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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Como previsto pelo "Braganza Mothers", com o encerramento das Sucateiras, o branqueamento de capitais vai para as velhinhas recoletoras de lixo




Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Velhas no tráfico (não, não são as de Arraiolos, da extinta Air-Luxor)

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Inédito em Portugal: Supremo Tribunal de Justiça vai investigar tribunal que ilibou sucateiros, e depois vai-se investigar a si mesmo!...


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imagem do KAOS

QUEM SE METE COM O "AVENTALINHO" LEVA...

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Encontro de "Presidentes" da República das Bananas

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Imagem KAOS


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Uma Sanfona de Contradanças, em forma de "Aventalinho"



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Imagem KAOS

Vêm-me sempre lágrimas aos olhos, sempre que soa Música em Portugal. Sou um melómano. Quando a Sanfona tocou, eu chorei: ela é lindíssima, sobretudo quando branqueou o BPN, e vinha, ao mesmo tempo, vender rifas do "Águias", de Alpiarça. Tantas que eu comprei...
Nem Dante se atreveria a tanto.
O segundo naipe é o António Contradanças, porque imagino a Sónia Sanfona a tocar flauta de papos, com o António Contradanças todo agarrada à Vara, a esfregar a rata e a fazer o número da Viuvinha do "Freeport", enquanto lhe metem "luvas" nos silicones, e o Godinho faz um "rap", bué ritmado, nas Sucatas.
Eu sei que tudo isto cheira a "Passerelle", e que já estamos a imaginar uns gajos camorrianos, um dia, a dispararem, e a deixarem os passeios cheios de sangue, com mulheres de bigode a fugir, desesperadas e aos gritos, como aquelas Palestinianas, que fazem ULULULULULULU com a língua, sempre que se livram de mais um filho drogado, desempregado e repetente, em forma de cinto-bomba.
Falta a Isabel Alçada, para escrever umas Aventuras no Banco Central Europeu, com o Vítor Constâncio, vestido de Heidi, a ir ocupar, pelo Princípio de Peter, uma vice presidência do Banco de Calotes de Bilderberg.
Eu sei que até aqui tudo isto já metia nojo, sobretudo, se pensarmos que o gajo que queria, e vai, queimar as escutas de Sócrates/Vara, foi reeleito Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, ou lá que nome é que essa merda tem. O tipo tem um ar sinistro, e tem tudo escrito na cara, pelo que acho que não necessito de gastar mais palavras para o caracterizar, pelo que regressei ao Constâncio, e pensei: "se esta azémola já tinha chegado à Presidência do Banco de Portugal pelo Princípio de Peter, que outro Princípio, mais alto, o teria levado a ser promovido ainda mais acima?..."
E foi aí que, sendo hoje dia 13, a Senhora me apareceu a dançar, toda na descontra, de braço dado com o Solzinho, e se me fez luz, nesta pequena cova de iria que transporto no meu coração: quer Constâncio, quer Noronha do Nascimento estavam a erguer-se aos Céus movidos pela única indústria que continua florescente em Portugal, a Indústria do "Aventalinho".
Bem hajas, Grande Oriente Lusitano, a gente agradece.

(Aventalado no "Aventar", no "Arrebenta-Sol", no "A Sinistra Ministra",  no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e na casa de putas do "The Braganza Mothers")

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Transcrição integral de um texto do KAOS, sobre o Cágado da Economia


«Para Manuel Pinho, o mundo tal como conhecíamos até agora acabou. "Durante 10 a 15 anos vivemos num mundo de prosperidade assente em quatro motores: num sistema de financiamento eficiente; na inovação; na expansão do comércio, o que trouxe para a nossa área de influência países como a China, Índia ou Rússia; e na energia barata para todos. Pois bem, esse mundo acabou", disse o ministro, mas alertando que "este era um cenário que já se previa. Quando se exporta mais para a Suiça do que para a China, já se estava a prever o que ia acontecer", comentou.»

Acabou? Que mundo é que acabou? De que prosperidade fala o Ministro, da dele? Será que se lhe acabaram os campos de golf, os excessos de velocidade nas nossas auto-estradas, e que não vai haver Allgarve para o ano que vem? Vai a nossa costa Alentejana ser salva da especulação imobiliária por esta crise?
É que para muitos milhões de portugueses, toda essa prosperidade de que fala o ministro nunca passou de uma miragem no deserto da interminável crise que nos apresentavam. Sempre nos falaram do paraíso que estava para lá desse deserto, mas por mais que andássemos nunca lá chegávamos e agora vem o Ministro dizer-nos que nunca lá chegaremos. Todos os “motores” resolveram avariar-se ao mesmo tempo, o do crédito porque a especulação e a ganância não têm limites, a inovação porque de tanto inovarem nunca chegaram a mudar nada, os novos países que enormes novos mercados prometiam para acabaram por minar o emprego e o investimento e porque quem produz a energia entendeu que a galinha dos ovos de ouro era sua. Claro que o Ministro vem agora dizer tudo isto já se estava a prever, mas foi também ele quem sempre elogiou o sistema, quem nada fez para acabar com os paraísos fiscais das offshores e quem nunca se cansou de nos apontar as miragens do futuro. A culpa é dele, do Sócrates, do Teixeira dos Santos, do Cadilhe, do Cavaco, da Manuela Ferreira Leite, do Portas e do Félix, do Balsemão e do Pacheco Pereira, do Teixeira Pinto e do Constâncio, o Barroso e o Marcelo Rebelo de Sousa e de todos os outros que criaram e alimentaram o sistema sabendo que ia ruir mais dia menos dia. Vai esta gente toda sair impune disto? Claro que vai, vão continuar a fazer mais do mesmo, vão continuar a defender o sistema enquanto ele os servir e vão deixar os povos pagarem o mal que fizeram.


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