Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
domingo, 20 de junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
Carlos Cruz já abriu a sua página da inocência, e admite vir a dirigir o 5º Canal de Televisão, já a partir de Outubro, ou candidatar-se a Almada

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Visite-o aqui: foi vítima de uma "campanha negra" :-)
sábado, 12 de junho de 2010
Ricardo Rodrigues, o "Farfalha" (este gajo ainda continua em funções!?????...), vem defender o "Chefe"
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Carlos Cruz está inocente. Ele e os que nunca foram a julgamento, com a proteção do "Aventalinho"
quarta-feira, 5 de maio de 2010
"Farfalha" e Senhora de Mota Amaral vão decidir, depois de ouvida a Rede de Crime Internacional, sobre a inocência de Sócrates... :-)

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"Eles não tinham o direito de me perguntar se eu ia ao cu aos putos, na cascata!..."
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Jorge Sampaio diz que poderes políticos são influenciados por "setores corporativos", nomeadamente, pela "sua" Maçonaria
domingo, 28 de março de 2010
Investigação de abusos nas Oficinas de São José faz tremer velhos visitantes da "Casa dos Érres"
quinta-feira, 25 de março de 2010
Você sabia que as escutas que metem o Sócrates são inacessíveis ao Parlamento?...

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Tu perdoas-me o "Face Oculta", e eu perdoo-te o "Caso Farfalha" :-)
segunda-feira, 22 de março de 2010
"The Braganza Mothers", no dia em que a "Chorona" de Sampaio confessou ter tirado o tapete a Santana Lopes para salvar os amigos da Pedofilia da forca
quarta-feira, 17 de março de 2010
Ricardo Rodrigues já desmentiu a sua inclusão, dizendo que odeia pitas, e só curte putos na cascata

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Ó Farfalha, arredonda a saia, Ó, Farfalha, arredonda-a bem... :-)
sexta-feira, 5 de março de 2010
Mais um futuro vereador para a Câmara de Almada...
Membro da Maçonaria cumpre últimos rituais, antes de fazer parte do "gang" do "Chefe" José Sócrates

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Foto do "SOL"
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
"Le Macho", Sauna Gay, de Bruxelas, muito conhecida da Classe Política "escutada" de Portugal
Ferro Rodrigues já enviou telegrama de felicitações aos jornalistas absolvidos por "violação" do "Segredo" de Justiça na nojice do "Casa Pia"
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Bento XVI acha que "pedófilos devem ser afogados". Ferro Rodrigues já foi comprar equipamento de mergulho, e Paulo Pedroso vai recorrer para a Relação
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Ainda se lembra do Processo "Casa Pia", a primeira coisa que Sócrates abafou, mal foi para o Governo?...
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Jorge Lacão, o que operou os sinais com o Paulo Pedroso, promete divulgar lista do "Casa Pia", se Lei das Finanças Regionais for aprovada
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Maçonaria: um cancro inoperável português (recebido por email)

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O poder da maçonaria é preocupante. E cresce cada vez mais, uma cambada de corruptos que só quer carreiras faceis à conta dos seus "irmãos" maçons. A revista Sábado, em Portugal, publicou um artigo sob o seu crescente poder e houve muita gente incomodada.
Vejam só como o Ministro da Adiministração Interna, Rui Pereira, e o seus "irmãos" estavam chateados por não terem ninguém no Governo de José Sócrates. Isto deu origem a um processo judicial, vejam só como eles actuam:
A 6 de Maio de 2005, seis dias antes de o novo governo socialista tomar posse, Abel Pinheiro, o homem das finanças do CDS-PP, pegou no telemóvel e ligou ao social-democrata Rui Gomes da Silva, o “maçon adormecido” que acabara de deixar o cargo de ministro dos assuntos parlamentares. em plena investigação do processo Portucale (um caso de alegado tráfico de influencias para aprovação de um projecto imobiliário do Grupo Espírito Santo), a conversa passou pela maçonaria e pelo seu poder. Abel Pinheiro e Gomes da Silva concordavam que os maçons estavam sob fogo cerrado de José Sócrates. O futuro primeiro – ministro era acusado de afrontar a irmandade do Grande Oriente Lusitano (GOL) ao não escolher nenhum maçon para o governo.
Abel Pinheiro e Rui Gomes da Silva defendiam que as nomeações para ministro teriam de respeitar uma espécie de quota maçónica e estavam indignados por Sócrates não seguir o jogo de bastidores, afastando a maçonaria (e também o Opus Dei) dos lugares de decisão política. Também diziam que a ausência de apoio maçónico iria deixar vulnerável o futuro governo.
Os dois homens falaram dos nomes de muitos dos socialistas preteridos, como José Lello ou Vitalino Canas e comentaram os futuros ministros de Sócrates – a maior parte de forma pouco abonatória . Além disso, segundo Abel Pinheiro, o "irmão" Jorge Coelho, com quem disse ter falado por causa de vários assuntos pendentes do governo PSD / CDS (que não especifica), andaria de cabeça perdida com as escolhas. Mas já teria garantido que iria impedir que António José Seguro chegasse a líder parlamentar do PS. Questionando pela Sábado, Jorge Coelho assegura que nunca fez favores maçónicos ou não, a Abel Pinheiro relacionado com negócios aprovados pelo Governo PSD / CDS “ele nunca me pediu nada, nem em 2005 nem noutra ocasião qualquer”, diz. Quanto ás varias citações que Abel Pinheiro lhe atribui nas escutas telefónicas, Coelho não tem duvidas: “ele fala do que sabe e do que não sabe”.
A loja maçónica de Abel Pinheiro, a convergência, sempre foi vista como uma das mais poderosas dentro do GOL. Antes das batalhas internas e da cisão, ocorrida em Julho de 2006, a Convergência chegou a juntar figuras ligadas ao PS, como o Presidente do Tribunal Constitucional, Nunes de Almeida, António Vitorino, Vitalino Canas, Rui Pereira e José Nuno Martins. O próprio Abel Pinheiro, que juntamente com Rui Pereira saiu para fundar a loja Luis Nunes de Almeida (em homenagem ao antigo venerável falecido em Setembro de 2004), chegou a referir nas escutas telefónicas que, durante os governos de António Guterres a Convergência era conhecida como O Gabinete.
A Sábado não conseguiu apurar quais os outros membros que passaram pela Convergência, mas governos de Guterres contaram com muitos maçons do GOL, como os ministros João Cravinho e Jorge Coelho e os secretários de estado Rui Pereira, Fausto Correia, Rui Cunha, Ricardo Sá Fernandes, Carlos Zorrinho, José Miguel Boquinhas e Leonor Coutinho (maçonaria feminina).
Uma das referências ao Gabinete aparece na conversa que Abel Pinheiro teve, a 3 de Março de 2005, com o advogado Corrêa Mendes, do escritório Júlio Corrêa Mendes e Associados. O advogado, que tinha apresentado o atestado de quite (documento que solicita a saída), queria regressar ao GOL e precisava dos bons ofícios do amigo. Este prometeu-lhe apressar o reingresso.
Nas escutas telefónicas gravadas no processo Portucale são muitas as referencias á maçonaria, com Abel Pinheiro a citar os”irmãos”Bueno Matos (na altura assessor de imprensa do tribunal Constitucional) ou Jorge Sá , professor universitário especialista em sondagens.
Abel Pinheiro tinha, de resto, ideias muito definidas sobre o que julgava ser o poder da maçonaria em Portugal. Isso constata-se noutra conversa telefónica, em Maio de 2005, com o "irmão" Rui Pereira, actual ministro da Administração Interna. Durante a discussão sobre as eleições para grão – mestre do GOL, a mais importante corrente maçónica portuguesa, que iriam realizar-se no mês seguinte, Abel Pinheiro não hesitou em criticar a acção do grão – mestre cessante, António Arnaut.
Defendia que Arnaut um ex- ministro da saúde PS, estava sedento de honrarias publicas para o GOL (aspecto que Rui Pereira via também como protagonismo saloio) quando tinha era de recusar as condecorações, porque o GOL é que devia conferir, na sombra, dignidades e honrarias. De resto, dizia, era isso que sempre tinha acontecido ao longo tempos , uma vez que pelo GOL já haviam passado centenas de políticos, vários primeiros – ministros e Presidentes da Republica.
Mas Abel Pinheiro e Rui Pereira achavam que Arnaut estava velho para a tarefa de restituir ao GOL a força de outros tempos.
Para os dois, o novo homem era outro socialista, o ex- deputado do PS e professor universitário António Reis. Era nele que iriam votar (Reis foi eleito grão-mestre) apesar de pertencerem á loja onde era venerável outro candidato, o arquitecto Luis Conceição. Mas os dois viam com desdém a candidatura de Conceição e até combinaram que iriam exercer pressões para que não avançasse. Uma das razões para a oposição à candidatura passava por um alegado favor que o candidato a grão – mestre teria pedido a Abel Pinheiro – seria um aumento de mil euros mensais que Luis Conceição (arquitecto na Câmara de Lisboa com quem a Sábado não consegui falar até ao fecho da edição) queria para resolver problemas pessoais. No entender de Abel Pinheiro , alguém que precisava desse montante para viver não teria nível para dirigir a maçonaria.
Maçonaria: uma permanente Maioria Absoluta a minar Portugal
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