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sábado, 12 de junho de 2010

Portugal, 25 Anos e uns trocos, de Cauda da Europa

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Imagem do Kaos

sábado, 29 de maio de 2010

Naked boys dancing - Indique pelo menos quatro diferenças, relativamente aos programas da Júlia Pinheiro

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António José... seguras, o quê???...

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Imagem do Kaos

A Realidade tornou-se elementar, coisa que não acontecia desde os Epicuristas: basta ao preguiçoso estar sentado, no seu sofá, e ir riscando os dias do calendário do Final dos Tempos.
Ontem, ou anteontem, ou transantontem, enfim, isso é irrelevante para este discurso, houve uma procissão de corruptos do Largo do Rato, suponho que por causa da Romaria do Beato Garrafão de Águeda, em que uma das azémolas disse que "no PS havia muitas sensibilidades". Sou mau em contas, mas posso enumerar algumas: os Pedófilos, que mandam em metade mais um terço de tudo; os Ladrões de Gravadores, que são uma subespécie em vias de expansão; os Ladrões, "tout court", que são tranversais ao Partido e vizinhanças; os das Fundações; os Analfabetos, detentores de diplomas da "Moderna", da "Independente" e da "Lusófona"; os do Futebol Clube do Porto; os Traficantes de Droga; os Traficantes de Armas; os do Futebol; os do "Aventalinho"; os da Opus; os que são ao mesmo tempo do "Aventalinho" e da Opus; os do Clã Constâncio; os do Clã Soares, Pai, Filho e Espírito Santo; os pseudo ex-PSD; os renegados do PCP; os Paneleiros; as Fufas, Lesbian-esfregona, que passeiam os grandes lábios em Classe Executiva; os "Chefes"; os "Patrões" de Mozambique; os traficantes de diamantes de Angola; os defensores das Causas Naturais; os Mentirosos Compulsivos; os Berardistas; os Mega na Peida; os Monhés, que se dividem entre os que se Bavam e os ainda não se Bavam; os Coelhistas; os proprietários dos terrenos da Ota; os proprietários dos terrenos de Alcochete; as Abortadeiras; as Unidas de Facto; as Separadas de Facto; as Anãs; os "Hammerskins-light"; as Beatas; os Papistas; os Servidores de Serviço e os Filhos da Puta generalizados, e os piores de todos: os que pensam que as categorias atrás são invenção minha. Deve-me ter faltado algum, mas vocês preenchem, tipo palavras cruzadas.
Pois estavam todos reunidos, para saber se entregavam o cadáver de Manuel Alegre, já esta semana, à Servilusa, ou se esperavam mais uns meses, para ele ser encontrado, já cadáver, num contentor, ou numa urna, à porta mais próxima da Servilusa.
Entretanto, o "Expresso", que ainda pensa que está na fase de fabricar "Realidades" e "Avatares" deu o mote: era a solução inglesa, que diz que um partido pode fazer merda durante anos, mas, de repente, salta a rolha, a rolha diz que nunca fez parte da garrafa, e põem outra rolha na garrafa, para a garrafa ir a votos, como se não tivesse nada a ver com a piela anterior.
O processo é lindíssimo, e rola em Albion. Em Portugal, é mais um epifenómeno da estrumeira, e consistia em dizer que a responsabilidade do Desastre Português era um cavalheiro, José Sócrates, que percebe tanto de Engenharia quanto eu, o culpado, e tudo o resto eram inocentes, de maneira que se arranjava alguém ainda "virgem", o que é dificílimo, hoje em dia, e se o punha a substituir o Vigarista de Vilar de Maçada, à frente de um Partido recauchutado.
Nada disto é ingénuo, e prende-se com uma fatalidade factual que é a seguinte: no momento em que o PS for afastado, a bem, a mal, pela Lei, pelo pontapé, pela palmadinha nas costas, ou pela violência, da área do Poder, estará afastado dela durante, pelo menos, uma geração. Ora, uma geração é muito tempo, sobretudo, se pensarmos na avançada idade de Dona Adelaide Monteiro e nos "off-shores" de todos os seus meios-irmãos, meios-maridos, meios-primos, meios-sobrinhos, meios-enteados, nos tremeliques de mãos do Coelhone, e na própria abjeção da Câncio, um caso de estudo, para os académicos futuros.
Acontece que, no meu limitado entender, quando me falam de um tal de Seguro, só vejo uma figura repugnante, com aquele olharzito muito tipicamente português, semitriste, as nossas Madonnas dell'Angoscia, sem a parte Madonna, e com uma Angoscia tão falsa como os arrependimentos do criminoso Ratzinger, a fazer o papel do Francisco de Assis generalizado, como se uma nádega, mista de Paulo Pedroso com os olhares fulminantes da Cadela Ciosa do Herón-Castilho, pudesse vir messianizar o deserto em que Portugal, por causa deles, se tornou.

A Direita é mais pragmática, e conserva a noção de Dignidade do Estado, pelo que já percebeu que chegou a altura de afastar do Palácio de Belém um par de Criadas de Dentro, cujas preocupações são meninos-jesuses, chitas, bandeiras de croché, e andar a abrir armários de esfregonas, diante dos Reys de España.
O Sr. Aníbal, como já afirmei há cinco anos, devia ter-se dedicado à criação dos netos, para evitar que esta vertigem dos exegetas da História Recente não acabem, um dia, por fazer dele um dos condóminos de um Tribunal de Nuremberga, à Portuguesa, mas isso é um assunto de quem votou Aníbal, como se Aníbal não fosse, desde sempre, um sinónimo de Cada Dia Pior.

No que ao PS respeita, sou apologista de que deve ser arrancado das suas metástase de Estado, de facto, durante uma geração, ou todo o tempo que for preciso, mas arrancado em todas as suas facetas, incluindo bêbedas Anas Gomes, "Farfalhas" em "Tournée" continental, Garrafões de Águeda, Presidentes da AMI e respectivas enfermeiras, e Supremos Juízes e Conselheiros e Procuradores da República das Bananas, mas num pacote grande, para os quais preconizo a solução polaca, em vez da solução inglesa...

Para que a coisa seja mesmo radical e "ad hominem", coisa que sempre criticaram no meu discurso, mas que lhe é intrínseca, quando olho para Sócrates, vejo um saloio, com uma batata no lugar do nariz, o que traduz origens da Terra Fria, que os fatos Armani bem tentam disfarçar, mas não conseguem. Como diria Armani, ou qualquer agricultor, uma batata é uma batata, uma batata, uma batata, uma batata...
Em contrapartida, quando olho para o Seguro, pressinto uma criatura com duvidosa higiene oral, que, quando finge sorrir, mostra um verde deslavado perto das gengivas, como se tivesse estado a mastigar uma bandeira de croché, da Joana não sei das quantas, mas só na zona relva, e que, quando descalça os sapatos, mostra que as meias não são como dinheiro, em Vespasiano, e podem ter bastante cheiro... Quanto ao resto, tem o corpo todo em forma de rizoma, ao contrário do de Maçada, que é mais modesto, e guardou o rizoma para a ponta da penca.
Quero terminar este texto, dizendo que realmente está na altura de fazerem as malas e irem embora: sou demasiado nefelibata para me apetecer estar a assistir a escandaleiras à Grega, com o Poder a ser aviltado na rua, embora compreenda que, se tiver de ser, que remédio,... será.

(Quarteto de fífias, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Zeinal Bava apela a um grande levantamento da Nação Monhé, contra o atentado ao seu carreirismo cego


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A pé, ó vítimas da fome!...

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Aníbal de Boliqueime vem declarar ao país que veto do Casamento "Gay" já estava previsto no Terceiro Segredo de Fátima


sábado, 15 de maio de 2010

Clara Pinto Correia vem defender publicamente Professora de Mirandela, e diz que também foi contatada para posar nua para a "Playboy"


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Só não aceitei, porque, em vez da Capa, me queriam pôr nas páginas do Necrotério...

quinta-feira, 15 de abril de 2010

"Chamadas para Tóquio" sobem hoje de preço


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Yes we can :-)

terça-feira, 13 de abril de 2010

Contra Ratzinger, seguido de uma incurável genética nacional de Autos de Fé


Imagem do Kaos

Vamos começar por cima, e descer até à pocilga, o que, de acordo com Hermes Trimesgisto, é exatamente o mesmo.

Sou Europeu, Português, Maior, Adulto, Vacinado, Não-Ateu e Não-Cristão, ex-votante, para nunca mais, do Partido Socialista, e venho, ao abrigo dos valores do Iluminismo e da Liberdade de Expressão, arrasar duas detestáveis figuras da nossa contemporaneidade.

Joseph Ratzinger é um Alemão, o que já não augura coisa boa, para nós, que gostamos muito mais das brisas do Mar Latino.
Da Alemanha, vieram os três pretextos para os maiores holocaustos do séc. XX: Duas Guerras Mundiais, que quase iam irradicando, da Europa, a Humanidade e a Cultura, o flagelo de Marx, o flagelo das sequelas de Nietzsche e o horrível Mito da supremacia do Caucasiano.
Faltava-nos, ainda, esta cereja, chamada Ratzinger, que, à medida que se vai tornando evidente, foi, nada mais, nada menos, do que o cérebro negro e a eminência parda que esteve por detrás de todo o progressivo e irrecuperável divórcio entre a Igreja do pós-Guerra e a Humanidade.

Ratzinger está para a Igreja como Rasputine esteve para os dias finais do Czarismo: move os cordéis da sombra e é totalmente insensível às marionetes que os seus gestos fazem sucessivamente arder.
A Igreja apenas conheceu um Papa grandioso, enorme, generoso e vidente, na segunda metade do séc. XX, Chamou-se João XXIII, o Cardeal Roncalli e, infelizmente, durou pouco.
Não é do meu tempo, mas tenho, por ele, a mais sincera das reverências, e talvez houvesse conseguido o difícil milagre de me fazer Cristão, tivéssemos nós sido contemporâneos.
Compreendeu, pela emoção, e pelo pragmatismo, duas coisas que nos parecem imediatas, mas não o são: 1) que a Igreja é uma invenção do Homem; 2) Que a aparente incompatiblidade entre Crentes, Agnósticos e Ateus se resume afinal a arranjos linguísticos elementares. Para o Crente, Deus existe mesmo; para o Agnóstico, ou, melhor, para o Humanista, para tornar a base mais lata, Deus é aceite como uma necessidade humana da infinita miséria do macaco nu; para o Ateu, Deus é uma excrescência do percurso para a Razão, mas não mata, nem mói ninguém, e é compatível com o são convívio das sociedades.
Creio que o que acabei de escrever não justificaria quaisquer guerras religiosas, quaisquer perseguições, nem quaisquer fundamentalismos: como pregou o Profeta Jesus, nos seus espantosos Evangelhos, "Não chateies e também não serás chateado".

A seu modo, e muito à maneira grega, João XXIII compreendeu que o Homem estava no centro do processo, e, discretamente, colocou "Deus" e a Igreja ao serviço do Homem, o que faria o simultâneo contento de Crentes, Agnósticos e Ateus.
Morreu precocemente, e foi substituído pela "Marquesa" Montini, usualmente conhecido por Paulo VI, nascido em berços de seda, e totalmente alheio à Modernidade, convencido de que podia integrar a longa linhagem de aristocratas sumos-pontíficies, como era tradição italiana.
Caiu no erro, e já na sombra minava Ratzinger, de inverter os termos, e de tentar colocar a Igreja e o Homem ao serviço de Deus, sabendo já que "Deus" pouco tinha, nos conturbados Anos 60, de consensual.
Foi a época dos anátemas contra os divórcios, as derivas sexuais, e quem lhe deu o bem justo cheque-mate foi Peyreffite, uma "madame", escritora e diplomata parisiense, que lhe chapou na imprensa com o nome do amante, se não me engano, o filho varão de um industrial italiano. (A coisa vem toda contada em "Propos Secrets", e quem ainda souber francês neste miserável país, que o leia).
Acobardado, e caçado na sua varanda de S. Pedro, Paulo VI caiu no erro de o ameaçar de excomunhão, naquelas feiras do relógio a que a Basílica do Vaticano assiste todos os domingos.
Dizem os contemporâneos que nunca choveram tantos telefonemas em Paris, e Peyreffite subiu à glória, enquanto "Madame" Montini mergulhava nas trevas, dizendo que "os homossexuais deviam ser todos lançados aos ratos (!)"

Creio que o que queria era ser comido por um rato, mas morreu antes disso.

A conspiração da sombra continuou então, com a execução, à velha maneira renascentista e borghiana, do Cardeal Luciani, Patriarca de Veneza, que queria abandonar o Palácio Papal, e vir viver para um apartamento de Roma, com "jeans", e na boa linha de despojamento do Cristo.
Durou um punhado de dias, enquanto a Igreja saltava de escândalo em escândalo, assassinatos de Aldo Moro, enforcamento do Presidente do Banco Ambrosiano, colocação a nu das ligações entre a Mafia Episcopal e as Lojas Maçónicas viradas para o Crime, como a célebre P2.

Ratzinger, um cobarde, que tinha tido o pavor de que as sequelas de Maio de 68 destruíssem, de vez, o peso opressor da Igreja sobre os Povos, enveredou então pelo Fundamentalismo, aproveitando a boleia do que se estava a passar no Irão.
Como intelectual, sibarítico, inteligente e florentino, entendeu que a melhor maneira seria transformar a Fé numa Crendice, para anestesiar as bases, e evitar sobressaltos de cúpula: a sua genial invenção apareceu através de um rústico, ex-mineiro polaco, João Paulo II, que, ao longo do seu sinistro Pontificado, permitiu a propagação da Sida, pelo aconselhamento do não-uso do preservativo, em pleno auge da epidemia, esmagou as subtis conquistas da sociedade civil, e, definitivamente, incompatibilizou o livre pensamento com os chavões da Igreja.

Os grandes tempos do Culto tinham terminado, e começavam os miseráveis tempos da Crendice, com pastorinhas santas, balas perdidas, transformadas em milagres, uma chusma de merceeiros elevados à categoria de beatos, e sempre um severo "não" a tudo o que não fossem as aberrações comportamentais da castração do corpo humano, composto por todas as suas partes, exceto pelo... sexo.
A sua maior criação, para o meu gosto pessoal, foi a do preservativo de rendas (!), ao qual a Igreja, e creio que a Joana Vasconcelos também não, não se opunham...
Fosse Breton vivo, e esta ia diretamente para a "Antologia do Humor Negro".

O que Ratzinger fez com João Paulo II roça a imoralidade, a indignidade, a impiedade e o sadismo: sabendo da estrutura primária do Polaco, utilizou-o em todas as frentes, vendendo viagens, banha da cobra e sorrisos, enquanto inoculava nas multidões os mais perversos princípios contra-natura a que a Humanidade assistiu, em pleno séc. XX. Para o fim, fê-lo sofrer, enquanto corpo, oferecendo-nos horríveis imagens desumanas de um homem em sofrimento, às ordens da impiedade de uma sombra, sempre de nome Ratzinger.
Após vinte anos desta monstruosidade, como muito bem diz Laura "Bouche", não havia onde arrumar o carcinoma, tais eram as suas metástases, e o Conclave resolveu então empurrar a vérmina Ratzinger para o lugar onde menos poderia provocar estragos, paradoxalmente, a Cadeira de São Pedro.

Retomando a metáfora, era Rasputine que passava de Monge a Czar.

Vamos agora subir um patamar: muitas vezes, a História tem sido injusta nos seus processos: a Revolução Francesa deveria ter sido contra Luís XV, e não contra Luís XVI; o 25 de Abril deveria ter ocorrido contra Salazar, e não contra Caetano; a queda do Comunismo deveria ter ocorrido com Estaline e não com Gorbachov, "and so on".

Hoje, quando diversas vozes se erguem na Grã-Bretanha, para uma condenação do ser que se intitula "Bento XVI", mas continua a ser o homem Joseph Ratzinger, cabeça de todos os males que entretanto ocorreram dentro da Igreja, na estrutura social, e na destruição do nível emocional que deveria ligar os Cristãos à sua Fé, uma culpa com meio século de prolongamento e agonia, essas vozes britânicas estão, por uma das raras vezes da História, a exigir que a Culpa caia sobre o verdadeiro Culpado.

A personalização do Problema Ratzinger na Pessoa Ratzinger é dos momentos mais oportunos da nossa Contemporaneidade, já que se trata de caçar o rato no momento em que julgou atingir o instante mais alto da sua impunidade.
Nunca a Humanidade, desde os Bórgias, assistiu a este escândalo de se ver, ela própria, Humanidade, mais a Igreja, e "Deus", seja Isso o que for, ao serviço de um mortal, de ar maligno, fisionomia de cadastrado, com Lombroso o leria, e de seu nome Josef Ratzinger.
Nós precisamos de ar puro, e não podemos aceitar que nos venha visitar um réptil, com palavras de condenação sobre a vida sexual dos outros, os divórcios, a liberdade de nascer e morrer, o puritanismo da condenação do outro, quando encobriu um dos mais miseráveis crimes de que o Homem é capaz: a violência das pulsões sexuais da Besta Pénis sobre o frágil corpo das crianças, dizendo, ao mesmo tempo "que os pedófilos deviam ser todos afogados", não, alma negra, Ratzinger, nós, esse nível, de impiedade e hipocrisia, não permitimos, e esperamos que tenhas, já em Lisboa, o ensaio daquilo que te espera na tua visita (?) ao Reino Unido: condenação, rejeição e profundo mal-estar.
Pela minha parte, tudo farei para que tal suceda.

O final é um pouco mais abaixo: é por Igrejas como a de Ratzinger que assistimos a autos-de-fé.
O Sistema Judicial Português, inquinado por uma revolução que nunca sofreu, pelo menos, desde os tempos da Santa Inquisição, está-se a preparar para afrontar a Opinião Pública através de uma das mais escandalosas provocações a que teremos assistido: na véspera da constituição de uma Comissão Parlamentar, para chamar à pedra o cidadão José Sócrates, por presumíveis atos de Lesa-Estado, vai haver peões que, no Baixo Vouga -- lamento, mas não tem metro perto, logo, não sei onde fica, nem sequer se existe... -- vão destruir provas e testemunhos da nossa História presente.


Cidadãos, a iniciativa é vossa.

(Quarteto sinfónico "a la Brahms", no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")

sexta-feira, 9 de abril de 2010

É impressão minha, ou a admissão dos pobretanas portugueses no Clube Euro teve como contrapartida penar eternamente em redor da divida alemã de 3 submarinos?...




P.S. - Gabriela Canavilhas, filha, dá-me a impressão de que te enganaste no número da porta...

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Zeinal Bava-se todo em english-monhé-portuguese :-)

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terça-feira, 23 de março de 2010

20% dos Portugueses é desregulado mental, afora os ameaços. Deu o País que deu...


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Amor, não ouviste vozes agora mesmo?...

segunda-feira, 22 de março de 2010

Grandes Êxitos do "Braganza Mothers I" - "A Dona Coisinha"

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
É interessante ter chegado aqui, e verificar que o número dos nossos leitores continua a disparar, em flecha, e não precisamos de vender DVDs, dar suplementos coloridos, cheios de ficções, ou quaisquer sacos de plástico.

Vou começar pela "Wikipédia", que, de repente, se tornou num campo de batalha, e perdeu a inocência, de um dia para o outro. A verdade é que, por detrás dela, já está uma pequena mão-cheia de ATENTOS construtores de uma certa versão da História.
Compete-nos, pois, a nós, contemporâneos desse tempo comum, impedir que ela se transforme em mais um local de propaganda de forças tenebrosas.

Entre esta manhã e agora, muito aconteceu na "Wikipédia". A entrada "José Sócrates", na qual eu tinha feito o acrescento do artigo do "Público", sobre as dúvidas da Licenciatura cozinhada na "Independente", já foi alterada, mas -- glória fácil!... -- para ter agora, como acrescento, em nota de rodapé, o seguinte: "Segundo o jornal Público, de 22 de Março de 2007, há algumas dúvidas sobre a integridade da atribuição do grau de licenciado a José Sócrates."

Uma pequena vitória, sobretudo para mim, que, apreciador de metalinguagens, entrelinhas e tons soturnos, adoro a expressão "integridade da atribuição", porque nos remete para o campo clássico das mulheres sérias e honradas...

De qualquer maneira, lá está, assim como continua a referência a "namorar, desde 2001, com Fernanda Câncio".
Hoje, vou alterar para "namoriscar", a ver quanto tempo lá dura...

Aqui, começa a parte pior da história. Onde, anteontem, havia um vazio, e, desde ontem, quatro curtas linhas, com as referências ao Jornal e Blogue da moça, assim como às suas intermitências do coração, todas devidamente publicadas, e nunca desmentidas, no "Correio da Manhã", onde eu glorificava a criatura, há agora um pequeno apagão. Foram APAGADAS, pela Comissão de Branqueamento do Regime, e a Câncio passou a ser apenas "uma jornalista portuguesa", de glória... mais difícil.

O artigo "Arrebenta" continua na prateleira dos "Para Apagar".

Quero ver, amanhã, quando tiver tempo, e me resolver a redigir a entrada "Braganza Mothers", aliás, conto convosco, colaboradores redactores, colaboradores comentadores e colaboradores leitores, para a construção da entrada...

O pior da história vem mesmo para o fim: é que, de facto, esta gentinha, que pensa que se move numa atmosfera bem lubrificada, com os postos-chave todos tomados, e a rede bem montada, se esquece de que o país está cheio de pessoas para quem eles não passam de ridículas epifanias de O-Rei-vai-nu, e a Blogosfera é o espaço ideal para que isso se diga.

Como toda a gente sabe, vamos continuar a falar, e já que os dinheiros do Estado são agora gastos para manter uma multidão de analfabetos funcionais, a verificar se se descai mais alguma linha do Currículo de Plástico do Fantoche de Bilderberg, eles que atentem à seguinte referência, que lá continua, na biografia, e pode ser perigosa: "Em 1995 tornou-se membro do Governo de António Guterres, ocupando o cargo de secretário de Estado Adjunto do Ministro do Ambiente. Dois anos depois, tornou-se ministro-adjunto do primeiro-ministro, com as tutelas da toxicodependência, juventude e desporto. Foi nesta capacidade que se tornou um dos impulsionadores da realização do EURO 2004 em Portugal."

"Toxicodependência, Juventude e Desporto"... sempre achei estranha a designação, até que estoirasse o Escândalo da Casa Pia.

No imaginário do português comum, o Casa Pia resumiu-se a uma série de anedotas de nível Câncio sobre o Bibi e o Carlos Cruz. Para as pessoas um pouco mais informadas, foi a prova provada de uma existência, em Portugal, de rígida promiscuidade entre o Poder Político e o Poder Jurídico, ou seja, da incapacidade de assegurar a Democracia, na sua definição correcta: "Paridade dos Cidadãos perante a Lei". Para os ainda mais esclarecidos sobre a história, o processo era elementar, embora terrível: quando se tratava de papar os putos, anestesiavam-se com coca; quando aquilo já estava destruído, psíquica e fisicamente, eram deitados à rua, onde, como toxicodependentes, tinham de se prostituir, para manter a dose de químicos. Era então que estoiravam, levando consigo, simultaneamente, a prova e o crime.

Faz sentido, pois, ter havido uma pasta chamada "Juventude, Toxicodependência e Desporto".

O Desporto era a montagem de bruços.

O Casa Pia veio mostrar que existiam cidadãos Pares e Ímpares. O Euro-2004, desse tal Ministro-Adjunto "impulsionador", com as tutelas da Toxicodependência, Juventude e Desporto, foi trazido para cá pela mão dos poderosos contactos internacionais do Cavalheiro Carlos Cruz, com o apoio desse "impulsionador" Ministro -- reza, até agora, a "Wikipédia". Esses contactos poderosos, nunca saberemos até onde iam, mas tremo, só de pensar nisso. Traduziram-se, no empobrecido solo nacional, na célebre construção dos tais 10 monstros para multidões alienadas e ululantes, raramente utilizados, excepto nas operações de transferências de capitais, das mãos do Contribuinte, para as patas negras dos Construtores Civis, de alguns, obviamente, porque também os há pares e ímpares.

Tinha-me esquecido de que havia mãozinha de Sócrates nessa merda; a "Wikipédia" -- pelo menos, até às alterações de amanhã -- veio recordar-mo, mais o Euro 2004, mais o Carlos Cruz, mais o Casa Pia, mais umas coisas que não posso escrever aqui, como podem imaginar, mas que punham isto de pantanas, de vez...

Outras posso, e escrevo: hoje, de conversa com dois engenheiros civis, ríamo-nos do Cavalheiro Armani da Triste Figura: vir de Vilar de Maçada, cheio de gás, "uma mente brilhante", para construir dez estádios, uma Ota, e concluir, na Independente, universidade séria, limpa e honrada, cadeiras, que, como qualquer Engenheiro Civil sabe, não são pera doce, e com altas notas... Perguntavam-me eles, "e esse gajo teve quanto a "Análise de Estruturas e Betão Armado?...", e eu, "teve entre 15 e 18 " (RISOS). "E quanto é que foi em "Estruturas Espaciais?...", e eu, mauzinho, a ler o "Público", "entre 15 e 18..." (GARGALHADAS).

Essa desbocada, se percebesse alguma coisa de Engenharia Civil, saberia que essas cadeiras são cadeiras estruturais do Curso -- por alguma razão as deixou penduradinhas, para o fim, para as recolher, já maduras, na "Independente".

Era como um médico ir comprar "Anatomia I e II".

Que é que o senhor primeiro-ministro de Portugal percebe de momentos de torsão, excepto quando se torce todo, do alto dos seus tacones lejanos, mal é questionado sobre a Ota ou a Co-incineração?... Será que, especialista em Transportes, saberá decompor o diagrama de forças de uma estrutura treliçada?... Conseguirá explicar, aos seus ilustres membros da Comissão Nacional, a diferença entre as suspensões da Vasco da Gama e da Ponte do Pragal?... Perceberá alguma coisa dos diagramas de fluxos de tráfego de uma grande plataforma aérea mundial?... Quais são os seus conhecimentos de aerodinâmica, para perceber o que acontece numa planície flanqueada por cadeias montanhosas não-desprezáveis, capazes de semear fluxos caóticos de ventos contraditórios?... Conseguirá, vestido de Armani de Vilar de Maçada, calcular as reacções nos apoios de um viaduto qualquer, ou é daqueles que diz, "solda-se tudo, e o resto enterra-se?..."

Meu caro Boneco de Plástico, os teus dias felizes terminaram, mas não é para ti que reservo a maldade da noite, a maldade da noite vai dedicada a um dos nossos assíduos leitores, que já sabe o que é sentir na pele o peso das cabalas dos grupelhos políticos, e que só não escreve para aqui porque (ainda) não quer.

Anteontem, a "Dona Coisinha" explicava, na televisão, a evolução sociológica de Portugal. A Dona Coisinha é uma das mulheres-alibi do Sistema, uma daquelas que rosna, indignada, mas vai receber o seu, todos os fins-do-mês, enfim, uma catarse para a plateia, para impedir que tudo pareça consonância. A Dona Coisinha vem de uma anedota antiga, ainda não tinham ardido os Armazéns do Grandella -- contas feitas, vai fazer 20 anos, ainda eu era virgem... -- andava lá ele aos panos, e, volta não volta, pelo que me foi contado, virava-se para trás, a perguntar pela... Dona Coisinha. A Dona Coisinha era a mulher, e o marido dela, Dona Coisinha, o António Barreto.

Quanto à evolução sociológica do país, seria incapaz de prestar 5 segundos de atenção ao que ele disse: limitar-me-ia a dizer que se encheu, por toda a parte, de... donas coisinhas.

domingo, 21 de março de 2010

Portugueses aguardam, com ansiedade, Eleições Antecipadas, para darem Maioria Absoluta ao "Chefe", José Sócrates


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Imagem Kaos

Yes we like :-)))

Depois da grande operação de limpeza de ontem, normalidade do lixo voltou hoje a todo o País


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Foto do "SOL"

Yes we can :-)

quinta-feira, 18 de março de 2010

Grandes Êxitos do "The Braganza Mothers i" - "Liga Portuguesa contra "o" Câncio"


O "Jumento" contemplou-nos com esta excelente foto de Fernanda Câncio e dos seus dois amores. Quanto a mim, só reconheço a cabeça da direita, porque tem o carimbo verde de "Bacharel de Coimbra"; a outra... suponho que seja a Ambição decapitada: com a queda de Sócrates, a Fernandinha não tem futuro, a não ser na profissão mais antiga, não do Mundo, mas dela...

A propósito do Concurso "As Dez Melhores Ideias para correr rapidamente com estes gajos daqui" recebi uma chuva de emails, desta vez, pouco ofensivos: parece que se gerou, em redor da necessidade de correr, com a Nossa Senhora dos Duches, do Poder, uma certa unanimidade. Fontes geralmente bem informadas dizem que é o próprio P.S. que se quer ver livre do seu cancro, ou do seu câncio, como melhor entenderem. A dúvida é saber se esta porcaria vai retrete abaixo, por causas naturais, em 2009, ou se é obrigada, contra-natura, a ir-se embora antes do tempo.

Cresce a corrente dos crentes na segunda hipótese, mas mais não posso adiantar...

O país transformou-se num pântano de propaganda: os noticiários arrancam descaradamente com a merda do Futebol, e passam logo a seguir para a merda que um dos tais assessores dos 8000 €/mês deve ter descoberto, a história das criancinhas sem mãe, das mães sem criancinha, das raptoras em fuga, da fuga das criancinhas raptadas, do estado de coma do pai que bateu na mãe, do pai preso pela filha do outro, dos hematomas da mãe do mesmo, por causa do mesmo pai da filha, etc. e merda e tal.

Tenho de dizer aqui que me estou zenitalmente borrifando para as relações sociológicas da barraca. Preferia que substituíssem os noticiários por uma espécie de barómetro, ou extensímetro, permanentes, que nos indicassem, até às milésimas, a nossa medida, hora a hora, de afastamento da Europa. Nova Iorque está cheia de contadores desses, e ninguém morre por isso.

Faltam 362 dias, 13 minutos e 12 segundos para atingirmos a Cauda da Europa dos 27, e, mal você acabou de ler isto, já não eram 12, mas 10 minutos que nos separavam da pontinha.

Eu quero é que o Sócrates e a sua reles máquina de propaganda se fodam.

 Quero que esse badameco seja rapidamente atirado aos porcos, e que este país lhes dê um coice. Não me venham com essa história do não há alternativas: sejam homenzinhos, dêem o coice primeiro, e interroguem-se, depois, sobre as alternativas. Vão chover miríades.

O "Gran Finale" é terminológico: por quê, Liga Portuguesa contra o Câncio?...

Por razões evidentes: assim como nós dizemos o Cavaco e a Cavaca, já que a outra faz de pau de cabeleira da "Miss Showers", reservamo-nos o direito de lhe chamar... "O Câncio".

Eu sei que é foneticamente obsceno, mas já vai com sorte de ser tratado aqui no masculino...

quarta-feira, 17 de março de 2010

Você sabe por que é que os escândalos continuam a reforçar Sócrates e afins? Porque o público revê-se nesses ídolos


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Imagem KAOS

Era a lógica da batata, mas há quem lhe chame "investigação"...

sábado, 13 de março de 2010

Ainda o fantasma de Maria de Lurdes Rodrigues, como gangrena inoperável do Tecido Educacional Português



Imagem do Kaos

Sou uma pessoa pouco dada a falar de doenças: prefiro o Sol, o Mar, a Música e as Artes.
Só o saber que vou ter de reinvocar aqui o nome de Lurdes Rodrigues é para mim penoso, mas a noite obriga-me, por dever de cidadania, a fazê-lo.

Se me perguntassem quem contaminou, e destruiu, para sempre, o nosso Sonho Europeu, eu responderia, Aníbal Cavaco Silva.
Se me perguntassem quem escolheria para epígrafe de uma futura crónica dos Anos Negros do Chavismo Socratista, eu escolheria Lurdes Rodrigues, o busto da ignomínia de todo este período.

Desde Cavaco, a família tradicional degenerou numa coisa, em forma de alforreca, que inclui, invariavelmente, um drogado, um desempregado de longo curso, um gajo com costumes sexuais exóticos, e muitos rendimentos obtidos na Economia Paralela. Com o tempo, ou seja, com o Socratismo, depois de uma breve deriva guterrista, que foi o Ovo da Serpente, todos se converteram em pensionistas antecipados, alcoólicos, divorciados e proxenetas do Estado.

Um belo dia, por desfastio, resolveram pôr os filhos na Escola.

Como Foucault dizia, e muito bem, o Sistema de Ensino apenas tende para cristalizar as assimetrias culturais e económicas, fazendo com que os mais miseráveis perpetuem os seus miserabilismos, e os mais ricos, o vazio da sua pobre riqueza. De quando em vez, é certo, há um talento, que dá um chuto no Sistema, e, então, faz-se História, mas, pelo meio, perderam-se gerações, e o "Titanic" rasgou-se ainda mais, na ponta do seu icebergue.

Eu sei que o tema não me agrada, e também não é ingenuamente que a Comunicação Social vem agora desenterrar, simultaneamente, um suicídio de um aluno perseguido, e de um professor acossado, mas eu posso aproveitar a boleia, e dizer o que me apetece, e não o que lhes convem, e vou fazê-lo, embora sem grande vontade.

Há muito que defendo a existência de uma Carta de Procriação, tal como existe a Carta de Condução: ou passa-se, ou chumba-se, e há penalizações por pontos. A partir de um determinado patamar, o núcleo macho/fêmea é, pura e simplesmente, impedido de se reproduzir, e de lançar mais ruído humano, numa sociedade, já de si, traumatizada.
Uma larga faixa de Portugueses devia ser impedida de ter filhos, por incompetência, inexistência de padrões morais e de condições mínimas de Humanidade, e esta frase é fatal, porque vai colidir com uma das mais perniciosas instituições do Ocidente, a Igreja de Roma, coio de criminosos cúmplices do latrocínio, da intimidação, da tortura, de ditaduras, do Nazismo e da Pedofilia, entre outros pequenos luxos.
Para mim, não-cristão, alheio ao valores do determinismo do casamento, fervoroso combatente contra a procriação a todo o custo, e pagão, de emoções e razões, ponho já aqui o dedo na primeira ferida, porque todas as outras não são mais do que obscenas consequência desta.

No séc. XXI, a pior forma de poluição é, portanto, a poluição humana, e todos os discursos moralistas e ambientalistas contornam, um atrás do outro, esta frase, como se de um anátema se tratasse. Para mim, pelo contrário, nem é sequer uma hipótese, e antes se trata de um rígido axioma, no qual radica a maior parte dos problemas mundiais presentes.
Quando quiserem corrigir a crise da Contemporaneidade, comecem por aqui, e enquanto não forem por aí, não contem comigo para nada.

A Família média, portanto, tornou-se num cancro representativo social, e num obstáculo ao desenvolvimento das sociedades: é o berço e a estufa dos vícios, do vale-tudo, da proveta do desenvolvimento dos pequenos monstros, futuros analfabetos funcionais, estrangulados entre dias inteiros de televisão, jogos de violência, e padrões de relacionamento social infetado de todas as porcarias imagináveis, desde os preconceitos de hierarquização aos lugares comuns do politicamente correto sexual.

No fundo, e estava agora a recordar a recente história da Madalena e do pombo, coisa que só eu eu ela sabemos do que se trata, que piedade poderei eu sentir, perante um canalha, de 15 anos, que está, à porta da escola, entretido, a torturar um animal, e sente, como um abuso, quando a mão de uma professora, lhe tenta tirar a vítima da mão?
Objetivamente, se não estivéssemos num mundo que perdeu as defesas, era esbofeteá-lo à antiga portuguesa, com o recado de vai agora contar à tua mãezinha que te partiram, e bem, a cara, à porta da escola.

O Leandro matou-se, porque a Dona Lurdes, quando começou a apertar os cordões à bolsa, esqueceu-se de que a sua tutela era a forma de todas as almas futuras, e, quando ali cortasse nos gastos, estaria a cortar na própria Civilização, como fizeram todas as culturas, quando entraram no seu típico período de decadência.
Maria de Lurdes Rodrigues, esse monstro inominável, com as suas hipóstases, o Hipopótamo da DREN, o Caniche Valter Lemos e mais um quantos afins, pura e simplesmente, procedeu ao enterro dos derradeiros vestígios do Iluminismo, trazendo uma Idade das Trevas, que, aliás, já estava prevista no seu sinistro fácies de figura miserável, criada nos meandros de tortura e humilhação da Casa Pia, dos abandonados pelo pai.

As Escolas, por inerência, e por isso ela as odiava tanto, ainda são retaguardas de pessoas que defendem valores inalienáveis, os tais medalhados da sombra, cujos atos nunca verão a luz, mas que suportaram os embates dos abdómens de infinitos problemas diários. Como dizia o Poeta, há certas crenças e pensamentos que nenhum machado cortará, e isso era insuportável para essa Besta, pré-humana, chamada Lurdes Rodrigues.

Entre a Família, destroçada, perversa, ou inexistente, e a Cúpula Amoral do Estado, representada por Sócrates, Aníbais, Varas, Pintos da Costa, Júdices, Pedrosos e aberrações semelhantes, havia, e ainda há, uma fina barreira, em forma de filtro, que impediu que a barbárie estendesse a mão de Cima, para encontrar a garra perfilada, de baixo.

Como um chapéu de chuva protetor, em muitas escolas deste país, o jovem foi simultaneamente protegido do flagelo da Família e da chuva ácida dos maus exemplos do Estado e da Sociedade.
Para os canalhas, que nos governam, e para os cegos que, como coelhos, procriam, isto é insuportável.
A gravidade da coisa estendeu-se esta semana à mancha de óleo de outra insuportabilidade: a grande trituradora, posta em marcha por essa não-pessoa, Lurdes Rodrigues, e deixada em roda livre pela medíocre contadora de histórias, Isabel Alçada, começou a minar as suas últimas barreiras protetoras: suicidam-se os alunos, porque a coisa se lhes tornou insuportável, e matam-se os professores, a pretexto de convenientes "fragilidades psicológicas"(!).
A verdade é, todavia, outra: à falta do "Paraíso" Finlandês e do Pragmatismo Empresarial Americano, onde os gajos, quando se chateiam, agarram em metralhadoras e limpam o cenário, nós, Portugueses, vítimas de uma República decadente, de uma não-democracia cada vez mais explícita e de carrascos dos valores morais, como Lurdes Rodrigues, preferimos, país de poetas, morrer às escondidas, sozinhos, como animais encolhidos num canto, os suicidados de uma nova geração perdida, o clube dos poetas mortos deste miserável Portugal do início do séc. XXI, que será, no Futuro, lido como um dos períodos mais vergonhosos da nossa História.

(Quarteto de sombras, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")

Veja quanto lhe vai custar o BPN, o BPP, os "off-shores", os "Freeports", os "Boys", a Economia Paralela e as gorjetas da Câncio

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sexta-feira, 12 de março de 2010

Inovação Democrática. Afinal, estamos vivos. Próxima Revisão Constitucional prevê Eleições para mudar de Povo, e não de Partido




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quinta-feira, 11 de março de 2010

Você sente Portugal a crescer nalguma coisa, exceto no que é nocivo?....


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Yes we can't

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