Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

O Ferreiraleitismo que se segue

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
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Há um princípio das Sondagens que faz com que elas venham sempre, com um ar de superioridade, afirmar uma besteira qualquer, ou seja, o Futuro anunciado (delas), mas... e atentem bem no "mas", porque é nele que está a chave, "mas" com uma margem de erro de... e lá soltam um número esquisito qualquer, que ninguém entende, e que era um bocadinho difícil de explicar aqui, a este país profundamente ignaro em matemáticas.
Eu hoje estou com as luas, e de tal modo que me vou dar ao luxo de fazer uma previsão, com 100% de hipóteses de acertar e margem de erro ZERO, e ela aí vai: de aqui a 80 dias, o país vai mergulhar num ciclo ferreiraleitista, COM, ou SEM, Ferreira Leite. Eu sei que é extraordinário, e só o Princípe de Broglie entenderia o alcance quântico de tal paradoxo, mas a sua sapiência é elementar: Manuela Ferreira Leite tem uma virtude, para mim, gastador inveterado, que é a de saber poupar. Essa arte de saber poupar é nobre e antiga: na política de lineu, geralmente manifesta-se em poupar nas coisas dos outros, não nas próprias, e a Manela é a maior artista que eu conheço dessa arte. Acontece que nos respeitamos mutuamente, mas estamos totalmente nos antípodas, porque tudo aquilo onde ela gostaria de poupar é justamente onde eu ADORO gastar inveteradamente, pelo que vai ser ela a puxar para um lado, e eu a puxar para o outro, e, como se sabe, eu sou infinitamente mais teimoso, e posso cair de costas, mas será sempre no MEU terreno.
Sócrates, no presente instante, é um cadáver ambulante, como naquele cartaz sinistro, onde se vêem umas gajas aluadas, e ele, no meio, com ar de semente de pevide, totalmente desnorteado. Eu próprio, teclador das coisas estéticas, fui apanhado na ratoeira, e parecia o velho Malraux, a olhar para "Las Niñas", de Vélasquez da Silva, e a perguntar "onde é que está o quadro?..."
Realmente, olhei para aquilo, e era uma espécie de "Déjeuner sur l'Herbe", com a malta toda vestida, e só a outra, aérea, com o ar da maluquinha de arroios, enquanto, subtilmente, se observarem bem o cartaz, no meio daquelas figurantes, que devem ter recebido 2 € para fazerem aquele papel de estúpidas, de repente se vê que, de costas, vem um macho. Como poderão imaginar, nesta pequena espécie de código da vinci, o macho é a chave do quadro, um pouco a dizer-lhe, "gostas tanto de "gaijas" que estás como o Hermann, rodeado de "palletes" delas, mas, se a coisa der para o feio, eu venho salvar-te e levar-te para o colchão do nosso homoerotismo, para que me possas "sentir" todo..." Uma legislatura inteira.
Nunca saberemos se era, como de costume, venezuelano, mas isso são trocos, porque isto é uma fábula, e o importante é que não se quebre a deriva da narrativa.
Portanto, durante 80 dias, veremos a mulher, que gosta de poupar nas coisas dos outros, a fazer velados elogios a pequenas franjas da atuação de Sócrates. Até aí, tudo bem, é um piscar de olho a um certo eleitorado que se desloca alguns centímetros, de quatro em quatro anos, entre um poucochinho mais à esquerda e um poucochinho mais à direita. Claro que as coisas elogiadas serão as piores possíveis, as merdas dos sistemas de avaliação, os diplomas passados à pressão, os cortes nas reformas... dos outros, a destruição do Estado em favor de alguns interesses privados, que, quando a coisa entorta, se refugiam nos bolsos do contribuinte, e voltam a ser Estado, mas no estado do recibo verde. Isto é ferreiraleitismo, e vai discutir-se, às décimas, quem o aplicará: se ela, a ideóloga do pequeno casebre charles dickens, ou, se ele, a bicha parasitária e falsa do Héron-Castilho, mais jeová, menos jeová, se pensarem bem, vai dar ao mesmo.
Pelo lado dele, aproveitará a veia da Austeridade e do "falar verdade" -- esta gente só fala verdade quando é para nos dizer que roubaram tudo e os cofres estão vazios, nunca nos falaram verdade para dizer "olhem, chegaram tantos biliões da Europa, e roubámos aqui, e ali e mais acoli, portanto, de aqui a 6 anos, vocês vão ter todos as reformas diminuídas, os impostos aumentados e a qualidade de vida cada vez mais próxima do Subsahara..."
Não, este "falar verdade" nunca vocês ouviram, embora faça parte da Síndroma de 1985, em que essa Gripe dos Porcos começou a infetar Portugal, na pessoa do responsável mor pelo estado de desastre da Nação, em 2009, ANÍBAL CAVACO SILVA.
Dizia eu que que Sócrates aproveitará este austero clima do "falar verdade" para poder começar a poupar... nas coisas dos outros. Mais uma vez, estaremos longe da Europa do TGV, que nunca foi, antes de o ser, e que, hoje, de facto, seria um puro comboio fantasma, a circular entre uma Madrid de negócios, onde os tecnocratas não estão para gramar umas quantas horas, quando podem fazer um mesmo voo de 60 minutos, e os pés descalços de cá não terem sequer dinheiro para embarcar a mochila e a água de luso, para ir mendigar nas Puertas del Sol. O TGV ia acabar com a "Pegajosa" -- a candidata da Câmara de Oeiras -- a dar entrevistas todos os dias, com aquela boquinha de cu de botox, para falar das maravilhas de um útero europeu embalado a 350 km/h, e pouco mais.
"Quase não se sente nada...", diria ela, mas a Messalina também costumava enviar sms do mesmo teor, enquanto punha os cornos ao Cláudius...
Ao longo de 80 dias, Sócrates irá integrando o pior do discurso de Ferreira Leite, do subir as bainhas, do porquinho mealheiro, do poupar na vida dos outros, e ela, para perder um pouco aquele seu ar de mofo, lá convirá que o José "Magalhães" até nem era tão mau assim, e que até se pode lançar o "Câncio", versão 2.0, em homenagem à Choca do Regime, que passou quatro longos anos sem ver o padeiro. Também merece. Gostará das políticas de Educação, e de cortar nas reformas dos velhos, e talvez mantenha Valter Lemos, desta vez, sob a tutela de David Justino, a nódoa que se segue na 5 de Outubro. Para o Superior, até poderíamos pôr o Pavarotti, aquele monstro grotesco, que inventou o satélite português, que levantava voo, com impulso de molas, e Aguiar Branco, o Homem de Bilderberg, terá a Economia. O Cartão do Cidadão passará a integrar o Blogue, o IP, e se o cidadão alguma vez chamou "filho da puta" a algum MInistro, com sistema de penalização por pontos...
Diremos que Bilderberg foi austero, ao reservar-nos este destino, mas que poderíamos nós querer de melhor, depois de 500 de mendicidade e leituras de fransciscos josé viegas e sousas tavares?..., pelo que até devemos agradecer à mão generosa que nos vai atirar para um novo sótão da História, os célebres "períodos chãos" da Cultura Portuguesa, em que criamos fachadas em forma de caixões chernobilianos de betão, e enfiamos lá dentro, depois, uns frisos de azulejaria azul e branca, a contar o triste fado de quem nunca conseguiu sair da cepa torta.
Concluo como comecei: com 100% de hipóteses, e margem 0% de erro, o Ferreiraleitismo, COM, ou SEM, Ferreira Leite, aguarda-nos, com a sua mão mirrada, já no final deste ano.
Aproveitem muito bem este último Verão, que acho que depois até o Sol vão pôr a recibo verde...
(Duo do faz de conta no "Arrebenta-Sol" e em "The Braganza Mothers")

Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Para quem tivesse alguma dúvida, aqui está a prova de que esta é igualzinha ao Sócrates

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A Manela, que mais parece uma bota da tropa falante, mas para pior, ainda nem sequer está em campanha eleitoral e já é tão mentirosa, ou mais, do que o Sócrates.
Sempre enquadrada pelo marialva estagiário a Patriarca de Bilderberg mais conhecido por Aguiar-Branco, Presidente da mesa da Assembleia-geral da Impresa, este carapau seco já aprendeu aquilo que os seus patrões querem.
Como diria o José Maria Martins, outro palerma da blogosfera que até citou o "Gorgulho de Plauto" neste post, aqui está o nenúfar-mor do PSD em todo o seu esplendor.
Isso, isso, votem nesta alma penada de outros tempos, mas depois não se queixem.

Os prazeres do Noni


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Fantasma de Mickson Gel já assombra "Neverland". Lançado alerta vermelho para putos de 13 anos




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"A Pegajosa" foi escolhida como candidata para o Concelho com maior alfabetização e nível de vida do país: lá se terá de ir votar no Isaltino...


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NOSSA SENHORA DOS VÓMITOS

Maçonaria non-stop


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O SELO DO AVENTAL

A pele transplantada de crianças brancas foi a enterrar, cheia de picadas de seringas e sem cérebro, no mausoléu de família, na Casa dos "Érres"


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INTELLIGENT DESIGN

O Ovo de Colombo do próximo Parlamento

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As contas são do KAOS: já só faltam 81 dias para este suplício se tornar igual a si mesmo.

São muitas as dúvidas e angústias sobre quem irá substituir José Sócrates: duas hipóteses estão excluídas; 1) reconduzir Sócrates era dizer à pior corja que já se intitulou de "Governo" que até tinha tido razão: íamos pagar com os ossos, depois de nos terem roído a carne, e ainda apanhávamos o Paulo Pedroso em Ministro de Estado, depois dos 3% da Câmara de Almada; 2) Pôr Sócrates com o Bloco de Esquerda a jeito era um faz de conta que nos ia custar ainda mais caro: o Bloco de Esquerda ainda tem muito que aprender, e libertar-se da miríade de sás fernandes que tem lá dentro. Dizem as más línguas que o Rosas era informador da PIDE, como o pai do Carrilho, e o Bloco que esclareça isso; depois, voto nele, mas vai ser um depois lá muito, muito, muito, para os lados do depois.

Jerónimo de Sousa cita Ferreira Leite, e eu acho isso um charme, sinal de que as coisas estão tão más que ainda havemos de ver a Odete Santos a chorar a morte de Sá Carneiro, como é da praxe, e o Passos Coelho a vender o "Avante", nas Festas do "Avante". Já se viu tanta coisa que era só mais uma.

Nuno Melo, objetivamente, é o Líder da Direita. Paulo Portas já está na fase de querer sopas e caralhos, e tem ali um excelente sucessor. Não sei se é menino para se ajoelhar a Santanas, mas poderá negociar com a Harpia do Colar de Pérolas.

A minha solução é simples, e já foi ensaiada pelos Portugueses nas Eleições mais Inteligentes de sempre, as Europeias deste ano: acabar aquela tendência do voto útil, e cada qual fechar-se no seu casulo político, muito quietinho, muito caladinho, e muito aconchegado no colo daquele partido de que sempre gostou, para tornar a Assembleia pentapolar, ou seja, um partido que irá um pedacinho à frente, neste caso, o PSD, para que Ferreira Leite mostre o que realmente vale, em vez de passar décadas em bancadas de segunda, e os restantes a equilibrarem o hemiciclo em talhadas equilibradas. Coisa linda, um PS do tamanho do PCP, e um Bloco de Esquerda do tamanho do CDS.

Dizem os que adoram mamar na teta do sempre igual que isto é o país a tornar-se... ingovernável: deus os oiça, porque se é isso que chamam "ingovernabilidade" deve ser bom, já que, para mim, ingovernabilidade é aquilo a que estamos a assistir agora.

Matematicamente, o discurso é mais pragmático: o que pedimos aos Portugueses, nestas Legislativas, traduz-se em três frases: 1) Que nesse dia fiquem os 70% do Futebol, do Fado e de Fátima em casa; 2) Que os restantes 30% pensem em fazer umas pequenas contitas de cabeça, e vejam, mais coisa menos coisa, se é melhor votar no partido do seu coração, ou no partido que mais semeie confusão; 3) e esta é fulcral, que saia da votação uma Assembleia onde seja impossível fazer uma maioria absoluta com dois partidos, mas que sejam necessários TRÊS, de preferência, um deles com ideias incompatíveis com os outros dois.

Para os "experts", lá voltará a teoria da ingovernabilidade, coisa disparatada, porque nada de mais saudável existe do que um Governo matizado, a ter de prestar, passo a passo, contas a uma base alargada de apoio. Se quiserem fortalecer as franjas, também são bem vindas: Monárquicos, mais a simpática Carmelinda Pereira, minha amiga, e que já percebeu que a cidadania é, hoje em dia, mais importante do que velhos ideários obsoletos, a Extrema Direita, com um pouco de lepenismo a chatear os politicamente corretos de sempre, e o MRPP, para chamar nomes a todos os restantes. Ia ser delicioso, Manuela Ferreira Leite como Primeira Ministra, os Vice Primeiros Ministros Nuno Melo e Francisco Louçã, ou, virando o disco, Manuela Ferreira Leite e os Vice Primeiros Ministros Jerónimo de Sousa e Nuno Melo. O PS, por razões de higiene, e até que perceba que tem de se livrar do lixo socrático, pedófilo, maçónico e quejando que o infesta, deverá ser conduzido a uma longa caminhada pelo deserto, para perceber que os Portugueses, os tais 30% que devem ter direito a voto, estão fartos de ser tratados como estúpidos. Se a coisa resultar mal, chama-se o Sidónio Pais, para laurear a pevide, até apanhar com um tiro nos manuéis pinhos.

Acreditem: vão ser os 81 dias mais sórdidos das nossas existências, e muitos se vão lembrar da linguagem dos "Braganza Mothers" destes dias.

Não é por acaso que vamos passar a livro: chegou a hora da nossa linguagem.

Duo no "Arrebenta-Sol" e em "The Braganza Mothers"

O Arco do Triunfo


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The Braganza Mothers, no dia em que os estivadores soltaram cá para fora o que todos os Portugueses, exceto o próprio, pensam sobre Sócrates


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Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

As origens ancestrais do grupo de Bilderberg

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Nunca vos fez confusão o porquê dos misteriosos assassinatos dos Kennedy?
Ao verem este pequeno filme reparem no discurso de J. Kennedy quando ele desmascara a existência de uma Organização que dispõe de vastos recursos financeiros e não só que trabalha à revelia dos governos mundiais.
Neste post, insiro também um pequeno trabalho que tenta explicar a origem destas Organizações fabianas, especialmente o grupo de Bilderberg, mas não só.
Enquanto o quartel general da família Rothschild se encontra na Europa, não se esqueçam que o quartel general da família Rockefeller se encontra nos EE UU.
Então aqui vai, pedindo desde já desculpa pelo seu tamanho:

A família Rothschild

Muitos enigmas envolvem o centro secreto do negócio bancário internacional: a casa Rothschild. Em 1750, Mayer Amschel Bauer comprou o banco de seu pai em Frankfurt e trocou seu nome pelo de Rothschild, que significa literalmente “escudo vermelho”, pois, um escudo vermelho estava afixado na porta da entrada do banco e representava o sinal dos judeus revolucionários e vencedores na Europa oriental.
Mayer casou-se e teve cinco filhos e cinco filhas. Os nomes de seus filhos eram Amschel, Salomon, Nathan, Kalmann (Karl) e Jacob (James). A sua ascensão foi rápida quando obteve os favores do príncipe Guilherme IX de Hesse-Hanau. Ele tomou parte, na sua presença, nos encontros dos franco-maçons da Alemanha. Esse príncipe Guilherme, amigo da dinastia de Hanover, tinha rendimentos financeiros consideráveis, alugando seus mercenários de Hesse ao rei inglês (de Hannover). Essas foram as mesmas tropas que combateram, mais tarde, contra o exército de George Washington na “Valley Forge”. Rothschild tornou-se o banqueiro pessoal de Guilherme.

Quando o príncipe Guilherme fugiu para a Dinamarca, por causa de problemas políticos, ele depositou no banco Rothschild o salário dos mercenários, ou seja, £600.000. Nathan Rothschild, o filho mais velho de Mayer Amschel, levou consigo esse dinheiro para Londres, graças ao qual ele conseguiu abrir também um banco. O ouro que serviu de garantia tinha provindo da East India Company. Nathan obteve uma valorização de 400% emprestando o dinheiro ao Duque de Wellington, que financiou assim as suas operações militares, e vendendo também, mais tarde, de forma ilegal, o ouro que deveria servir de garantia.

Estas transacções foram a origem da fortuna gigantesca da família Rothschild e foi então que se iniciou o comércio bancário internacional, tendo cada filho aberto um banco num país diferente. Amschel em Berlim, Salomon em Viena, Jacob em Paris e Kalmann em Nápoles.

Salomon Rothschild era membro dos franco-maçons e Mayer Amschel Rothschild escreveu o seu testamento no qual indicava como a fortuna da família deveria ser administrada no futuro. A fortuna seria administrada pelos filhos homens e seria o mais velho que teria o poder decisivo para resolver os problemas em caso de desacordo. Toda a manutenção das contas deveria ficar no absoluto sigilo, particularmente para o governo.

Em 1773, Mayer Amschel Rothschild ter-se-ia encontrado secretamente na casa dos Rothschild, na Judenstrasse, em Frankfurt, com doze sócios capitalistas judeus abastados e influentes para colocar em estudo um projecto que passaria a controlar todo o capital mundial.

No dizer de Herbert G. Dorsey, esses sócios capitalistas haviam enfatizado, entre outras coisas, o facto de que a fundação do “Banco da Inglaterra” teria permitido exercer uma influência considerável sobre a banca inglesa. Eles declararam também que seria necessário que esse banco exercesse um controle absoluto, a fim de que eles pudessem criar as bases que permitiriam controlar todo o poder financeiro mundial, tendo assim, registrado por escrito todas as grandes linhas desse projecto.

Segundo os documentos de Dorsey e William Guy Carr “Pawns in the Game”, esse plano iria ser conhecido finalmente pelo nome de “Os Protocolos dos Sábios de Sião”. A origem desses protocolos remonta, de facto, ao século dezoito e, posteriormente, teriam sido reformados por Rothschild antes de adquirir seu verdadeiro significado.

Esses protocolos foram guardados em segredo até 1901, data na qual caíram nas mãos do professor russo S. Nilus, que os publicou com o título “O Perigo Sionista”. Victor Marsden traduziu-os para o inglês em 1921 com o título “The Protocols of the learned Elders of Zion”.

Os Protocolos dos Sábios de Sião (pequeno resumo)

1. O controlo do dinheiro

[...] O controle das nações será assegurado pela criação de gigantescos monopólios privados que serão os depositários de imensas riquezas das quais dependerão até os gojim (não judeus). [...]

[...] É assim que, no dia seguinte a uma catástrofe política, verá seu aniquilamento ao mesmo tempo que o do crédito concedido aos Estados. [...]

[...] Crises económicas atingirão os Estados inimigos, subtraindo-lhes o dinheiro colocado em circulação. A acumulação de grandes capitais privados é assim subtraída ao Estado; este último será obrigado a dirigir-se a nós para pedir empréstimos desses mesmos capitais. Esses empréstimos concedidos com juros serão uma carga para os Estados, que se tornarão escravos, sem vontade própria. Eles dirigir-se-ão aos nossos banqueiros para pedir-lhes esmola ao invés de exigir impostos do povo. Os empréstimos estrangeiros são como sanguessugas, não há nenhuma possibilidade de tirá-los do corpo do Estado, pois essas dívidas só poderão ser saldadas ou ser rejeitadas pelo próprio Estado. Entretanto, os Estados gojim não os rejeitarão, eles farão sempre mais, o que os levará a um fim inexorável. As dívidas do Estado tornarão os homens de Estado corruptíveis, o que os deixará cada vez mais à nossa mercê. [...]


2. O controlo da imprensa


[...] Procederemos da seguinte forma com a imprensa:

Seu papel é o de excitar e inflamar as paixões entre o povo [...] e o público está muito longe de poder imaginar quem é o primeiro beneficiário da imprensa. [...]

Entre todos os jornais, haverá também quem nos atacará, mas como somos os fundadores desses jornais, seus ataques se dirigirão exclusivamente sobre os pontos que lhes teremos determinado com antecedência. [...]

[...] Nenhuma notícia será publicada sem antes ter recebido nossa aprovação. O que desde agora acontece, pois todas as notícias do mundo são reagrupadas somente em algumas agências. Essas agências, estando sob nosso controle, só publicam o que aprovarmos. [...]

[...] Nossos jornais serão de todas as tendências, aristocráticos, socialistas, republicanos, às vezes mesmo anarquistas, enquanto existirem Constituições. [...]

[...] Esses idiotas que acreditarem que o texto de um jornal reflecte sua própria opinião nada fazem, na realidade, a não ser repetir nossa opinião ou aquela que desejamos ver exprimida. [...]


Comentário e observações sobre a situação actual:


Quase todas as agências de informação do mundo já estão controladas pela “Comissão Trilateral” e o “CFR” (Council on Foreign Relations), estando estas duas organizações estreitamente ligadas.

3. A extensão do poder


[...] Seremos para o público, o amigo de todos.

[...] Nós apoiaremos todos, anarquistas, comunistas, fascistas e particularmente os operários. Ganharemos a sua confiança e eles se tornarão assim, para nós, num instrumento muito útil. [...]

Páginas 61/62/63

4. O controlo da fé


[...]É preciso que destruamos a fé, que arranquemos do espírito dos cristãos o próprio princípio da Divindade e do Espírito, a fim de substituí-lo pelos cálculos e pelas necessidades materiais. [...]

[...] Para que os espíritos dos cristãos não tenham tempo de raciocinar e observar, é necessário distraí-los pela indústria e pelo comércio. Desse modo, todas as nações procurarão suas vantagens e, lutando cada uma pelos seus interesses, não notarão o inimigo comum. Mas para que a liberdade possa, assim, desagregar e destruir completamente a sociedade dos cristãos, é preciso fazer da especulação a base da indústria. Desta forma, nenhuma das riquezas que a indústria tirar da terra ficará nas mãos dos industriais, mas serão sorvidas pela especulação, isto é, cairão nas nossas mãos. [...]


5. O meio com o qual provocar a confusão nos espíritos


[...] Para ter domínio sobre a opinião pública, é preciso levar o povo a um certo nível de confusão. [...]
[...] A imprensa será uma boa ferramenta para oferecer aos homens tantas opiniões diferentes quantas as necessárias, de modo a que eles perderão qualquer visão global e se perderão, a si próprios, no labirinto das informações. [...]

[...] Assim, eles chegarão à conclusão que o melhor é não ter opinião e seguir os seus líderes. [...]


6. A aspiração ao luxo


[...] Para acelerar a ruína da indústria dos gojim nós suscitaremos neles uma grande sede de luxo. O comum dos mortais não terá, entretanto, o prazer disso, pois faremos com que os preços sejam cada vez mais altos. Assim, os trabalhadores deverão trabalhar mais do que antes para satisfazer seus desejos e ficarão presos na armadilha do sistema antes de ter podido identificá-lo. [...]


7. A política utilizada como instrumento


[...] Destilando um sopro de liberalismo nos órgãos de Estado, nós modificaremos todo o seu aspecto político. [...]

[...] Uma constituição nada mais é do que uma grande escola de discórdias, de mal-entendidos, de discussões, em resumo, uma escola de tudo o que serve para falsear as administrações do Estado. [...]
[...] Na “época das repúblicas”, substituiremos os dirigentes por uma caricatura de governo com um Presidente eleito pelas nossas marionetas e nossos escravos, que são o povo. [...]

[...] As eleições serão, para nós, um meio de chegar ao trono do mundo, sempre fazendo crer ao modesto cidadão que ele contribui para melhorar o Estado com a sua participação nas mesmas e com a sua adesão ao sistema partidário. [...]

[...] Ao mesmo tempo, reduziremos a nada o impacto da família na sua acção educativa. Faremos tudo

para impedir o surgimento de personalidades independentes carismáticas que se nos oponham. [...]

[...] É excelente deixar um povo governar-se a si próprio durante algum tempo (a democracia) para que ele se transforme, com esta nossa maneira de actuar, numa população rica em caos. [...]

[...] O poder da população é uma força cega, absurda, irracional, jogada sem cessar da direita para a esquerda. Mas um cego não pode conduzir outro sem cair no precipício. Somente aqueles que, desde o seu nascimento, foram educados para se tornarem soberanos independentes poderão ter a compreensão daquilo que é a política. [...]

[...] Nosso sucesso, no tratamento com os homens de que necessitamos, será facilitado pelo nosso modo de apelar sempre ao lado mais sensível da natureza humana, isto é, a ambição, a paixão e a sede insaciável de bens físicos e materiais. [...]

8. O controlo da alimentação


[...] Nosso poder reside também na penúria permanente da alimentação. Faremos parecer que o capital tem o direito de exigir, cada vez mais, dos trabalhadores, o que permite ter sobre eles um controle muito mais seguro do que o que teria sobre eles a nobreza com o seu rei. [...]

[...] Controlaremos muito melhor as massas através da inveja e do ódio que disso resulta. [...]

[...] Como todo o proprietário rural pode ser um perigo para nós, pois ele pode querer tornar-se auto-suficiente, torna-se necessário, a todo o custo, privá-lo de suas terras. O meio mais seguro para se alcançar isso é aumentar os encargos rurais e encher de dívidas os seus proprietários. [...]


9. O papel da guerra


[...] Fomentaremos a rivalidade entre todas as forças, para impelir aqueles que têm sede de poder a abusar do mesmo. É preciso fomentar as dissensões e as inimizades por toda a Europa e por intermédio da Europa em outras partes da Terra. [...]


Páginas 63/64/65/66

[...] É preciso que sejamos capazes de aniquilar toda a oposição, provocando guerras com os países vizinhos. No caso desses vizinhos ousarem enfrentar-nos, é preciso responder-lhes com uma guerra a nível global. [...]


10. O controlo por meio da educação


[...] Não incitaremos os gojim a obter aplicações práticas da sua observação imparcial da história mas convidá-los-emos a obter algumas reflexões teóricas, sem fazer relações críticas sobre os acontecimentos que se seguirão. [...]

[...] Neste jogo, torna-se necessário convencê-los que a coisa principal é aceitar as necessidades da ciência. [...]

[...] Tendo isso em conta, não pararemos de lhes criar uma confiança cega nas teorias científicas e os jornais auxiliar-nos-ão, muito bem, quanto a isso. Assim, os intelectuais entre os gojim não pararão de se gabar dos seus conhecimentos científicos. [...]

[...] O povo perderá, cada vez mais, o hábito de pensar por si mesmo e de formar sua própria opinião, ele acabará por pronunciar as palavras que desejarmos ouvir pronunciadas. [...]


Comentário

Citação de William Cooper: They just tell you, what they want you to know (Eles apenas vos dirão aquilo que eles querem que vós saibais!).

11. O controlo das lojas franco-maçónicas


[...] Criaremos em todos os países da Terra lojas franco-maçónicas, nós as multiplicaremos e atrairemos até nós as personalidades que nelas mais se destacarem. [...]

[...] Colocaremos todas essas lojas sob o domínio da nossa administração central que somente nós conhecemos e que os outros ignoram completamente.

[...] Quem, ou o que é que pode vencer um poder invisível? Eis aí onde se encontra o nosso poder. A franco-maçonaria gojim serve-nos de cobertura sem o saber.

Mas o nosso plano de acção continuará sendo um segredo para todo o povo e mesmo para a restante confraria. [...]

12. A morte

[...] A morte é o fim inevitável para todos, por consequência, torna-se necessário conduzir para ela todos os que são um obstáculo para “nós”.

(In os Protocolos dos Sábios de Sião)

Após ter elaborado este projecto para dominar a economia mundial (“Novus Ordo Seclorum”), o banco Rothschild encarregou o judeu bávaro Adam Weishaupt de fundar a loja da “Ordem Secreta dos Iluminados da Baviera”, as famosas eminências pardas conhecidas por “Illuminati”.

Conclusões


A venda deste livro é proibida na Alemanha, onde reina, aparentemente, a liberdade de imprensa e de opinião. Quanto ao autor deste livro, parece-me que lhe é indiferente que sejam os Rothschild ou os sionistas que utilizam os Protocolos nos nossos dias, pelo contrário, trata-se de sabermos como o princípio é aplicado. Que existe um plano que se desenrola sob os nossos olhos e que mostra o que é preciso fazer para reduzir o nosso mundo à escravidão é insofismável. Só é preciso saber que este plano está a ser aplicado agora e que o essencial é conhecer o princípio que o move e saber que aqueles que são utilizados para isso se estão a deixar levar conscientemente ou não...

Neste momento, a única parte do mundo que ainda não se encontra totalmente debaixo da pata destes senhores, é parte do mundo muçulmano, a China, o Vietname do Norte e a Coreia do Norte, por isso a invasão do Iraque, aquilo que se está a passar no Irão e no Afeganistão e a instabilidade constante do Médio Oriente.

Lamento muito dizer isto, podem-me chamar aquilo que quiserem, mas esta é a crua realidade.

Quanto à Rússia, o seu papel, no meio disto tudo, é extremamente incerto e algo desconhecido.

Voz do Povo: "Sócrates, escuta, és um filho da puta"... Lindo, repitam lá outra vez... :-)


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SOA COMO MÚSICA AOS NOSSOS OUVIDOS...

A Sony entra no setor dos ultraportáteis


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TORNE O SEU AGOSTO MAIS ELEGANTE

Enquanto aqui ainda andam a estrear a "Playboy" com 50 anos de atraso, lá fora já se consome o melhor produto de Portugal: os homens portugueses


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COMPRE A REVISTA "DOM", E VEJA COM OS OLHOS DE FORA O QUE O SEU ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA NÃO PERMITE VER CÁ DENTRO

O "Expresso" acordou tarde, mas acordou bem


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YES THEY CAN

Sim, a Maçonaria também está nos CTT. Aliás, a pergunta é: onde é que a Maçonaria não está?...


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QUEREMOS UMA DIVULGAÇÃO PÚBLICA DAS LISTAS MAÇÓNICAS ANTES DAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES

O meu coração está em Xinjiang


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YES THEY CAN: FREE XINJIANG

Full Moon


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Sanfona de Boas Novas, seguida de Melhores Ainda

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O futuro imediato é de Ferreira Leite, e o Médio Prazo de Vítor Constâncio. Isto são as conclusões de uma cavaqueira não parlamentar com a Leontina, a minha empregada.
Teixeira dos Santos -- que não é, aparentemente, do "Aventalinho", até que sejam publicadas, como em Itália, as listas dos Membros da Seita, vamos ficar nessa angústia -- Se não é, embarcou na sanfona, e fez o serviço à causa.
É evidente que não é a Oposição que quer Vítor Constâncio na rua: é o país inteiro, exceto as Lojas do Aventalinho, e vamos ver quem ganha: há poucos anos, ainda éramos todos ingénuos, vimos a Maçonaria dar o Golpe de Estado de Jorge Sampaio, e pôr a salvo as cabeças poluídas: Carrilho, Ferro Rodrigues, e o candidato póstumo à Câmara de Almada. Para este último, sempre uma palavrinha de carinho, porque tinham-lhe prometido ser Primeiro Ministro de Portugal, numa daquelas reuniões secretas, e agora já só lhe oferecem os 3% de votos da Câmara de Almada... São ainda vitórias, mas, passo a passo, a emergente Opinião Pública vai desentocá-los todos, e, aí, o país vai tornar-se numa visão... desagradável, não para mim, que já estou couraçado.
Hoje foi um dia rico: a Mulher a Dias da Educação disse que os maus resultados de Matemática tinham sido fruto da Comunicação Social. É verdade: deviam ter posto a Central de Controlo de Informações do "Prime" a filtrar também isso, mas esqueceram-se: azar. Continuamos um país atécnico, Cauda da Europa em tudo o que é Ciência, a começar pelos Ministros das respetivas tutelas. Maria de Lurdes Rodrigues é um caso patológico que será matéria de estudo e de inúmeras teses de mestrado, mal se fine politicamente, coisa que já aconteceu há muito, só que se esqueceram de lhe enviar um postalinho a avisar. Fica para depois do Verão.
Politicamente, nas minhas conversas da Esfregona, cheguei à brilhante conclusão -- um Ovo de Colombo -- de que Manuela Ferreira Leite, um dos rostos da Depressão, deve, por direito, assumir o cargo de Primeiro Ministro, e por várias razões: a primeira, sentimental, por que é mulher, e continuamos com atraso nisso; a segunda, porque muito do estado a que as coisas chegaram se deve às suas Profecias de Cassandra, e talvez não fossem profecias, mas um autêntico medo e visão da Realidade; a terceira, para que a III República acabe aqui. Já fiz várias apostas se se afundava com Sócrates, se com Ferreira Leite, parece que Deus Pai escolheu que fosse com ela, e eu aceito. Sou um resignado, e gosto destes infinitos crepúsculos políticos.
As boas novas vêm agora: depois de vários anos na Blogosfera, uma importante editora contactou-me para uma edição de luxo, da antologia dos meus melhores textos, com ilustrações do KAOS. A carta chegou-me hoje, e pediu-me para levar o contrato para assinar ao meu confrade, já que a minha morada é pública e a dele deixava dúvidas.
Não vou falar de números, porque a coisa ainda está meio secreta, mas vai fazer roer de inveja Sousa Tavares e as suas poias. Posso dizer que arrancaremos com uma edição de 150 000 exemplares, o que, para Portugal, é mais do que bom, é excelente, e os direitos de autor são de 15%, o dobro da Agustina, pura e simplesmente. A iniciativa reuniu o "Expresso", no qual virão os pormenores na próxima edição de sábado, e o "Sol", que quer lançar-nos também em Angola.
Eu sei que a boa nova vem tarde, mas era tempo de se fazer alguma justiça. Pela minha parte, prometo manter a linha de isenção e liberdade cultivada até agora, e isso ficará bem claro no contrato editorial. A gente às vezes diz mal dos grandes grupos editoriais, e depois... Enfim, malhas que o Império tece.
Eu sei que desse lado dos monitores há uma enorme sensação de júbilo: é o nosso Santiago Barnabéu, e não chegava. Estão já todos convidados para o lançamento, no Pavilhão Atlântico, em Outubro.
Um pequeno senão, mas quem quer mel tem de aprender a suportar as abelhas, como diz Lao-Tsé: o prefácio será da autoria de José Pacheco Pereira, e isso foi-me dito ser inegociável...
Paciência, lá terá de ser.
Obrigado pela salva de palmas.

(Pentagrama da "Silly Season", no "Arrebenta-SOL", no "A Sinistra Ministra", no "Democracia em Portugal", no "KLANDESTINO", e em "The Braganza Mothers")

Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Correio da Lola - "Que farei eu sem Michael Jackson?..."

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Querida Lola:
Estive toda a tarde a acompanhar, em direto, as cerimónias do Além do meu querido Michael Jackson. Para mim, que sei as canções dele todas de cor, foi como se me tivessem laqueado as trompas de Falópio. Há qualquer coisa que me falta, mas é um vazio que não consigo descrever. Que acha que faça, mato-me, tomo "Prozac" ou fico à espera da Retoma?...

(Sónia Sanfona, Comissão Parlamentar da Maçonaria versus BPN)
Querida Sónia:
Como eu sinto, e compreendo, a sua dor... Também eu, quando a Amália morreu, pensei que o Mundo ia acabar já ali, e, no entanto, ele continuou a girar, com o desvio de 2º do Eixo Terrestre, devido ao Tsunami de 2004, e até piorou, com o "deficit" primário a mamar mais de 70% do PIB. Isto, querida, é como apanhar no cu, é tudo uma questão de habituamento, às tantas, vai ver que não custa tanto, e ainda vai ver-se a fumar, enquanto é, ao mesmo tempo, encavada, a fazer "tricot", ou a sonhar com férias em Aruba... As Amálias morrem, mas a vida continua, querida. No fundo, filhota, a aberração que foi hoje a enterrar em Neverland era uma pobre alma de preto que achava que as almas dos brancos é que eram boas. Para mim, e para si, que somos caucasianas, a menina ao serviço da Maçonaria, eu, de quem calha, é evidente que as almas dos brancos são genericamente negras, como o bréu, tirando algumas raras excecões, que o Nazi Bento XVI nunca beatificará. Deixá-lo, foi consolado, convencido de que indo arrancando tiras de pele branca do cu, e colando-as na cara, ia ficar parecido com o Obama, em dia de banho de lexívia. A realidade é outra, meu amor, e devemos é pensar nos membros do grande grupo que ele deixa, a Grande Loja do Oriente Pedófilo, viúvas para sempre, e aquelas crianças de favela, que desapareciam do cadastro, sem deixar vestígios, meu amor... quantas Maddies não terá engolido esse turbilhão, para serem escalpeladas vivas, tirarem-lhes a pele, para fazer enxertos num preto mal assumido?... Quantos morcegos não sofreram tormentos, para ele ficar com aquele nariz em forma de vampiro?... Graças a Deus, nasceu antes de Kafka, senão, nunca teríamos "A Metamorfose", mas só um horroroso DVD cheio de assinaturas de analfabetos. Michael Jackson, filha, era a prova viva de que o "Contra-a-Natureza" realmente existe, e o "Intelligent Design" é um rascunho elementar da autoria de umas poucas mentes badalhocas... Acha que Nosso Senhor se ia dar ao trabalho de criar "aquilo"?... Aquilo é puramente darwiano, filhota, começou escarumba, e foi por ali fora, no mais deturpado "struggle for survival" que se pode arranjar, passou do casulo para a esfinge, cada vez mais deformado, teve a recaída pedófila, porque achava que a melhor sensação da vida era a sua epiderme degenerada poder esfregar-se em corpinhos brancos, antes de os escalpelizar, para colar na cara, uma espécie de "Terror no Texas" permanente. Foi moderno em tudo, até na antevisão de usar aquela máscara branca da Gripe dos Porcos... Se tivesse nascido cá, tinha ficado confinado a uma qualquer Casa dos "Érres", e depois começava a viver de uma modesta pensão, paga pelo Estado, através do Tribunal da Relação. Michael Jackson era uma viciosa de vistas largas: comprou uma coisa do tamanho do Concelho de Almada, a "sua" Ota, e era lá que mamava às escondidas: não há mais metafísica no mundo, miúda, do que mamar miúdos, como dizia o Álvaro de Campos, que ele nunca leu nem farejou, mas adorava praticar. Deus o levou para junto de si, e vai ser agora uma decisão salomónica, saber se o arrumam na prateleira dos Brancos, se dos Pretos. Por mim, deixava-o entalado na porta, como o Martim Moniz, a penar para o resto da Eternidade. Aposto que os gritos de agonia iam dar muitos discos de platina, mas Deus deve ser mais justo e modesto, e vai arrumá-lo na bancada dos Pretos, assim acabaste como começaste, com uma etiqueta por baixo "yes we can", que acho que isso já vem no "Ecclesiastes". Agora, quanto à sua angústia, querida, nada há a fazer... Sanfona... adoro o seu nome... É um clássico no género... Pode olhar para o espelho e repetir "sanfona" dez vezes ao dia, sem tentar fazer a boca do ataque do Cavaco. Entretanto, se a coisa não passar, vá lendo a última bosta de Sousa Tavares, que quer ir para o Brasil, onde apanhará com um processo de plágio, mal estique um dedo. Se se sentir mesmo mal, mande um email para a Bancada do PS, a dizer que se vai suicidar, enfie na rata um tubo de encher pneus das garagens: encherá, encherá, sobe sobe balão sobe, e vai começar a ver a Terra muito pequenina, lá em baixo: dizem que quando reduzem o "zoom" ao mínimo, no "Google Earth", as únicas coisas que se vêem são a Grande Muralha da China, "Neverland" e os seus caixõezinhos de crianças desaparecidas, e as ruínas da Casa dos "Érres". Parece que foi hoje rebatizada de Almada, só a Senhora de Fátima saberá por quê...

O ataque do saloio de Boliqueime

O ataque do saloio


Depois de saber que o Dias Loureiro tinha sido indiciado, deu-lhe uma coisa e, quando ia falar ficou assim, coitado...

Vai-te embora para Marte

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O Miguel Sousa Tavares, esse senhor que tanto ataca a Madeira, afirmou, na sequência da renuncia da Maria João Pires à nacionalidade portuguesa, que pensa ir viver para o Brasil...


Se fosse outra pessoa tenho a certeza que diria até pode ir para a p... que pariu... Mas isto são meras especulações minhas!

O Oráculo de Boliqueime

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video


Mais valia, como é costume, este gerador de perdigotos ter ficado calado.
Imaginem, agora, o que será o duo formado por ele e pela Manelinha dos Leites, se ela ganhar as eleições, longe vá o agoiro...

O Relatório Sanfona


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YES THEY CAN

O Papa de Bilderberg



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Imagem do KAOS


SIM, BENEDITO XVI QUER UMA AUTORIDADE MUNDIAL (?), PARA PODER PASSAR A CRIAR E A RESOLVER CRISES MAIS RAPIDAMENTE: UM SÓ DEUS, UMA SÓ AUTORIDADE, UMA SÓ GRIPE, UMA SÓ REPRESSÃO

Sim, o Grande, o Pequeno e o Médio Oriente Lusitano seguraram o Constâncio


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Imagem do KAOS

BEM PODE O AVENTALINHO SEGURÁ-LO, COMO SEGUROU O PEDROSO, O CARRILHO E O FERRO RODRIGUES: NÃO CAEM AGORA, CAEM DEPOIS

Há sangue em Xinjiang


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YES THEY CAN

Michael Jackson vai ser enterrado sem cérebro, no Santiago Barnabéu: transmissão, a partir das 18 h.


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ASSIM VIVEU, ASSIM MORREU

Multidão em fúria viola cordão de segurança, para dizer o seu último adeus a Michael Jackson




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Descubra as diferenças



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Cumpriram o quê?! Há que dar Sentido a Lisboa

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Há um senhor que é presidente de uma Câmara Municipal no Continente português que tem como slogan: "Cumprimos" e eu estive a ver o sítio oficial na Internet e não cumpriram nada!

Basta ver que as contas, porque amanhã esse presidente pseudo-cumpridor quer um empréstimo de 250 M€ para pagamento de dívidas de curto prazo e investimento na reabilitação urbana.

Então afinal não cumpriram nada, e não há casa nenhuma arrumada! É mais dívidas e mais dividas!

Há que dar Sentido a Lisboa!

O País que tinha os cornos do tamanho dos bois da Beira

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Imagem do KAOS
Antigamente, antes das alterações climáticas, a "Silly Season", também conhecida por Época Laurinda Alves, costumava começar por esta altura. Hoje em dia, prolonga-se pelo ano inteiro, com algumas recaídas. Amanhã, Michael Jackson, o tal que mamava criancinhas, mas só teve azar de não estar inscrito no P.S., vai a enterrar no Santiago Barnabéu, tendo já a família avisado que qualquer assistente que se atrevesse a comparecer, sem ter comprado ingresso, seria impiedosamente abatido. Parece que já estão a treinar no Bairro de Santa Filomena, portanto, amanhã, anuncia-se escaldante. Todavia, isto acontece no Hemisfério Civilizado, enquanto nós inisistimos em permanecer na Cauda da Europa. Somos um povo sublime, e basta pensar no TGV, que, enquanto urgência pela Europa que viajava, foi moda nos Anos 80; nos Anos 90, descobrimos que havia uma coisa com esse nome, e, no início do séc. XXI, conseguimos a proeza de o tornar obsoleto, sem nunca dele termos usufruído. Acho que, com a "Passarola", foi o mesmo, pelo que deve ser crónico, ou seja, passar adiante, e "cagar", como o Manuel Vilarinho. Quanto ao resto, nós, os ordinários, os bloguistas sem princípios, a "gentalha", fomos, aos poucos, descobrindo que éramos pérolas deitadas a porcos: eu sei que é chover no molhado, mas, das muitas vezes em que descrevi Manuel Pinho tal qual ele era, era eu o tarado, o escatológico e o indigno de um país de grande classe, mas chega de lamentações, e vamos ao provérbio: a expressão "pôr os cornos", como em tudo o que é do vernáculo português é muito elegante, os Ingleses, por exemplo, dispensam-nas, fazendo "lan-parties" e "swing", também chamadas trocas de casais, durante as quais desaparecem as Maddies. Ora, se a forma é vulgar, melhor, reles, a essência é sublime: Portugal é um país a quem longas gerações de políticos puseram os cornos, "enganaram" -- outro termo lindo, ao nível do "séria, limpa e honrada procura cavalheiro com meios para amizade, ou algo mais".
Pessoalmente, quando voto, não procuro amizade, e, muito menos, "algo mais": bastava-me o rotineiro de qualquer estado civilizado, coisa que, trocada por miúdos, representava ter à cabeça do Estado gente com o mínimo de decência, e que não nos pusesse os cornos.
Não temos, nem nunca teremos.
Visto ao inverso, os cornos públicos do Manuel Pinho são uma prova de coragem, representam um homem generoso, que tanto fez por Portugal, e mais fará, mal lhe arranjem o tacho do costume nalguma coisa privada paga pelo Estado. Para mim obviamente, como para milhões de Portugueses, a sua memória resumir-se-á à derradeira imagem reles do seu reles perfil: é para isso que servem as televisões, graças a deus. Felizmente que se foi embora, e foi substituído por outro homem sério, limpo e honrado, o Pargo das Finanças, agora erigido em Moreia da Economia e Finanças. Gosto muito dele: já o estou a ver em Setembro, na "rentrée", quando isto estiver dez vezes pior do que agora, a fazer corninhos ao Cristiano Ronaldo, em Neverland. Diz ele que a sua prioridade é a retoma não sei do quê. Suponho que essa retoma seja equivalente ao "Pugrèsso", do Cavaco, mas temos de ser subtis, e saber ler o que ele está a dizer nas entrelinhas: hoje toma posse como Ministro da Economia, amanhã, o seu "pugrèsso" será tomar posse da Pasta da Agricultura, quando a Boca de Esporra Doce também fizer corninhos na Assembleia, e, depois, como Ministro da Educação, quando a Lurdes apanhar com uma garrafa nas hastes, enfim, um Super Ministro de Tudo, acho que Einstein andou a sonhar com isso na Teoria da Unificação, e mal sabia ele que a coisa era um ovo de colombo e ia ser feita durante o agoniante reinado de um pseudo-engenheiro.
A verdade é que o futuro a Ferreira Leite pertence. Vamos voltar aos velhos tempos dos "boxeurs" do Alto do Pina, da "Miss Fardas", mas agora versão muito mais charmosa do Nuno Melo, que o que a Portas agora quer são homens e descanso, e a Manela, escalavrada como o Grande Canyon, e sorridente, porque lhe deve dar um gozo do caraças enterrar aqueles gajos que, dentro do ninho de lacraus do seu/dela Partido lhe davam uma semana de longevidade, está a resistir. Tenho, pela Ferreira Leite, o justo gosto do jogo limpo, e sempre defendi que quem tinha comprado a cama nela se deveria deitar. Espero, ansiosamente, pelo seu governo minoritário, que vai a ser a musa de alguns dos meus melhores textos, lá para o Inverno. Até lá, não a vou hostilizar, porque os Búzios da Bahia já me disseram que a coisa está mais do que certa. Vão ser lindos, os encontros de quinta feira, entre ela e o cadáver do Primeiro Cavaquismo, a relembrarem os velhos tempos, quando ele a pôs na rua, por incompetente, e ela depois voltou, gloriosa, para dirigir a Educação, coisa que qualquer azémola está capacitada para fazer, nesta coisa em forma de país. Vão sentar-se à secretária, e o Cavaco vai ensinar-lhe a fazer a Boca do Ataque , os dois de boca em "O", com a Maria de Centro Esquerda a marcar o ponto, e o neurocirurgião do Conselho de Estado, Lobo Antunes -- estranho, um neurocirurgião no Conselho de Estado, nomeado pelo Aníbal, não acha?... -- com a seringa na mão, não vão os dois empolgar-se mesmo e ficar com a boca, para sempre, em "O". Ia ser mau para eles e para o país: um Governo a fazer corninhos, e a Presidência da República petrificada, com a boca em "O", como se lá tivesse havido uma Pompeia qualquer. Mau, muito mau...
Até que este cenário se instale, não vou hostilizar ninguém... quer dizer, um dia destes, ainda faço o tão prometido texto sobre o Colar de Perólas da Manela, mas num tom carinhoso, já que temos de contar com ela para arrancar este flagelo, e para arrancar este flagelo até alianças com o Diabo faço. Como diz o espírito popular, depois, logo se vê, embora eu já esteja a ver clarissimamente o... depois, mas isso sou eu, que tenho algumas doses de vidência. Vocês podem ir imaginado: comecem pelo pior possível, porque, a partir de aí, tudo é ganho...
Portanto, resumindo, Teixeira dos Santos irá acumulando pastas, à medida que os Ministros forem recebendo ordem de abate, Ferreira Leite já estará a ensaiar Boquinhas em "Ó" -- Ò p'ra ela!... -- e, no meio disto tudo, vou votar no Santana, para ainda provocar mais bagunça, e o leitor sei que me está a pedir para rematar este texto com chave de ouro: posso tentar, e dizer-lhe: é livre de votar em tudo o que quiser, de não ir, de pôr, no papel, corninhos e bocas em "Ó", vote em tudo, exceto no P.S. e no Bloco de Esquerda, se não quiser apanhar com mais estragos colaterais do Socratismo. Tenha é plena consciência do que vem aí, e depois não se queixe, está bem?...
O meu derradeiro carinho vai para o dejeto em que se tornou o Partido Socialista, nas mãos da corja socrática: vocês não me enganam, e sei que estão todos a trabalhar, a fundo, noitadas, olhos vermelhos, "brain-stormings" de Prozacs e 500 "bicas", para o vosso resultado histórico... Ah, sim, acho que vocês ainda não sabem que vão ter um resultado histórico: amigos, é a Câmara Municipal de Almada, com os seus gloriosos entre 2 a 3% de votos no P.S.
Melhor, como me disse ontem, ao telemóvel, o Vítor do Aventalinho, de seu nome Constâncio, uma previsão séria de 2, 76%: o melhor resultado do Partido Socialista, desde que Soares desistiu de pisar a bandeira nacional, em Londres.

Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Um do "povo superior"?!

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Fonte: Record

Cristiano Ronaldo foi hoje apresentado no Real Madrid.

Os meus parabéns e desejo-lhe a melhor das sortes nesta nova etapa da sua vida!

Força Cristiano Ronaldo!

Domingo, 5 de Julho de 2009

Obra a obra a fo*er Lisboa!

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A verdade é que este senhor que fazia falta, agora anda calado... Que atitude teria o Zé, se fosse o Santana o presidente da CML e achasse bem colocar os contentores? Que atitude teria o Zé, se o fosse o Santana o presidente da CML e fosse ao concerto o Tony, com apoio da CML? Que atitude teria o Zé, se fosse o Santana o presidente da CML e destruisse a baixa de Lisboa e Terreiro do Paço?!

Será que o Zé desapareceu? Será que o Zé mudou-se? Será que o Zé esquece-se de como se embarga obras?! Será que o Zé em vez de resolver os problemas dos Lisboetas, acha por bem destruir a cidade de Lisboa...

Espelho meu, espelho meu, há horror pior que este?

Reflexões laranja

A guerrinha do Barack Obama

Guerra no afeganistão

O Barack Obama já tem a sua guerra particular para brincar; o Afeganistão. Assim está garantido o negócio das papoilas, da indústria de armamento e da guerra norte Americana. Num país pobre, perdido no “Cu de Judas” estão os novos inimigos mortais, os culpados de todos os males do mundo, os Talibãs.
Quando haverá nos EUA um Presidente que não tenha inimigos para abater nem povos para bombardear? Se calhar nunca.

Cá pelo Jardim já começou a campanha de vender os Talibãs como os mais horriveis personagens do mundo e nas televisões já passam as reportagens a mostrar os seus crimes, as suas maldades e a justificação para todas as bombas que lhe pudermos atirar para cima. Tudo como dantes na informação e no controlo da opinião publica.

Sábado, 4 de Julho de 2009

Tou-me cagando

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