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sábado, 13 de março de 2010

A Intocável


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Para ler tudo sobre a Dona Diana Barroso Soares, mais conhecida pela "boca do corpo" de Rui Pedro Soares

terça-feira, 9 de março de 2010

Câmara de Torres Vedras não quer a bandeira de croché, nem o garrafão de Joana Vasconcelos


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Ela vai tentar vender o garrafão em Águeda, para a Campanha de Manuel Alegre

quinta-feira, 4 de março de 2010

Valises Sáficas en Carton

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Imagem do Kaos

Sou liberalíssimo em coisas que metam sexo, porque acho que já percorri, e fiz, muitas porcarias ao longo da vida, incluindo sexo com animais, já que tinha uma cadela, encantadora, que adorava ser estimulada na pachachinha com a ponta de um guarda-chuva, e como ela gostava, eu ia-a massajando, enquanto, à mesa, se falava de Fílon de Alexandria, e das minúcias da Cristologia e da estética do Cristo pendurado na Cruz.
Bons tempos.
Desde aí, decaímos muitíssimo, e vou já direitinho ao assunto: os bochechos que ouvi, de Moura Guedes, naquela coisa que se chama "Comissão de Ética", valeu uns bons Solnados dos tempos épicos, os melhores momentos da Maria Rueff e a Monchica, nos dias de génio.
O grave é aquilo ser uma autópsia do País, e a prova provada de que estamos na mão de um Psicopata de Estado, tal como a Rússia, em tempos, esteve, com Estaline, e a Alemanha, com Hitler. Pode ter muitos efeitos especiais, muitas virtualidades, muitas bandas largas, muitos José "Magalhães", mas a essência paranóide lá está, e está eleita por 4 anos, a menos que lhe ponham uma moção de censura, muito rapidamente, e a Democracia seja restabelecida, bem como a separação dos Poderes, e a Liberdade de Pensamento e Expressão.
Eu sei que é muito, mas, neste momento, é o mínimo dos mínimos.

Feita a crítica na generalidade, vamos à crítica na especialidade, e vai direitinha para um apêndice, chamado Inês de Medeiros, que intentou Filosofia, na UNL, de onde saiu com o carimbo de "a mulher mais estúpida que por lá tinha passado", e passaram muitas, e bem estúpidas.
Como se pode imaginar, o momento seguinte foi vê-la, pelo Princípio de Peter, nas Listas do PS, onde, aliás, não se deve destacar muito, pela negativa, de diversos outros casos patológicos que por lá vegetam.

A novidade, e é aqui que entra o Sexo, é que me chegou que a gaja é fufa, o que é encantador, e, portanto, vai ao cobrimento das quotas, uma bicha assumida, o Vale de Almeida, uma fufa, ela, as tais mulheres, como a Senhora de Mota Amaral, e uns homens, cada vez mais raros, que não vou enunciar aqui, para não serem imeditamente assediados, por gente esfomeada.
Como disse, sou liberalíssimo em sexo, como em quase tudo, exceto em violações deontológicas, camaradagens com gente de baixo nível, e cumplicidades em cestos de robalos. Odeio robalos, e tenho como regra de vida que os robalos são para gastar, TODINHOS, mal nos chegam às mãos, e sempre em coisas que nos dão prazer. É o meu confucionismo, e toda a minha vida se rege por ele, mas já me estou a desviar do assunto, e volto já a ele: como é público, essa nódoa, Inês de Medeiros, fraca atriz e fraca atrás, parece que recebe um subsídio semanal para vir fazer papel de estúpida a Lisboa, e voltar a Paris, para lhe passarem a rata a pano de chão. Nada contra o pano de chãp, porque a fufa feliz é a fufa bem lambida, agora, de cada vez que, nessa Comissão de "Ética", semana após semana, a câmara inevitavelmente cai no focinho da criatura, eu, cidadão português, intelectual, artista, maior e vacinado, sinto que estou a ser insultado. Por definição -- emendem-me, se estou a pensar mal -- uma Comissão de Ética não deveria integrar, em caso algum, gente que é publcamente tida como gente sem moral.
Não há quem consiga tirar aquele emplastro dali?...

Leia e faça o favor de passar.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

"Lobby Gay" sofre forte revés no Museu de Arte Antiga: finalmente, justiçou-se o acontecido no do Azulejo...


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DIRIGIR UM MUSEU NÃO É O "LABIRINTO"

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

não há almoços à borla... cunhas e pactos de silêncio!

“…a Câmara receberia como contrapartida pela cedência dos terrenos um dos prédios com os apartamentos completamento equipados. Era um edifício muito grande, seguramente vinte ou trinta apartamentos, numa zona que aos preços do mercado era (e é) valiosíssima. Outro documento tinha o rol das pessoas a quem a Câmara tinha entregue os apartamentos. Havia advogados, arquitectos, engenheiros, médicos, muitos políticos e jornalistas. Aqui aparecia o nome de personagem proeminente na altura que era chefe de redacção na RTP.”

“…Quem tem estas casas gratuitas (é isso que elas são) é gente poderosa. Há assessores dispersos por várias forças políticas e a vários níveis do Estado, capazes de com uma palavra no momento certo construir ou destruir carreiras. Há jornalistas que com palavras adequadas favoreceram ou omitiram situações de gravidade porque isso era (é) parte da renda cobrada nos apartamentos da Quinta do Lambert e noutros lados. O silêncio foi quebrado agora que os media se multiplicaram e não é possível esconder por mais vinte anos a infâmia das sinecuras. Os prejuízos directos de décadas de venalidade política atingem muitos milhões.”

“Não se pode aceitar que esta comunidade de pedintes influentes se continue a acoitar no argumento de que habita as fracções de património público "legalmente". Em essência nada distingue os extorsionistas profissionais dos bairros sociais das Quintas da Fonte dos oportunistas políticos que de suplicância em suplicância chegaram às Quintas do Lambert. São a mesma gente. Só moram em quintas diferentes. Por esse país fora.” Viu-se o pacto do silêncio aqui!
Hoje no público temos mais uns "pequenos" detalhes sobre os beneficiários das cunhas, num país, à beira do colapso económico, onde muito se queixa a classe média e com razão, que ainda não provou o quotidiano de quem apenas sobrevive com o ordenado mínimo ou ainda menos! Mas só tem problemas quem tem voz... ou ligação à net! Quem não tem voz, não tem problemas nem hipóteses de meter uma cunha para que lhe seja atribuído um T1 ou T2 no centro de Lisboa... ou muito simplesmente uma data de consulta ou de cirurgia num hospital público... porque, até aí, é preciso ter cunha!
Vergonha de país! E só pactos de silêncio! Insurjam-se, não deixem isto continuar!

Protesto Gráfico

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