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sábado, 27 de março de 2010

Elogio de Manuela Ferreira Leite


Imagem do Kaos

Eu sei que vieram ao cheiro do título, mas lamento desiludir-vos: ele faz parte da escrita espetáculo, e foi só um pretexto para vos obrigar a engolir o que hoje me apetece :-)

Não sou do PSD, aliás, neste preciso momento já não sou de coisa nenhuma, exceto do prazer de estar na praia, quando chove na Europa, mas isso são outras lides, e, não sendo do PSD, ia propor-vos um pequeno exercício de inteligência, que seria substituir, no título, o nome de Ferreira Leite pelo nome de qualquer líder político, excetuado o do escroque José Sócrates.
Façam isso, e vão como o que escreverei a seguir manterá todo o seu sentido.

A eleição de Passos Coelho, hoje, para a direção do PSD, representa uma irónica resposta a um dos grandes temas deste espaço, que foi a crítica cerrada a uma Classe Política que tinha eliminado a chamada "Geração Intermédia", estando reduzida a duas camadas, a dos Jovens Turcos e a dos Velhos Abutres. Quer Rangel, quer Passos Coelho, representariam, sempre, a entrada em cena desta fatia etária dos guilhotinados do Sistema, e muita coisa se anuncia, embora a minha Cassandra não esteja hoje para aí virada.

Vou, antes, falar da Idade de Ouro, porque eu adoro, e só adoro, Idades de Ouro.

Entre a eleição do Sócrates Relativo, após o Sócrates sórdido e Absolutista, e o dia de hoje, vivemos um dos períodos mais ricos e serenos da Democracia Portuguesa.
Dava gosto ouvir debates e noticiários, e ver Comunistas a fazerem elogios a Democratas-Cristãos, e Bloquistas a concordaram plenamente com teorias Liberais. Apenas os unia uma coisa, um profundo desprezo e o sentido nacional da incomodidade de se ter, como Primeiro Ministro, uma figura desacreditada, como o Agente Técnico de Engenharia José Sócrates Pinto de Sousa, ligado a tudo o que era trafulhice, negócio duvidoso, e prateleiras de imoralidade e desfaçatez.

Enquanto Português, dava-me um gozo, e uma serenidade enormes, saber que podia ser simultaneamente de quatro partidos, ao mesmo tempo, sem estar a trair o meu próprio pensamento e sensibilidade.
Vivi num harém político, e, uma noite, ia para a cama com o BE, noutra, com o CDS/PP, noutra, com o PCP, e, finalmente, acabava nos braços encarquilhados de Ferreira Leite, que me encostava aqueles peitos de arenque fumado, me passava o célebre colar de pérolas em redor do pescoço, cruzava as pernas nas minhas, sexo contra sexo, e dizia-me, com aquela sua voz de Antigo Regime, "esta noite és todo meu..."

Era aqui que se apagavam as luzes, e eu voltava à superfície, ou seja, ao teclado deste computador, para tomar o pulso à situação vivida.

Vou resumi-la: sabendo que estava a prazo, o PSD teve à sua cabeça uma mulher, coisa a que já bati a continência várias vezes, e que, sabendo que não iria nunca ser Governo, nos mostrou, pela primeira vez, talvez desde... desde... olha, já não me lembro, como se podia ser Estadista, e aqui fica feito o elogio, que resume este texto.
Quero, nele, agradecer a Manuela Ferreira Leite ter mostrado como a Política pode ter Estadistas, e não badalhocos de Vilar de Maçada, com olhares fixos de mentira profunda. Parabéns, portanto, à ex senhora do PSD.
A riqueza do período, todavia, não se esgota na figura dela, pois, como disse, na estranha posição de cada um deles, poder ser um líder de Oposição de uma Maioria Absoluta negativa, permitiu que brilhassem tanto, como nunca brilharam assim, pela positiva, Jerónimo de Sousa, Paulo Portas, Ferreira Leite e Francisco Louçã.

Deu-me algum, muito, gozo, depois de anos de obscenidade, ligados ao Cavaquismo, às trapalhadas do Guterres, às cobardias do "Cherne" e às indignidades criminais de Sócrates, viver numa coisa chamada "Parlamentarismo", que nós só víamos nas distantes emissões da BBC, ou nas séries de ficção idealizadas de certos momentos líricos da Velha Europa e do Novo Mundo.
Foi um período frutoso, que mostrou grandeza e sentido de Estado, como se houvesse, de facto, um País digno, a opor-se, pela voz dos seus representantes eleitos, a um País sórdido, o do nosso dia a dia, representado pelos caciques de Vilar de Maçada, as medíocres Ineses de Medeiros, o Cara de Folar do Francisco Assis, os estertores alcoólicos de Manuel Alegre, as iras da Carrilha, os tiques senis de Cavaco Silva, as vergonhas da Maria, a impunidade de Paulo Pedroso, e o crime sem castigo de Vítor Constâncio, entre outros.

Foi bom, agradável, bonito, e mostrou que poderíamos ser infinitamente mais felizes, se nunca houvesse Governo.

Não me atrevo a pressagiar o que vem aí. Passos Coelho não tem uma única ideia, e nisso é primo de Sócrates, mas talvez seja disso que a populaça precisa: a Lisboa dos bairros sociais, que bem conheço pela minha empregada, deve estar, a esta hora, a alimentar fantasias sexuais com o novo galã laranja, que, coitado, tremia que nem varas verdes, perante um estranho papel histórico, que lhe coube em sorte.
Suponho que não possa existir pior sensação para um político do que ter "ganho por acaso", que é, mais coisa, menos coisa, o que aconteceu esta noite.

O lado épico da questão pode começar amanhã, e a História está cheia de Alexandres, de Maomés II e de jovens políticos que, num momento imprevisto, viraram o curso das coisas, e nada exclui que Passos Coelho seja um desses, que, por pura inexperiência e voluntarismo, consiga dar um pontapé neste insuportável estado de coisas.
Pela minha parte, cidadão português, vítima do caciquismo do Largo do Rato, farto de ser vexado por lobbies maçónicos, pedófilos, por vigaristas que usaram o dinheiro dos meus impostos para enriquecer, para pagar BPNs e BPPs, por magistrados que puseram os tribunais ao serviço de mafias descaradas, e inimputáveis, qualquer um que venha incendiar a floresta é muito bem vindo.
Isso é, todavia, um texto para o Futuro, e não para esta noite, em que eu vinha, tão só, melancolicamente recordar meio feliz ano de Democracia, Parlamentarismo e Grandes Oradores.
Um deles foi, sem dúvida, Manuela Ferreira Leite.
Minha cara, quero esquecer todos os seus muitos, e foram muitos, disparates do Passado, e agradecer-lhe, nesta noite de despedida, ter-nos mostrado a diferença entre um político de sarjeta, como Sócrates, e um Estadista, como a senhora soube ser.

Obrigado.

(Duo do adeus, no "Arrebenta-SOL" e em "The Braganza Mothers" )

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Manuela Ferreira Leite, relembrando que Portugal precisa de estadistas, relembra a José Sócrates que não passa de um vigarista


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Imagem do KAOS

Sr. José sócrates, o senhor é um vigarista

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

"The Braganza Mothers", no dia em que Mário Soares, em mais um dos seus episódios de cheché, resolveu começar a insultar Ferreira Leite: fica-lhe bem


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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A primeira grande mentira pós-eleitoral da Primeira Ministra Manuela Ferreira Leite


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Imagem do KAOS

Toda a gente sabe que é de bom tom e bom gosto um político mentir, aliás, um que não mentisse não seria, etimologicamente, político. É nesta ordem de ideias que considero o Agente Técnico de Engenharia José Sócrates uma dos maiores políticos que Portugal já teve a honra de sofrer. Em contrapartida, Manuela Ferreira Leite, a próxima Primeira Ministra do Governo minoritário PSD, com aquele seu ar de arenque fumado, a quem, de dia para dia o Photoshop vai rezando missas de sétimo dia por mais cada uma das rugas suas que entrega a alma ao Criador, é uma Senhora que põe a máscara da Verdade, mas eu já lhe apanhei uma mentira, e que vai ser das mais rápidas, não fosse o tema o que é.

Já repeti aqui, por diversas vezes, que a ausência do TGV é um dos piores sinais de atraso civilizacional de Portugal. Feitas bem as contas, já estamos atrasados 30 anos relativamente à Europa, e uma porrada deles, face ao Reyno de España. A verdade é que ainda estamos muito, mas muito mais fora de época, e basta ver aquelas imagens da Campanha Eleitoral, com velhas que economizam drasticamente nos dentes, e cavalheiros com chapéus que já estavam extintos, quer dizer... que já deviam estar extintos desde o Cretáceo Inferior, mais uns barrigudos e umas celulíticas inconcebíveis a darem beijinho naquelas caras pálidas que nos envenenam diariamente o quotidiano. O Jerónimo está na mesma, e a Odete Santos -- a minha política favorita -- está em grande forma: parece o Teatro de Almada Negreiros, sem pontuação, e passado em velocidade dupla, transposto para Artaud. Acho que aquela mulher devia ser digitalizada, transformada em holograma, e posta nas Cortes, no lugar de uma gaja obsoleta que lá está estgnada, com o boné da República; o Louçã já anda de helicóptero, sinal de que a sela e os arreios da Ana Drago já devem ter sido vendidos nalgum leilão da Christie's, e que ainda o vamos ver a fumar na Classe Executiva dos voos para Dakar; Portas parece-me que anda com o "bichinho", mas a verdade é que leva a barriga cheia; Sócrates mete pena, sobretudo quando recebe o apoio de Paulo Pedroso, e anda encostado às paredes, cheio de seguranças, com medo de apanhar com algum daqueles recipientes vicentinos do água-vai em cima: "de facto", só se estragava o fato, e o conteúdo... não. A Cota, em contrapartida, parece que perdeu uma porrada de anos, sorri imenso, e se a Campanha Eleitoral durasse 100 anos, aproximar-se assintoticamente de uma gaja fazível, enfim, em noite de Lua Nova, naquelas semanas em que nem tempo houve para a punheta, sei lá, pronto, também há aqueles que violam as aleijadinhas e as ajoelhadas que vão a Fátima, e passemos ao parágrafo seguinte, senão pensam que enlouqueci de vez.

A primeira mentira de Manuela Ferreira Leite, mal seja eleita, será o TGV, porque a mulher não é estúpida, assinou não sei quantas linhas para nos ligar à Rede Europeia, e só está a tentar caçar votos de gente do tempo em que se fazia o testamento para embarcar no comboio (Verdade seja que há certos comboios em que, ainda hoje, só se pode entrar com o testamento feito, por exemplo, a Linha de Sintra, a partir das 22 h., em que os Integrados da Cova da Moura e do Cacém se dedicam à desintegração dos restantes viajantes).

Manuela Ferreira Leite, cujo útero há muito não é embalado por coisa nenhuma, embora vários taxistas de praça me tenham garantido que ela é assídua frequentadora de bancos de trás do táxi, na companhia de rapazinhos mais novos, o que faria dela uma Teresa Guilherme PSDista, e a faria subir muito na minha consideração, mas o mais provável é que a vejam com o filho, um gajo porreiro, que tem aquela merda da Diabetes e é um dos raros convidados de honra do Sting, honra lhe seja feita, embora eu prefira Alban Berg, na versão da Mitsuko Uchida.

Manuela Ferreira Leite sabe que andar de caleche, por estradas esburacadas do tempo das Viagens na Nossa Terra, do Almeida Garett, é uma coisa que solavanca muito mais os ovários, as trompas e o próprio clítoris, e permite um prazer prolongado, altamente simulado ao orgasmo, e é totalmente diferente de um comboio que, ainda ela está a ajeitar as nádegas para se entregar ao prazer vaginal e já o revisor a avisa de que já deveria estar a simular o clímax, e tem de descer, porque em Madrid o Tempo passa à velocidade europeia. Pois passa.

Resumindo: na semana a seguir a ser eleita, o TGV estará, em força, em cima da mesa, e iremos reunir-nos aos nossos confrades Europeus, que, para terminar com chave de cortiça, me vão permitir uma "boutade" final: a reeleição, esta tarde, do escroque Durão Barroso, só por ser Português, dá-nos uma pontinha de orgulho, e eu não quero ser desmancha prazeres: digamos, numa só frase, que hoje foi dia fausto para Portugal, e mais um marco vergonhoso, para uma Europa dita Civilizada.

(Tegevizado no "Aventar", no "Arrebenta-SOL" e em "The Braganza Mothers" )

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Quem paga a campanha eleitoral dos Gatos Fedorentos, seguido das Zitas Seabras do Bloco de Esquerda

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Há um novo partido, em Portugal, que não está sujeito às regras de tetos de gastos de campanha: chama-se Partido dos Gatos Fedorentos, e tem como única linha programática manter a estupidez média do Português, abaixo da média, num nível de estabilidade médio de estupidez estável.
É uma imagem à qual recorro muito, e nem sequer é minha, é da Sociologia, campo ao qual sou totalmente alheio, a da chamada "Mulher Alibi". A Mulher Alibi, que muitas vezes é um homem, ou um grupo, é uma voz individual, ou coletiva, com lugar no palco dos que têm forte audiência. O seu papel é elementar: trata-se de um dos membros do Sistema que é subsidiado para fazer o papel de quem está CONTRA o Sistema. O princípio é aristotélico e catártico: enquanto o pagode se entretem com as pseudocríticas regurgitadas pela Mulher Alibi, vai diluindo as tensões que poderia ter, e os instintos de se tornar agressivo, agarrar numa moca, e ir direto àquelas caras que são o Sistema. Quando a Mulher Alibi satiriza o Pinto da Costa, o Paulo Pedroso, o Sócrates ou gentalha afim, a raiva coletiva esvai-se no espetáculo intermédio e nunca se atreve aos fins finais, cuja magnitude e extensão vindicativa poderiam ser devastadoras. Os Gatos Fedorentos, como aquela cadela do Eixo do Mal, a Quadratura das Bestas, em tempos, o cocainómano Esteves Cardoso e afins desempenhavam o mesmo papel. Um dia acabarei a engolir o meu próprio veneno, e a perceber que o tempo perdido pelos meus leitores nas divagações do "Arrebenta" também poderão ser engavetadas, nalgum investigador das eras futuras, na mesma gaveta... Sim, não estou livre de ser cronologicamente taxado de Mulher Alibi, mas deixo essa reflexão para os vossos filhos e netos, e passo adiante, que não sou futurólogo, nem masoquista.
Interessa-me agora o presente, e saber o que leva a SIC, creio (?), a pagar a um bando de indivíduos cuja única finalidade é embrutecer ainda mais o pensamento médio, médio baixo, e baixo, das plateias, a aparecer no meio de uma campanha eleitoral, para a descarga de justas energias da massa eleitoral, em plena efervescência.
Quem os paga, a quem servem, e qual a sua finalidade?...
Para mim, a resposta é evidente, mas fica aqui lançada como pergunta, para que, ao contrário de verem os resultados medíocres dessa equipa, PENSAREM um pouco no que vos cerca, e cesso aqui o assunto, porque o que realmente me vai consolar, depois do terramoto de 27 de Setembro, são as virgens púdicas do Bloco de Esquerda que se vão encostar ao Poder, qualquer que ele seja. Tudo indica irmos ter uma minoritaríssima Ferreira Leite, que, se continuar a tocar na tecla da independência e do levantar a cabeça contra os interesses ibéricos talvez se ponha a jeito para uma votação na qual nunca terá pensado... Não é por acaso, nem por humor, que bandeiras monárquicas foram içadas em Cascais e no Porto. Queriam tão só dizer, Português, lembra-te de que houve um tempo em que começaste, porque quiseste e precisaste, de ser Português, e esse sonho está agora em risco.
Com Manuela Ferreira Leite, choverão queijos limianos e zitas seabras, desta vez, a saírem do saco de gatos assanhados a que se usa chamar Bloco de Esquerda, prontos para defenderem TGVs, Contenções Orçamentais, e, por que não, a consolidação dos passivos do BPP. Ana Drago tornar se á confidente do Padre Feytor Pinto, e Fernando Rosas irá de mão dada com o Padre Melícias saber se o Guterres ainda anda a mamar leitinho Opus da Vaz Pinto. Vai ser um amor, uma coisa piedosa, e que nos vai cortar o coração, porque nós gostamos, sempre gostámos, de pessoas disponíveis para ajudar o vizinho. É a Síndroma do Empresta me uma colher de açúcar, quando, no fundo, o que o levou a bater à porta da vizinha era uma sublime ânsia de minete. Eu sei que é feio, mas a isto chama-re Real Politik, e vai ser o cenário Outono/Inverno, para Portugal. Na terminologia da minha doméstica, vai ser um salve se quem puder.

domingo, 26 de julho de 2009

O Ferreira-Leitismo, como forma suprapartidária de ministrar o Avastin a 10 000 000 de parolos

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Imagem do KAOS

Já escrevi um texto primo deste, mas agora vem o familiar.
Poucas coisas temos tão certas como sair uma atmosfera ferreira-leitista das Eleições de Setembro. O mais extraordinário é que poderá ser a linha orientadora de um governo tripartido, PS/BE/PSD, ou PS/CDU/BE. Como diria o Cínico, até nos podemos arriscar a ter um ferreira-leitismo de "Esquerda".
O Ferreira-Leitismo é um ovo de colombo, e consiste em agarrar numa máquina de calcular, somar algumas parcelas, e chegar à conclusão de que se gasta muito mais do que se tem. No Ferreira-Leitismo original, ela poria aquele ar de ostra ressequida, faria o seu sorriso enigmático de engelhada, e diria, "vamos ter de fazer cortes drásticos"...
Bonito vai ser ver, no final do ano, a porta voz do Governo, Ana Drago, por exemplo, aparecer nas televisões, com a sua boquinha de fazer broches a grilos, a olhar-nos bem nos olhos, e a dizer "vamos ter de fazer cortes drásticos"...
Este é o Ferreira-Leitismo de "Esquerda".
A espiral é elementar: entre administrações desmesuradas, obras com custos a mais, consultorias externas, quando lá havia dentro quem já fosse pago para fazer o mesmo, assessores, amantes de levar na boca e nos restantes buracos, parasitas, enteados, filhos de, netos e irmãos de, maçons, opus dei, opus gay, fufas, aleijadinhos, transgender, obras de caridade, gamanços puros e simples e alguns porque-sim, o Estado é uma máquina infernal que se confunde com o ideário da população, e é totalmente igual ao Setor Privado, só que usa papel timbrado.
Aliás, como Epiteto poderia ter dito, em Portugal há o Estado e há o que não é o Estado. Tudo o que não é o Estado aspira a ser Estado.
Com o Ferreira-Leitismo, "ça ira de soi", ou seja, vai-se descobrir que o dinheiro necessário para sustentar o Estado não existe, e isso levará, com uma travagem de mão de sair tudo pelo vidro da frente, a "excendentar" tudo o que não estiver colado pelos elos de compadrio anteriormente descritos. Lá se arranjará uma forma de pendurar esses desgraçados na Segurança Social, o que representará imediatamente um sobresforço para particulares, contribuintes e, claro, o... Estado. Numa imagem simples, serão corridos pela porta da frente, e voltarão a entrar, a correr, pelas traseiras.
Vai ser genial, porque, uma vez limpo o Estado, vamos ter tudo pendurado, de uma forma ou outra, no não-Estado, coisa que vai durar pouco, porque nós não produzimos nada, exceto coisas geralmente reprováveis, e que são motivo de riso lá fora. Teremos, pois, mais alguns tumores, em forma de BPP, BCP e BPN, com calotes monstruosos, e um derrapar cataclísmico do "deficit" de Estado, e, então, o Estado terá de intervir para ajudar o Privado, exaurido por estas excrescências do ex Estado, pelo que todo o Privado passará a integrar, nacionalizado, ou subsidiado, o... Estado.
Suponho que nem Estaline se teria atrevido a ser tão ferreira-leitista como a nova deriva que nos espera, a partir de Setembro...
A fase seguinte é um bocado pior, porque será o ciclo anterior, mas em grande e mau, a acabar depois numa espiral de canibalismo, de jovens desempregados a matarem a avó para ficarem com a casa, mais os brasileiros a quem ela alugou quartos a 200 € por cabeça, de velhinhas de 80 anos a calcetarem as ruas e a receberem, ao fim do dia, como paga, uma injeção atrás da orelha, para limpar os excedentes populacionais.
Confesso que já me estava a deixar levar pela escrita: adoro previsões e premonições, mas vamos à Realidade. Ao contrário de outros dirigentes partidários Manuela Ferreira Leite mostrou ser visionária: há semanas, quando lhe perguntaram se tinha reparado que a Socratina andava mais simpática, disse que "só se fosse cega é que não tinha visto".
Já era um piscar de olho ao "Avastin", e o "Avastin" faz parte de uma síndroma mais vasta do que o ferreira-leitismo: é o espírito nacional do "é-perigoso-mas-temos-de-gastar-os-estoques-todos-já-que-estão-comprados". Assim foi com a Leonor Beleza e os lotes de sangue contaminado, assim será com o "Avastin", que provocou cegueira, mas deve continuar no mercado (!).
São estes deliciosos pormenores que aumentam o meu prazer de estar a chafurdar nesta desgraçada contemporaneidade. Aliás, se contar bem as coisas, este país nunca me deu nada, exceto aquele meu diploma da quarta classe antiga, concluído num Domingo de Ramos, e uma promessa de desemprego, de aqui a meia dúzia de meses.

(Aventado no "Aventar", no "Arrebenta-SOL", e em "The Braganza Mothers")

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Leve pensamento noturno


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Imagem do iva.caoazul.com

Dada a situação de rotura de Regime, em Portugal, decidi não hostilizar ninguém que esteja a fazer verdadeira oposição ao flagelo que Sócrates representa para o nosso Estado/Nação. Embora tenha preparado um texto devastador, sobre o colar de pérolas de Ferreira Leite, por hoje, fico com um excelente cartaz, ditado pela Imaginação. Confesso que, para lá da imaginação, nem deixa de haver um pouco de verdade. Pois, até aí chegámos...

P.S. - o tal site, aqui divulgado, para impedir a reeleição do ignóbil Barroso, tem estado a receber tal nível de visitas de Portugal que se encontra suspenso... Acredito...

terça-feira, 28 de abril de 2009

Finais felizes

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O carteiro que roubava os cheques das reformas aos velhos pensionistas, morre e vai para o inferno. Lá encontra o Diabo que lhe diz:

- Como castigo pelos teus pecados em vida, vais ficar uma eternidade dentro de um imenso tanque cheio de merda e atolado até ao queixo.

Ele olha para o lado e vê a Manela Ferreira Leite dentro do mesmo tanque com a merda só pela cintura.
O carteiro irritado, chama o demónio e reclama:

- Desculpa lá!! Assim não dá!! Tem dó, eu não roubei tanto assim! Só roubei o dinheiro dos reformados de Vila Nova de Gaia, mas nunca ninguém conseguiu provar nada contra mim e estou aqui quase afogado em merda, enquanto a Manela que roubou a reforma a tantos funcionários públicos e pensionistas, está atolada em merda só até a cintura?

O diabo, muito zangado, olha para a Manela e grita:

- Manela! Sai já de cima da cabeça do Sócrates!!!!!

(recebido por mail)



sábado, 17 de janeiro de 2009

Manuela Ferreira Leite, José Sócrates e Aníbal Cavaco Silva: o Grau Zero da Política Portuguesa




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A Bruxa do PSD conseguiu uma coisa extraordinária: que estivéssemos atrasados no TGV nos Anos 80, e torná-lo obsoleto antes de existir, já no séc. XXI



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quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Manuela Ferreira Leite e o seu mais iluminado Lapsus Linguae

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Imagem do KAOS
É público que não gosto da Man'ela, mas os meus gostos também não são deste Mundo, e aí vamos, adiante, e simplificadamente: hoje, a Man'ela soltou, nos seus discursos, que se têm vindo a tornar mais inflamados, uma enormíssima verdade. Está num vídeo, aqui, em baixo, e é um "Simplex" do que a maior parte dos Portugueses, com dois dedos de testa, hoje pensa: isto já não vai lá a bem.
A Lurdes continua a estrebuchar, sem perceber que já está morta. O Pinho é alvo da chacota de toda a gente. A Bicha da Agricultura, com o seu bigode de voz melosa, ainda não percebeu que aqueles insultos são mesmo para ela. Constâncio, traiçoeiro, voltou a dar a golpada, sempre do mesmo género: finge que é um técnico honesto, e corta um bocadinho, quando lhe convém, para chatear o Poder e pôr-lhe rédea curta, que o "Engenheiro" percebe pouco de contas, ou dar-lhe trela, quando lhe interessa não ser incomodado no seu poleiro dourado. Por fim, o Pargo das Finanças, considerado -- olha a descoberta... -- como "o pior Ministro das Finanças da União Europeia", e ficamos por aqui.
Graças a Deus que não há um "Financial Times" para a Educação, para não nos sentirmos ao nível do Burkina Faso...
Manuela Ferreira Leite disse, em lapso, ou por vontade pura, que suspender o "Polvo" por seis meses, para obrigar a pôr ordem em tudo, talvez não fosse má ideia. Ia ser desagradável ver meia Assembleia da República a sofrer um tratamento "à la Pedroso", o Conselho de Estado enfiado às postas no Linhó, e aqueles célebres Juízes do Tribunal da Relação amarrados ao pelourinho da Praça do Município. De José Manuel Júdice e Paulo Pedroso... confesso que conheço umas pessoas que gostariam de ter uma pequena conversa, a sós, com eles, e até é coisa simples de se arranjar.
Resumindo, o que Manuela Ferreira Leite disse é uma nova versão de um velho discurso nosso, e podem relê-lo: as Forças Armadas são a garantia do Estado Democrático, e o Estado Democrático define-se pelo exercício e igualdade dos cidadãos perante a Lei. A Justiça não se pode assemelhar a um pântano, onde singram, impantes, algumas baleias gordas, e, sistematicamente se afundam as sardinhas e todo o pobre mexilhão. A intervenção não precisava de subverter a Ordem Constitucional, nem de tocar nos Poderes legitimamente eleitos. O Cavaco podia continuar a brincar aos presépios, o Sócrates a fazer as ridículas palhaçadas do "Magalhães" e o Constâncio a brincar às centésimas; a Lurdes apanhava mais umas semanas com ovos, e a Assembleia podia continuar a votar obscenidade absolutas. A intervenção necessitava, sim, de, e acho que seis meses chegavam, tocar naquilo que nunca foi eleito e continua intacto, incólume e impune, desde a Santa Inquisição e os Tribunais Plenários: a tramóia jurídica nacional. A solução era simples: os TAIS CASOS, que são o escândalo da Opinião Pública e a nossa vergonha internacional, passavam, com ordem prioritária de despacho e julgamento, para Tribunais Marciais. Passados seis meses, e com eles já resolvidos, voltávamos a uma coisa que se assemelhasse, enfim, à normalidade de um Estado Europeu, mediano, e Democrático.
Dou-lhe os meus parabéns, minha cara Manuela: durante esta semana, vai ter em mim um social-democrata ferrenho, e, se conseguir, mesmo, desencadear qualquer coisinha, minha amiga, eu até votaria em si em 2009... Sapo por sapo... Pois... Sapo por sapo... "A Zon é mobile"
(Dupla publicação, no "Arrebenta-Sol" e em "The Braganza Mothers" )

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Quem pode pôr ordem no Polvo Português?... (Cortesia da SIC)





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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Das Mamas de Sarah Palin aos Arenquezitos Fumados de Manuela Ferreira Leite

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Imagem do KAOS
Pois, eu sei que estavam à espera de que eu viesse aqui comentar o novo veto do Saloio da Bomba, mas, olha, acontece que não me apetece. Sobre isso, já disse o que tinha a dizer: enquanto Primeiro-Ministro, quis ser Salazar; enquanto Presidente das Bananas, quer agora imitar Américo Thomaz, e não admite que lhe toquem em nenhum dos seus poderes. Acontece que ele só tem um poder: o de nos fazer rir a todos, sempre que aparece em público. Homem, enxergue-se, e mande retirar aquela bandeira de croché que tem pendurada em Belém!... Aquilo é que era uma boa coisa para os "Hammerskins" lá irem durante a noite e arrancarem-na: para todos os efeitos, goste-se, ou não se goste dela, é um dos Símbolos da Nação, e não temos culpa de que a Nação tenha descido ao nível dos naperons da Maria-de-Centro-Esquerda, para quem Portugal é a Revista "Maria", em grande. Quanto ao Estatuto dos Açores, já que a Sodomita do Héron-Castilho é tão teimosa, eu, se fosse ela, voltava a aprová-lo, igualíssimo, punha-o na tigela, e depois fazia assim, "anda..., anda..., aníbal..., anda ao dono, anda..., anda, comer!..."
Puta que os pariu.
Ah, sim, parece que mais um dos escândalos do Escândalo Eleitoral Americano tem sido o dinheiro que a Palin tem gasto no guarda-roupa.
Vocês desculpar-me-ão, mas como todos os grandes tarados, eu tenho sempre uma fixação, e agora é a vez da Palin.
Já no "DN" alguém disse que o Caneco Obama não tinha explorado muito o assunto dos trapos da outra, porque, em cada semana, gastava mais em cartazes do que ela em Armanis e Vuittons, e é preferível um casaquinho que lhe assente bem a ela do que o sorriso falso e tisnado do outro. Pois, concordo.
Realmente, sou daqueles que acha que uma mulher quer-se, ou bem vestida, ou bem despida, e tudo o resto são centésimas constâncianas.
Como todos os tarados, repito, tenho direito às minhas fixações, e uma delas é que gosto ainda menos do Obama do que do Cavaco, o que, na minha escala de valores, é uma desvalorização de um nível tal como a que provocou a extinção dos dinossauros. Ao nível do meu desprezo por Obama, só o meu desprezo pela Ferreira Leite, assuntos fundos como a Fossa das Marianas, que passo já a desenvolver.
Eu gostava de descrever a Manuela Ferreira Leite cientificamente, mas só me vêm à cabeça metáforas literárias: acho que há nela uma tentativa de miscigenação entre um Pterodáctilo, um piaçaba, e umas daquelas orquídeas "fanées", que, no séc. XIX, as meninas bem comportadas, dos colégios de freiras, espalmavam entre duas tábuas, e arrumavam no herbário, só que, no caso da Nelinha, existiu todo o resto, o Pterodáctilo, o piaçaba, o herbário, o colégio de freiras... excepto a orquídea -- mal empregada flor!...
Quando vem para a televisão, a mulher parece que foi passada a ferro, e, simultaneamente, posta a fumar, como os presuntos da serra, ou aquele bacalhau, do tempo em que os marujos iam meses para a Terra Nova, pescar peixe, enquanto se comiam uns aos outros, e depois voltavam à pátria, no tempo do Ano Novo e muitas "propriedades", e, então, acha que, por enfiar em cima um colarzito de missangas e uns veludos vermelhos, fica logo "charmosa". Bem, para um país que venera o Cristiano Ronaldo e se ajoelha perante uma Santa com cara de saloia, até é capaz de ser verdade que quem está, mais uma vez errado, sou eu.
Eu estou sempre errado, já repararam?... Pois é.
Ferreira Leite achava que só devíamos gastar o que tínhamos, e eu acho isso uma aberração, porque a excitação está mesmo em gastar o que não se tem, e se a jararaca está num nível de primarismo tal em que acha que só devemos viver do que temos, é melhor morrer já, porque ela, mais o Cangalho da Bandeira de Croché, trataram de nos arrumar num país sem nada, posto a afundar, na fase final, por um par de bandalhos, chamados Durão Barroso e José Sócrates, com a complacência de plateias inusitadas, logo, não temos mesmo nada para gastar, desde o tempo em que o Mighâ Amâghàl fez desaparecer os Fundos Estruturais pelas mãos dos amigalhaços, que espero que os tenham posto fora do país, naqueles bancos que agora faliram todos, para também terem ficado sem NADA, ou a navegar no bolo de aniversário da UGT -- lembram-se?... -- que fazia Acções de Formação, para chupar dinheiros da C.E.E. -- 30 anos disso, já... -- e depois prescreveu tudo, e o Torres Couto, outro ignaro do Oportunismo e do Novo-Riquismo, desposou uma cona seca da Quinta da Marinha, para procriar, porque o casamento é mesmo para procriar.
Uma das grandes diferenças entre a Palin e a Leite é que a Leite acha que o casamento é para procriar, mas a Palin já foi mais além, e arranjou aquela filha, de 17 anos, que tratou de emprenhar, antes de casar. Uma visionária, e vamos ter uma Vice-Presidente Americana avó de um filho de pai-in-cornos, o que é saudável, muito "Hippie", e mostra que a Governadora do Alasca chega e sobra para todos, graças a deus e à nossa senhora do Alaska.
O Alaska é enorme, cheio de gelo, só comparável à frigidez afectiva da Ferreira Leite, mas enquanto a Governadora resolve isso, enfiando-se num gabinete super aquecido, e atirando-se, a ronronar, para os braços dos seus inúmeros admiradores, a Ferreira Leite parece que engoliu um serrote, e tem aqueles vocalizos ásperos, de garganta, que fazem fugir qualquer um.
A Sarah Palin foi Miss Alaska, a Ferreira Leite nunca se candidatou a posto mais alto do que de Miss Espantalho.
As ambições de Ferreira Leite nunca passaram de Orçamentos de meio tostão, coisa que fez o Saloio de Boliqueime, quando era Salazar, pô-la na rua, mas agora, que é Thomaz, imaginar que tem ali uma Sarah Palin, que vai enfeitiçar os Portugueses.
Deus me perdoe, se algum homem tiver tesão pela Ferreira Leite, é mesmo sinal de que a Crise Financeira atingiu o seu apogeu, e já não temos qualquer salvação... Vai ser uma Islandização, do Minho ao ALLgarve.
Sarah Palin, pelo contrário, teve outra declaração extraordinária. Ela sabe que tem petróleo no Alaska, e pode libertar a América da sua dependência energética -- é mentira, mas serve para o meu ensaio... -- enquanto a Ferreira Leite, por muito que os homens do táxi me garantam que ela é como a Teresa Guilherme, e gosta deles na casa dos Vinte, eu só consigo vê-la com uma rata cheia de teias de aranha e cotão, por debaixo daqueles veludos vermelhos que ela põe por cima do "soutien" dos seus dois arenquezitos fumados, dizia eu, quer pôr-nos atrelados aos meios tostões antigos que aquelas velhas que são violadas pelos netos drogados ainda escondem nos colchões bafientos. Então, quando apareceu a Avillez, velha, a defendê-la, percebi que eram mulheres com os carris muito gastos, coisa que nem acho mal, podiam era ter um palmito de cara e umas dedadas de corpo, como a Palin, em vez de representarem aquele sexo freirático, contra-natura, que monotonamente incarnam estes estafermos portugueses.
A Palin foi lindíssima: com aquele olhar cativante, disse que os dinossáurios ainda existiam há 6000 anos, que parece que foi a data em que Deus concluiu as obras de santa engrácia, e, portanto, de aí para trás, não há nada, nem Lascaux, nem Altamira, nem Chauvet, nem Neanderthal, nem a minha lindíssima colecção de trilobites.
Isso... eu acho maravilhoso, porque andarem a falar-me de milhões, biliões, triliões, quatriliões... eu sei lá o que é isso... Agora, 6000 anos é um número redondo, dá para fazer as contas de cabeça: se Cristo foi crucificado há 2000 anos, então há 3 vezes esse tempo, ainda os dinossauros andavam por Belém e por Wall Street. As Pirâmides, por exemplo, estão a 1/3 da Criação do Mundo, e 2/3 do Grande "Crash" de 2008, quer dizer, é fácil arrumar tudo em 8000 anos, 2000 para a frente, 6000 para trás, até a Mulher Mais Velha do Mundo, aquela avó do Hawai, que ensinou o Obama a mentir, podia ter essa idade: 8000 anos de mentiras (Parece um título do Garcia Marquez).
Em Portugal, por exemplo, não estou a ver nenhuma daquelas jornalistas que se ajoelham perante a Ferreira Leite, ou aquela sentina ambulante, o Vitorino, que os Integralistas do Regime querem apresentar como Candidato Presidencial, contra Cavaco, ou, mesmo os que vão dando corda ao cocado do Sousa Tavares ou ao pederasta do Marcello, virarem-se, de repente, para eles, e dizerem, "o Professor acha que ainda havia dinossauros há seis mil anos?..."
Iria ser lindo, parava o país todo, e gostava de saber quem poderia pôr o ar seguro da Palin, olhar de frente para as câmaras, e dizer "YES, I DO".
A Palin, meu ídolo destes derradeiros dias felizes do Outono de 2008, antes do Grande Cataclismo, faz-me lembrar a inocência daquele gato, ou cão, ou lá o que era, do Álvaro de Campos, que era feliz, sem saber o que era a Felicidade.
Sempre que ela olha para as câmaras, completamente alheada do Mundo, faz-se sentir um lulu que também partilha daquela enorme Ignorância da Realidade. Isto, sim, é a Grande Política, é fazer o eleitor sentir-se confortável, ignaro e poder ainda ter qualquer esperança.
Que diferença, pois, para o bacalhau de lombo baixo da Bruxa do PSD...
Nem sei o que queria dizer mais, era tanta coisa, mas tenho medo de que este texto chegue à destinatária, a Ferreira Leite, aliás Ferreira Dias, que o Leite, salvo seja, veio do último casamento que a não suportou, e detestava vê-la chorar, pelo que acho melhor terminá-lo aqui... ah, ... não, falta um último conselho político: lembro-me de que, em 2005, estava em Paris -- le 14 Juillet!... -- e o Ministro da Polícia andava por lá a trair o Estado: enquanto a Cidade-Luz celebrava a Revolução oficialmente, ele fazia festas separadas, em Neuilly. Pensei para mim, "este gajo é perigosíssimo", e fui direitinho para o Bois de Boulogne, onde passei a noite inteira. Não me enganava. O sarcoma Sarkozy ganhou as Eleições, descendo os Champs Elysées montado num cavalo branco (!).
Sarah Palin, para evitar as bocas sobre o seu guarda-roupa, ganha-las-á, descendo a Quinta Avenida, toda nua, como Lady Godiva, e montada numa rena do seu Alaska.
Vai ser maravilhoso, e já só falta uma semana...
Que bom.
(Edição simultânea no "Arrebenta-Sol" e em "The Braganza Mothers" )

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Ferreira Leite foi a grande novidade do Desfile de Moda para Freiras. Todos os estilistas de acordo: seu corpo é uma pura "Pietá" de varrer as escadas


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"Nossa roupa é larga, entra um ventinho", afirma freira

Camiseta de santo e barriga de fora se harmonizam em Aparecida


Sob forte calor, barrigas de fora e decotes ousados desfilaram sem culpa pelo Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, onde o papa Bento 16 fez no domingo sua última aparição pública da viagem de cinco dias pelo Brasil.
Para ouvir a missa do pontífice, muitas das 150 mil pessoas chegaram cedo e instalaram cadeiras de praia e almofadas. Sombrinhas, bonés e binóculos eram adereços frequentes. O que mais se vendia era água, mas também havia cerveja disponível.
Apesar da descontração, freiras de hábitos pesados e muitas camisetas de santos compunham a maioria na missa celebrada do lado de fora da basílica.
"As mulheres têm que estar compostas (para uma missa), mas eu sei que não estou, estou devassa", admitiu a professora Maria de Fátima Rodrigues, 46 anos, usando uma regata vermelha bem decotada, que deixava também o sutiã à mostra nas costas.
Ela explicou que saiu de casa com uma camiseta de mangas compridas, mas não aguentou o calor. "Se eu comungar, tenho uma blusa comportada aqui na bolsa", explicou.
Mais exagerada, embora uma exceção em meio aos fiéis, era a dona-de-casa Vera Lúcia Juarez, que se diz católica praticante. Ela usava minissaia jeans, bota branca até o joelho e top preto. "Calça é muito calor", explicou, sem graça. "Mas vou à missa todo domingo, aí eu coloco calça."
A moda entre as católicas mais fervorosas são as camisetas com imagens de santos e foto do papa Bento 16, que regressa neste domingo a Roma.
"Tenho uma coleção", disse a dona-de-casa Katia de Souza, 42 anos, usando uma camiseta de Nossa Senhora adornada de paetês coloridos. "Uso muito, é importante divulgar nossa fé."
A amiga dela, Irani Santos, costureira de 65 anos, vestia uma camiseta com a imagem de Jesus Cristo e muitas medalhinhas abençoadas no pescoço. As duas vieram do Rio Grande do Sul e carregavam sacolas com lanchinhos.
A irmã Anita, da congregação franciscana Sagrado Coração de Jesus, estava de hábito novo, bege clarinho, que ela mesmo costurou em um dia a partir de 3,5 metros de tergal.

"A gente se sente muito bem, muito melhor que vocês de calça jeans apertada, que não ventila nada. Nossa roupa é larga, entra um ventinho", disse a freira, que viajou de Pernambuco a Aparecida."

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

O Ovo da Serpente

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Dedicado à minha querida Maria Amélia e ao seu agonizante e espantoso "Chaparral"
É a segunda vez que me obrigam a interromper as férias, este mês. Não, não estou, nem sou, a Praia dos Tomates, nem o Pulo do Lobo, e só venho aqui falar de uma coisa que já pairava, como rumor, e há muito, entre nós, os que ainda VEMOS: Portugal, uma Bandeira de Conveniência, andava, de há tempos para cá, entregue aos "racings", e desrespeitava todos os sinais vermelhos. É tudo natural, desde a loura que é assaltada dentro do jipe que o galifão lhe põe nas unhas -- você sabe que num desastre, a loura, se estiver dentro de um jipe, é sempre quem sofre menos?... -- até à velhota, meio surda, a quem os mulatos vão às notas de 50€, metidas no colchão, e com ela em casa. Com um pouco de azar, não haverá violação.
Apetecia-me dedicar este texto e dediquei a quem de direito, por razões que sou e ela saberemos.
Hoje, Portugal funcionou: houve uma crise urbana grave, e inediatamente acudiu o Presidente da Câmara do Martim Moniz; a meio da tarde, aquele sapo amarelo que é Ministro da Administração Interna veio espalhar um pouco de mau hálito pelas televisões, e foi dormir; Cavaco interrompeu as férias, interditou o espaço aéreo sobre as orlas suburbanas de Albufeira -- com medo de que dessem um tiro de misericórdia na Maria e os estrangeiros fugissem no meio de uma revoada de penas de galinha-da-guiné -- e dirigiu-se à Nação, naquele tom grave de perdigotos que tanto devemos a Glória de Matos; no outro lado do Mundo, Sócrates entrou em video-conferência, para serenar a capital, e Câncio escreverá amanhã em defesa das minorias que vêm assaltar bancos por necessidade (O resultado no senso comum, será ainda um malfadado crescendo de xenofobia...); na Oposição, Manuela Ferreira Leite soltou, qual Confúcio, mais uma frase lapidar: "os bancos são para depositar dinheiro e não para assaltar".
Gostei de ver uma coisa que não era um espectáculo, e provou a perícia de uma Polícia altamente preparada, quer para o jogo da minúcia, quer para o xadrez psicológico. Durante nove horas, enquanto o Estado fazia desfilar as suas mais altas patentes pelos órgãos de Comunicação Social, trabalhou sózinha... coisas da vida. Ah, entretanto, o Tribunal da Relação, que tirou das unhas da Justiça o insuspeito Paulo Pedroso, resolveu voltar a condenar Vale e Azevedo, o que já se tornou numa rotina do Rectângulo. Suponho que o outro se deva estar a rir às gargalhadas, e eu só não estou, porque detesto assistir à morte em directo, nas televisões.
O final é mais disfórico: com a vergonha da Maddie ficámos com a sensação de que tínhamos uma Polícia que não prestava, a juntar a uma Justiça que Marinho Pinto descreveu na perfeição. O problema da coisa é que não se confina cá dentro, transborda lá para fora, e é natural que imigrantes, perante um país onde tudo acaba "ARQUIVADO", se atrevam a actos audazes: isto é o Ovo da Serpente.
Ontem, estávamos num cenário de Cauda da Europa único: suspeita de má polícia e certeza de má justiça.
Num golpe de ombros, a Polícia tomou a honra nas mãos, e mostrou que os nossos impostos ainda podem ser gastos com dignidade.
Parabéns.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Fag Mother




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domingo, 3 de agosto de 2008

E que tal correrem com a Ferreira Leite e porem lá o Alberto João?...


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Leya AQUI

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Nós adoramos tudo o que tem a ver com Biancard da Cruz, desde a Frente Ribeirinha de Lisboa até à Juventude (?) da Ferreira Leite

Nós também preferimos que sejam os jornalistas a divulgar: se isso não é Jornalismo, então onde é que está o Jornalismo?...
Mas podemos ficar pela pequena história: o aluno de Cavaco Silva, o filho do homem da bomba, também é filho de homem da bomba, por acaso... GALP.
De aqui a trinta anos teremos um Presidente da Região Autónoma da Galiza com as mesmas características do presente. Que Deus lhe dê uma Maria à altura.

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segunda-feira, 21 de julho de 2008

A Frente Ribeirinha e a Opus Dei já chegaram à Califórnia: é o tipo de "franchsing" em que podíamos apostar. Os Americanos iam adorar...


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domingo, 20 de julho de 2008

O Admirável Portugal de Cavaco, Durão, Sócrates e Ferreira Leite

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( Via "Público" )

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