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terça-feira, 20 de abril de 2010

Atenção, Alerta de Ataque na Blogosfera!...




Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Pois aconteceu: você, que costuma ir ver dois dos grandes criadores de imagens satíricas da Blogosfera, o "We Have Kaos in the Garden" e o "Portugal dos Piqueninos", ao entrarem lá, apanham agora com a chancela da censura em cima.
Cauda da Europa, chiqueiro de Sócrates e Cavaco...

(Trombetas de alerta, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")

quarta-feira, 24 de março de 2010

A "Lena", muito dada a amores com o Polvo de Vilar de Maçada, vai ter de vender o Jornal "i". É pena: nem "O Jumento" lhe valeu :-))


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

A "Lena"... olha que pena... :-)))

segunda-feira, 22 de março de 2010

A "Google" mandou a China à merda, e fez muito bem :-)


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Amarrem lá os pezinhos às vossas chinesas, e deixem o pessoal em paz

terça-feira, 16 de março de 2010

Por que mão irá Sócrates suceder a Sócrates?


Imagem Kaos

quarta-feira, 10 de março de 2010

Novas Escutas do "Face Oculta": o "Chefe" José Sócrates consegue chegar a acordo com Juan Cebrián, para correr com Manuela Moura Guedes


Imagem do KAOS


Do CD 220, da série mandada queimar pelo Orelhas de Bode do Supremo Avental de “Justiça”

(2 da manhã, toca o telefone na “Prisa”)

Juan Luis Cebrián – Alô???

José Sócrates – Juan?... É o Zé, para saber se para a semana a gaja da boca de broche já foi corrida… Estamos a contar contigo…

(Cebrián desliga-lhe o telefone nas trombas)

(2h e 10 da manhã, toca o telefone na “Prisa”)

J. S. – Juan?... É o Zé, só queria saber se já resolveram o… “problema”. O Armando diz que a situação é insustentável...

(Cebrián desliga-lhe o telefone nas trombas)

(2h e 15 da manhã, toca o telefone na “Prisa”)

J.S. – Juan?...

(Cebrián desliga-lhe o telefone nas trombas)

(2h e 30 da manhã, toca o telefone na “Prisa”)

J.S. – (silêncio) … Juan…. É assim… o Armando diz que se quiseres, podemos falar de… robalos. Queres quantos robalos, para correr com a gaja da TVI?... 10 000 robalos?...

(Cebrián desliga-lhe o telefone nas trombas)

(2h e 45 da manhã, toca o telefone na “Prisa”)

J.S. – Juan... 100 000 robalos?...

(Cebrián desliga-lhe o telefone nas trombas)

J.S. – Pronto, Juan, o Vitorino diz que podemos ir até 500 000 robalos. Última oferta. Que dizes?...

(Cebrián desliga-lhe o telefone nas trombas)

(3 da manhã, toca o telefone na “Prisa”)

Dona Adelaide Pinto de Sousa – Sr. Juan Luis… O meu filho, o “Chefe”, precisava mesmo de falar consigo…

Cébrian – Sim, Dona Adelaide, nós sabemos que o Mundo vai acabar: diga ao “Chefe”, seu filho, que vá preparando um Pacto de Estabilidade, para a Retoma, de aqui a 100 anos, e que, entretanto, vá levar no pacote!...

D.A.P.S – Sim… sim… Pronto, mas ele diz também que está disposto, já falou com o amigo dele, o Armando, e com o António Costa, e quer pagar 150 000 000 de robalos para correr com ela…

Cébrian – 150 milhões de robalos????... Foda-se, isso é uma pipa de massa, por uma gaja só… Dona Adelaide, diga ao seu filho que vou falar com os meus sócios, e que amanhã já lhe damos uma resposta. Pode ser?

D.A.P.S. – Obrigado, meu querido. Que Jeová lhe pague…

(fim da escuta)

segunda-feira, 8 de março de 2010

Novas Escutas do "Face Oculta" - o "Chefe", José Sócrates, ao telefone, com Juan Luis Cebrián, da "Prisa"



Imagem Kaos

Do CD 124, da série mandada queimar pelo Orelhas de Bode do Supremo Avental de “Justiça”

(2 da manhã, toca o telefone na “Prisa”)

Juan Luis Cebrián – Alô???...

José Sócrates – Juan?... É o Zé, para saber se para a semana a gaja da boca de broche já foi corrida…

(Cebrián desliga-lhe o telefone nas trombas)

(2h e 10 da manhã, toca o telefone na “Prisa”)

J. S. – Juan?... É o Zé, só queria saber se já resolveram o… “problema”...

(Cebrián desliga-lhe o telefone nas trombas)

(2h e 15 da manhã, toca o telefone na “Prisa”)

J.S. – Juan?...

(Cebrián desliga-lhe o telefone nas trombas)

(2h e 30 da manhã, toca o telefone na “Prisa”)

J.S. – (silêncio)

(Cebrián desliga-lhe o telefone nas trombas)

(2h e 45 da manhã, toca o telefone na “Prisa”)

(Cebrián desliga-lhe o telefone nas trombas)

(3 da manhã, toca o telefone na “Prisa”)

Dona Adelaide Pinto de Sousa – Sr. Juan Luis… O meu filho, o “Chefe”, precisava mesmo de falar consigo…

Cébrian – Sim, Dona Adelaide, nós sabemos que o Mundo vai acabar: diga ao “Chefe”, seu filho, que vá preparando um Pacto de Estabilidade, para a Retoma, de aqui a 100 anos, e que, entretanto, vá levar no pacote!...


(fim da escuta)

(Duo do costume, no "Arrebenta-SOL" e em "The Braganza Mothers")

quarta-feira, 3 de março de 2010

Jumências de um País de Jumentos


Imagem KAOS

Como sempre, venho de fora, e venho de uma perspetiva eventualmente totalmente errada, mas assumo que tenho direito a ela, e lá a cumprirei.

O primeiro tema são os amores: os cataclismos, como diz o Kaos, só Deus, o nazi Ratzinger e a defunta Irmã Lúcia saberão se não foram comprados com "robalos", e não vão aparecer na próxima publicação, da Páscoa, das Escutas do "SOL", como mais um ato obscuro do "Polvo" do "Chefe" Sócrates. Na realidada, o Clima, os desastres naturais e as desgraças da Madeira só vieram trazer um breve balão de fôlego a José Sócrates.
Alberto João Jardim, um bom cangaceiros das Ilhas Afortunadas, lá se casou "gaymente" com o "Engenheiro" e juntos vão reconstruir a Ilha Mais Bela com fortes injeções de robalos, e não fazem senão bem. Só lamento os mortos, cujos números nunca saberemos, "a Bem da Nação"...
Por este andar, um dia destes, ainda vemos a Odete Santos de braço dado com a "Nosferata" Nobre Guedes, em grandes beijos e linguados, mas, afora o humor, temos aqui uma prova de postura de Estado, de parte a parte, e isso faz-nos bem, de quando em vez.
Interessante vai ser o prolongamento do namoro: Manuela Ferreira Leite, de saída, dispara petardos por toda a parte, e não precisa de estar disfarçada de "Jumento" para os disfarçar. Aliás, ela não tem nada de jumento, e costumava disparar, quando era menina, sob o pseudónimo de "Arenque Fumado", que lhe ficou até aos dias de hoje, não fossem as Escutas do "Face Oculta" revelar que a Camorra do Largo do Rato falava dela como "A Bruxa". Portanto, para os incrédulos leitores, "A Bruxa", ficou-se hoje a saber, era mesmo Manuela Ferreira Leite, futura Governadora do Banco de Portugal, para assegurar o Noivado Central, e ficar muito caladinha.

A segunda parte deste divagar vai para o lamentável episódio de um jornal recente, o, se não me engano, "i online" versão, mais ou menos, mal atamancada, de um jornal universitário, seu antecessor, como aqui poderão verificar. Pouco imaginativo, portanto, já aí.

Para os apreciadores destas tricas, gente geralmente sem interesse, terá havido um serviço prestado ao País. Para mim, que leio muitos poucos blogues, exceto o do Kaos, onde vou roubar as imagens, e dois os três blogues culturais nossos vizinhos, posso arriscar que nada sei do que estava a acontecer no "Jumento", ao ponto de meter Judiciárias (!) e Interpol (!). Ignoro, portanto, se por lá se estavam a passar atos de divulgação pública de matéria classificada, e haveria qualquer indício de infração disciplinar, portanto, não me pronunciarei sobre isso. A ideia que conservo do "Jumento" é de há 4 anos atrás, quando se andava em guerra contra o Diploma de Sócrates, e ele se aliou à Grande Coligação, que desmascarou a fraude da "Independente", tempo gloriosos, e, já que estamos na fase das confissões, sempre vi nele um blogue esfusiante, pletórico, e com uma voracidade de disparos imagéticos e textuais do tamanho do Mundo. Resumindo: era precisa muita paciência, para manter aquele ritmo, e sempre imaginei -- deus me perdoe... -- por detrás da imagem do autor, um gajo reformado precocemente, sentado numa cadeira de rodas -- perdoe-me também o autor... :-) -- e que necessitava de um feroz contacto com os outros, passando o dia inteiro na sua obra. Parece que me enganei, e o tal Jornal "i" veio agora dizer que se tratava de um membro da Máquina do Estado, próximo da "Situação" PS, o que, desgraçadamente, coincidia com as informações que já me tinham passado, e que em nada adiantou à minha, nem à felicidade dos outros. Cada um na sua, e amigos, como sempre, embora continue a achar que a minha posição final, sobre o caráter dos blogues, é a que então expressei na "Carta a António Balbino Caldeira", igual vítima de perseguição, e a da Blogosfera Futura, e por aí me fico.
Quando era menino, e ouvia, através de um pesadíssimo rádio móvel, da minha avó, coisas hoje completamente perdidas e obsoletas, como o "inspetor Varatojo" e "Os Parodiantes de Lisboa", sonhava cm as faces que estavam por detrás daquelas vozes imateriais, mas o sonho era dúbio, porque, no fundo, sabia que qualquer daquelas faces, quando reduzida à poeira da sua mortalidade, deveria ser irremediavelmente desinteressante, perante a formidável (i)materialização que eu tinha construído das suas imagens.

Esse é, desde o tempo dos grandes textos e dos grandes filmes, o pecado mais mortal de todos, o de confundir as personagens com o/os autores.
Em geral, o criador é sempre inferior à ficção criada, pelo que esse caminho de "investigação" é sempre um empobrecimento do nosso imaginário, e só se aconselha a pessoas que querem sofrer, pela segunda vez, o desgosto de descobrir que o Pai Natal, afinal, não existe, e os meninos não vêm, mas não vêm mesmo, no bico da cegonha.

Para mim, como para milhares de leitores, "O Jumento" é, foi, e será, sempre... "O Jumento", e podem repetir-me dezenas de vezes o nome do seu imaginativo criador que serei incapaz, por mais que o tente, de o fixar, e tenho orgulho neste lapso da minha memória, porque é sinal de que continuo a acreditar que é pelo sonho que vamos, e iremos, ai, prometo que sim :-)

Resta o cavalheiro do jornal, um aprendiz de Avillez, que poderia ter evitado ser aprendiz de avilão. Tem, em sua defesa, o estado de decadência a que chegámos, de incitamento à delação, à carta anónima, ao email vergonhoso, aos comentários ignóbeis e sem rosto, cuja tipologia já um dia abordei, em forma de esboço, enfim, à alma profunda do Socratismo das "Faces Ocultas".
Em nada adiantou, esse pôr-se hoje nos bicos dos pés, do Sr. Avillez, para o bem-estar do cidadão comum.
Melhor do que eu, sabe que os químicos, "contra o bichinho", prolongam a vida, mas todos morreremos, mais tarde, ou mais cedo, num tempo que é demasiado breve, para que insistamos em cultivar o baixo nível. Para isso, basta-nos a Política e os seus soturnos arredores.
Talvez tivesse pensado, num rasgo de coisa equívoca, que estava a recriar os grandes "furos" do inimitável Paulo Portas, dos tempos do "Independente".
Não estava e não chega lá: por mais dinheiro, publicidade e cunhas que tentem empurrar o "i" para a frente, os tempo áureos dessas coisas já passaram, e a sua primeira página, hoje, caro Martim, não foi mais do que um triste solavanco dos muitos sinais de entropia desta "aurea mediocritas" dos Idos de Março, de Portugal acelerado ao fundo.

(A quatro cascos de "Jumento", no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")

sábado, 20 de fevereiro de 2010

O Sonho de Sócrates


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

YES I WANT

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Mário Crespo


Imagem KAOS

"Não te posso publicar esta crónica'. 'Tu és Director, saberás o que fazer'. 'Eu sei que sou director. Não preciso que digas que sou Director. Eu sei que sou Director!'. 'Posso dizer-te que se fosse eu Director, publicava'. 'Eu tenho que confirmar isto e a esta hora não consigo ligar ao Primeiro-ministro'. 'Tu és Director saberás o que fazer, não publicas e eu nunca mais escrevo para ti'. 'Eu tenho que investigar isto'. 'Faz o que quiseres, investiga o que quiseres. Não publicas e eu nunca mais escrevo para ti'. 'Sobre isso falamos depois'. 'Não, Zé Leite Pereira, nós não falamos mais'.

Há qualquer coisa fisicamente dolorosa quando se recebe a notícia de que o nosso trabalho foi censurado. O estômago aperta-se. Sentimos que estamos com os olhos demasiado esbugalhados e não conseguimos fixar a vista em nada. Durante muito tempo. O olhar vagueia por tudo, evitando tudo. Tenta-se respirar fundo, mas a respiração sai curta e durante uns minutos é insuficiente. E ficamos ainda mais inquietos. Depois hiperventila-se e fica-se agitado. Um corpo estranho começa a apertar-nos uma zona indefinida do tórax logo abaixo do pescoço. E fica aí a lembrar-nos que há solidões novas que ainda não tínhamos experimentado. Depois cai uma imensa melancolia. Terá sido provavelmente isto que Luís de Sttau Monteiro sentiu em 1960 quando o SNI mandou a sua editora retirar 30 páginas do seu Um Homem Não Chora. As trinta páginas em que ele articula raivas surdas contra o sufoco do Estado Novo, enquanto a sua personagem desce a Avenida da Liberdade mastigando obsessivamente grãos de café.

Terá sido isso que, também, António de Almeida Santos sentiu a 30 de Maio de 1959 quando o Secretariado Nacional de Informação decretou que o seu livro de contos A Rã no Pântano era matéria proibida. Nos poucos dias que esteve nas livrarias o autor deu uma cópia ao meu pai, que é hoje parte do nosso património familiar, com a dedicatória onde se lê numa magnífica caligrafia inclinada de uma caneta de tinta permanente (as Futura de feltro ainda não tinham sido inventadas) 'Ao Eduardo Crespo, com as homenagens e a estima do Almeida Santos'. Mais de meio século depois A Rã no Pântano foi reeditada com um registo na capa onde se lê 'A primeira edição deste livro foi apreendida pela PIDE'. Lá dentro está uma dedicatória na mesma bela escrita inclinada (já com uma Futura de feltro preta) onde se lê: 'Ao Mário Crespo, com admiração e amizade, esta segunda edição de um livro que ofereci a seu pai antes da PIDE o ter apreendido. Almeida Santos'. Quando recebi a reedição da Rã no Pântano lembro-me de ter comentado com o Dr. Almeida Santos que hoje parece impossível o que aconteceu, e o imenso trabalho que tinha sido rectificar todo um sistema orientado para o controlo do pensamento, fosse através de um livro de contos, fosse espartilhando noticiário banal em modelos oficialmente tolerados.

Na parte de trás desta crónica, que vou distribuir de mão em mão em fotocópias, porque em Janeiro de 2010, por razões de conteúdo politicamente incorrecto, censuraram a minha coluna de opinião no Jornal de Notícias, está o que se chamava nas redacções um 'linguado' de prova. Era de A Capital, um diário de que fui o primeiro Director depois do 25 de Abril quando, com a privatização, A Capital se libertou de tutelas estatais e políticas. Trouxe de lá este texto dos anos 70 com o corte da censura. Fascina-me ver o género de notícias que a Censura não tolerava. Interpretações da realidade, perguntas e sobretudo factos insofismáveis. Havia só uma verdade consentida. A oficial. Tudo o mais era desviante, e o desvio tinha que ser rectificado.

Já depois da minha crónica O Fim da Linha ter sido censurada por José Leite Pereira, o sociólogo Paquete de Oliveira, provedor do telespectador na estação de televisão do Estado, sentiu-se no dever de escrever uma crónica no espaço de opinião que eu ocupei durante mais de dois anos, onde, para substanciar a imensa liberdade de expressão que ele diz sentir no Jornal de Notícias, afirma que: 'Nunca me mudaram uma vírgula que fosse sem me consultarem'. É essa a diferença entre mim e Paquete de Oliveira a quem, em consulta, podem mudar as vírgulas. Eu, quando escrevo opinião, faço-o de forma definitiva. Tenho imenso cuidado com as vírgulas. Se calhar a conversa com José Leite Pereira que reproduzi no início teria tido outro desfecho se eu, tal como Paquete de Oliveira faz, tivesse autorizado que me alterassem ocasionalmente umas vírgulas. Mas, por outro lado, isso nem sequer foi contemplado. À meia-noite, quando Leite Pereira me contactou, já o Jornal de Notícias estava a ser impresso. A minha crónica já tinha chegado ao fim.


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

"Homens da Luta" dedicam música a Mário Crespo




Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Hugo Chávez já enviou uma mensagem a Francisco Assis, manifestando-lhe a sua solidariedade e um abraço ao nosso Sócrates


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

"Diga ao Sr. Primeiro-Ministro que se precisar de um manual de como se faz, eu mando..."

Liberdade de Expressão



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Isto é uma vergonha, e mete cada vez mais nojo.
São anos e anos de cansaço, a repetir as mesmas coisas, e um poderoso abafador, cada vez mais impertinente, a tentar que a Verdade vá ao fundo.
Tenho, na minha vida, uma coisa, que é simultaneamente a minha maior sorte e o meu pior azar, e que é a de me cruzar, quando não devo, com quem menos deveria.
Para que não fique pela charada, já muitas vezes me sentei em frente de gente que conhece alguns meandros desta porcaria que se instalou me Portugal. Toda a gente sabe que não é nova: novo é o despudor com que se exibe, desmente, e candidamente rebate agora o que se tornou evidente.

Venho de uma família, que, no tempo dos afonsinos, andou de armas na mão, para que se separassem os Três Poderes, e isso parece agora Bolor da História, não se tivesse voltado a tornar... impertinente, e isnsolente.
Na minha passagem pela Democracia Portuguesa, houve dois momentos que considero os mais deploráveis de sempre: 10 anos de Cavaco Silva, acrescidos agora destes cinco -- já são cinco, não é?... -- do Sr. Sócrates, Agente Técnico de Engenharia, à pressão, e conotado com tudo o que é Corrupção, em Portugal.
Aníbal vinha de um tempo da província e da chico-espertice, que nos custou que os fundos que a então CEE enviava, para que acertássemos o passo com ela, acabassem nos bolsos dos amigos de Mira Amaral, de Ferreira e Costa, de Torres Couto, de Oliveira e Costa, de Cardoso e Cunha e de Dias Loureiro, entre outros nomes terríveis, que tanto envergonham a nossa História recente.
Com Sócrates, passámos para o provincianismo expandido aos meios da Net.
Sou do tempo do arranque da Rede, em que o Sr. José Magalhães, renegado do PCP, se pavoneava como alta autoridade para o novo meio de lavagem dos cérebros. Não por acaso, deram-lhe o nome àquela sucata informática, em que as crianças vêem pornografia, e que vende bem por cá, e na terra do Ditador Chávez, mas isso era só a aparência, porque esse cavalheiro foi posto num alto posto da Administração Interna, de maneira a pôr-nos o Big Brother dentro de cada ligação, email, e depois "post", que fazíamos.
Não me apetece voltar a essa contabilidade, mas ela fica, outra vez, feita: foderam-me o computador quando me atirei, com unhas e garras contra o maçónico Carrilho, quando ataquei, com tudo o que tinha à mão, a recandidatura do Saloio de Boliqueime, e, mais recentemente, quando contribuí, com o que podia, para que Sócrates perdesse a Maioria Absoluta. Pelo meio, vários ensaios, inclusivé uma tentativa de liquidação física, que não vou rememorar aqui, mas que deixou rastos, e anos e anos de telefones em escuta.

Nada do que vem a público é, para mim, novidade. Novidade talvez seja a amplitude que a coisa está agora a ganhar, e essa onda devemos nós, independentes, aproveitar, para a cavalgar e marcar posição, e dizer, decididamente "NÃO".

Portugal não é, nem pode continuar a ser, esta farsa de medíocres que diariamente ocupa o tempo inteiro dos Órgãos de Comunicação Social, este lixo cultural, político e social com que somos bombardeados, estes gajos, que não têm onde cair mortos, e passam, horas e horas, a tentar contornar o problema, e a evitar que se obtenham respostas para as perguntas que cada vez mais se nos avolumam.

Quem é esse Procurador-Geral da República que se preocupa com terem posto no "Youtube" as Escutas do Pinto da Costa, mas não com se terem arquivado processos com provas daquele teor de escândalo?...

Que Justiça e que País são aqueles que permitem que se feche apressadamente uma Universidade, só porque se tornou evidente que o Primeiro-Ministro tinha "contornado" o percurso académico que o conduziu a um... "diploma"?

Quem são essa Cândida Almeida que mandou arquivar um escândalo evidente, e essa Sónia Sanfona, que disse que o BPN não tinha relevância?... Quem são e a quem servem?...

Onde anda o "Casa Pia", depois DISTO continuar a receber centenas de milhar de visitas?... Quantos ficaram de fora, enquanto nós éramos assustados, e nos desviavam a atenção para o "parasistismo" da Saúde, da Função Pública, dos Professores, entre tantos enxovalhos sociais que sofremos?...

Mário Crespo começou a avisar que "devíamos, a partir de hoje, começar a trazer o guarda-chuva".
Nós sabemos, vários guarda-chuvas, aliás, porque aquilo que vem à superfície não é mais do que uma neblina de uma máquina infernal, que nos rege na sombra, e que não hesitará em nos liquidar, quando se sentir ameaçada, como agora se sente, porque esta gente MATA e mata mesmo.

São tantas coisas, e tão más, que me reservo o direito de que outros as desvelem, e pararei por aqui, porque sei que as notas e o clima já são formidavelmente negros, e que as pessoas, pobres pessoas, incultas, desinformadas, e manipuladas, intoxicadas pela permanente fachada cor de rosa das aparências, dificilmente engoliria, por exemplo, viver numa sociedade onde é a rede da Coca que manda, e que o sigilo da Pedofilia, esse pavor de Estado, que fazia o Miguel Sousa Tavares, esse traste, encolher-se todo, sempre que o tema era tocado, ter uma explicação simples.
Em que estado ficaria a Opinião Pública, se soubesse, por exemplo, que lhe pesava o que sabia da mãe -- coitada, já lá está... -- Sophia de Mello Breyner, que também tinha vivido, no corpo, esse sinistro fio negativo que ligou os "Ballet-Rose" ao "Casa Pia"?...
É mau, não é? eu sei, mas não é mais do que uma ponta, das muitas pontas enevoadas deste icebergue em cima do qual hoje somos obrigados a viver.

Compete-nos a nós, que não somos pagos para escrever, que somos livres de pensar e que adoramos saber a Verdade, por mais que isso nos doa, alinhar nesta corrente profunda, que agora despertou, para que a Liberdade de Expressão tenha sentido em Portugal, e não nos transforme, inevitavelmente, numa Venezuela europeia, gerida por um pederasta, sem qualquer pudor, nascido, ou registado, ou lá o que foi, em Vilar de Maçada, e a quem convenceram de que podia calar  e enganar 10 000 000 de bocas.


(Profundamente indignado, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers")

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Ainda se lembra do dia em puseram na rua a Manuela Moura Guedes e toda a equipa do "Jornal da Noite"?...


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"The Braganza Mothers", no dia em que o Portugal de fundo se une pela Liberdade de Expressão


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Mário Crespo, "SOL" e "Face Oculta, entre outros: Este blogue está solidário com a Liberdade de Expressão e de Imprensa, em Portugal


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Senhor José Sócrates: vá para a Venezuela!...

O Estado, segundo Sócrates


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YES HE THINK HE CAN

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Manuel Alegre, estás aí?... Eu estou, aqui, sentadinho, no escuro, à espera de que venhas dizer... "NÃO"... Anda ... vem ... diz lá ...



Imagem KAOS

sábado, 6 de fevereiro de 2010

José Sócrates, o Vigarista de Vilar de Maçada, tem um buraco de fechadura nas nalgas. Mas fechadura de uma chave bem grossa...




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Jornalistas do "Jornal de Notícias" apoiam saída de Mário Crespo???... Pois, então, a Blogosfera também deixa de citar o "Jornal de Notícias". Acontece...


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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Brave New World, de José Sócrates, o Vigarista de Vilar de Maçada



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Protesto Gráfico

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