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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

A Coca perante o "Chefe" do "Polvo"




Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

BPN, FREEPORT, FACE OCULTA, CASA PIA, APITO DOURADO, TAGUSPARK, BPP e Luís Figo nu, pelado e naked


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

LÁ, LÁ, LÁ, LÁ, LÁ, LÁ, LÁ.... :-))))

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Com largos milhares de cópias a circular, as Escutas do Face Oculta já superaram as vendas das Escutas do Apito Nuno Pinto da Costa


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Já são consideradas o "Avatar" português: leya aqui

sábado, 6 de fevereiro de 2010

"The Braganza Mothers", no dia em que as Escutas do "Face Oculta" mostraram a nojice, o tal... "pântano", de que Guterres fugiu


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Em homenagem ao Semanário "SOL", "The Braganza Mothers" (o primeiro blogue a fazê-lo) republica, como bónus, as transcrições das Escutas do "Face Oculta", mandadas queimar pelo Orelhas de Bode, do "Aventalinho"

Imagem do KAOS
Dedicado ao Semanário "SOL", pela ousadia de me atribuir o galardão de "Blogue da Semana"
CD 37 – minuto 5, segundo 12 (Da série mandada queimar pelo Aventalinho do Orelhas de Bode, do Supremo Tribunal de Justiça)
Zé - … é porque eu hoje estou de ressaca. Voltou o meu primo de Shaolin, só conversas de gajos e de coca, ele foi para lá, pensar que ia aprender aqueles truques todos do “Matrix”, parece que deslocou duas vértebras, a minha mãe tem estado nas rezas dela…
Mano – A tua mãe continua nas cenas do Jeová?...
Zé- Sim, e isso é uma coisa que me faz sofrer bués, aqui, na vizinhança, quando ela bate à porta, a anunciar o Fim do Mundo, fazem um grande sorriso, mandam-na entrar, começa tudo como se já se conhecessem há muito tempo… Perguntam-lhe logo se ela já sabia que o Fim do Mundo ia ser comigo, a cota fica horrorizada, diz que não é isso que vem na “Sentinela”, mas as pessoas insistem que é isso que ouvem dizer por todo o lado, no talho, na padaria, no café…
Mano – E a velha?...
Zé – Pá, a velha anda fodida, como é natural, já foi de urgência para o hospital, e agora decidiu que já não vai bater de porta em porta, a falar do Fim do Mundo, mas da Retoma que vai vir a seguir. Entrou em depressão, porque batem-lhe com a porta na cara, como faziam antigamente. Isso, mais a Câncio, que quer ser aumentada, por cada notícia em que o nome dela aparece colado ao meu, nas revistas do Abel e do Carlos Castro..., pá..., ando mesmo mal, como no período da “Independente”…
Mano – Então, queres falar de quê?...
Zé - Pá, tudo menos de robalos, de sacos de dinheiro, de “Freeport”, de concessões à Mota-Engil…
Mano – Podemos falar da “Lena”. A cena está bem orientada com o consórcio francês. O Pedroso cumpriu bem a missão na Roménia, e, se calhar vai agora para o Báltico. Os gajos precisam bué de autoestradas, e nós sabemos sacar o alcatrão e… (risos) transformá-lo em… robalos (risos)
Zé – Mano, já te disse que não me apetecia falar de coisas sérias… Apetecia-me qualquer coisa de especial…
Mano – Tipo o quê?... Queres umas anedotas das pielas do Alegre?... Dos ataques de epilepsia do Cavaco?... Há umas boas, que me chegaram ontem de Belém (risos) O gajo parece que se mija pelas pernas abaixo (risos)
Zé – Não, queria outra coisa, sei lá... (silêncio)... Sabes fazer sexphone?...
Mano – Sei, mas com gajas russas, daquelas com mamas grandes e muita chichinha (risos) pachachas seminovas, como diz o Putin (risos). Queres que faça de gaja?...
Zé – (silêncio)
Mano – Pronto, já percebi… Queres que faça de gajo?...
Zé –(silêncio)
Mano – Escuta, eu sei imitar a voz do Diogo Infante… do teu primo…
Zé - Consegues imitar o meu primo?...
Mano – Yeah… os dois, os três, todos os que tu quiseres. (silêncio) Mas tens alguma fantasia com os teus primos?...
Zé – (silêncio)… tenho…
Mano – Com qual???...
Zé – (silêncio)… com… todos... Os primos, os meios primos, os tios... eu curtia uma bacanal com eles todos...
Mano – Então, vamos nessa, para coemçar, eu faço de Hugo Monteiro, e tu (silêncio)…
Zé - … eu posso fazer de... Câncio?...
Mano – Bute nessa, meu, bute nessa (risos). Vá, começa lá… Anda, chavala, põe-me essas tetas todas cá para fora…
Zé – (silêncio. Abre a camisa Boss) … assim, está bem?...
Mano – Yeah, meu, vamos já a uma “espanholada”?... Abre-me essas mamas e roça agora o telemóvel no rego… isso… estás a senti-lo todo, muito quentinho, para cima e para baixo?... Isso, vá, mais devagarinho, e roça mesmo o teclado, para eu te sentir toda… Queres gemer para mim?...
Zé – (Sócrates geme)… hmmmm… tão bom… Queres que meta o Blackberry onde?...
Mano – Onde quiseres, passa-o no rego do cu… Isso… devagarinho… Agora, põe no vibrar, que eu vou desligar e voltar a ligar… (desliga o telefone)
Zé - Hmmm, tão bom… Apetecia-me um Venezuelano daqueles morenões, como o Chávez me costuma arranjar, nas visitas de Estado… Mano, estou cheio de tesão… Não queres vir aqui, para fazermos os dois, ao vivo?...
Mano – Foda-se, ainda se fosses uma Lituana boa, fazíamos o “Hostel” aí, em tua casa, com a Mãe do Herman a cortar-te a picha e a dá-la de comer aos cães aí da rua, que ela costuma envenenar…
Zé - … vá, mano, já nos conhecemos há tanto tempo… Aqueles dias em que ficávamos sozinhos na “Sovenco”… (suspiro) Tantas vezes que eu pensei que me ias encostar à parede, e tratar como uma cadela… Até podíamos casar, quando eu aprovasse o Casamento “Gay”… (silêncio) Eu iria lindíssima, de véu branco e flor de laranjeira, e depois podíamos adotar uns daqueles putos sem família da Roménia… O Paulo conhece tantos… E o meu nome ia ser, no Registo Civil, José Sócrates Pinto de Sousa Vara… (suspiro) Lindíssimo… (suspiro)
Mano – Nâ, chavalo, isso não… Regras da Loja. Somos como irmãos: irmãos da Loja negoceiam, traficam e manipulam, mas nunca fodem. Isso ia ser incesto, Zé, quer na Regular, quer na Irregular...
(Fim da escuta)
(Dueto comemorativo, no "Arrebenta-SOL" e em "The Braganza Mothers" )

Grandes Êxitos do "The Braganza Mothers" - "Dona Adelaide de Banda Larga"

Imagem do KAOS
Há uma amiga minha que, quando quer mesmo arrasar uma conversa, termina com a sua célebre frase, "pois, sabe, nós nascemos em berços diferentes..."
Para mim, que sou democrata, só elitista em Arte e naturezas humanas, preferia contornar essa frase, mas a verdade é que esta porcaria desceu a um nível tal que se torna impossível respirar.
Entre parêntesis, se eu obedecesse aos meus instintos, e não ao meu treino, que foi o de não aparentar quaisquer reações, de cada vez que ligo a televisão, por exemplo, apetecer-me-ia colocar, no fim de cada disparate, uma pergunta do tipo "... importa-se de repetir?....", mas acho que me acabaria por cansar.
Ontem, era um badochas que dizia que o Cadilhe "tinha feito strip-tease" não sei onde, ou seja, a Cicciolina, quando nos voltou a visitar, já cá tinha concorrência, e da pesada, porque a Cicciolina tem graça, e o Cadilhe não tem, nunca teve, e jamais terá, qualquer piada: é um traste, trazido para a Política por outro traste afim, o Aníbal, e a sua presença no nosso cenário tem-se revelado a de apenas mais uma daquelas achas provicianas, que vêm, para as cidades, atear os fogos que depois arruínam a Nação. Pior do que ele, evidentemente, teremos Dias Loureiro, e o inenarrável cancro maçónico, Constâncio, já agora, Constâncio pai e filho, a mesma fibra, a mesma merda (Esta é dedicada ao quinck644 que sabe talvez mais da poda do que eu... ), e outros horrores, o Albino Almeida, o Proença de Carvalho, ou, descendo ainda mais o escadote, o Pinto da Costa, o "Major", enfim, e por aí abaixo, não vou desenvolver, porque hoje estou muito pouco para descidas abissais.
Paciência.
A Ferreira Leite, que suponho que tenha uma alma de arenque fumado, mas não me parece desonesta naquele nível ímpar a que Sócrates se atreveu, não é alternativa a nada, exceto a si própria, e quer um Fórum da Verdade, suponho que com aqueles detetores de mentiras, que punham no Padre Frederico, (esta é dedicada ao Baby-Boy...), para depois lhe perguntarem se ele tinha matado o tal putito de 15 anos, que parece que era giro, e ele e o Bispo do Funchal tinham mamado. Quando chegava a altura de ver o ponteiro do detetor de mentiras apitar, desligavam-no da corrente, e aquilo acusava sempre santidade, mas quantas águas já correram sob essas pontes. Desde então, já o Melão negou ser bicha, Carlos Cruz chorou em três televisões, e Sócrates jurou não ter comprado o diploma.
Depois, piorou, até chegarmos a 12 de Fevereiro de 2009, véspera de sexta-feira 13 -- acontecem sempre coisas esquisitas nas sextas-feiras 13... -- em que os enxovalhos de Estado se tornaram de tal maneira públicos que parece estarmos a folhear o "Jornal do Crime", de cada vez que lemos, ou abrimos, uma televisão.
Já não se aguenta Sócrates a falar de linchamento moral e político, por razões muito prosaicas: a primeira, porque Sócrates não tem, nem nunca terá, qualquer validade humana para falar de "moral". Moral é um conjunto de regras no convívio, e Sócrates gaba-se de nunca ter cumprido nenhuma.
Muita gente aplaude, eu desprezo-o, talvez como nunca tenha desprezado qualquer político antes de ele, e quando o chefe das revistas cor-de-rosa, o célebre Abel, cara muito conhecida dos arredores do Pavilhão dos Desportos, às 4 da matina, par e passo com a Monchica, consegue pôr todas as capas do lixo social em sintonia, é sinal de que a coisa desvairou mesmo.
Um dos grandes golpes da minha vida, só comparável à morte da Amália, com a cabeça enfiada entre a sanita e o bidé, foi o terem fechado a Bomba do Restelo, onde eu, às duas da manhã, sempre passava os olhos pelas últimas novidades daquelas capas, todas copiadas do Brasil. Agora, com os assaltos e o clima de terror que se vive a partir das 9 da noite, só me restam os "raides" da uma da tarde, para poder vegetar no meio daquele nojo todo.
Para encontrar um paralelo disto, só aquando da campanha da Carrilha, esse não-ser, amoral e de perfil de hiena, que resolveu meter tudo no mesmo saco: o casamento com uma aventureira, para tapar a boca aos rumores, e o Dinis, sentadinho ao colo do progenitor, a dizer "a Câmara vai ser do papá", ou lá o que era. Nisto, as crianças são extremamente intuitivas, e quando dizia que o papá ia ganhar a Câmara, se calhar, tinha razão, só que nos estava a dizer quem era o verdadeiro papá, coisa que só poderíamos comprovar com um teste do ADN...
Indo ao centro da questão, esta mania, bem Portuguesa, de associar a família a tudo o que se faz é dramática.
Pela negativa, levou à criação de um romance muito próprio, porque creio que em língua alguma existe esta proliferação de "filho da puta", "cabrão do teu pai", "vai para a cona da tua irmã", o "paneleiro do teu irmão" e o "vai foder a tua avó",
sim,
kusturicamos, e muito bem, desde que a língua é língua.
Pela positiva, ou seja, pela vereda ainda mais reles, aparecemos com os Dinises ao colo, as Câncios ao lado, as Donas Adelaides que tanto sofrem, as Marias de Centro-Esquerda, mais aquelas merdunças, tipo o filho (!) do Zezé Castel'Branco, por acaso, um gajo bem bonito, que teve o azar de ter nascido numa noite de "b'zana", em que a traveca montou uma fufa. Dies Irae, como diria o outro.
Para finalizar, o Sr. Sócrates, que está a ser vítima de um linchamento moral e político, devia pensar duas vezes, antes de desbocar esses disparates todos. Eu não sou do PSD, mas sou menino para lá ir votar, se isso o botar abaixo: nós só temos o dom da palavra, do som e da imagem, não dispomos de polícias secretas, de maiorias parlamentares, de meios de coação e intimidação, não mandamos em guardas pessoais, não temos advogados mafiosos a legislar em nosso favor, não temos, nas nossas listas de contactos de telemóveis, facínoras e marginais internacionais, listas de "off-shores" e gajos a mando de quem se podem encomendar partir pernas e cabeças. Nós somos simples cidadãos portugueses, que estamos fartos de si e da sua corja, gente que não está para gramar um novo Salazar, sem doutoramento, e completamente fora de época. Nós queremos que você se foda, mais a sua Câncio e os gajos que lhe vão ao cu, e mais a velha Jeová e a cambada dos seus primos, tios e parentelas afins. Queremos que se foda mesmo, e rápido, e, se quer que lhe diga mesmo qual a imagem que melhor encaixa em si, ela aí vai: só me faz lembrar as romenas que alugam crianças ranhosas, para andarem a bater nos vidros dos carros, a implorar piedade postiça.
Nem um centavo, pá, vai para a tua terra, tu, mais os ciganos que te puseram no Poder, e deus queira que o "Freeport" te faça afocinhar, mas afocinhar mal, porque tu és dos tais que deve cair na rua, e não nas urnas!...
Cuida-te, e desaparece do mapa, ó meu badochas!...
(Dueto do vómito, no "Arrebenta-SOL" e em "The Braganza Mothers" )

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Dona Adelaide de Banda Larga

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Imagem do KAOS
Há uma amiga minha que, quando quer mesmo arrasar uma conversa, termina com a sua célebre frase, "pois, sabe, nós nascemos em berços diferentes..."
Para mim, que sou democrata, só elitista em Arte e naturezas humanas, preferia contornar essa frase, mas a verdade é que esta porcaria desceu a um nível tal que se torna impossível respirar.
Entre parêntesis, se eu obedecesse aos meus instintos, e não ao meu treino, que foi o de não aparentar quaisquer reações, de cada vez que ligo a televisão, por exemplo, apetecer-me-ia colocar, no fim de cada disparate, uma pergunta do tipo "... importa-se de repetir?....", mas acho que me acabaria por cansar.
Ontem, era um badochas que dizia que o Cadilhe "tinha feito strip-tease" não sei onde, ou seja, a Cicciolina, quando nos voltou a visitar, já cá tinha concorrência, e da pesada, porque a Cicciolina tem graça, e o Cadilhe não tem, nunca teve, e jamais terá, qualquer piada: é um traste, trazido para a Política por outro traste afim, o Aníbal, e a sua presença no nosso cenário tem-se revelado a de apenas mais uma daquelas achas provicianas, que vêm, para as cidades, atear os fogos que depois arruínam a Nação. Pior do que ele, evidentemente, teremos Dias Loureiro, e o inenarrável cancro maçónico, Constâncio, já agora, Constâncio pai e filho, a mesma fibra, a mesma merda (Esta é dedicada ao quinck644 que sabe talvez mais da poda do que eu... ), e outros horrores, o Albino Almeida, o Proença de Carvalho, ou, descendo ainda mais o escadote, o Pinto da Costa, o "Major", enfim, e por aí abaixo, não vou desenvolver, porque hoje estou muito pouco para descidas abissais.
Paciência.
A Ferreira Leite, que suponho que tenha uma alma de arenque fumado, mas não me parece desonesta naquele nível ímpar a que Sócrates se atreveu, não é alternativa a nada, exceto a si própria, e quer um Fórum da Verdade, suponho que com aqueles detetores de mentiras, que punham no Padre Frederico, (esta é dedicada ao Baby-Boy...), para depois lhe perguntarem se ele tinha matado o tal putito de 15 anos, que parece que era giro, e ele e o Bispo do Funchal tinham mamado. Quando chegava a altura de ver o ponteiro do detetor de mentiras apitar, desligavam-no da corrente, e aquilo acusava sempre santidade, mas quantas águas já correram sob essas pontes. Desde então, já o Melão negou ser bicha, Carlos Cruz chorou em três televisões, e Sócrates jurou não ter comprado o diploma.
Depois, piorou, até chegarmos a 12 de Fevereiro de 2009, véspera de sexta-feira 13 -- acontecem sempre coisas esquisitas nas sextas-feiras 13... -- em que os enxovalhos de Estado se tornaram de tal maneira públicos que parece estarmos a folhear o "Jornal do Crime", de cada vez que lemos, ou abrimos, uma televisão.
Já não se aguenta Sócrates a falar de linchamento moral e político, por razões muito prosaicas: a primeira, porque Sócrates não tem, nem nunca terá, qualquer validade humana para falar de "moral". Moral é um conjunto de regras no convívio, e Sócrates gaba-se de nunca ter cumprido nenhuma.
Muita gente aplaude, eu desprezo-o, talvez como nunca tenha desprezado qualquer político antes de ele, e quando o chefe das revistas cor-de-rosa, o célebre Abel, cara muito conhecida dos arredores do Pavilhão dos Desportos, às 4 da matina, par e passo com a Monchica, consegue pôr todas as capas do lixo social em sintonia, é sinal de que a coisa desvairou mesmo.
Um dos grandes golpes da minha vida, só comparável à morte da Amália, com a cabeça enfiada entre a sanita e o bidé, foi o terem fechado a Bomba do Restelo, onde eu, às duas da manhã, sempre passava os olhos pelas últimas novidades daquelas capas, todas copiadas do Brasil. Agora, com os assaltos e o clima de terror que se vive a partir das 9 da noite, só me restam os "raides" da uma da tarde, para poder vegetar no meio daquele nojo todo.
Para encontrar um paralelo disto, só aquando da campanha da Carrilha, esse não-ser, amoral e de perfil de hiena, que resolveu meter tudo no mesmo saco: o casamento com uma aventureira, para tapar a boca aos rumores, e o Dinis, sentadinho ao colo do progenitor, a dizer "a Câmara vai ser do papá", ou lá o que era. Nisto, as crianças são extremamente intuitivas, e quando dizia que o papá ia ganhar a Câmara, se calhar, tinha razão, só que nos estava a dizer quem era o verdadeiro papá, coisa que só poderíamos comprovar com um teste do ADN...
Indo ao centro da questão, esta mania, bem Portuguesa, de associar a família a tudo o que se faz é dramática.
Pela negativa, levou à criação de um romance muito próprio, porque creio que em língua alguma existe esta proliferação de "filho da puta", "cabrão do teu pai", "vai para a cona da tua irmã", o "paneleiro do teu irmão" e o "vai foder a tua avó",
sim,
kusturicamos, e muito bem, desde que a língua é língua.
Pela positiva, ou seja, pela vereda ainda mais reles, aparecemos com os Dinises ao colo, as Câncios ao lado, as Donas Adelaides que tanto sofrem, as Marias de Centro-Esquerda, mais aquelas merdunças, tipo o filho (!) do Zezé Castel'Branco, por acaso, um gajo bem bonito, que teve o azar de ter nascido numa noite de "b'zana", em que a traveca montou uma fufa. Dies Irae, como diria o outro.
Para finalizar, o Sr. Sócrates, que está a ser vítima de um linchamento moral e político, devia pensar duas vezes, antes de desbocar esses disparates todos. Eu não sou do PSD, mas sou menino para lá ir votar, se isso o botar abaixo: nós só temos o dom da palavra, do som e da imagem, não dispomos de polícias secretas, de maiorias parlamentares, de meios de coação e intimidação, não mandamos em guardas pessoais, não temos advogados mafiosos a legislar em nosso favor, não temos, nas nossas listas de contactos de telemóveis, facínoras e marginais internacionais, listas de "off-shores" e gajos a mando de quem se podem encomendar partir pernas e cabeças. Nós somos simples cidadãos portugueses, que estamos fartos de si e da sua corja, gente que não está para gramar um novo Salazar, sem doutoramento, e completamente fora de época. Nós queremos que você se foda, mais a sua Câncio e os gajos que lhe vão ao cu, e mais a velha Jeová e a cambada dos seus primos, tios e parentelas afins. Queremos que se foda mesmo, e rápido, e, se quer que lhe diga mesmo qual a imagem que melhor encaixa em si, ela aí vai: só me faz lembrar as romenas que alugam crianças ranhosas, para andarem a bater nos vidros dos carros, a implorar piedade postiça.
Nem um centavo, pá, vai para a tua terra, tu, mais os ciganos que te puseram no Poder, e deus queira que o "Freeport" te faça afocinhar, mas afocinhar mal, porque tu és dos tais que deve cair na rua, e não nas urnas!...
Cuida-te, e desaparece do mapa, ó meu badochas!...
(Dueto do vómito, no "Arrebenta-SOL" e em "The Braganza Mothers" )

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Sim, é mesmo uma Família Kusturica


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