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terça-feira, 1 de junho de 2010

Agora a sério: Fernanda Câncio entrevista Paulo Pedroso (lindo duo), dedicado ao Dia Mundial da Criança :-)




Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

O nosso coração está com Manuel Alegre :-)

quarta-feira, 17 de março de 2010

Grandes Êxitos do "The Braganza Mothers I" - "De l'Annonce faite à Arrebenta"

Faz hoje dois anos e três meses que eu tive a Revelação. Estava, como de costume, profundamente mergulhado numa dose reforçada de "Dormicum", veio um anjo, acordou-me, e enquanto eu pestanejava na cama, disse-me: "Prepara o teu ventre, porque, em breve irás "conceber-te" numa Laurinda Alves..."

Pensei que fosse um sonho. Eu nunca tinha concebido coisa nenhuma, excepto umas reformas de um gaveteiro de t-shirts, que tinha os encaixes das prateleiras partidas, e eu, com o meu proverbial jeito de mãos, tratei de segurar aquilo com pregos, por acaso, ou talvez não, mais compridos do que a espessura das paredes, de maneira que, depois de pregado, aquilo ficou a parecer um camiseiro de faquir...

Adiante.

Eu devia preparar o meu ventre, para me conceber numa Laurinda Alves... Como tenho um fundo irremediavelmente romântico, a minha primeira reacção foi chorar. Chorei que nem uma Maria Madalena, horas e horas, porque, chegar aos meus 25 aninhos, e, de repente, do pé para a mão, vir um ser celeste anunciar-me que eu ia metamorfosear-me na Laurinda Alves, enfim, era um bocado a "Metamorfose" do Kafka, mas em registo J'aquina Monchica...

Depois, encarei o meu destino: havia, é corrente, cirurgiões na extinta U.R.S.S. que eram especialistas em estender ossos, esticar fémures, transformar anões em gigantes, de maneira que fui, que nem um desvairado, para a Net, procurar os "links", os contactos, as informações. Lá dei com o Dr. Solotov, da velha escola soviética, que, por email, me disse que me podia enganchar uns esticadores na queixada, e, se andasse com eles todos enfiados nos ossos, era garantido que 4 anos depois ia ter uma cara de cavalo; o resto era mais fácil, injecções de hormonas, um pouco de botox, umas "toilletes" apirosadas, uma voz avinhada de Maria João Avillez. Tudo a meu cargo.

Havia, todavia, o problema da inteligência, e eu, que sempre fui mau em Cirílico, lá enviei mais um email atamancado, ao Dr. Solotov, a perguntar-lhe como poderia ascender à inteligência da Laurinda Alves, e ele disse-me: "é elementar, meu caro Arrebenta: assim como a sua queixada se vai esticar, até atingir o formato de um equídeo, também a sua caixa craneana se vai atrofiar, até ao ponto de ficar com um cerebrelo do tamanho dos miolos do Homem de Flores, ou seja, mata dois coelhos de uma só cajadada, mas aviso-o já de que isso vai custar CARO, MUITO CARO!..."

Foi então que, nalguma lufa lufa política que se seguiu ao vergonhoso golpe de estado palaciano --- o último episódio do P.R.E.C. --, em que a Chorona se deu ao luxo de dissolver uma Maioria de Assembleia, para abrir caminho aos amigos de Ferro Rodrigues e Paulo Pedroso, eu ouvi uma voz robótica anunciar que nos ia dar a abundância escandinava e o golpe de ombros que nos ia atirar para uma democracia avançada, cheia de modernidades, comodidades e bem-estar. Essa voz robótica era o miado de saltos altos, e entoar aporcelanado, entre Caldas e Sèvres, de "Miss Showers", velha batidona das penumbras do banho seco finlandês, das névoas do banho turco, onde nunca ninguém sabe quem era o caralho, que, de repente, se nos encaixava no cu, e das contemplações metafísicas dos tamanhos dos "membros", em hora de lavagem de suores de duche.

E foi assim que votei no Sócrates, já endividado até às orelhas, no meu processo de metamorfose de Laurinda Alves.

O resto já vocês sabem: era tudo mentira, uma cobarde mentira de um ser desprovido de carácter, um golpe de estado encapotado, destinado a bloquear N coisas que se preparavam para atirar o Sistema abaixo, o Casa Pia, onde estavam os nomes dos amigos todos, a tributação feroz da Banca, o fim do Rotativismo.
Como todos os Portugueses, seis meses passados de desvario, de opressão, de desrespeito pelos direitos cívicos e democráticos, eu estava endividado a 150%, ou seja de cada vez que me chegava o cheque da minha caixa do "Carrefour", já eu tinha tudo gasto, mais metade do salário seguinte...

O horror restante é meu: tive de escrever ao Dr. Solotov, a dizer que ou deixava de comer, ou parava com os tratamentos. Parei com os tratamentos, mas fiquei um pouco como o Homem Elefante, do David Lynch. Metade da minha cara é, de facto, de égua, mas a outra tem o arredondado da Fernanda Câncio. Raramante saio à rua, e só quando entro no transe dos comprimidos e das massagens de "Halibut" no pénis atrofiado, me atrevo a vir escrever para aqui, diário da minha dor e do pavor da minha existência castrada.
Do estrangeiro, recebo, amiúde, mails de amigos meus, a pedirem-me para descrever Sócrates, a "Miss Showers".
Invariavelmente respondo que é um carácter duvidoso, sempre travestido com uma mesma burka Armani.

Faz hoje dois anos que eu comecei realmente a sentir vergonha de ser Português...

Imagem KAOS

domingo, 31 de janeiro de 2010

Grandes Memórias do "Braganza Mothers" - "Carta Aberta a Fernanda Câncio"




Caríssima Fernanda:


É na qualidade de... masculino que hoje lhe escrevo. Como a minha cara deve saber, o Masculino, é, por definição, capaz de tudo: trepa, transgride, viola e abandona. Por alguma razão, Montherlant tem um título que diz tudo sobre a Condição Feminina, "Coitadas das Mulheres" (... às mãos dos homens). Se reparar, Verdi, um grande cavalheiro do séc. XIX, pelas mesmas razões, soube colocar toda a sua música ao lado da defesa do Feminino.




Este meu apelo dirige-se a si: toda a gente -- lá estou eu... -- enfim, sabe-se... há quem saiba muito bem, que, nesta sociedade hipócrita, sórdida e cobarde, que é a Sociedade Portuguesa, uma grossíssima fatia dos Casamentos "Vip" só se sustenta na base do "Swing", ou seja, ele casa-se com ela, para tapar a" coisa", mas, logo a seguir, é o ele, de uma, que acaba na cama com o ele, da outra, e reciprocamente.



A notícia do "Correio da Manhã" é mais um vexame para o Feminino, é mais uma afronta para todas as pessoas que estão confinadas ao espaço das suas sexualidades, não-ortodoxas. Ao embarcar nessa ficção, a Fernanda, está, simultaneamente, a mostrar que tudo tem um preço, e a ofender entre 1 a 2 milhões de Portugueses, sem contar com todos os outros que acham isso, só pela pobreza do argumento, uma afronta, uma grosseria e uma suprema demonstração de falta de carácter.

Se o Sr. Engenheiro José Sócrates, que embarcou numa de enviar tudo o que não consegue resolver cá dentro na direcção da fronteira de Badajoz, pudesse fazer um supremo favor, e é para isto que esta carta também se dirige: enviar o carácter dele até à Extremadura Española, apanhar um pouco de ar, e voltar depois, já revigorado, ASSUMIDO, e de cabeça erguida, para que nós não sintamos, como nos sentimos permanente, e diariamente, tratados como atrasados mentais, a quem o servir da côdea mínima é suficiente para manter entretidos durante... décadas.

Vá a España ver como se faz, e tente traduzir para... português.

Quanto à natureza do Eng. Sócrates, pouco mais há a dizer: as suas aparições públicas, a monotonia e pobreza do discurso, a frieza do perfil, a estrutura robótica são incontornáveis, e fazem parte do que de mais negativo o Masculino possui. Eu tenho vergonha de ser homem, ao coexistirem carácteres como o de Sócrates, no meu próprio país, e cidade. Quando, aqui, e por ali, e por toda a parte, o bode expiatório, Paulo Portas, serviu de pretexto para o anedotário nacional, tenho de reconhecer que foi divertido, MUITO divertido, mas não estávamos, ainda, à espera de que nos tombasse este flagelo em cima. Há mais dignidade naquele mesmo Portas de engates de casa de banho do que nas falsas posturas Armani do Inquilino Turvo da Rua Castilho.

Desde Sócrates que muito eleitorado do P.S. passou a considerar a sua opção como perto de... maldita. Há muita gente que NUNCA mais votará P.S., por causa de Sócrates. Há 1 a 2 milhões de Portuguesas e Portuguesas, que vivem no seu tolhido espaço de manifestação de sexualidades alternativas envergonhado, de cada vez que se olha ao espelho e é obrigado a ouvir os novos episódios do vosso triste jogo. Como mulher, suponho que frequente o círculo íntimo do Cavalheiro. O pedido, este meu pedido, é, portanto, sincero. Minha cara Câncio: cada gesto errado seu faz com que Portugal se sinta vexado, atira-nos na direcção do Passado, da Mentira e da Indignidade. Todos nós perdemos: a Liberdade do Cidadão, a Democracia e a própria Contemporaneidade, que, pelo calendário, nos indica estarmos em pleno Séc. XXI, mas que, por sua causa, e dele, entre outros, nos mostra, na realidade... não estarmos.

Agradecendo antecipadamente a atenção

Arrebenta

sábado, 28 de novembro de 2009

Grandes Êxitos do "The Braganza Mothers" - Correio da Lola - "Novo Accordo Ortográphico: como deverei escrever Fernanda Câncio?"

 

Querida Lola:

Estamos em 2009, querida, e chegou o Novo Acordo Ortográfico. Como não tinha mais nada para oferecer às minhas sobrinhas, comprei o número de Dezembro da Revista "Ler", e vi lá o nome de Fernanda Câncio... Câncio... Câncio tem acento. Fiquei logo na dúvida. Querida, com o Novo Acordo, deveremos escrever "Câncio" ou "Cancio"?...

(Maria de Lourdes Roldão Preto, Universitólica Caquética)

Querida Maria de Lourdes:

A sua dúvida é a dúvida da maior parte dos Portugueses. É evidente que, para si, Docente Universitária, e para mim, traveca do Conde Redondo, portanto, pessoas diferenciadas, com um percurso semelhante, é quase transparente que o acento circunflexo, quer em "Câncio" ou em "Constâncio" é perfeitamente dispensável, já que o ditongo "an", por si mesmo, lê-se "an", quer seja escrito "an" ou "ân". Infelizmente, acho que isso está mais ligado ao Poder cair, ou não, na rua, em 2009, já que me parece tão difícil que caia o acento nesses dois nomes como eles próprios caírem do assento. Não se esqueça de que em Portugal nada se cria, nada se inova, tudo se transforma em perda, como pode ver pela "Ler", onde são sempre os mesmos a continuar a escrever para os mesmos. Não será por acaso que a outra já mudou de esquina blogosférica, e está agora no "Jugular", onde lhe pode deitar mais facilmente as mãos aos gasganetes. Todavia, voltando à vaca fria, "An" é dos sons mais ricos e generalizados do nosso romance corrente, já que vai desde o "hã?..." com que os seus alunos a presenteiam, quando você os apanha a copiar nas frequências e lhes diz para se virarem para a frente, como no som guloso da jumenta a ser coitada pelo onagro, que faz com que a minha querida Lourdes (devia escrever com "u", linda...) tenha de acordar às 4 da manhã, para bater com o chinelo na parede, para ver se a sua vizinha, também catedrática, finge menos orgasmo e se dedica mais à ação, deixando os vizinhos dormir. Talvez a minha resposta esteja a ser uma deceção para si, mas vamos direitas ao assunto: você, como eu e a Câncio, é claro que acedemos aos nossos postos por concurso, e somos anualmente avaliadas, eu, eventualmente, mais analmente do que vocês, mas o importante é que haja avaliação, e de tromba rija. Agora, conhecendo a menina como eu conheço bem os Portugueses, é normal que pessoas indispensáveis ao nosso universo cultural e financeiro não queiram ter os seus nomes ligadas ao "an, an, an, an..." corrente da puta ou da cadela que são comidas onde quer que calha, e em qualquer baiuca, e se reservem o direito de querer conservar o "ân" no nome. São gentes de outros voos, que em nada partilham de nossos enjoos, e não se sentem como meras infeções, mas, antes, altas referências dos seus limitados setores. Quer um conselho?... No fundo, fica tudo ao seu gosto, mas não se esqueça de que a própria Câncio já tomou uma decisão firme, ao fazer cair o circunflexo no seu email: uma autentica vidente, muito antes do tempo: fernanda.m.cancio@dn.pt. Lembre-se tambem da rapidez com que corre a Língua. Enquanto uns quantos ainda andavam a zanzar em redor de um Acordo que levou 100 anos (!), como uma guerra medieval, a obter, já o usucapião de todo o analfabetismo futuro estabelecia, nas mãos dos seus alunos, a norma culta futura, dos "k", em vez dos "que", ou do "qd", em vez de "quando", ou ":-)" em vez de "sorriso hipócrita". Em 2009, amorosa, já o Acordo Ortográfico está desatualizado, tal como o Kamasutra face a certos pratos nojentos que os meus clientes, todas as noites me pedem. Quer que termine o meu conselho com chave de ouro?... Lembra-se de Mértola?... Se não fosse a ação de certos autarcas de pulso, grandes valentins loureiros de séculos de história, já a flexão de Mértola tinha passado por Mérdola até acabar naquilo que a maior parte dos Portugueses tem sempre na cabeça e na ponta da língua. Se Câncio perdesse o acento, passava a Cancio, de aqui a dez anos a Can cio, e só sabe deus quando acabaria em com cio, e sem ninguém que lhe o satisfizesse. Não se deseja isso nem ao pior inimigo, não acha, meu amor?... Já agora, para que não sinta que saiu de aqui com as mãos vazias, e para seu próprio uso e dos seus alunos pretensiosos, lembre-se de que a partir de 2009, o correto é escrever "ha dem" e "há des", em vez de "há-dem" e "há-des". Kisses e um Bom Ano.

sábado, 31 de outubro de 2009

"The Braganza Mothers", no dia em que uma cambada de vigaristas, à mistura com uns quantos ingénuos, "tomou posse" do naufrágio de Portugal


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terça-feira, 18 de agosto de 2009

As malas dos minorcas

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Não se pode estar uns diazinhos fora que o Mundo insiste em rolar.
A perda das malas de Sócrates é um drama nacional, com reduzido relevo. Para quem gosta de formatos grandes, Menorca não é um bom destino: é como pedir um caboverdiano para as fronhas, e nos aparecer à porta um chinesinho de Xangai. A verdade é que, de vez em quando, temos de atenuar as más línguas. Os filhos, coitados, que não têm culpas no cartório, já se habituaram a chamar "mãe" à Câncio, mas parece que fazem sempre figas com as mãos. Ela, também, "et pour cause".
Ele perdeu-as, as malas, e teve azar.
Eu, pelo contrário, que costumo viajar com uma "valise de carton" muito parecida com o gajo que ainda é Primeiro Ministro desta paródia, tive a sorte contrária, que foi agarrar na mala dele, salvo seja, e levá-la comigo, pensando ser a minha. É o mal das parecenças. Por fora eram iguais, por dentro, tinham algumas diferenças. Nada que se compare com a tal dos documentos secretos da NATO, que o defunto Eurico de Melo deixou que os rapazinhos roubassem, depois de uma feroz noite de papa nhanha. Sócrates nunca viaja sem os seus dildos Harley-Davidson, senão, ela matava-o. Ir de férias e passar fome de cão... não.
No "Braganza", como a Tânia Vanessa bem sabe, somos mais de enfiar chouriços no cu: velhas tradições e rastos neo estalinistas, deus no-los deu, deus no-los tirará, abençoado seja o seu nome, e enorme foi o meu espanto ao abrir uma mala repleta de vibradores mayores, para quem ia numa de Menorca, mas este é só o prefácio para mandar à merda mais um que bem o merece.
Portugal está, neste momento, cheio de minorcas, postos nos bicos dos pés, à espera das sobras do cataclismo que aí vem. Sobre a aliança BE/PS, protagonizada por Ferro Rodrigues e Paulo Pedroso, acho que é daquelas rábulas que dispensa comentários: o melhor da peça já são os protagonistas, de maneira que conseguiram uma coisa ótima, que é ter o teatro cheio, e de boca aberta, sem haver qualquer enredo, exceto terríveis histórias passados.
Livre-nos a mão que sonhar pôr votos em Socratistas e Bloquistas, por questões de... higiene.
Os minorcas não se ficam por aqui: um tal de João Galamba, que as sociedades secretas lançaram para o protagonismo do aparece-e-comenta-sempre-sobre-tudo-e-todos-como-se-fosse-natural -- e é assim que elas começam a fumar... -- decidiu chamar "filho da puta" ao nosso colega João Gonçalves, do "Portugal dos Pequeninos". Ora, João Gonçalves escreve bem e pensa muito bem, na maneira dele. Não coincidimos, mas isso é graças à Irmã Lúcia, senão haveria um só escrever e um só pensar, e eu sou pagão e politeísta, contrariamente ao Galamba, que aparece muito e nada tem para dizer, exceto servir.
Estão-me a perguntar, ali do fundo, o que quer dizer "servir"?...
Eu explico: João Constâncio, um malabarista do malsão equilíbrio Maçonaria/Opus Dei, que gangrenou a Universidade Nova, e que lá está por ser filho de quem é, lá terá de dar o doutoramento ao Sr. Galamba, CNO, ou afim. Parece que o preço foi chamar "filho da puta" ao outro.
Cosa poca...
(Triângulo nada maçónico, no "Aventar", no "Arrebenta-Sol" e no "The Braganza Mothers" )

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Vestida para a Loja do Cidadão, a Câncio confessa-se "benfeitora, séria, infalível e sem quaisquer interesses". Tal qual


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LEYA AQUI

(Confissões de uma "fag-mother")

domingo, 15 de fevereiro de 2009

A Mula da Cooperativa




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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Grande Entrevista de Katia Rebarbado d'Abreu a Fernanda Câncio



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Katia Rebarbado d'Abreu - Boa noite, Fernanda Câncio, é com muito prazer que o nosso blogue agradece ter aceitado ser entrevistada por nós, a sua primeira grande entrevista, suponho, desde que estoirou o Caso "Freeport".
Fernanda Câncio - Como sabem, o prazer é sempre meu...
K.R.A. - Vamos então começar por uma questão que inquieta todos os Portugueses: na última semana, houve uma autêntica chuva de notícias, em tudo o que era revista-cor-de-rosa, sobre o seu papel de "muleta" afetiva de José Sócrates. Pode adiantar-me, assim, por alto, quando é que isso custou aos contribuintes nacionais?...
F.C. - Sinceramente, não posso responder-lhe a isso: digamos que está, algures, entre o salário mínimo de 100 despedidas da "Qimonda" e o Buraco do BPN... Aliás, há uma parte gratuita, porque o Abel é especialista em branquear figuras públicas em dificuldades: já fez isso com o Carlos Cruz, com a Raquel, com o Pedroso, sei lá, sempre que há gente honrada, no meio dos intervalos do gira-gira das 5 da manhã, pelo Parque Eduardo VII, há sempre uma ideia genial que ele lança para as redações, logo na manhã seguinte.
K.R.A. - No fundo, é quase como fazer diretas, entre o Parque e as notícias da manhã...
F.C. - Sim, o Abel é um excelente profissional, tal como eu... modéstia à parte.
K.R.A - Diga-me uma coisa: esta súbita aproximação é real, ou é mais uma forma de você empochar mais algum?...
F.C. - Digamos que são ambas as coisas. A vida de jornalista está difícil, e se você recebe uma voz suave de um assessor de imagem, do outro lado da linha, a dizer-lhe, "Fernanda, o Zé precisa de expor outra vez a sua pseudo-vida privada...", eu avanço logo, e digo "presente". As amigas são para essas ocasiões.
K.R.A. - Parece que reina um clima de cortar à faca, no Heron-Castilho... Dizem que Sócrates grita muito, o que tem dificultado as noites dos vizinhos, sobretudo, da Madame Hermann Krippahl e do Quique Flores. Acha que há alguma relação entre as sucessivas derrotas do Benfica e as noites mal dormidas do Quique?...
F.C. - Sabe, acho que não...
K.R.A. - Mas já reparou que ele, desde que foi viver para o Heron-Castilho aparece nas televisões com um ar cada vez mais badalhoco, e de quem não dorme nada...
F.C. - Bom o que eles fazem na came.... eu não sei, mas já sabe que este povo é um povo horroroso, que adora boatos, uma vez foi com o Melão e o Capitão do Benfica, o Calado, e o homem nunca mais se recompôs, acabou a vender cachorros quentes... E há esse boato, posto a correr por aquele animal, o Arrebenta, que escreve para este blogue, de que a Dona Adelaide teria comprado o prédio inteiro por 60 000 contos, dos antigos, o que é totalmente falso: é verdade que ela pressionou a velha española a vender-lhe a casa abaixo do custo, mas foi só a casa, não o prédio inteiro!...
K.R.A. - Mas, afinal, com quem é que o Sócrates vai para a cama?...
F-C.- Querida, se quer saber isso, vai-se pôr defronte do Restaurante "Luca", e ver com quem é que ele entra. Como sabe, antes de uma bruta canzanada nada há de melhor do que um bruto almoço...
K.R.A - E você, querida, quanto tempo consegue estar sem ter sexo?...
F.C. - (suspiro) Katia, para ser sincera... já lá vai quase uma Legislatura, e, se tudo correr como pensamos... irá durar mais outra... com o Bloco de Esquerda a assistir (suspiro)
K.R.A. - E aguenta-se?... Eu, cá, morria.
F.C. - Querida, cada uma com a sua cruz.
K.R.A. - Mudando de assunto: acha mesmo que ele recebeu "luvas" do "Freeport"?...
F.C. - Não, claro que não. Já alguma vez viu o Zé de luvas????... Ele é mais de fatos, Armani, Boss, etc...
K.R.A. - ... que aliás lhe ficam horríveis, porque ele tem um tipo provinciano, muito pouco elegante... O saloio típico, de Vilar de Maçada, que só vinga, porque o Português comum ainda consegue ter pior aspeto... Diga-me outra coisa: consta que, nas crises de fúria, ele bate na mãe... Isso é verdade?...
F.C. - Completamente falso!... A Dona Adelaide, sempre que ele se vira a ela, agarra num chinelo e dá-lhe forte. A Dona Adelaide não é como vocês pensam, é uma mulher dura, implacável, gananciosa e impiedosa, que consegue tudo o que quer, um osso duro de roer, e ai dele que lhe pusesse um dedo em cima, não é como aquele José Manuel Fernandes, do "Público", que ele insultava pelo telefone e se ficava, como se fosse uma lêndea!... A Dona Adelaide é uma senhora, uma senhora!...
K.R.A - Que, dizem as vizinhas, envenena as ervas lá da rua, para ver se os cães das outras morrem todos...
F.C. - Isso dos cães é e não é verdade: a senhora também não gostava de sair todos os dias, para anunciar o Fim do Mundo, com a "Sentinela" debaixo do braço, e imediatamente escorregar num cagalhoto de passeio... Acho que ela faz muito nem em aplicar a Solução Final, nos cães ali da Braancamp!...
K.R.A. - Como é que Dona Adelaide, que prega o Fim do Mundo vê o Fim do Mundo a chegar pelas próprias mãos do filho?...
F.C. - Acha um fatalismo natural. Se podia ser outra família, calhou na dela. É um facto histórico, e ela está preparada para o assumir naturalmente. Mais vale o Juízo Final num só dia do que uma Agonia Prolongada numa vida inteira
K.R.A. - Em termos de fiscalidade... posso fazer-lhe uma pergunta direta?...
F.C. - Com certeza, desde que eu saiba!
K.R.A. - Por cada "Sentinela" que vende... a Dona Adelaide passa fatura, ou... não?
F.C. - Peço-lhe desculpa, mas isso é um Assunto de Estado...
K.R.A. - Diogo Infante: esse nome diz-lhe alguma coisa?...
F.C. - Sim, é uma linha curricular. É um bocado como eu lhe perguntar se você ainda se lembrava da marca dos primeiros sapatos que calçou. Lembra-se?...
K.R.A. - Não...
F.C. - Então, ele também não...
K.R.A. - Quanto ao Casamento Homossexual, acha que é um assunto primordial, ou trata-se meramente de vocês tentarem arranjar uma moldura legal para enquadrar a vossa situação?...
F.C. - É outro assunto sobre o qual, no devido tempo, nos pronunciaremos.
K.R.A. - Não acha que os filhos do Primeiro-Ministro, como defende a Igreja Católica, e alguns pedospiquiatras, poderão ser influenciados, no seu desenvolvimento emocional e opção sexual, pela permanente presença de duas mulheres sob o mesmo teto?...
F.C. - Como deve ter reparado, sou suficientemente masculinizada, para que eles vejam em mim a presença paternal... para mais (risos) homens é coisa que nunca faltou naquela casa...
K.R.A - Uma última pergunta: durante quantas semanas é que vão continuar a alimentar na Imprensa Cor-de-Rosa essa história do vosso... "namoro"?...
F.C. - As que forem necessárias. Como sabe, uma mentira, muitas vezes repetida, sobretudo num país atrasado, e de NOvas Oprtunidades, como Portugal, acaba por se tornar verdade. Posso adiantar-lhe, numa estimativa, que iremos apostar forte nesse cavalo, pelo menos até que o "Bibi" ou o Vale e Azevedo se dêem como culpados no Caso "Freeport". Alguém tem de assumir responsabilidades nesta pouca-vergonha, não acha?...
K.R.A. - Sim, claro que acho... E por aqui ficamos. Muito obrigado pela sua atenção.
F.C. - De nada, o prazer foi todo meu. Você sabe que eu adoro o estrelato. Qualquer estrelato, aliás.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

"Yes, we have no bananas today"




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Carmen Miranda - "Chiquita Banana"



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domingo, 8 de fevereiro de 2009

Mulheres à beira de um ataque de nervos


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JÁ NÃO HÁ VIBRADORES NO MERCADO QUE CHEGUEM PARA "THE GIRLS"

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

PINOCCHIO


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YES HE IS!...

domingo, 1 de fevereiro de 2009

"The Braganza Mothers", no dia em que saiu na "Lux" que Fernanda Câncio andava a amparar pelos cinemas o "namorado", José Sócrates, coitado...


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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

A Choca do Governo transforma tudo, em Portugal, em Caso Dreyfus: é verdade, no fundo, no "Freeport", o culpado também era o "Bibi" e que Bibi...

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VÁ LÁ LÊ-LA E DIZER-LHE O QUE PENSA, AQUI

domingo, 4 de janeiro de 2009

Correio da Lola - "Novo Accordo Ortográphico: como deverei escrever Fernanda Câncio?"

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Querida Lola:
Estamos em 2009, querida, e chegou o Novo Acordo Ortográfico. Como não tinha mais nada para oferecer às minhas sobrinhas, comprei o número de Dezembro da Revista "Ler", e vi lá o nome de Fernanda Câncio... Câncio... Câncio tem acento. Fiquei logo na dúvida. Querida, com o Novo Acordo, deveremos escrever "Câncio" ou "Cancio"?...

(Maria de Lourdes Roldão Preto, Universitólica Caquética)
Querida Maria de Lourdes:
A sua dúvida é a dúvida da maior parte dos Portugueses. É evidente que, para si, Docente Universitária, e para mim, traveca do Conde Redondo, portanto, pessoas diferenciadas, com um percurso semelhante, é quase transparente que o acento circunflexo, quer em "Câncio" ou em "Constâncio" é perfeitamente dispensável, já que o ditongo "an", por si mesmo, lê-se "an", quer seja escrito "an" ou "ân". Infelizmente, acho que isso está mais ligado ao Poder cair, ou não, na rua, em 2009, já que me parece tão difícil que caia o acento nesses dois nomes como eles próprios caírem do assento. Não se esqueça de que em Portugal nada se cria, nada se inova, tudo se transforma em perda, como pode ver pela "Ler", onde são sempre os mesmos a continuar a escrever para os mesmos. Não será por acaso que a outra já mudou de esquina blogosférica, e está agora no "Jugular", onde lhe pode deitar mais facilmente as mãos aos gasganetes. Todavia, voltando à vaca fria, "An" é dos sons mais ricos e generalizados do nosso romance corrente, já que vai desde o "hã?..." com que os seus alunos a presenteiam, quando você os apanha a copiar nas frequências e lhes diz para se virarem para a frente, como no som guloso da jumenta a ser coitada pelo onagro, que faz com que a minha querida Lourdes (devia escrever com "u", linda...) tenha de acordar às 4 da manhã, para bater com o chinelo na parede, para ver se a sua vizinha, também catedrática, finge menos orgasmo e se dedica mais à ação, deixando os vizinhos dormir. Talvez a minha resposta esteja a ser uma deceção para si, mas vamos direitas ao assunto: você, como eu e a Câncio, é claro que acedemos aos nossos postos por concurso, e somos anualmente avaliadas, eu, eventualmente, mais analmente do que vocês, mas o importante é que haja avaliação, e de tromba rija. Agora, conhecendo a menina como eu conheço bem os Portugueses, é normal que pessoas indispensáveis ao nosso universo cultural e financeiro não queiram ter os seus nomes ligadas ao "an, an, an, an..." corrente da puta ou da cadela que são comidas onde quer que calha, e em qualquer baiuca, e se reservem o direito de querer conservar o "ân" no nome. São gentes de outros voos, que em nada partilham de nossos enjoos, e não se sentem como meras infeções, mas, antes, altas referências dos seus limitados setores. Quer um conselho?... No fundo, fica tudo ao seu gosto, mas não se esqueça de que a própria Câncio já tomou uma decisão firme, ao fazer cair o circunflexo no seu email: uma autentica vidente, muito antes do tempo: fernanda.m.cancio@dn.pt. Lembre-se tambem da rapidez com que corre a Língua. Enquanto uns quantos ainda andavam a zanzar em redor de um Acordo que levou 100 anos (!), como uma guerra medieval, a obter, já o usucapião de todo o analfabetismo futuro estabelecia, nas mãos dos seus alunos, a norma culta futura, dos "k", em vez dos "que", ou do "qd", em vez de "quando", ou ":-)" em vez de "sorriso hipócrita". Em 2009, amorosa, já o Acordo Ortográfico está desatualizado, tal como o Kamasutra face a certos pratos nojentos que os meus clientes, todas as noites me pedem. Quer que termine o meu conselho com chave de ouro?... Lembra-se de Mértola?... Se não fosse a ação de certos autarcas de pulso, grandes valentins loureiros de séculos de história, já a flexão de Mértola tinha passado por Mérdola até acabar naquilo que a maior parte dos Portugueses tem sempre na cabeça e na ponta da língua. Se Câncio perdesse o acento, passava a Cancio, de aqui a dez anos a Can cio, e só sabe deus quando acabaria em com cio, e sem ninguém que lhe o satisfizesse. Não se deseja isso nem ao pior inimigo, não acha, meu amor?... Já agora, para que não sinta que saiu de aqui com as mãos vazias, e para seu próprio uso e dos seus alunos pretensiosos, lembre-se de que a partir de 2009, o correto é escrever "ha dem" e "há des", em vez de "há-dem" e "há-des". Kisses e um Bom Ano.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

E por que é Natal, dedicado à Fernanda Câncio, que bem precisa




Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

domingo, 14 de dezembro de 2008

Segunda Carta Aberta a Fernanda Câncio ou de como apesar de isto ser um país de touradas as quotas para Choca estão sujeitas a 2 "Excelentes" seguidos

Imagem do KAOS
Sim, eu sei: sobra sempre para mim. A verdade é que o tema é irresistível, e lá vou eu outra vez para a rampa de lançamento.
Por toda a Blogosfera, e suponho que, com os Professores à cabeça, se pedem respostas imediatas a todos os disparates que circulam pela Imprensa Escrita, e, desta feita, é outra vez a Menina Câncio que se abeirou da sacada, para deitar beijos à multidão. Tenho, entre tantos dos meus defeitos, o de nunca ter lido uma linha da Câncio, de maneira que estou perfeitamente à vontade para comentá-la.
A coisa começou por girar por email, e parece-me -- que não a li -- estar ao nível de "o casamento é para procriar", da Ferreira Leite: aliás, propunha, desde já, como mediador de conflitos, que se fizesse uma inversão de papéis e se pusesse a Bruxa do PSD a receber o Prémio-Ilga, "Arco-Íris" 2008, enquanto a "Namoradinha de Portugal" se enfiava debaixo do Trafulha de Vilar de Maçada, e o obrigava a procriar.
Ia ser um sofrimento para as três partes, mas a Crise é mesmo assim, apertar o cinto, e dar lugar à imaginação, pois então.
Vamos então à Linha da Frente, banda-larga, puro "Magalhães": a Srª. Câncio odeia a Blogosfera tanto quanto as Sociedades Secretas, que nos governam, detestam a Transparência e o Apuramento da Verdade.
Tenho, com ela, uma relação de profundíssimo amor, por razões várias, a primeira, evidentemente, por ter andado a servir de pau-de-cabeleira ao Primeiro-Ministro, efectivo frequentador de outros colos, mas que insiste em que surjam brisas de rumor por tudo quanto é pasquim e de leitura de cabeleireiro de que há algo entre ele e a matrona, e há, é aquilo a que eu chamo a Síndroma de Marco Paulo, ou a Trissomia Betty Grafstein, só que com muito menos diamante e milhões à mistura, e com o inconfundível verniz do "Lesbian Chic"...
É natural que a menina ganhe os Prémios da ILGA, num país onde a homossexualidade se veste de Fatos Armani e veta as Uniões de Facto, durante o período favorável das suas Maiorias Absolutas. Como diz a voz do povo, paneleiros são sempre os outros, mas isso nem é chamado para aqui, porque respeito tanto essa menina que até me dei ao trabalho de a imortalizar na "Wikipédia", coisa que a enfureceu, no início, mas trata agora do SEU ARTIGO como uma mãe serôdia amamenta o seu rosado quatro quilinhos de parto-cesariana. (Vá lá revê-lo, porque já há mãos malignas, acredite, a conspurcá-lo...)
Querida, perceba que quando a tornei num miminho wikipédico não lhe estava a conceder as graças da Maternidade, antes lhe estava a colocar ao colo um nascituro morto, para que a menina o embalasse, e parece que adorou: sabe, é a minha especialidade, não me reproduzo, mas dá-me um prazer enorme e afectuoso pôr nos braços de cada um o bebé que tanto gostariam de ter tido...
Chega de ironia: parece que a menina já percebeu que foi alvo de várias conspirações blogosféricas, que tinham por detrás mentes docentes, académicas e intelectuais -- é para isso que servem os seus convívios com as Secretas do Héron-Castilho, ou será que nem disso lhe dão a mamar?... -- e como a Blogosfera estava, e está, a provocar estragos no Jornalismo Arrumadinho das Ideias Feitas e das Notícias por Encomenda, a que pertence, só deus saberá se alguém não lhe encomendou disparar contra o que julga serem Calcanhares de Aquiles.
Minha querida, vamos começar pelo começo, e por aquilo que, no meu humilde saber, de Quarta Classado dos Antigos, costumo associar a Jornalismo.
Já leu, por acaso, o texto de António Balbino Caldeira, sobre o "status quo" e as brisas do "Aventalinho"?...
Não leu!?... Pois, então... vá ler.
Atreva-se a fazer uma "reportagem" daquelas e publique-a no seu Jornal de Trabalho, e vai ver que tipo de "avaliação" lhe fazem imediatamente... Ah... que disparate... lá cometi eu um "lapsus linguae"... que chatice, mas, olha, já está, é isso mesmo... Avaliação...
A Fernanda Câncio já alguma vez foi avaliada?...
A Fernanda Câncio chegou a Jornalista por Concurso Público, Nacional, e publicado em "Diário da República", como qualquer Professor deste País, ou foi por... "convite"?... Não, claro que não, você jamais seria convidada, e entrou sempre por concurso, e foi sempre avaliada, e tem um horário de trabalho extensíssimo que lhe dá para aquelas coisas todas que a gente sabe, nomeadamente, servir de alimento a todas as anedotas de baixo nível a que deu o flanco, e que ainda achou, só deus saberá... "protagonizantes".
Como dizia o velho Taveira, "mais vale ter mau hálito do que não ter hálito nenhum"...
Avancemos agora pelos pragmatismos: hoje, mais uma vez, e só por tédio, juro, porque você me é totalmente indiferente, ao contrário da Blogosfera, que parece moê-la sobremaneira -- não se pode controlar, não é?..., e não vai lá por encomendas nem postalinhos... -- decidi perder três quartos de hora a redigir mais um A4 verrinoso. Como sabe, sou escritor, e a prosa brota-se-me com demasiado facilidade, e a minúcia dos termos com cirúrgica incomodidade... para os visados.
Gosta de se fazer porta-voz dos agravados e ofendidos, eu sei, mas só daqueles que é politicamente correcto defender. Eu adoro, em contrapartida, colocar-me ao lado do que bem me apetece e defender tudo o que me vier à real gana, e sou tarado, caso ainda não tenha percebido.
Sabe, querida, também já fiz jornalismo, como qualquer escritor, e, por mais que vocês forcem a tecla, todo o bom escritor passou pelo jornalismo, embora seja raro o jornalista que tenha ascendido à categoria da Grande Prosa, e isso dói, e eu compreendo, e amparo, com sinceridade, a sua imensa e irremediável dor.
Mas esses são os desaires próprios do talento e das coisas que duram a meia dúzia de anos da minúcia efémera do jornalismo das águas mornas.
Agora, que, finalmente, estamos olhos nos olhos, meu amor, vou-lhe dizer mais uma coisa, enquanto oiço Brahms, op. 118, e contemplo um fabuloso fragmento de cristal de rocha fumado, com incrustrações que fazem lembrar os esplendores de algumas capelas de São Roque, e semi-talhado por um joalheiro que costumo frequentar: meses e meses, antes de a coisa ter caído na chacota e na anedota de toda a gente que tem dois dedos de testa nesta porcaria, havia um montão de referências... olhe, o "Correio da Manhã", por exemplo, onde, semana, sim, semana, não, surgiam as pitadas dos humores de uma "relação" vossa, que se expunha pelos corredores do Amoreiras... Vou agora ao "Google" procurá-las, e bem peno eu pelo "Correio da Manhã", volátil hemeroteca, mas sempre que lá teclo "Fernanda Câncio", já só me vêm uns escassos restos de coisas, outrora, tão erros meus, má fortuna, amor ardente... Que mão maligna os terá feito apagar, quando se sabe que a "Wikipedia" adora essas fontes e citações virtuais, como a minha beleza saloia bem poderá rememorar AQUI?...
Olhe, sabe qual foi realmente a grande maldade?... É que como quem colecciona jornais velhos, também se podem gravar páginas da Net, por mais que o bom tom e a minuciosa vontade de "verdade" outra as queiram fazer... evaporar. Até há quem o tenha feito. Um dia repostas a circular por email, tornar-se-iam verrinosas e com cheiro de enxofre, como a menina, que solta impropérios contra a Blogosfera, que devia ser bem educada, mas, afinal, como uma criança mal comportada, insiste em andar na idade dos "por quês?", até se abeirar de qualquer coisa que se lhe assemelhe à verdade, e adora... "avaliá-la".
A mais soberana avaliação da Fernanda Câncio são todas as anedotas que sobre ela correm entre as Classes Profissionais Diferenciadas, nomeadamente, a Docente.
Coisa chata, não é, mas olhe que é cartório onde não tenho culpa alguma...
Pois é o fausto e o fado, e depois de tantas bombas de fragmentação que aqui vão nas entrelinhas, deixo-lhe uma derradeira, para lhe tocar na vaidade de pavoa (má comparação, não é, justamente com uma espécie onde é o macho que sempre brilha?...), vaidade sua, coisa a que sou totalmente indiferente, minha linda -- outros berços, outros horizontes -- sabe qual a imagem que conservo de si?... Aquela do "Público", (sim, escreva para lá, para ver se a retiram da Net, também... ) muito parecida com a "Bebedora de Absinto" (falha-se-me sempre a memória, se de Degas ou de Toulouse-Lautrec Monfat...). Creio que tem isso em comum com a Srª. Lurdes Rodrigues, uma espécie de morcego que foi dependurada de uma trave de pardieiro, e obrigada a manter-se de pé, para as televisões, com a sua boca em forma de fenda: mau ar e má pinta, incapazes de um sorriso saudável, mas pretexto para imparáveis casquinadas, deus meu, da classe com mais elevadas habilitações académicas de Portugal.
Que tal aprenderem ambas a sorrir, em vez de se associarem a chacotas e desmultiplicadas gargalhadas?...
É mau, não é, mas que poderemos nós fazer?...
Um beijo... meu... sincero, como sempre.

(Cinco vezes... coitada, no "Arrebenta-SOL", no "A Sinistra Ministra", no "Democracia em Portugal", no "KLANDESTINO", e em "The Braganza Mothers")

sábado, 6 de dezembro de 2008

Grandes Êxitos do "The Braganza Mothers I" - "Carta Aberta a Fernanda Câncio"


Caríssima Fernanda:


É na qualidade de... masculino que hoje lhe escrevo. Como a minha cara deve saber, o Masculino, é, por definição, capaz de tudo: trepa, transgride, viola e abandona. Por alguma razão, Montherlant tem um título que diz tudo sobre a Condição Feminina, "Coitadas das Mulheres" (... às mãos dos homens). Se reparar, Verdi, um grande cavalheiro do séc. XIX, pelas mesmas razões, soube colocar toda a sua música ao lado da defesa do Feminino.

Este meu apelo dirige-se a si: toda a gente -- lá estou eu... -- enfim, sabe-se... há quem saiba muito bem, que, nesta sociedade hipócrita, sórdida e cobarde, que é a Sociedade Portuguesa, uma grossíssima fatia dos Casamentos "Vip" só se sustenta na base do "Swing", ou seja, ele casa-se com ela, para tapar a" coisa", mas, logo a seguir, é o ele, de uma, que acaba na cama com o ele, da outra, e reciprocamente.

A notícia do "Correio da Manhã" é mais um vexame para o Feminino, é mais uma afronta para todas as pessoas que estão confinadas ao espaço das suas sexualidades, não-ortodoxas. Ao embarcar nessa ficção, a Fernanda, está, simultaneamente, a mostrar que tudo tem um preço, e a ofender entre 1 a 2 milhões de Portugueses, sem contar com todos os outros que acham isso, só pela pobreza do argumento, uma afronta, uma grosseria e uma suprema demonstração de falta de carácter.

Se o Sr. Engenheiro José Sócrates, que embarcou numa de enviar tudo o que não consegue resolver cá dentro na direcção da fronteira de Badajoz, pudesse fazer um supremo favor, e é para isto que esta carta também se dirige: enviar o carácter dele até à Extremadura Española, apanhar um pouco de ar, e voltar depois, já revigorado, ASSUMIDO, e de cabeça erguida, para que nós não sintamos, como nos sentimos permanente, e diariamente, tratados como atrasados mentais, a quem o servir da côdea mínima é suficiente para manter entretidos durante... décadas.

Vá a España ver como se faz, e tente traduzir para... português.

Quanto à natureza do Eng. Sócrates, pouco mais há a dizer: as suas aparições públicas, a monotonia e pobreza do discurso, a frieza do perfil, a estrutura robótica são incontornáveis, e fazem parte do que de mais negativo o Masculino possui. Eu tenho vergonha de ser homem, ao coexistirem carácteres como o de Sócrates, no meu próprio país, e cidade. Quando, aqui, e por ali, e por toda a parte, o bode expiatório, Paulo Portas, serviu de pretexto para o anedotário nacional, tenho de reconhecer que foi divertido, MUITO divertido, mas não estávamos, ainda, à espera de que nos tombasse este flagelo em cima. Há mais dignidade naquele mesmo Portas de engates de casa de banho do que nas falsas posturas Armani do Inquilino Turvo da Rua Castilho.
Desde Sócrates que muito eleitorado do P.S. passou a considerar a sua opção como perto de... maldita. Há muita gente que NUNCA mais votará P.S., por causa de Sócrates. Há 1 a 2 milhões de Portuguesas e Portuguesas, que vivem no seu tolhido espaço de manifestação de sexualidades alternativas envergonhado, de cada vez que se olha ao espelho e é obrigado a ouvir os novos episódios do vosso triste jogo. Como mulher, suponho que frequente o círculo íntimo do Cavalheiro. O pedido, este meu pedido, é, portanto, sincero. Minha cara Câncio: cada gesto errado seu faz com que Portugal se sinta vexado, atira-nos na direcção do Passado, da Mentira e da Indignidade. Todos nós perdemos: a Liberdade do Cidadão, a Democracia e a própria Contemporaneidade, que, pelo calendário, nos indica estarmos em pleno Séc. XXI, mas que, por sua causa, e dele, entre outros, nos mostra, na realidade... não estarmos.
Agradecendo antecipadamente a atenção
Arrebenta

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domingo, 14 de setembro de 2008

A Câncio entrevista Leonor Beleza: audaciosamente consegue pôr a nu toda a verdade sobre os hemofílicos

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