, numa noite de tráfico, tira o que você saca num mês?..." Vá lá a casa e diga a esses pais que o tráfico de droga não é uma atividade socialmente venerável.
9) Sr. Almeida, quando ouvir um pai reclamar que as greves são um escândalo, porque não têm onde deixar os filhos, vá lá a casa e grite-lhes aos ouvidos que o ambiente familiar tem de ter reservas e sistemas de acolhimento, a chamada Estrutura Familiar, porque as escolas não são depósitos de corpos, são espaços de convívio de gente em idade e emotividade frágil, não prateleiras para famílias que se esqueceram da palavra "amor", "respeito" e "educar". Se não conseguir nada, peça para a SUA Ministra colocar como parâmetro de avaliação o "entreter" meninos. Antigamente, essa função era atribuída a palhaços e o único que eu vejo neste processo é, curiosamente... você.
10) Pobre Albino: sempre que você receber na sua sala um aluno de ténis rotos e jeans fora de moda, e o vir ser gozado pelos colegas, vá ter com a família e pergunte por que o vestiu assim. Se se lhe depararem grupos familares a viver abaixo do limiar da pobreza, deixe-os em paz, e dirija-se diretamente a esse Governo Torpe, de quem você faz tão bem o papel de Comissário, como os havia nas ditaduras de Leste e Oeste, e que tornou Portugal num abismo de Muito Ricos e Muito Pobres. É o professor que tem de perder tempos infindáveis a reequilibrar estes grupos potencialmente explosivos, tempo no qual não ensina, protege o desprotegido e que, curiosamente, também não entra para a Avaliação. Tempo de gente muito mal paga para evitar que a Sociedade expluda logo ali, no limiar dos 5, dos 6, dos 10 dos 11, dos 15 e dos 16 anos.
11) Miserável Almeida -- não te importas que eu te trate por tu, pois não?... -- faz assim: sempre que te chegue aos ouvidos que os alunos vão armados para as escolas, faz o teu papel, e vai, de porta em porta, revistá-los, um a um, com detetores de metais, para evitar que tenha o professor de ser ameaçado nas aulas, os colegas assaltados e um clima de "gang" a instalar-se num espaço que a grande tradição sempre viu como algo próximo de um santuário, mas que a incúria das tais famílias que tu desconheces e da desestruturação social dos Governos das Donas Lurdes e afins permitiu que se transformasse num mero antro de facadas.
12) Obsoleto Almeida: vai de porta em porta, e pergunta por aquelas famílias que preferem andar a feijão e arroz, para que os meninos possam ter os seus fins-de-semana de álcool, droga e discoteca garantido, para entrarem, segunda de manhã, em tal estado que passam as aulas a dormir, ou com "feedbacks" de pastilhas e LSD, que chegam a nem perceber estar em classe. Vai à porta dessas famílias e exige-lhes os serviços mínimos de Família. Se não cumprirem, põe-nas, caso a caso, em Tribunal: é um favor que fazes a 140 000 afrontados.
Não vou ao 13, porque o 13 dá azar: isto é só um prolegómeno de tudo o que tinha para te despejar em cima, Albino Almeida, e sabes que, quando eu ataco, é mesmo de fugir. Pensa que até estou a a ser simpático contigo, e que o teu conselho 13 é hoje substituído -- "surprise!..." -- por uma bonita imagem: sou eu, a ver em ti uma barata rastejante e servil, a quem hoje me deu para pôr o calcanhar em cima, para te acabar com tanto sofrimento. Dizem que as baratas podem transmitir maleitas, e eu não queria que os alunos de Portugal, do mais pobre ao mais rico, adoecessem, só pela causa do teu insistente rastejar.
Albino: vai-te catar!...
Muito Boa Noite.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Albino Almeida e o Afeganistão padrão, com breve passagem pela Gripe Porcina
Imagem do KAOS
Dedicado à Carmelinda Pereira e à Isabel Pedrosa, que amanhã se deslocam em visita de Estado a Versalhes, e dedicado a todos os jovens deste país, que não têm culpa de uma haver uma aberração a afiambrar-se com um nome simpático... "pai"..
.
Há duas coisas nas quais nunca acreditei: a Senhora de Fátima, por questões genéticas, e Albino Almeida, porque só muito tardiamente é que me foi referido, já eu tinha lançado para o prelo o meu Bestiário, e ele nem nas notas de rodapé cabia.
Sobre a Senhora de Fátima acho que já se disse tudo, ou quase tudo, e tem com o Albino Almeida o traço comum de terem ambos cara de saloios: uma, de porcelana, o outro, de toucinho rançoso.
O Albino Almeida tem uma virtude que eu muito respeito, que é a da Imaginação: teve o azar de ter nascido em Portugal, senão, teria dado um fantástico Duchamp, mesmo um Dada, da fase mais radical.
A sua última descoberta foram os decotes e as calças descaídas, e veio tarde, porque meio Portugal os usa, e ele só não os usa, porque não pode, e não pode porque ainda há uma coisa chamada Saúde Pública.
Não sei quais são os gostos sexuais do Senhor Almeida, mas espero que não esteja na faixa dos três filhos, o que o levaria a apreciar muitíssimo as cuecas de rapaz descaídas... Vamos, portanto, na direção das mamas e das saias curtas.
O Sr. Albino, que procriou, por obra e graça do Espírito Santinho, e seria uma verdadeira peça de arte indo europeia, de cada vez que aparece montado no dorso do Hipopótamo da Dren, não fosse não ser de marfim, mas sim de plástico ordinário de alguidar, e de alguidar dos Chineses, com todo o respeito pelos ditos, intitula-se de "pai".
Se o Sr. Almeida, em vez de ser pai, fosse professor, devia aprender uma coisa que vem em todos os manuais: é que a relação pedagógica, por excelência, é assimétrica, ou seja, há sempre um que se posiciona no lugar de dar, e um outro, que mais está na posição de receber, com todas as fabulosas inversões, em que o aluno irreversivelmente consegue, num só dia, marcar, para sempre, o professor, e vice versamente... Ora, sendo a relação pedagógica assimétrica, a assimetria estende-se a todos os lugares da relação, corpo incluído, o que quer dizer que, sendo o corpo do aluno situado num patamar diferente do do professor, está inibido de ter qualquer influência sobre o mesmo, excetuada a inversão, porque todos nós, os saudáveis, num tempo, tivémos "fantasias" sobre quem nos lecionava, e isso ajudou-nos muito a crescer...
Começa aqui a gravidade da coisa, porque, não sendo o Sr. Albino professor, e estando posicionado num patamar externo do maravilhoso palco da Pedagogia, hoje, para nós, profanos, e estupefactos espectadores da coisa reles, ficámos a saber que o Sr. Alemida era fisica, e, portanto, eroticamente, sensível a corpos de adolescente, ou seja, na sua ridícula posição de gato pingado procriador, veio hoje a público dizer que lhe toca muito numa parte do corpo e da alma ver um decote, umas mamas, ou um cu de puto de cuecas à mostra.
Acontece que a mim, que sou tarado, mas tenho balizas, muitas, éticas, e outras de puro relacionamento e polimento de etiqueta, sou totalmente insensível a decotes, saias, cus e rasgões de jeans, à saída de qualquer escola deste país, ou em qualquer outro lugar, e choca-me descobrir, no meio de todos os horrores com que o Sr. Almeida já nos presenteou, esta novidade: que, no fundo, no fundo, só a Senhora de Fátima saberá se ele não tem lá bem escondido, já não no seu Freud, mas mesmo no seu Jung, um "homem da gabardina", daqueles que, quando toca a campainha, em Gaia, abrem as abas, e mostram o "badalo" a quem passa...
Sr. Albino, os jovens deste país são jovens, ou seja, são diferentes, irreverentes e explodem em todo o esplendor do iníco da sua sexualidade, coisa que, caso não saiba, com esse horrível focinho que você tem, está dotada de uma fabulosa vertente estética, a única que a Assimetria Pedagógica concede, ao Docente, usufruir. Proust chamava-lhe "À l'Ombre des Jeunes Filles (Garçons) en Fleurs", e é das coisas mais espantosas de assistir: ver como a Natureza começa a esculpir os corpos, e a prever, na sua infinita diversidade, todas as graças da idade adulta. Quando o senhor se mostra afrontado com isto, está, tão só, a revelar o inenarrável suíno que tem dentro de si, e aconselhamos-lhe, para sua segurança, longas sessões de psicoterapia, não lhe vá dar, quando se tornar ainda mais baboso, para começar a soltar, como um reles homem das obras, com o seu fácies, assobios a pitas do 8º Ano...
A maturação da estátua interior, primeiro patamar para a integração social, passa por uma saudável relação com o corpo, e o ganho da auto estima, que deriva do jogo entre os corpos, é que irá construir a Sociedade dos Equilíbrios. A este zumbir de abelhas e pólen chamamos nós, as pessoas saudáveis, sensíveis à beleza do Mundo e ao esplendor da Juventude, Adolescência, e é um momento dos mais raros e ricos de todo o nosso devir terreno, caso não o saiba, Sr. Albino.
Compete ao Professor, guardião do saber, tutor da estátua que se molda, e demiurgo do ser futuro, zelar, com invisíveis fios de cristal, para que este jogo de sensualidade, sedução e inocência, se mantenha nas fronteiras ilimitadas das florações. Caso o Senhor Almeida não saiba, na História da Evolução do Mundo Florestal, o grande momento chegou, quando, pela primeira vez, os nossos antepassados, dinossauros e insetos, viram, incrédulos, desabrochar a primeira flor, no... Cretáceo... meu deus... há 135 000 000 de anos, ou seja, muito tempo antes do seu mandato à frente dessa abjeção chamada CONFAP, e muito antes da Terra sofrer os flagelos das maiorias absolutas de Sócrates e seus afins.
Caso o senhor Albino não saiba do que estou a falar, convido-o a olhar para uma adolescente, não como objeto sexual -- não temos culpa dos seus problemas eróticos mal resolvidos... -- mas como o primeiro momento em que o corpo espera a polinização, mas a polinização dos jovens do mesmo patamar etário, não de pais sebosos, com tempo de antena numa época cultural e política decadente, e que têm a ousadia de olhar com o olhar com que menos deveriam olhar para aquilo para que se atreveram a profanar.
Não sei se percebeu, mas eu não vou repetir a frase: volte atrás, e releia.
Sei que, com tanta flor, isto cheira muito a Genet, e eu não frequento muito Genet, pelo que vamos voltar ao ritmo de Arrebenta, e na sua melhor forma: portanto, em resumo, o Senhor, Albino, é um insulto a todos os jovens deste país, e uma reles provocação a todas as pessoas bem formadas, que, diariamente, lidam com a maior riqueza de qualquer nação: a sua Juventude.
Se não gosta do que vê, faça como Édipo, e dê dois tiros nos olhos.
Se sente inveja, é natural: na mesma idade, já você deveria ser, e ter, por fora, e por dentro, o mesmo ar de seminarista sebento e perverso que ainda hoje mantém.
Não gosta de ver as cuecas dos rapazes a aparecer, quando as calças descaem?... Pois eu gosto: é sinal de que há uma geração que evoluiu para o gosto de peças interiores de marca, esteticamente viáveis, e bem diferentes dessas ceroulas gordurosas, que você esconde por detrás dessas calças de fazenda, que só vêem a água e o detergente no final de cada Período Escolar.
Quer um conselho, mas um conselho de amigo, de amigo, mesmo?... Vá para a beira do mar e respire fundo. Se continuar a ver nos alunos deste país potenciais objetos sexuais, psicoterapize-se: felizmente que eles até são objetos de sedução, sim, mas de sedução nos infinitos jogos entre eles, onde há simetria, paridade e cronologia afinada, e não assimetria do olhar de um cinquentão baboso e asqueroso, que consegue conspurcar, só com a sua presença e declarações, o palco saudável, de onde virão todos os amores, afetos, e atos potenciadores da futura perpetuação da espécie.
Aprenda a sentir excitação erótica com freiras, Tio Albino, e se não gosta do canteiro onde está, mude-se.
Quer um conselho de amigo?...: até há um país de vanguarda que lhe recomendo. Ainda a Gripe Porcina não tinha sido lançada no mercado da Aldeia Global, já eles tapavam os focinhos com máscaras; mais, até o faziam, já a pensar no Profeta Albino, aquele que virá depois de Maomé, e até enfiavam burkas, da cabeça aos pés.
Mande um email a Obama, e monte uma banquinha de estupidez e perversidade no Afeganistão.
Masturbe-se nos desfiladeiros de Kandahar.
E quer que termine com chave de ouro?... Eu faço-o: Albino Almeida, considero-o um porco e uma pessoa que, se estivéssemos num país decente, levaria para sempre a etiqueta de "não frequentável".
Ah, e para que não diga que não lhe desejo nada, espero que durma mal.
Para sempre.
(Pentagrama de cinco náuseas, no "Arrebenta-SOL", no "A Sinistra Ministra", no "Democracia em Portugal", no "KLANDESTINO", e em "The Braganza Mothers")
Libellés :
Adorável Juventude,
Albino Almeida,
Burkas físicas e mentais
sexta-feira, 20 de março de 2009
Mãe austera, pai ausente e uma sede extrema de Poder... Onde é que eu já li isto?...
Libellés :
Albino Almeida,
José Sócrates,
Josef Fritzl
quinta-feira, 19 de março de 2009
Meditação sorumbática de como é mais fácil prender em Portugal Mário Machado do que Dias Loureiro, seguido de um valente minete à Popota da DREN
Dedicadoà Tânia Vanessa e à Kaotica, que fez ontem outra vez 19 anos, e, se puser uma sainha de quadrados verdes, daquelas do Colégio Mira Rio, até vai parecer ter 13, e ainda é pedofilizada pelo guloso do Adriano Moreira, à saída das reuniões das Associação de Pais do Restelo
Era uma vez um pai perfeito... Não, não posso começar assim, porque ainda me levam a sério... Era uma vez um Senhor Albino, que tinha aquela boca em forma de fenda, descaída para baixo, que, em todos os tratados de fisiognomonia indica impiedade, frieza e sadismo. Quando passou a ter a fenda de cima igual à fenda de baixo, já não era homem, fez-se mulher, e passou a ocupar a pasta da Educação, e acho que foi assim que Deus criou o Mundo, tirando a fenda de cima do Albino, e colocando-a em baixo, na Lurdes, para que se reproduzissem, e destruíssem o Ensino Público.
O resto da história é nojenta, mete um tal de Abel e um Caim, que andavam a disputar a mãe, já que Deus só criou uma Eva, de maneira que se não criou mais nenhuma, só aquela é que esteve, em tempo inteiro, componente letiva e não letiva, 24 horas por dia, ao serviço da reprodução, de tudo quanto era cria dela e dos outros.
Era o Paraíso, versão Josef Fritzl, com um "bug" na Criação, e o Pai Eterno, em toda a sua velhice e andropausa, a esquecer-se de que, ou só criava uma mulher, e só fodia um, ou então tinha de criar mais, porque quando chegasse a idade, também os filhos queriam foder, e aquela não sobrava para todos. O Velho esqueceu-se mesmo, e os rapazes acabaram por se matar um ao outro, sendo toda a descendência de Abel, até David, e de David ao Profeta Jesus, com o intervalo da Pombinha no Grelo, do Espírito Santo, fabricada em série, numa nojice que só a ausência de preservativo, as más condições de higiene, o sem-abriguismo e a promiscuidade permitiram.
Não, não era a Quinta do Mocho, mas parecia.
Deixando-nos de Bíblias, vamos ao Sr. Albino, que hoje deve ter recebido telefonemas dos "filhos" de todo o País, fazendo o milagre da Fé, como atestou o Instituto Gulbenkian de Investigação, de transformar toda a produção de espermatozóides, daqueles dois tintins e um defunto, que ele costuma ajoelhar em Fátima, quando vai pedir à Senhora que lhe dê força para continuar a ser medíocre, maneirinho e medieval, enfim, dez biliões de telefonemas, a dizer, "olá, papá", e o outro a espumejar de raiva, um péssimo caráter das periferias daquele sinistro rio negro, chamado Douro, onde só vive quem não pode deslocar-se para Veneza, para a Bahia, ou para o Mar da Palha.
O dia, todavia, é de amor, e,
no Dia do Pai, eu gostaria de dedicar algo de especial ao Sr. Albino, mas não sei o quê, talvez uma "rèssureição", mas tipo aquela do primeiro filme de "A Mosca", em que ele pensava que ia reincarnar no Além, na forma de Querubim, mas, nesse horrível e exato momento, a Popota da DREN abria a porta, para ir fazer uma m'jinha, e dava-se uma falha quântica no Espaço/Tempo, e o Albino Almeida reincarnava, geminado, mas em forma siamesa, com a Popota da DREN, ou..., vou ser mais claro..., ele renascia, "siamezado", com a boca toda colada à cona da Margarida Moreira, e, depois de consultados todos os especialistas do Mundo, e considerado o caso como "inoperável", só lhe restava ir, de rastos, para Fátima, com ela, ano após ano, rezar para que a menopausa viesse depressa, para ele não ser obrigado a engolir, todos os meses, uma pasta de mênstruos, mas ser só obrigado às golfadas de chuvas douradas da outra...
sim
eu sei
já estão a pensar, "hoje é que este se passou mesmo...", e eu respondo.. "nim", apetece-me, hoje apetece-me, porque sou uma pessoa doente, e, quando for internado, pronto..., fui..., mas, ao menos, levei a barriga cheia,
e ainda vou deitar mais lenha na fogueira:
depois de virem ambos desenganados da Basílica, recolhiam a uma cave-"bunker", de Gaia, uma coisa horrorosa, onde já estava o Josef Fritzl à espera, pronto para emprenhar a sua filhota-popota Margarida Moreira, e a outra fazia o número da gritaria, do sobe e desce escadas, a fingir que não queria, mas queria, a Síndroma de Estocolmo, e ele agarrava-a, ofegante, mas quando chegava a altura de enfiar a sarda na greta da outra, estava lá o Albino, desgraçado, com a boca siamezada, o Fritzl tinha de dar um jeito para ir à cona e à boca dos dois, ao mesmo tempo -- deus me perdoe --, a coisa degradou-se mesmo, mesmo, quando meteu a mãe, a Lurdes Rodrigues, e o Fritzl vinha de lá, cheio de Viagra, e ia à rata à Lurdes, à Margarida, e, por inerência, à boca do siamês, que também achava que o preservativo não devia ser anticoncecional, e é verdade, o único meio anticoncecional que se revelou eficaz é mesmo... engolir,
mas,
mudando de assunto, achei que foi por "causas naturais" que Mário Machado foi preso, logo a seguir a ter chapado, na Net, com os bilhetes de identidade dos "offe-shores" daqueles meios irmãos da mãe do filho que é meio primo de um gajo que, por azar nosso, é Primeiro Ministro de Portugal, do pior governo desde... desde... sei lá... DESDE,
pronto,
DESDE,
e a história agravou-se com o voto de pobreza do Padre Vítor Melícias, que também era bem arrimado com um tiro nos cornos, um voto de pobreza de 7400 €, -- aí fadista, pareces um gestor de topo de base do BCP!...,
começa a gente a pensar, como é que um sacerdote, cuja obra conhecida foi aconselhar o Guterres a encher o Governo de pedófilos, ele era, "Padre, vou hoje nomear Paulo Pedroso para tutelar a Casa Pia...", e o Melícias, "fazes bem, meu filho...",
e lá tilintavam 1000 €.
"Padre, vou colocar na tutela dos órfãos da Segurança Social Ferro Rodrigues...", e o outro, "fazes bem, meu filho, três padres nossos e quatro avés-marias, com dois cânticos do menino jesus pelo meio", e por aí fora, mais o Rui não-sei-das-quantas na Santa Casa da Misericórdia -- não, isso acho que foi depois, mas não interessa, hoje vale tudo... -- e o Zarolho na Pasta do Trabalho, esse é perigosíssimo, ficou à frente da estratégia toda do PS para a segunda maioria absoluta, e lá irá, porque este povo gosta, e, se gostou de 48 anos de cadeirinha com mofo, mais de dez de gasolina de província, por que não mais dez... dez!?... cem!!!... MIL!!!!... o Reich dos Mil Anos, de Vilar de Maçada!...
A verdade é que o Mário Machado parecia a Maya, e disse logo, "mal eu publique isto, vou dentro", ora eu não conheço o Mário Machado de parte alguma, e acho que só partilhamos o ódio profundo por este nausenante estado de coisas, mas, pensei cá para mim, "olha que vais mesmo...", e a verdade é que, neste momento, há três culpados crónicos de tudo o que de mal sucede em Portugal, o "Bibi", que só fazia o papel dos provadores, na Antiguidade, e trincava o frango, antes de o passar aos Senhores Importantes, para ver se estava tenrinho, só que os senhores importantes, entretanto... evaporaram-se; o Vale e Azevedo, que, sempre que o Pinto da Costa compra um árbitro, imediatamente recebe, pelo correio, um mandato de busca internacional, e o Mário Machado, que sempre que o Dias Loureiro dá um calote de 1 800 000 de euros no Erário Público... vai dentro.
Dir-me-ão vocês que antes isto do que obrigar as meninas do Colégio Mira Rio a enfiar chouriços no cu, como faz a CGTP e o Macacheiro -- é assim, não é, que se escreve?... -- e mais os que vão insultar no Guinote e os estalinistas todos do Largo do Caldas (Acho que o Nuno Melo é o único que não mete chouriços no cu). Só Manuela Ferreira Leite escapa a esta voragem barranqueira, porque está mirrada, porque, de resto, de um extremo ao outro do espetro político, toda a gente anda a enfiar chouriços no cu, a vida tornou-se num (antónio) calvário, ou como diria Álvaro de Campos,
enfia chouriços, pequena, enfia chouriços, porque não há mais metafísica no Mundo do que enfiar chouriços no cu,
bom,
este é daqueles textos de tal modo desvairados que vou deixá-lo em aberto... melhor, acabam-no-lo vocês, tá bem?... que eu vou, mais uma vez, desejar um feliz Dia do Pai ao Albino Almeida...
(silêncio)
estão a ouvir?...
Sentem a respiração de raiva?...
É ele que atendeu o telemóvel, pela enésima vez, esta noite...........
(Duo no "Arrebenta-SOL" e em "The Braganza Mothers")
Josef Fritzl dá-se como culpado, no Dia do Pai, e pede para cumprir pena com pulseira electrónica, junto de Albino Almeida e da Popota (Cortesia SIC)
Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Albino Almeida explode de raiva, ao largo de Tonga, de tanto telefonema amoroso recebido no Dia do Pai

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Imagem do "SOL"
HOJE É DIA DO PAI!!!!... FELIZ, ALBINO ALMEIDA: VAMOS TODOS VISITÁ-LO E DAR-LHE UM KISS CHEIO DE AMOR: OBRIGADO, PAI!!!...
Imagem do KAOSOBRIGADO, PAPÁ!!!...
Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
"The Braganza Mothers", no dia em que Albino Almeida revelou uma infância desgraçada, como Lurdes Rodrigues. Esta gente deve ser afastada do Ensino
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Ó, Albino Almeida, põe-me uns binóculos, e atualiza-te para o real desastre que hoje é a tua querida... "Família"!...
Imagem do KAOS
Para quem me conhece, sabe que sou bem-humorado, detesto preconceitos e sou tolerante, mas, quando embico com um qualquer quisto, ai do quisto!...
Durante meses, ouvi falar desse Albino, mas pensava que era algum treinador de Futebol, e não percebo peva de Futebol, até que me disseram que esse gajo era... Pai, enfim, pais são como os chapéus, há muitos, mas este era um pai especial, meu deus, o que será ser filho de um gajo com ar de agente auxiliar de uma Agência Funerária)..., e é por isso que as crianças crescem cada vez mais infelizes, complexadas, e esmagadas por superegos que nunca chegarão a entender.
Hoje, durante mais uma das greves bem sucedidas, que haverão de levar a Lurdes a afocinhar no chão, "en passant", pela televisão, antes de ir a mais uns saldos do "El Corte Ingles", comecei a prestar mais atenção ao destaque que se dava a essa figura, algo secundarizada, e que é o "pai", ou a "mãe", conforme queiram. Acontece que, muito para lá de tudo o que se possa pensar, ambas essas figuras são o fulcro do atual problema educativo, não querelas entre docentes e uma ministra deplorável, porque o que sucede nas escolas não é mais do que o posludium do que vem herdado de casa.
Para o Senhor Albino, desde já, um comentário à maneira: acho que tem cara de sacristão das arcaicas crendices de Fátima, e os "sacristães" não procriam, ou se procriaram, violaram o voto de castidade.
Pronto, já mordi, passo adiante, e vou debruçar-me sobre aquilo que, exaltadamente, o fariseu clamava deverem ser os "serviços mínimos das escolas".
Portanto, eu vou-lhe retorquir, já que é tão normativo e interveniente, com o que deveriam ser os serviços mínimos da Família, que ele tão quixotescamente pretende representar:
1) Casa casal devia, antes de trazer algum filho ao Mundo, apresentar uma Carta de Procriação, onde tivesse passado, em teste e exame, e que indicasse estar em condições de procriar, para evitarmos as Esmeraldas, as Maddies e as Joanas deste mundo, pobres desgraçadas, filhas da pior ralé humana que a espécie já conheceu.
2) A Escola é um lugar de formação, não um refeitório, pelo que, antes de enviar o seu filho para a aula, se deve assegurar de que vai convenientemente alimentado. Se não pode, informe a instituição, e cada docente deverá ser avisado de que tem defronte de si um pobre ser humano, a quem a crueldade, ou impotência, familiares, ali despejam, para que a "malta se desenrasque". Sr. Albino: Nenhuma criança alguma vez poderá aprender o que seja, se estiver com fome.
3) Sr. Almeida, vá de porta em porta, e impeça as famílias desestruturadas de despejarem os seus filhos na Prateleira de Costas Largas do Ensino: verifique -- essa é a sua função -- se as crianças não são torturadas, violadas e abusadas em casa. Sabe que são atirados para a Escola putos que sabem que a mãe se prostitui, o pai está preso e o padrasto se droga, e o espanca?... O Sr. não sabe, mas o professor sabe, e também quer ser avaliado, por esse tremendo e surdo trabalho social que desempenha e lhe não incumbia. Caso o desconheça, Sr. Almeida, esse pronto-socorrismo social não vem nos parâmetros de "Excelência" da incompetente humana, que tutela a Educação. Nem isso, nem coisas piores, que não me atrevo a pôr aqui, para não maldispor os leitores.
4) Sr. Almeida, faça um levantamento dos livros e recursos culturais que a criança tem, ou não tem, em casa: evite que o docente tenha de lidar com autênticos "meninos-lobo", que nunca viram um livro, cujo único multimédia foram infinitas glorificações dos analfabetos do Futebol, e cujo horizonte existencial e linguístico é o quotidiano "ha dem" da mãe e o "caralho-foda-se", do pai, quando está a olhar para os calções transpirados de
5) Sr. Albino, pergunte, em cada casa, quais são os hábitos de higiene das suas... "Famílias". Garanta que a criança não é ostracizada pelos colegas, por dizerem que tem... mau-cheiro. Pode acontecer que o primeiro banho que tome seja na escola, e a escola não tem recursos para dar banho a todos os que se sentem humilhados, e tem de erguer uma permanente barreira de defesa deles, que também não faz parte dos "excelentes" e das quotas.
6) Sr. Almeida, sabe que há alunos que foram excluídos de todas as instituições, e caem em estranhas escolas-alvo, onde os professores são forçados a desempenhar o tal papel dos psicotutores, de que a Finlândia tanto se orgulha, mas que não são objeto, cá, de qualquer preparação prévia?... E sabe por que é que as pessoas se têm de tornar em tutores e ser pais alternativos?... Porque as famílias, ou não prestam, ou não servem. Peça-lhes avaliação por esse trabalho, e exija serviços mínimos no... Lar.
7) Sr. Albino, sabe que há alunos que utilizam, com a maior familiaridade e frequência, o pior calão e os tratamentos mais violentos?... E sabe de quem é a culpa: da família, onde o tratamento corrente é de "cabrão" para cima, e de "puta" para baixo. Não sabia?... Deve ser por frequentar famílias de rodoma de vidro. A maior parte dos professores deste país frequenta famílias reais, e filhos provindos de famílias reais, que soltam constantes palavrões, porque esse é o romance corrente dos seus ambientes familiares. Vá lá a casa, e peça aos pais, que adorarão ser filiados no seu clube de exceções, serviços mínimos de educação. Se apanhar com um taco na testa, não se espante.
8) Sr. Almeida, sabe que muitas vezes os meninos se voltam para o Professor e o ridicularizam, dizendo, "você não acha que anda a perder o seu tempo aqui, a ganhar uma miséria, quando o meu pai, numa noite de tráfico, tira o que você saca num mês?..." Vá lá a casa e diga a esses pais que o tráfico de droga não é uma atividade socialmente venerável.
9) Sr. Almeida, quando ouvir um pai reclamar que as greves são um escândalo, porque não têm onde deixar os filhos, vá lá a casa e grite-lhes aos ouvidos que o ambiente familiar tem de ter reservas e sistemas de acolhimento, a chamada Estrutura Familiar, porque as escolas não são depósitos de corpos, são espaços de convívio de gente em idade e emotividade frágil, não prateleiras para famílias que se esqueceram da palavra "amor", "respeito" e "educar". Se não conseguir nada, peça para a SUA Ministra colocar como parâmetro de avaliação o "entreter" meninos. Antigamente, essa função era atribuída a palhaços e o único que eu vejo neste processo é, curiosamente... você.
10) Pobre Albino: sempre que você receber na sua sala um aluno de ténis rotos e jeans fora de moda, e o vir ser gozado pelos colegas, vá ter com a família e pergunte por que o vestiu assim. Se se lhe depararem grupos familares a viver abaixo do limiar da pobreza, deixe-os em paz, e dirija-se diretamente a esse Governo Torpe, de quem você faz tão bem o papel de Comissário, como os havia nas ditaduras de Leste e Oeste, e que tornou Portugal num abismo de Muito Ricos e Muito Pobres. É o professor que tem de perder tempos infindáveis a reequilibrar estes grupos potencialmente explosivos, tempo no qual não ensina, protege o desprotegido e que, curiosamente, também não entra para a Aavaliação. Tempo de gente muito mal paga para evitar que a Sociedade expluda logo ali, no limar dos 5, dos 6, dos 10 dos 11, dos 15 e dos 16 anos.
11) Miserável Almeida -- não te importas que eu te trate por tu, pois não?... -- faz assim: sempre que te chegue aos ouvidos que os alunos vão armados para as escolas, faz o teu papel, e vai, de porta em porta, revistá-los, um a um, com detetores de metais, para evitar que tenha o professor de ser ameaçado nas aulas, os colegas assaltados e um clima de "gang" a instalar-se num espaço que a grande tradição sempre viu como algo próximo de um santuário, mas que a incúria das tais famílias que tu descinheces e da destruturação social dos Governos das Donas Lurdes e afins permitiu que se transformasse num mero antro de facadas.
12) Obsoleto Almeida: vai de porta em porta, e pergunta por aquelas famílias que preferem andar a feijão e arroz, para que os meninos possam ter os seus fins-de-semana de álcool, droga e discoteca garantido, para entrarem, segunda de manhã, em tal estado que passam as aulas a dormir, ou com "feedbacks" de pastilhas e LSD, que chegam a nem perceber estar em calsse. Vai à porta dessas famílias e exige-lhes os serviços mínimos de Família. Se não cumprirem, põe-nas, caso a caso, em Tribunal: é um favor que fazes a 140 000 afrontados.
Não vou ao 13, porque o 13 dá azar: isto é só um prolegómeno de tudo o que tinha para te despejar em cima, Albino Almeida, e sabe que, quando eu ataco, é mesmo de fugir. Pensa que até estou a a ser simpático contigo, e que o teu conselho 13 é hoje substituído -- "surprise!..." -- por uma bonita imagem: sou eu, a ver em ti uma barata rastejante e servil, a quem hoje me deu para pôr o calcanhar em cima, para te acabar com tanto sofrimento. Dizem que as baratas podem transmitir maleitas, e eu não queria que os alunos de Portugal, do mais pobre ao mais rico, adoecessem, só pela causa do teu insistente rastejar.
Albino: vai-te catar!...
Muito Boa Noite.
(Pentagrama mata-baratas, no "Arrebenta-SOL", no "A Sinistra Ministra", no "Democracia em Portugal", no "KLANDESTINO", e em "The Braganza Mothers")
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
A Dona Lurdes e o Senhor Albino estão a apanhar com mais uma vigília e uma greve de estudantes em cima

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
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