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segunda-feira, 8 de março de 2010

Proença de Carvalho sob ao palco com José Cid, para cantarem "The Eleven's Pulp", ou, em Português, O Polvo do "Eleven"




Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Se o minarete for grosso, ainda o meto, senão... não


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Fernanda Câncio, uma das luminárias do Pensamento Português, defende as... "fuzileiras"

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Atenção: este é um texto propositadamente segregacionista
A mulher não pára, e esquece-se -- não se esquece, faz de conta que não sabe -- que, hoje em dia, as gajas fazem tudo para casar. Portugal tem um excedente de 400 000 mulheres sobre os homens, e quando digo "homens" estou a ser muito generoso...
A tropa era um dos poucos lugares onde o sexo masculino se podia libertar da permanente opressão do Matriarcado Português: primeiro, a mãe, depois, a irmã, a namoradinha, a mulher, a amante, e as primeiras crias, quando as conseguia fabricar.
No outro dia, à porta do quartel, apanhei com seis camuflados, o sonho erótico de qualquer "gay", e tentei ver quantos "despacharia". Não despachava nenhum: eram quatro meias-lecas de carrapito e um daqueles, tipo tábua de engomar, que tem paciência para conversas de croché.
Sim, fuzileiras, mas no regime masculino: cabeças imediatamente rapadas, à entrada; provas de esforço nos "dias difíceis", e noites de camarata mista. Talvez se espantassem com não ser escolhidas para certos jogos nocturnos, clássicos desde que o exército é homem, de sobe-e-desce e mete-e-tira, na horizontal...

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