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terça-feira, 2 de março de 2010

Grandes Êxitos do "The Braganza Mothers" - "De como a Central de Informações, dominada por Sócrates, chegou a censurar um texto do Cardeal-Patriarca, para esconder o Caso "Freeport"

Imagem do KAOS

No Princípio era o Pântano, e Guterres viu que o Pântano era no Princípio, no Meio e no Fim, e pôs-se imediatamente a andar.
Cada dia que passa, melhor compreendo eu Guterres: Portugal é um Pântano, gerido por Milagres da Fé e Causas Naturais. Sempre que uma coisa corre bem, foi um Milagre da Fé; mal corre mal, ocorreu uma Causa Natural.
Ultimamente, estamos mergulhados em causas naturais, e isso é preocupante, porque mesmo para os não-crentes faz falta, de quando em vez, uma mãozinha de Deus. A verdade é que Sócrates e a sua desprezível máquina de propaganda já nem Deus respeitam. O último escândalo, de que poucos se terão dado conta, foi a ordem emitida, pela Central de Informações que ele manipula, de censurar o discurso de D. José Policarpo, Cardeal-Patriarca de Lisboa e das Índias. Disse, se bem se lembram, Sª. Eminência Reverendíssima, "que não se devia casar com Muçulmanos, porque isso poderia trazer muitos problemas no Futuro"...
A novidade é que eu tive acesso ao texto original da homilia, não-censurado, onde o Cardeal-Patriarca dizia isso, mas dizia ainda mais -- EU VI, o lápis azul, sobre a frase censurada -- "não se deve casar com Muçulmanos [nem com Testemunhas de Jeová], porque isso poderá trazer muitos problemas no Futuro..."
Era já um recado do Espírito Santo -- a Pomba, não o banqueiro... -- a anunciar que Testemunhas de Jeová + Freeports = Problemas.
Os Cardeais têm sempre razão, sobretudo naquelas iluminações que lhes dão, para elegerem como Papas ex-membros da Juventude Nazi. D. José Policarpo, pelo contrário, é um tipo bem disposto, inteligente, e que votou contra o Nazi, coisa de que, enquanto Portugueses, nos devemos orgulhar: Ratzinger, NUNCA, disse ele, e eu apoio,e apoiarei sempre.
Agora, quanto ao "Freeport" a coisa cheira mais a ciganagem, e a ciganagem Portuguesa: a imagem que melhor traduz o caso, é uma carrinha, das velhas, com o escape todo rebentado, sem catalisador, a soltar baforadas de fumo negro, de cada vez que o cigano-pai carrega no acelerador, com a velha no lugar do morto, a repetir, de 5 em 5 minutos, como boa Jeová que é, "ai, que o Mundo está prestes a acabar!...", e o filho atrás, estendido na enxerga, com as marcas todas contrafaturadas, convencido de que o Armani do Relógio lhe salva a bimbalhice da penca de merceeiro. A Câncio segue atrás, com uma trela toda ratada, a ladrar, sempre que um buraco do IP faz saltar esta tripulação toda.
Não, isto não é Kusturica, é Portugal, Portugal no seu pior, mas, para quem não saiba a história, ela começa mais atrás, com três senhoras, uma velha española, dona do velho Héron, a Jeová e uma senhora decente, cujo nome não posso pôr aqui. Iam, de quando em vez, às "Vicentinas" de São Bento, onde as enjeitadinhas servem "scones" e chá das cinco a madames empalhadas e respetivos sobrinhos rabetas e descolorados.
A história era sempre a mesma: à terceira chávena, a Jeová começava, "ai Dona Coisa, o Mundo vai acabar amanhã, o melhor é a senhora vender mesmo esse prédio, o mais rapidamente possível..."
Eu sei que as pessoas podem ser céticas, mas a Española, de tantas vezes ouvir a jibóia repetir aquela ronha, começou a acreditar, e vendeu-lhe o prédio inteiro, por 60 000 contos, dos antigos. Não sei se lhe deu logo a seguir o cházinho da meia-noite, mas isso é irrelevante para esta ficção, nada científica.
E foi assim que Deus, aliás, Jeová, criou o Héron-Castilho, não propriamente ao Sétimo Dia, mas já na fase dos Duodécimos, e viu que era bom. Bom, aliás, era pouco: era ótimo. Tão bom que lá se instalaram A mãe, o filho, a Hermann-mãe e o Quique Flores, entre outros. Todos adoram homens, com a exceção do último, até mais ver. Pleno centro de Lisboa, uma fachada pró-Prémio Valmor, perto do Parque, a dois passos do Coio Maçónico do Largo do Rato, que mais poderia querer uma mãe extremosa, para alojar o seu rebento, recém-saído das urtigas de Vilar de Maçada?...
O Sr. Arquiteto Pinto de Sousa, figura respeitável da Covilhã, apesar do mau-gosto dos mamarrachos que assinava, mais a senhora sua esposa -- dele -- acolhera o rebento da primeira queca com a Filha de Jeová, e dera-lhe estudos aprimorados, que, depois, a extinta "Independente" validou. Arranjou-lhe tachos, com habilitações inflacionadas, que deram origem aos maravilhosos projetos que todos conhecemos, e que fizeram com que, no País dos "Doutores" e "Majores" passasse a haver um brilhante "Engenheiro".
A coisa é triste e não é para brincadeiras: a Polícia Inglesa está presentemente a investigar um presumível imputável de crimes de colarinho branco. Física e intelectualmente, o homem é um provinciano, que se nota que nunca frequentou um Curso Superior. Como todas as pessoas com complexos de origem e formação, refugia-se na coação, na ameaça e no terror. Até hoje, o seu alvo favorito têm sido as pessoas academicamente mais habilitadas, em Portugal, e percebe-se por quê. O clima de iminência de desastre profissonal que implantou, e a permanente pressão, com vista a manter um clima de medo sobre um país inteiro revelam agora as suas verdadeiras razões: é alguém sem excrúpulos, caráter ou verticalidade. Ameaçava, porque se sentia ameaçado; tinha urgência em destruir, porque sabia que estava a prazo, e seria destruído; vinga-se, para evitar que o Passado nele excute a sua mais brutal vingança.
O homem não presta, nem política, nem social, nem humanamente.
Portugal já percebeu que ele está de saída, com tudo o que de ignóbil representou na nossa sociedade. A dúvida, agora, é apenas a de saber se a fraca figura de Belém percebe que tem de se desembaraçar dele, através de Eleições Antecipadas, ou se os "lobies" que sustentam Sócrates, a Maçonaria, o Bando Pedófilo, os Sacos Azuis, os Traficantes de todos os Tráficos, e coisas ainda piores, de quem nem sequer suspeitamos, reunem um último fôlego, para arranjar uma substituição, de última hora, de uma Maioria Absoluta que não suporta perder um único segundo desta oportunidade única da sua saga persecutória.
Pode acontecer -- não, o Garrafão de Alijó, NUNCA: isso é um dinossáurio do tempo de Rafael Bordallo Pinheiro: levem-nos às Loiças em Falência, ponham-lhe um molde de gesso, e vendem-no em réplicas, de edição limitada, nos cobertores da Feira da Ladra!... -- pode acontecer, dizia eu, que vão, apressadamente, buscar uma das raras cabeças com carisma, humor e credibilidade, na atual ruína que é o Partido Socialista: falo de António Costa, o gajo que ele atirou para o atoleiro da Câmara de Lisboa, para ver se o enterrava por lá.
É um cenário, uma ficção, uma hipótese, aliás, mas desejável, como qualquer cenário que venha, exceto o desta infindável agonia e descrédito internacionais.

( Duo, em forma de pressa, no "Arrebenta-SOL" e em "The Braganza Mothers" )

terça-feira, 13 de outubro de 2009

"The Gay After"




Imagem do Kaos, que ainda não percebeu que isto está mesmo bué da mau...

Há um fragmento da biografia de Fouché, por Stephan Zweig, que eu vou citar de cabeça, porque não encontro o livro, em que ele diz, que "passada a Revolução e o Terror, o dinheiro, que tinha estado escondido, começou a aparecer por toda a parte". Vem isto a propósito de um fenómeno, de que já terão dado conta, que foi a reentrada, de há quinze dias para cá, dos carros de grande cilindrada, no cenário rodoviário português. A tipologia é sempre a mesma: um gajo, ou de má catadura, ou platinado do Estoril, ou, ainda, uma galinha, de telemóvel colado às quinquilharias, e a provocar eminências de desastre, em cada esquina.
Na essência, só falta neste palco Vítor Constâncio, vir falar de algumas milésimas de recuperação, para o novo governo ter 100 horas de estado de graça, antes de caírmos na Real, que é muiiiiiiiiito má.
Ontem, estava com demasiado champanhe e alguns drunfos, de maneira que não dava para escrever uma linha direita e hoje acho que ainda menos, de maneira que vamos às tortas, já que se adequam mais ao estado de miséria da Nação.
Comecemos pelos vencidos, o Bloco de Esquerda (de Oportunistas) de quem as pessoas já se começaram a descolar, e ainda vão descolar mais, quando assistirem ao que vai acontecer nas próximas Cortes; o segundo é o "Partido das Paredes de Vidro" que bateu com a cabeça nas suas próprias paredes de vidro, e, doravante, ou entra no ciclo da História ou se arrisca a transformar num mero bando de Zés "Magalhães" e de Zitas Seabras, com todo o respeito que tenho pelo PCP, que ocupa, no meu imaginário, o mesmo lugar do António Calvário e dos belos dias de virgindade de Maria Elisa.
Os vencedores, pelo seu lado, são muitos, e todos dependem da perspetiva que nos dê mais tusa. Pessoalmente preferi o champanhe, já que aquilo me tirou a tusa toda, mas parece que não foi consensual: o Norte, com Porto e Gaia casados numa maré laranja -- quando eu vi o Valente de Oliveira, a "Lola", aquele que se demitiu de ministro, quando rebentou o "Casa Pia", a clamar vitória, percebi tudo... Mas isso é secundário: lá em cima, ameaçam, agora, com o espetro do atraso que têm no País -- ir lá, à Cidade Negra, é como ir, cá, à Rua dos Fanqueiros... -- ameaçam, dizia eu, fazer pressão no Governo "dialogante" do "Engenheiro", que é tão engenheiro quanto dialogante, por mais maquilhagem que ele tente agora pôr nas fauces. Aconselho-lhe Lurdes Rodrigues, como nova Ministra dos Assuntos Parlamentares, para dialogar com a Oposição. Vamos todos adorar.
Quanto ao Caciquismo, o mote foi logo dado matinalmente, quando um labrego, que pensava estar ainda no tempo de Camilo Castelo Branco, entrou por uma urna adentro e disparou um balázio num gajo casado com uma adversária, enquanto ela gritava "não me mates, que sou tua mãe!!!..." Acho que isso se passou em Ermedelo (?), que não faz parte das novas estações da Linha Vermelha de Metro, de maneira que desconheço, e continuarei a desconhecer, através das eras, onde fique, ou seja. O País, sim, reconheci-o imediatamente, e era o país dos gajos que lá estavam eleitos há 30 anos, e conseguiam vantagens de 30, 40 e 50% sobre os adversários, onde se mostra que o caciquismo de proximidade continua intacto desde os tempos de Eça de Queiroz: primeiro estranha-se, depois, entranha-se, e é como aquelas agências locais da Caixa Geral de Depósitos, onde todos têm os mesmo apelidos, e depois estendem os vícios às Juntas de Freguesia, às Assembleias e às Presidências do que quer que seja. Fialho de Almeida teria adorado, tal como eu gostei. É gente para ficar lá para sempre, e moldar o seu buraco geográfico à sua imagem e forma, como Deus. Em resumo, muito pançudo, muito pai incestuoso, muito padre pedófilo, muita dona da rua e muita mulher de bigode, como nos tempos d'El Rei. Com o tempo, são como "elas", e tornam-se... sérias.
Temos depois os casos deploráveis, como gente honesta, Fátima Felgueiras e Ferreira Torres, que não conseguiram voltar ao seu pequeno poiso. Como já muitas vezes manifestei o meu apoio, acho que com a Madame Felgueiras se foi particularmente injusto, porque o branqueamento de dinheiros que ela praticava era típico de todas as Câmaras PS, só que esta teve, coitada... "azar". Basta ter "ouvisto" 30 segundos o fradeca jesuíta, a falar "axim" e a dar graças a deus, que a vai substituir, para perceber imediatamente o pequeno Manoel de Oliveira que os espera. Graças a deus, agora digo eu, que o cu é só, e só, deles...
Depois dos casos deploráveis vêm os infinitamente deploráveis, e aqui entramos nos vencedores da noite, o meu favorito, Valentim Loureiro, que, até fisionomicamente, se parece comigo, e que tem enormes afinidades com o meu eu profundo: lemos Proust aos 15 anos, adoramos as peças de piano tardias, de Brahms, dedicamo-nos à cultura de bonsais, e sabemos, de cor, toda a genealogia de infortúnios da Casa Imperial dos últimos Paleólogos, de Constantinopla, da Acaia e Trebizonda. É, em resumo, um ídolo meu, íntimo, e só tive pena que a filha, caneca, não viesse agarrar-se a ele, como quando foi preso, aos gritos e beijos de "ai mê rico pai, mê rico pai!!!..." Fica para a próxima.
Isaltino, um caso de estudo, e que devia ser geminado com Obama, fez questão de dizer que tinha sido eleito, depois de condenado, pelo Concelho, em todo o País, que primeiro erradicou as barracas, com maior grau de literacia, menos desemprego, mais escolas, mais jardins, mais segurança, mais empresas de tecnologia de ponta, melhor nível de vida e conforto... e aqui já estava toda a gente babada, e lá se irá coligar, como previsto, com a "Pegajosa", para não variar. É um exemplo de um caso de sucesso, do "crime de proximidade", uma das invenções do Socratismo. De qualquer maneira, começo os meus parabéns pelo Isaltino, cuja vitória é uma afronta pessoal a um Sistema Jurídico que umas vezes diz que "sim" e outras diz que "não". Como a Felgueiras, o Isaltino é daqueles que também teve... azar.
Depois dos casos infinitamente deploráveis, vêm os inexplicáveis à luz da Razão, que é perguntar como é que, em Almada, houve 25% de pessoas a votar em Paulo Pedroso, mas eles lá saberão: devem fazer parte daqueles que a 13 de Outubro vão ajoelhados a Fátima, e depois aproveitam para fazer um broche nos sanitários, com as câmaras a filmar tudo.
Os vencedores de mérito próprio são Macário Correia, a quem o Portas uma vez insultou, dizendo que era filho de uma vendedeira da praça, se não me engano, e que conseguiu uma Maioria Absoluta com 20 votos, ou lá o que é que foi, Ferreira Leite, que mostrou que nos nomentos mais difíceis ainda é possível fazer um discurso de Estado, por contraposição com os gagejos e banalidades do boçal de Vilar de Maçada (ia sem powerpoint e sem teletexto, coitado...), e onde se prova que, quer se queira, quer não, o Berço ainda conta; o Marcelo, que parecia uma gata aluada, já a pensar em quem iria trair em seguida, e que se portou, como sempre, muito bem, no seu papel de Lucrécia Bórgia, e... bem... bem... por fim, Santana Lopes, que reentrou, por mérito próprio e para raiva de toda a gente, pela porta grande do Centro da Política.
Pela minha parte, também entrei num novo ciclo da minha vida eleitoral: depois de uma brevíssima fase em que votei por paixão, e da fase seguinte, em que votei sempre contra qualquer coisa, e da breve primavera em que julguei votar "útil", cheguei agora à derradeira fase do cinismo, que é votar "porco" e votar "sujo", ou seja, escolher aquele quadradinho que eu sei que vai provocar mais estragos e deixar mais gente furiosa. Assim fiz nas Legislativas e assim fiz em Lisboa, círculo por onde voto, e peço imensa desculpa a António Costa, pessoa a quem, contrariamente ao que muita vez parece transparecer no que escrevo, tenho em boa conta, tirando o pormenor de ele acreditar que não há pedófilos em Portugal, olhe que há, senhor doutor, olhe que há..., e trocava 100 maus caráteres, tipo Sócrates, por um gajo bonacheirão e verdadeiramente inteligente, como o Costa: temos, em comum, virmos de uma família de escritores, e gostei de trabalhar com o pai dele, Orlando Costa, um gajo bem digno, risonho e elegante.
De aqui, pois, os meus parabéns ao filho.
Atirado por Sócrates, para não lhe fazer sombra no Largo do Rato, conseguiu, pelos seus próprios meios, passar de Presidente da Câmara do Martim Moniz (60 000 votos que o elegeram...), para Presidente da Câmara Municipal de Lisboa. É uma vitória e uma ameaça para o lugar de Primeiro Ministro, que o indigno Sócrates se arrisca a não preencher muito tempo. Ao contrário de Sócrates, poderíamos ter, com António Costa, um regresso ao bom nível humano e à boa educação do Guterrismo.
Há neste louvor, todavia, um terrível senão, e é evangélico: Cristo, quando se sentou à mesa da Última Ceia, tinha um Judas, preparado, lá na ponta. A Primeira Ceia de António Costa, como bem compreenderão, está já pejada, ao início, de muitos mais judas do que convivas...
Boa Sorte.

(Eu sei que muito ansiosamente esperado, no "Aventar", no "Arrebenta-SOL", no "A Sinistra Ministra Isabel Alçada", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e no sempre livre e rebelde "The Braganza Mothers")

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Paneleira Interativa


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Imagem do KAOS

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domingo, 19 de abril de 2009

Faça do "Serious Fraud Office" a sua Homepage


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sábado, 28 de março de 2009

Sócrates quer processá-los, não por lhe terem chamado "estúpido", mas "corrupto"... Gostos... (Cortesia TVI/SOL)





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sexta-feira, 20 de março de 2009

Mãe austera, pai ausente e uma sede extrema de Poder... Onde é que eu já li isto?...



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quinta-feira, 12 de março de 2009

4 anos do terror estalinochavista do Governo de José Sócrates


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Imagem KAOS

YES THEY EXIST AND THEY DO

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Congresso do Partido Socialista: Portugal, líder nas mentiras renováveis


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MENTIRAS RENOVÁVEIS

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

"The Braganza Mothers", no dia em que se descobriu que havia mais pornografia num só Sócrates do quem em todos os "Magalhães" do mercado


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domingo, 15 de fevereiro de 2009

A Mula da Cooperativa




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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Igreja Universal dos Saldos dos Últimos Dias

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Imagem do KAOS
Não, eu sei que o título evoca, mas não venho aqui falar de Dona Adelaide de Vilar de Maçada: a Natureza que cumpra o seu curso e que a deixe viva e e em sofrimento por muitos anos.
Estava eu hoje nos camarões, começa a passar na TV uma porcaria horrível, com o "Paramécias" e o Ruben de Carvalho, perdido de bêbedo, a discutirem nem sei o quê. O Paramécias é um clássico, parece uma nádega com ataque epiléticos, e vai fazendo aquelas caretas, enquanto o outro arrastava uma voz pastosa.
O que me choca, para começar, é que, antigamente, eles só iam bêbedos para o Parlamento, naquelas alturas críticas das votações dos Orçamentos de Estado, dos Códigos do Trabalho e afins, mas, agora vêm mesmo para a televisão, e toda a gente acha natural, e eu também, porque metade dos Portugueses também está afundada em antidepressivos e a outra metade a precisar urgentemente, portanto, euzinho tinha de ir passar imediatamente para o canal do lado, estava a outra melosa, mentirosa como as casas, a Marcela-quer-Morcela, a falar da Ferreira Leite.
Ora, dizem as más-línguas que as divergências políticas entre ambos são escassas: ambos gostam de rapazes mais novos; ambos procuram estrelato, mas caem sempre, antes de chegar ao patamar do topo, e ambos são filhos e netos do "Antigamente", por mais que queiram disfarçar. O Professor da Quinta da Marinha, aliás, do Beco dos Inválidos, não..., porra..., não, também não é a Gandarinha, e agora é muito tarde para eu ir confirmar a morada,
adiante,
ele dizia que a outra tinha de mudar de imagem, e eu, por acaso, até acho que não.
Manuela Ferreira Leite é um charme, aquele colarzinho de pérolas de viveiro, de uma daquelas tias que um dia se desfez em pó, numa rabanada mais forte de osteoporose, e as cores lindas, rosa-pastel, amarelo-tuberculose, ou que vão desde o veludo-rubro, Oliveira Marques -- cor que só conheceu a rapaziada que lá passou pelos sofás Segundo Império, antes do Maçon da picha grande bater a bota -- até ao Roxo-Senhor-dos-Passos, tom que até acho que lhe assenta bem, sobretudo nas proximidades da Quaresma. E até devia levantar as mãos, e mostrar, de quando em vez, as Cinco Chagas.
As rendas são maravilhosas: nunca percebi se aquilo são bilros de família, ou, já que a mulherzinha é muito dada a poupanças, velhos naperons que ela costurou nos decotes, para dar uma de "non-challante", uma Coco Chanel do Elevador da Glória. O resultado, deus me perdoe, quando o Marcello diz que ela precisava de mudar de imagem, só me faz lembrar o que diz um amigo meu... "aquilo... só nascendo de novo..."
Manuela Ferreira Leite faz-me lembrar o Arkansas, e há nela uma Geologia herdada do Grande Canyon: por dentro de cada ruga, sempre uma prega orçamental, um velho edifício do Estado desafetado para pagar um calote antigo, e, quando mergulhamos mesmo na realidade, vemos faturas do tempo do Salazar, coisas horríveis, como aquela série da SIC, acho eu, em que põem um badochas a fazer de Zé das Botas, e umas gajas a fingirem que o Vacão de Santa Comba Dão comprava "Playboys", como se não houvesse 100 000 manuais de História do Séc. XX onde está escrito que o máximo que o Maior Português de Sempre comprava era cromos da Sãozinha, na fase já acamada, em que ele a sentia indefesa, e dizia, filha, vou ali para cima daquele guarda-vestidos, e vou fazer o número do guarda-vestidos: eu salto, de ceroulas do Ultramar, com estas minhas botas calçadas, e tu fazes de inválida e gemes, enquanto eu te meto este meu rabinho de porco entre as tuas coxas úmidas...
Era assim que se davam milagres, no Portugal dos Anos 40, da Carmen Miranda, nascida na Várzea da Ovelha e Aliviada -- e eu que pensava que Vilar de Maçada já era na Borda do Mundo, há sempre um lugar pior, que espera por si... --, com a Dona Maria a coser (é com "ésse" não é?...) meias, aliás, sempre as mesmas meias, que ele nunca mudou de meias, a única coisa que mudava nas meias eram as linhas com que a velha lhe cosia os buracos,
ora,
um povo europeu que faz uma telenovela destas, no início do Séc. XXI está a precisar de uma psicanálise profunda, ou seja, um divã de Lacan gigantesco, para 10 000 000 de cifóides, tirando os brasileiros, os ucranianos, os cabo-verdianos, os angolanos, os georgianos e outras etnias que acham, e muito bem, que os Portugueses são um povo doente, e totalmente falido historicamente. Aliás, só cá é que há Dias Loureiros, Constâncios, Pintos da Costa e Câncios, porque, lá fora, já tinha havido uma revolução, bastava ir a Sevilha, e faziam como fizeram os Republicanos, nas eras más, em que escorria sangue das arenas, transformadas em matadouros, não que eu goste da imagem, mas um, de quando em vez, não se perdia nada,
pois,
ou então,
num dois em um,
tiravam-nos do cenário a Lurdes Rodrigues, a Ferreira Leite, a Leonor Beleza e, para não serem só os calhamaços, aquela que tem boquinha de grão-de-bico, e dá vontade de correr à chapada, a Ana Drago, ou, sei lá, casá-la homossexualmente com uma das três anteriores, para ela ver o que custa a vida, em vez de nos andar a chatear os cornos diariamente.
Quanto ao Agente-Técnico de Engenharia, de Vilar de Maçada, a coisa cada vez mais me parece estar em maus lençóis, e vou acabar por aqui: a chuva de artigos, de capas de revista, de mentiras-cor-de-rosa, que invadiram os botequins deste fim de semana desgraçado, deixam prever que a Máquina de Propaganda, como mostra o "Do Portugal Profundo", já desceu ao nível mais raso, ou como dizem as donas-da-rua, já foi "desenganado", e entrou na fase das melhoras da morte, ou seja, o "Pinocchio", graças a deus, vai mesmo acabar.
(Duo cheio de tédio, no "Arrebenta-SOL", e em "The Braganza Mothers" )

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Às vezes, andamos dias, no "Google", à procura de uma foto de putas, e, de repente, dão-nos logo a foto de... duas


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sábado, 7 de fevereiro de 2009

O "Google Earth" trará novas pistas sobre o "Freeport"?...


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Leya aqui

Secretas em força sobre o "Freeport"


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Exclusivo "Braganza Mothers": Afinal há cópias do material destruído durante as buscas do Caso "Freeport"


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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Estes gajos vão-se embora pelo seu próprio pé, ou vai ter de ser com um chuto da Justiça Britânica?... (Cortesia SIC)



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E INSISTEM...

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

"Barbie" faz 50 Anos



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Freeport: Um assunto de "Princesas"


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YES!... (VIA "DEMOCRACIA EM PORTUGAL" )

Estas não viram um cêntimo, no "Freeport"...


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YES WE CAN

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Júlio Monteiro, tio de José Sócrates, jura que nunca mais votará... PSD (Cortesia SIC/TVI)




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