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sábado, 27 de março de 2010

Correio da Lola - "Como foi o Apagão, no Conde Redondo?..."

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Querida Lola:

Sou sua leitora, naquelas noites em que não passo os dias inteiros ligada ao "Facebook", à espera do Pai Natal. Hoje, com o apagão, fiquei muito assustada, porque o Conde Redondo não é exatamente a Quinta Avenida, e, sei lá, podia aparecer morta, esfaqueada, ou estrangulada num canto, como aparece no "Rotten". Mas vamos direitas ao assunto: o apagão foi bom, ou mau, para o negócio?...

(Paula Montez, Oeiras)

Querida Paula:

Quer a verdade, ou uma mentira piedosa?... Bom, vamos à verdade, porque já vivemos governados por um mentiroso (im)piedoso... e a verdade é que, no meu ramo, tudo rola ao contrário da Irmã Lúcia: ela viu o solzinho a dançar, e achou que era um milagre; para mim, encontrar um candeeiro velho, ou fundido, ou um recanto mal iluminado, onde possa desapertar, à vontade, o cinto do cliente, abrir a braguilha e pôr-me de gatas é que é o milagre... Já aconteceu, mas é raro, por que a Câmara de Lisboa tem sido impiedosa, com este Santuário Natural. Primeiro, veio o Santana, que mandou emparedar as portas de todos os prédios devolutos, onde cada vão de escada era uma capela das aparições, e depois veio o Monhé, que deve ter um Vasco Franco qualquer, lá no negócio dos candeeiros, e que duplicou a iluminação pública. Hoje, por acaso, eram 20.30 h., estava a passar um homem das claques do No Name Boys, e eu pensei, "tenho cliente", de repente, apagou-se tudo, e lá fomos para o célebre  nº 65, onde eu tenho o meu Petit Trianon, o patamar dos "avianços", mas já estava eu a ajoelhar, começa ele a perguntar-me "se era grande...", e eu, com aquela angústia do "lá vem mais um heterossexual passivo...", tudo às escuras, abrem a porta do lado direito, onde mora a Dª. Estela, que é meio cega, mas estava em pânico por ter ficado em casa às escuras, eu vejo a mulher de vela na mão, é assim que elas pegam fogo aos lares, e começo logo, o que é que nós fazemos, porque estas velhas gritam primeiro e só depois é que se assustam, o homem de gatas, o cão sai pela porta, e ela "Leão, Leão, onde é que tu estás?...", o outro era do Benfica, começa a rosnar nomes à velha, "Leão era a puta que te pariu!...", e eu a tapar-lhe a boca, a velha tateava, e ele, de gatas, peludo, ela passava-lhe a mão pelas nalgas, sentia o pelo, e ainda dizia mais, "Leão, anda à dona!...", e ele fugia para o outro lado, com a velha posta defronte das escadas, não dava para descer para baixo, só para subir para cima, para cima ainda é pior, porque há um bordel de brasileiras lésbicas, entretanto, com isto passa uma hora, acendem-se as luzes dentro de casa, e a outra entra, a tatear, mais consolada, e nós descemos aquela santa escada, muito devagarinho, ele ainda a apertar o cinto, e eu cheia de suores frios. Foi horrível, querida, não ganhei para o susto, a minha sorte é que, com as minhas mãozinhas de PEC, enquanto ele estava a gatinhar, eu aproveitei para... lhe deitar a mão à carteira, e lá fiz 20 €, sem ter de o comer... Sortes, querida, pequenos euromilhões... :-)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Correio da Lola: "A Queda do Muro de Berlim afetou o negócio do sexo no Conde Redondo?..."




Querida Lola:
Sou muito dado à beatice, e acho que o Terceiro Segredo de Fátima era mesmo a queda do Muro de Berlim. Ouvi dizer que na defunta República Democrática Alemã as pessoas recebiam salários baixíssimos, não tinham dinheiro para comer, viviam amontoadas em quartos, e a informação era toda filtrada, para que nunca se soubessem as verdades. Os tribunais estavam ao serviço de uma "Nomenklatura", e havia uma Polícia Secreta a espiolhar tudo e todos. A queda do Muro foi um grande dia para a Alemanha, mas gostava de saber se também foi um grande dia no Conde Redondo!!!...


(Joaquim Robalo, Fornos da Senhora da Bemposta)


Querido Joaquim:
Como sabe, nós somos muito mais de grandes noites do que de grandes dias, e as grandes noites são agora "cosa rara", nos tempos que correm... Quanto à República Democrática Alemã, olhe, até fiquei com a pelezinha toda arrepiada, porque pensei que você estava a falar do Portugal de José Sócrates, afinal, era engano, porque nós até temos o "Magalhães", a Meo e a Zon de fibra ótica, e a Senhora de Fátima, graças a deus, mas... olhe..., querido, eu adoro muros, são sempre sítios onde a gente pode fazer o servicinho, mais às escondidas, não é como agora, com o Monhé da Câmara, em que temos de fazer tudo à vista, nas bordas dos passeios e onde calha. A nossa esperança é que os vãos de escada emparedados pelo Santana Lopes sofram a sua "Perestroika", para a gente não ter de andar nesta permanente "Glasnost", que é ter de mamar e levar no cu em plena calçada. A moral pública devia reservar-nos salas de chuto, de mamada, e "Cameras de Follar", como já há na vizinha España. Aqui, se não forem os "drógados" a esfurancar os tijolos das portas, não haveria um mínimo de privacidade, e a gente arrisca-se a apanhar doenças: ainda no outro dia, estava ajoelhada no nº 35, onde moram três sem abrigo da RDA, com dois brasileiros a mijarem-me para a boca -- uma raridade -- e senti uma picada no joelho, pensei logo, "deve ser o mosquito do dengue, vou sair daqui toda morta e cheia de febres...", graças à santa, não era nada, era só um drogado que tinha lá deixado a seringa, e aquilo espetou se me no joelho, mas saiu bem. Quanto ao Muro, querido, que saudades: nessa era, a gente aprochegava-se do betão, e vinha logo uma farda alemã, dizer-nos, "se te aproximas mais, eu fodo-te!..." agora e aqui, com a crise que cá vai, as poucas fardas que vêm ter comigo é só para dizerem, às 4 da manhã, "anda ali atrás, querida, que está mais escuro, para me foderes todo..." Que miséria...

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Correio da Lola - "Irão os remendos do Novo Governo influenciar o comércio do sexo, no Conde Redondo?..."



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Querida Lola:


Sou jogador do Académico da Picha, da Última Divisão, e estou bué da preocupado com a Repressão, tá-se bem, mas esta cena dos Governos do PS é sempre para encavarem a malta nos bons costumes, e eu às vezes gosto de variar, que um gajo não pode morrer estúpido, é, ou não é?...




(Ilídio Vieira da Silva, Lugares da Picha)


Querido Vieira da Silva:


Antes de mais, deixe que lhe diga que adore bués o seu nome, faz-me logo lembrar o nome de um que era o Ministro da Casa Pia, muito falado no Processo com o mesmo nome, e que agora, dizem, foi promovido a Ministro da Economia. Deve ser uma aposta, outra vez, na exportação do Setor Júnior, uma verdadeira riqueza, porque, a partir dos 15 anos, já não se pode olhar para um Português, porque fica parecido com a mãe, bigode incluído... Querido... Repressão é o nome que se dá às pessoas que querem impedir os outros de fazer aquilo que eles já fizeram, ou já não podem fazer, devido aos cargos que ocupam. Como diz a minha amiga La Salette, que faz o número da Secretária Ingénua, na esquina ali de cima, é quando eles chegam à fase de "terem de mandar vir de fora", ou "terem de ir fazer lá fora o que não podem fazer cá dentro". O Mega gasta fortunas nisso, entre outros, mas a Clara Pinto Correia, antes de dar em bêbeda, ainda o arrasou, chamando-lhe de paneleiro para baixo, mas você queria saber do Governo... olhe, querido, Governos são coisas públicas, eu sou uma traveca do Privado, melhor, daqueles que adoram fazer coisas privadas em lugares públicos, vidé, atrás de árvores, de latões de lixo e vãos de escada mal fechados. Os Governos passam e essas pessoas ficam, agora, é natural que o Sócrates puna a Paneleirice, porque vive mal com a dele, eu cá não quero é outra vez a legalização da Pedofilia e o Carlos Cruz à frente do 5º Canal de Televisão, porque isso do sexo com putos arruinou-me o negócio, para já, porque já não tenho aquela elasticidade de pele que eles têm, quando se trata de lhes rebentar com o rabinho na "Casa dos Érres", e nas novas casas dos érres, cheios de coca, que essas coisas crescem que nem cogumelos, sobretudo, quando são publicitadas. No fundo, o que eu queria, deste Governo, era que penalizasse, como prioridade, a Heterossexualidade Passiva... Que saudades do tempo em que os magalas chegavam ao pé de mim, e me diziam, "vira-me esse cu, que eu preciso de vazar, não me apetece nada ter de ir à ovelha, no fim de semana, carago..." Hoje em dia, é só ecstasy, cogumelos, Viagra e b'zanas intermináveis, quando chegam ao pé de mim é para já virem de calças pelos joelhos e cu estendido, à espera de sensações novas. Como é que pode ser nova uma sensação que é repetida tantas vezes por semana, mas acho que as drogas são mesmo para apagar a memória e tirar-lhes a tesão... Nem imagina a crise de fodas que vai por aqui, e ainda a Repressão não começou: "mulheres", como eu, a terem de ser ativas, valha-me deus, não há Governo que nos salve.... Agora, querido, para que não vá desanimado comigo, deixe-me dizer-lhe que adorei a predominância do Feminino, neste Governo: Sócrates e Câncio, um puro caso de lesbianismo: 2 a zero; saiu a melosa da Agricultura, que mamava e ficava com as pontas do bigode todas sujas, mas entrou a Gabriela Canavilhas, zero a zero, mulher por "m'lher"...; a Vieira da Silva continua, mais a "Mariana" dos lindos olhos, que foi à tomada de posse com a mãe, não fossem eles descobrir que o "marido" ainda era mais horrível do que ele...; para o Ambiente, saiu um gajo que nem sei quem era, e entrou um Passarinho: 1 a 0; na Cultura, estava um que tinha sido nomeado, porque tinha o mesmo nome de que um outro, e fica a faltar um homem, embora um gajo que é nomeado por engano não seja carne nem peixe, não é?...; a sinistra Isabel Alçada já está na fase assexuada, querido, que isto das leituras dá cabo da foda, sobretudo nos homens: um homem que não lê, anda atrás de gajas; um que lê pouco descobre que tem de se virar para os homens, e um que lê muito, já não gosta nem de mulheres, nem de homens, gosta mas é de livros, e acho que esse é o problema doméstico da Ministra do Guinote, mas é o dela, não é meu, graças a deus, que, de quando em vez, lá vem um que me trata como uma cadela; a da Saúde não conta, porque é fufa, e, se regressasse ao posto de trabalho, grelhavam-na, como acontecerá com a Lurdes Rodrigues, quando se atrever a voltar ao "Lidl"; o Amado continua a ser o "Homem da América" no Governo, portanto, aquele que dá as instruções americanas, e acho que se é Homem da América não iam pôr lá uma mulher... A crise está nos Secretários de Estado, porque ainda podem aparecer muitas bichonas, quem sabe se o Vale de Almeida não deixa o Parlamento para assegurar a Secretaria de Estado da Condição Feminina... querido, tudo está em aberto, até a Repressão, mas não se preocupe: o Estado fecha às 17.30 h. Nós, aqui, iniciamos sempre a "ginástica" depois das 3 da manhã, é a diferença entre o Público e o Privado, portanto, está à vontade, e venha, que será sempre bem recebido, mas tente ser ativo, pra experimentar coisas novas, que um gajo não deve morrer estúpido. E eu adoro jogadores da Última Divisão: fazem-me sempre lembrar as escolhas das bancadas parlamentares, Política pura, querido, medida em estádios de hemiciclo

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

As Botas SM de Sarah Palin




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