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segunda-feira, 12 de abril de 2010

"The Braganza Mothers", no dia em que a Corrupção Grega valeu 30 000 000 000 à Grécia. Mamã, eu também quero ser Grego!!!...


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

domingo, 14 de março de 2010

Grandes Êxitos do "The Braganza Mothers I" - "Carolina Salgado e a Função Pública"


É uma verdade incontornável: quanto mais desce o nível, mais nos sobem os contadores de visitas. Isto, hoje, parece uma Casa de Alterna, em dia de actuação de Carolina Salgado, e em vésperas de jogo do Dragão...

Até me parece estar a vê-la, toda agarrada ao varão, cinto de ligas, a fazer pela vida e pelos dois filhos... da vida, e, de repente, a entrar o outro Varão, o Varão do Norte, aquela soberba figura, uma espécie de Rei de España, mas de Solar de Barracas, e ela a cair de cu, no chão, ainda agarrada ao metal do varão, mas já a gritar, "tu és o amor da minha vida!..."

Carolina Salgado, no fundo, é uma espécie de Cinderela, sempre que tocava a meia-noite, a abóbora da vida dela transformava-se num leitão, em forma de Pinto da Costa, e era então um masturbar até não mais acabar, valha-nos deus.
Nenhum sapato lhe servia, excepto os de salto alto, que se vendem naquela sex-shop de três andares, defronte do "Moulin Rouge", onde os árabes rifavam frascos de mijo a Alemães decadentes, com a baliza toda rota.

Não é, todavia, Carolina que me traz aqui. Acho Carolina soberba: onde vocês só vêem a puta, vejo eu um Burne-Jones inacabado, uma maravilha saída do pincel de Dante-Gabriel Rosseti, em suma, um óleo Pré-Rafaelita, ascético, mergulhado numa aura simbolista de crepúsculo do Fim do Mundo. É, pois, natural, que um suíno de pata negra se tenha apaixonado por ela. Até eu, que sou insensível às dores da Noite, seria capaz de a tirar do varão, para a transformar numa mulher, limpa e honesta, como elas se querem, desde o tempo dos bailes dos Alunos de Apolo,
não o de Delfos,
mas o de Campo de Órique, velhas terras acolinadas por Lisboa acima, até à obra-prima do Taveira.

Cumpria Carolina a função em público, e teve a sorte de sair a tempo do baralho, não fosse cair no Quadro de Excedentárias, se bem que gajas com um ar daqueles, meio órfão, e meio de quem pode ser humilhada de toda a forma, pairem muitas por aí, mas sempre se safou a tempo, antes daquele burgesso das Finanças, com aquelas duas pregas descaídas de lado, e ar de pargo achatado, lhe deitar a mão.

Sempre que passo na peixaria do Carrefour, vêm-me à cabeça as Finanças deste Ladroário Lusitano, e consigo lá ver, em cima dos cubos de gelo, naquelas aparições de fim de noite, que me deprimem imenso, quando a voz da menina que ganha 400€ por mês anuncia que só faltam 5 minutos para fechar as portas, e é então que eu meto um salmonete no "soutien", e saio de fininho, para ter de comer no dia seguinte...

Quando fôr rico, hei-de pedir à menina da peixaria que me agarre no Ministro das Finanças, e -- como elas dizem -- mo "arranje", cortando ao meio e limpando as miudezas que ele, suponho, lá tenha dentro.
Acho que aquilo, nas brasas, até marchava.
O homem é horroroso: parece a Socratina de aqui a 20 anos, inchada, porca e ainda mais ressentida do que já é, e, quando ele fala de Mobilidade da Função Pública já está, a meu ver, ultrapassadíssimo. Se eu fosse a ele, metia os excedentários do Ministério da Agricultura na Secretaria de Estado de Desvios de Fundos Agrários, os das Finanças, nas Secretarias de Estado dos Juros Bancários, e nas Sub-secretarias de Estado do Branqueamento, "Off-Shoring", e "Suicização" de Contas. A Cultura ia toda para o novo Ministério da Cultura do Calote, do Cheque em Branco, do Desfalque e da Ladroagem, coisa velha, desde a "Arte de Furtar". A Educação era extinta, e transformada na Direcção Geral da Bandalheira, e o da Ciência, "zippado", e enviado, na forma de sanitário, para o M.I.T., com a assinatura, Marcel Duchamp. Ministério da Indústria, mas o que é isso?... E lá ia toda a gente para o Ministério da Importação, a Secretaria de Estado das Prateleiras de El Corte Inglês, e as Direcções-Gerais da Opel, Renault e Mercedes, mais a Direcção de Serviços dos Moldes de Plástico (esta não pode falhar nunca). O Ministério do Trabalho assumia-se como Secretaria de Estado do Tráfico de Escravos e Assuntos da Casa Pia, e a Segurança Social era gerida pela Pedro Arroja, S.A., lucros-à-pala-de-crianças-esfomedas-do-Bangla-Desh. As velhinhas levavam todas uma injecção atrás da orelha, e os Fundos de Pensões revertiam para o Ministério dos Estádios e Balneários. As Obras Públicas passavam todas a Obras Privadas, mas subsidiadas pelo Estado, e os Negócios Estrangeiros, de casa, onde um tio paneleiro se esforça todo para conseguir enfiar o paneleiro de um sobrinho, era directamente entregue ao ciganos que traficam na Feira de Carcavelos. Era a solução para o Desemprego, emprego pleno, e todo ele na Função Pública, porque, afinal todos nós não somos a mais, estamos é em gavetas trocadas, e num tempo de rótulos errados. Afora isso, até vamos andando, graças a deus, e em direcção ao fundo.

segunda-feira, 8 de março de 2010

O gajo que queria comprar o Hospital do Desterro, deu o fora e não pagou :-)


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Yes I can't

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Os Três Pês: Portugal-País-Pária



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Imagem do Kaos

Tenho andado relativamente caladinho, porque a Realidade está a rodar a um tal ritmo que me tem custado digerir algumas das últimas efemérides.
A primeira, porque superlativa, refere-se ao Futebol coisa da qual não pesco um corno, embora saiba que passa por recrutamento sistemático de pessoal das barracas, branqueamento de capitais, através da "compra" (?) milionária de suburbanos de meio neurónio, para passarem de Clube em Clube, sem que ninguém perceba bem por quê, nem para quê, exceto para fazer rolar gigantescas massas de dinheiro duvidoso, vindo do tráfico da Droga, dos Corpos e do Plutóno.
Sei que a coisa mete subornos, muitos construtores civis, conúbios entre Câmaras e Mafiosos, circuitos de Putas e de Rapazes, importados clandestinamente, para pagarem favores de cama -- "fruta", como diz o Jorge Nuno, meu amigo de há longos anos -- e que isso vai gerando uma teia de corrupção, de rabos presos, que, geralmente, acaba em tiros pela noite, execuções sumárias e gente que desaparece.
Regra geral, como é preciso arranjar culpados, há um que está sempre de serviço, uns Brunos "Pidás", uns Mários Machados e, claro, o Vale e Azevedo, que está para o Futebol como o "Bibi" está para o "Casa Pia": sempre que há uma bronca, ele é o perseguido e castigado, para os outros poderem continuar em paz, a "trabalhar"

Socialmente, a coisa é mais elementar e catártica, porque é pretexto para que os mal casados espanquem as mulheres, sempre que o favorito perde, e para que se gere a enorme empatia homossexual coletiva, que vai desde os jatos de mijo comparado, dos urinóis públicos do estádio, ao balneário, e aos desejos, sublimados na cerveja, de mamar na picha mole do Cristiano Ronaldo, ou de sonhar apanhar no cu do Figo, coisas tipicamente portuguesas, e, portanto, naturais, daquelas que fazem o solzinho dançar, o país regredir e o casamento procriar.

A semana passada, eu, que não pesco boi de Futebol, acabei por ver, aliás, ouvir... acho que três das tais Escutas do Pinto da Costa.
Aquilo é de muito baixo nível, como os orgasmos da Clara Pinto Correia, os plágios do Miguel Sousa Tavares, ou a bandeira de croché, da Maria de Centro/Esquerda de Boliqueime, mas fez-me ficar, na boca, com um sabor a pouco, porque se aquilo são amostras, então o que seria a ementa completa?...
Isto parece humor, mas não é: ouve-se ali falar de pagamentos com "fruta", equivalente aos "robalos" de Armando Vara, e, para um leigo, como eu, em Futebol, da escolha (!) de árbitros, para condicionarem resultados de jogos, e do célebre currículo à força do execrável Mourinho, agente da Mafia Russa, entre outras preciosidades.

Para mim, cidadão comum, embora diferenciado, aquilo era matéria mais do que suficiente para desmontar a camorra toda, da qual Pinto da Costa é apenas um dos rostos mais reles e conhecidos, e aqui passamos já para um segundo patamar de gravidade: ou aquelas escutas são falsas, ou os tribunais que as impugnaram ou taxaram de "irrelevantes" são espaços duvidosos, não frequentáveis e que nos apavoram sobre a inexistência de um Estado de Direito, a definição de Democracia, e mostram que entre isto e as leis do Haiti pouca variância vai.
A coisa piora, quando nos recordamos que, em Portugal, não se fala de outra coisa senão de Escutas. Das do "Casa Pia", ficou a encenação de curtíssimos minutos, quando queríamos ouvir TUDO, aliás, no estado em que as coisas estão, e depois de ter ouvido o Jorge Nuno ao telefone, mais a sua Carolina Salgado, outra badalhoca, no nível da Maria Elisa, a ser entrevistada, eu, cidadão português, do séc. XXI, reservo-me o direito de ter acesso a todo este tipo de coisas, abafadas debaixo de uma capa sorumbática e lúgubre, chamada "Segredo de Justiça", que já se percebeu que é o nome que se dá à cortina de silêncio debaixo da qual "eles" têm tempo de maquinar e fazer ajustes diretos, para que tudo acabe sempre em... nada.

Lembra-se da "Moderna"?... Lembra-se da "Independente"?... Lembra-se do "Casa Pia"?... Do "Apito Dourado?"... Do "BPN", branqueado por uma boca da servidão, chamada Sónia Sanfona?... Do "Freeport", e das escutas mandadas queimar pelo Bode do Supremo Tribunal de Justiça?... Lembra-se de outras tantas coisas iguais, de que nos vamos esquecendo, no meio do permanente escândalo e perplexidade que nos vão provocando?...
Pois nós queríamos saber tudo, ouvir tudo, e ter o direito de nos pronunciar sobre este pantâno de lama e excrementos em que nos mergulharam.

O Primeiro Ministro Grego confessou que o seu País tinha ido à bancarrota por causa da Corrupção, que é o nome oficial que as coisas que atrás descrevi têm nas sociedades civilizadas.
Acho que ele tem razão, e ainda vou acrescentar algo mais grave: em Portugal, a coisa é muito pior do que na Grécia, e vamos vê-lo muito brevemente.

(Trio da "fruta", no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal" e em "The Braganza Mothers")

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Voltará a Grécia, nas ruas, a devolver-nos a Democracia?


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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Grécia à Europeia (Cortesia SIC)



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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Três agências do BCP destruídas na Grécia (Os Gregos, ao acaso, vão-se achegando à Verdade)


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