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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

COMEÇA A SER TEMPO...



Universidades escolhem "notáveis" para órgãos de gestão.

Muito sinceramente, este país não pára de me surpreender. Após ver alguns dos nomes dos ‘notáveis’ que foram escolhidos para os conselhos gerais da Universidades, apenas me apetecia propor uns tantos mas, infelizmente, não se trata de brincadeira e vendo a educação portuguesa a caminhar no sentido oposto do que penso seria desejável, com a tentativa de por a dar lucro uma coisa que é para dar custos no curto e médio prazo, que passará, inevitavelmente, pelo abandono da parte do estado do investimento no ensino e consequente privatização deste sector vital para qualquer sociedade que aspire a ser civilizada, apenas me apetece lutar contra a corja que há trinta anos tem tomado e controlado o poder no país.
Por toda a parte, e constantemente, ouvimos falar de mérito e desses cantos de sereia com que se embalam os néscios mas, se olharmos seriamente para nossa sociedade, o que vemos é o contrário disso, vivemos numa perfeita sociedade feudal, em que há a nobreza, o clero, que dividem entre si o poder e que como tal governam para os seus interesses, transmitindo de pais para filhos cargos, lugares e mordomias, e depois há o povo, a quem está destinado o papel claramente expresso de trabalhar e de ser explorado. Precisamos com a máxima urgência de fazer a nossa revolução francesa, nós os explorados, contra a corja que discretamente se instalou nos escraviza e se perpetua impune e desavergonhadamente. Não nos enganemos, não podemos contar com os políticos e com estes notáveis, eles são os nossos inimigos…

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sábado, 29 de novembro de 2008

Para ajudar a sair da crise...



A propósito da crise e dos crápulas e sanguessugas que por aí pululam e estão a devorar descaradamente este país, quer me parecer que se deveriam tomar sérias medidas para diminuir os custos do estado com esta gente e, desta forma, promover a justiça social. A primeira medida seria estabelecer um tecto máximo para as reformas, considerando que o presidente da república aufere 7 mil e tal euros, prebendas à parte, eu diria que 5 mil euros estaria bem. Bom, mas a novidade seria a introdução da reforma única, isto é, se alguém fosse detentor de uma pensão privada apenas receberia do estado o necessário para perfazer os ditos 5 mil euros, se essas pensões ou reformas ultrapassassem esse valor não receberia nada, já que não precisaria. As reformas deviam ser consideradas como ajudas do estado a quem precisa, não como maná para gulosos.
Simplificando, o estado em caso algum pagaria a quem quer que se aposentasse mais do que 5 mil euros, só o fazendo nos casos em que os titulares dessas reformas não auferissem outros rendimentos, caso em que apenas passava a pagar desse valor até ao montante de 5 mil euros. Exemplo, um fulano, recebia de qualquer fonte 3 mil euros mensais, nesse caso, independentemente do que tivesse direito, o estado apenas lhe pagaria 2 mil, ou seja, e clarissimamente, deixava de ter esse direito.
Um estado pobre e em crise, que pede constantemente o sacrifício dos pobres, não deve sustentar burros a pão-de-ló, que é o mesmo que dizer não deve, desde logo porque está visto que não pode, enriquecer ainda mais os ricos. Falar-me-ão em direitos adquiridos, bem deixariam de o ser, nisso igualando a maioria da população que, constantemente, vê os seus direitos adquiridos a deixarem de o ser… Parece-me ser uma medida tão justa como a variação dos abonos de família consoante o rendimento do agregado familiar. Poder-me-ão dizer que é impraticável. Talvez, mas só o é se não houver vontade política para o fazer, já que, de resto, com o desenvolvimento da informática, se tornou na coisa mais simples do mundo.
Como os exemplos devem vir de cima, proponho, aproveitando as palavras do presidente Aníbal António, que o país se una e todos se sacrifiquem para o bem comum que é a solvabilidade do estado, desde logo, que seja o próprio Aníbal António que comece por dar o exemplo, prescindindo de outras remunerações do estado que não sejam as que aufere pelo exercício da sua função presidencial. A partir daí todos os outros iriam a eito, políticos banqueiros, etc, etc.

Reparem bem, nada tenho contra os ricos, apenas penso que, se o são, não devem receber apoios do estado porque não precisam…



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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Sindicatos não nos lixem outra vez...




Em vez de vez de 500 papéis devem querer passar a 499…
Ovos, tragam-me ovos…
Só há um acordo possível: A revogação completa dos novos Estatuto da Carreira Docente, Estatuto do Aluno, Modelo de Gestão Escolar e Modelo de Concursos...
Sindicatos não nos lixem outra vez, nem sequer mordam a maçã...
Acabou o tempo e a paciência para as conversas, só cortando a cabeça da medusa...



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domingo, 16 de novembro de 2008

Um dos dois mente: Ou a lei ou Valter Lemos...



Faltas justificadas não podem ser sujeitas a «medidas sancionatórias»
Hoje às 21:56

O secretário de Estado da Educação esclareceu que as faltas justificadas não podem ser sujeiras a «medidas sancionatórias» no âmbito do Estatuto do Aluno. À TSF, Valter Lemos disse ainda que as provas de recuperação não poderão significar, em caso algum, a retenção do aluno que as faz.
O secretário de Estado da Educação assegurou que as faltas que os alunos derem e que forem justificadas não poderão ser sujeitas a «medidas correctivas ou sancionatórias» ou ser motivo para chumbos no âmbito do Estatuto do Aluno.
Em declarações à TSF, Valter Lemos explicou ainda que as provas de recuperação, que serão feitas por alunos que estejam ausentes das aulas por longos períodos, têm apenas como objectivo o apuramento das dificuldades dos estudantes.
Este governante adiantou que estas provas também não podem acarretar «nenhuma penalização para o aluno nem nenhuma exclusão e nenhuma retenção».
«Só pode resultar em medidas de apoio à recuperação do aluno nas aprendizagens que eventualmente tenha tido em acompanhar por razão da sua ausência», adiantou Valter Lemos.
O secretário de Estado esclareceu ainda que estas provas não podem ser semelhantes a exames e que têm de ser uma «prova simples, da exclusiva responsabilidade do professor e tem única e exclusivamente em vista diagnosticar a situação do aluno para que o professor possa estabelecer medidas de apoio e recuperação ao aluno».
Este esclarecimento, que foi enviado a todas as escolas, surge no dia em que Valter Lemos teve uma reunião com a Confederação das Associações de Pais, em que foram discutidas algumas questões relativamente ao Estatuto do Aluno.
O Ministério da Educação está já a recolher os regulamentos internos dos estabelecimentos de ensino para saber se as regras sobre as faltas estão a ser bem aplicadas.
Sobre a manifestação de sábado que foi organizada por dois movimentos independentes de professores, Valter Lemos disse à TSF não ter comentários a fazer, tendo esclarecido que apenas falava sobre o Estatuto do Aluno.


ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Lei n.º 3/2008
de 18 de Janeiro
Primeira alteração à Lei n.º 30/2002, de 20 de Dezembro,
que aprova o Estatuto do Aluno
dos Ensinos Básico e Secundário
A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

Artigo 18.º
Faltas
1 — A falta é a ausência do aluno a uma aula ou a outra actividade de frequência obrigatória, ou facultativa caso tenha havido lugar a inscrição.
2 — Decorrendo as aulas em tempos consecutivos, há tantas faltas quantos os tempos de ausência do aluno.
3 — As faltas são registadas pelo professor ou pelo director de turma em suportes administrativos adequados.
Artigo 22.º
Efeitos das faltas
1 — Verificada a existência de faltas dos alunos, a escola pode promover a aplicação da medida ou medidas correctivas previstas no artigo 26.º que se mostrem adequadas, considerando igualmente o que estiver contemplado no regulamento interno.
2 — Sempre que um aluno, independentemente da natureza das faltas, atinja um número total de faltas correspondente a três semanas no 1.º ciclo do ensino básico, ou ao triplo de tempos lectivos semanais, por disciplina, nos 2.º e 3.º ciclos no ensino básico, no ensino secundário e no ensino recorrente, ou, tratando -se, exclusivamente, de faltas injustificadas, duas semanas no 1.º ciclo do ensino básico ou o dobro de tempos lectivos semanais, por disciplina, nos restantes ciclos e níveis de ensino, deve realizar, logo que avaliados os efeitos da aplicação das medidas correctivas referidas no número anterior, uma prova de recuperação, na disciplina ou disciplinas em que ultrapassou aquele limite, competindo ao conselho pedagógico fixar os termos dessa realização.
3 — Quando o aluno não obtém aprovação na prova referida no número anterior, o conselho de turma pondera a justificação ou injustificação das faltas dadas, o período lectivo e o momento em que a realização da prova ocorreu e, sendo o caso, os resultados obtidos nas restantes disciplinas, podendo determinar:
a) O cumprimento de um plano de acompanhamento especial e a consequente realização de uma nova prova;
b) A retenção do aluno inserido no âmbito da escolaridade obrigatória ou a frequentar o ensino básico, a qual consiste na sua manutenção, no ano lectivo seguinte, no mesmo ano de escolaridade que frequenta;
c) A exclusão do aluno que se encontre fora da escolaridade obrigatória, a qual consiste na impossibilidade de esse aluno frequentar, até ao final do ano lectivo em curso, a disciplina ou disciplinas em relação às quais não obteve aprovação na referida prova.
4 — Com a aprovação do aluno na prova prevista no n.º 2 ou naquela a que se refere a alínea a) do n.º 3, o mesmo retoma o seu percurso escolar normal, sem prejuízo do que vier a ser decidido pela escola, em termos estritamente administrativos, relativamente ao número de faltas consideradas injustificadas.
5 — A não comparência do aluno à realização da prova de recuperação prevista no n.º 2 ou àquela a que se refere a sua alínea a) do n.º 3, quando não justificada através da forma prevista do n.º 4 do artigo 19.º, determina a sua retenção ou exclusão, nos termos e para os efeitos constantes nas alíneas b) ou c) do n.º 3.



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sexta-feira, 14 de novembro de 2008

A VERDADE...



DREN diz haver manipulação de alunos por elementos estranhos às escolas.



Desde sempre houve manipulação, esta faz parte da vida social. Tentar fazer passar a ideia de que está a haver manipulação é, por isso, manifestamente indevido, desde logo porque essa acusação é, ela própria, manipulação pura e simples… Porém, as preciosas mentes que afirmam esta idiotia, julgam que alguém os acredita, fingindo desconhecerem ou desconhecendo mesmo, o que seria mais grave, que estão produzir o que afirmam os outros estarem a fazer. Não se iludam, a única diferença é que quem mais manipula a opinião pública é o governo, com todo o aparelho do estado e conivência dos media.
Acusam os professores de manipularem os alunos. Pois bem, parecem esquecer que os professores são pagos, exactamente, para fazerem isso, para manipularem os alunos, para lhe incutirem valores e conhecimentos, para os despertar para os ideais democráticos da participação na vida pública, pelo direito à revolta e à indignação… Repito, fazem muito bem, basta ler-lhes a Constituição da República e explicar-lhes o seu sentido, significado e importância
.
Que responsáveis políticos não consigam ou finjam não conseguir perceber isto é trágico, pois significa a pior forma de manipulação que é a demagogia…


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domingo, 9 de novembro de 2008

O homem que nos confundiu com a sua família…


“Pessoas inteligentes a cumprir as ordens, os gestos, os gritos do pastor Mário Nogueira (…) mais de 700 autocarros alugados em Portugal e em Espanha para trazer o seu rebanho…”

Não meu caro, nós não somos da sua família, não se engane. Quanto a vendas nos olhos ou tê-las-á um burro ou 120 mil professores, a escolha parece fácil de fazer e não é sua, é dos seus leitores…


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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

NÃO QUERO!




Hoje fiz umas contas. Confesso o meu analfabetismo matemático, já que só estudei essa disciplina até ao 9º ano mas, ainda assim, penso saber o suficiente para fazer algumas contas. Um banco, o BPN, criou um prejuízo de 700 milhões de euros e o amigo Estado resolveu cobri-lo. Assim, pela minha matemática, e considerando que somos 10 milhões de portugueses, dá a cada um de nós uma pequena encavadela de 700 milhões de euros a dividir por 10 milhões de portugueses, o que dá 70 euros. Ora acontece que nem todos pagam directamente, por exemplo as crianças, logo, apenas em minha casa, onde somos 4, dá a bonita soma de 70 euros a multiplicar por 4 o que dá 280 euros que tenho de pagar pelo que os crápulas do BPN, do Governo e do Banco de Portugal fizeram.
Eu confesso que não sei o que é um milhão de euros, nunca tive, nunca vi, mas sei que não quero que alguém despeje sobre a minha família o custo de 280 euros para ficarmos a pagar… Além disso, era supondo que todos os outros pagariam, mas como há muitos outros, fora da minha família, que não pagam o estrago é muito maior, está certo?


Não quero!


Estou-me nas tintas para a bancarrota, aliás para esses rotos em geral, para as falências e para o que vai ser da vida dos banqueiros que são responsáveis por isso, sei apenas que em termos monetários será muito melhor que a minha, e sem essa dívida…O Vítor Constâncio, o Cadilhe, o Teixeira dos Santos, o José Sócrates, Paulo Portas e esses banqueiros, de que eu não sei o nome mas que sei que arrecadaram os lucros desse negócio ao longo destes anos, que paguem essa porcaria, pois eu não sei nem quero saber o que são esses números, só sei que não quero que me endividem, a mim e à minha família, por algo que não fizemos e do qual não lucrámos um cêntimo.
Mas, se tem que ser assim, então, deixem-me andar dez anos a comprar e negociar tudo o que me apetece, a mandar o dinheiro para a Suíça e sítios desses, e depois privatizem-me a mim, que eu não me importo e sairá muitíssimo mais barato.
Mas há mais contas...
Texto:
hugo.f.soares@24horas.com.pt"O Estado vai injectar quatro mil milhões de euros no sistema bancário “através de acções preferenciais”. Uma medida, garante o ministro das Finanças, para reforçar a solidez financeira das instituições. Um investimento de quatro mil milhões na banca que vai ser financiado com dinheiro de todos os portugueses. De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística, em 2006 havia 3,89 milhões de agregados familiares no país – repartindo a despesa de quatro milhões por todos, dá a módica quantiade 1042 euros por família..."
A lógica e a realidade é a mesma, como grande número das famílias não irão pagar, lá vai o meu endividamento aumentar exponencialmente e, mais, continuando a tentar sobreviver às dívidas e aos juros usurários, taxas e não sei quês que pago aos bancos e os impostos que, por tudo e por nada, pago ao estado.
Não quero! Os bancos, os banqueiros, os políticos e os governantes que se lixem todos, não nos lixem é mais a nós...

O ideal, mesmo, era que alguém me dissesse que eu estou enganado e tudo não passou de um sonho mau…


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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Para que Lisboa não vire um estaleiro...


Sim, eu sei que custa a engolir... Mas fazer de uma das partes mais bonitas de Lisboa um estaleiro do Jorge Coelhoe Cia Lda, sem concurso e por 27 anos é de mais para qualquer um... Aliás, num país civilizado a questão nem se colocaria...


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quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Os olhos não mentem...



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O País Cor-de-Rosa...


Pedidos de ajuda junto de organizações humanitárias têm aumentado. Situações de carência afectam cada vez mais classe média, mulheres e jovens.


Malditas as notícias que continuam a desmentir o país cor-de-rosa, pintado a cor-de-rosa pelos cor-de-rosas…Numa meia semana ficámos a saber que Portugal no está no topo das desigualdades da OCDE, que o Presidente Aníbal António promulga leis que considera profundamente injustas, que o ministro que queria taxar as gorjetas dos empregados de mesa e as ofertas dos pais aos filhos, gostaria de voltar a ver os partidos a serem financiados com dinheiro sujo e às escondidas, que o ministro Pinho falou, parece que viu uma luz ao fim de um túnel, seja lá qual for, talvez se trate do negócio que fez com o seu amigo que nomeou para Alto Comissário da Concorrência e que lhe deve ter adiantado mais dinheiro no negócio do andar que lhe vendeu, na casa que tinha sido de Almeida Garrett e ele mandou destruir, que uma freira, ou doente vestida de freira, que se dedicava à caridade, está presa por não pagar uma multa de 50 €, pelo hediondo crime de não ter pago o bilhete de autocarro; que professores, pais e alunos não sabem como sobreviver às novas legislações que foram exaladas por bafos peçonhentos, enfim, que tudo vai bem neste país cor-de-rosa, excepto as notícias que são negras como a alma de quem nos governa…



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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

O regresso do polvo ...



Governo quer fim do controlo bancário

Orçamento prevê regresso dos donativos em dinheiro aos partidos



A pergunta impõe-se… Porque será? Será para controlar melhor os dinheiros que entram e saem dos partidos, será para esclarecer melhor de onde provêm e para onde se dirigem ou terá outro motivo? É curioso que um Estado e um governo que até gorjetas dos empregados de mesa e as dádivas de 500 €, ou lá o que era, de pais a filhos queria controlar agora venha tomar uma atitude destas… Diria mesmo que era espantoso, se não estivéssemos em Portugal e a corrupção, compadrio e desigualdade a todos os níveis não fossem a tónica dominante… É fartar vilanagem…
Até quando? Temos que nos livrar destes políticos, que legislam a seu bel contento e para o seu próprio interesse...


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terça-feira, 21 de outubro de 2008

Nas praias de Portugal...


Atrás do México e da Turquia.


Portugal no topo das desigualdades da OCDE.


Que pena os nossos ilusionistas dos números não conseguirem 'trabalhar' os números da OCDE... Habituados como estamos a dizerem-nos que vivemos no país das maravilhas, é triste acordarem-nos assim de repente e vermos que é o contrário... Cedo os nossos governantes virão dizer que não é assim e apresentarão outros números e trunfos, acabados de cozinhar no fogo lento deste país bovinamente adormecido... É a vida em Portugal... Como dizia António Gedeão,
não se nasce impunemente nas praias de Portugal...


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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

É verdade... isto tem que ser um PIN...

Portugal é o país da UE onde a pobreza mais caiu
É uma desgraça, os pobres portugueses, que cada vez são mais, andam sempre a cair. Caem por tudo e por nada, caem nos buracos que há nos passeios, caem nas obras onde trabalham, caem das pontes quando elas próprias também caem, enfim, fartam-se de cair.
Mas não é tudo, que nem só por tombos caem os pobres portugueses, caem sobretudo em esparrelas e contos do vigário… Aí as quedas são alarmantes… caem, desde logo, nas notícias de jornal que alguém encomenda, caem nos números forjados, caem em promessas eleitorais, caem no agiota consumismo bancário dos empréstimos, caem na esperança de uma vida melhor, caem nas Novas Oportunidades, caem quando acreditam que as coisas vão melhorar, caem de maduros…
De facto, é um problema nacional, os pobres portugueses caem demais, urge tomar medidas, quem sabe se uma educação melhorada e mais avisada os não impede de melhorarem a sua performance e passarem a cair menos. Talvez se se conseguissem sacudir como fazem os cães, conseguissem fazer cair alguns dos muitos parasitas que lhes vivem às costas e passassem a cair menos. Este deve ser considerado um verdadeiro PIN, Projecto de Interesse Nacional…

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