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terça-feira, 25 de maio de 2010

A Sinistra Ministra Isabel Alçada, com o seu sorriso de dromedário, irá reintegrar Bruna Real, já em Setembro, nas Músicas de Mirandela


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Isto não é das Câmaras: a minha tutela abrange todos os Docentes, pelo que deverá ter "Excelente"

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Estudantes voltam à rua, para dizerem a Isabel Alçada, das "Mulheres de Vermelho", que vá mas é escrever Aventuras no País do "Aventalinho"


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YES YOU CAN

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Quinta feira, os alunos do Básico e do Secundário voltam a descer às ruas, em manifestação, contra o estado da Educação


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YES WE CAN

sábado, 9 de janeiro de 2010

Os Orgasmos fingidos de Clara Pinto-Correia, seguidos dos Orgasmos Reais de Mário Nogueira, e um valente broche de Isabel Alçada




Imagem do KAOS


Hoje é um dia histórico para Portugal: Clara Pinto-Correia finalmente saiu do armário, e foi para Cascais expor os seus orgasmos. Já não era sem tempo, porque a série é notável.
Ao pé daquilo, Goya e Piranesi são hoje dois pés descalços.
Mal soube da notícia, fui de pijama e chinelos comprar a edição do "Correio da Manhã", e tive de espancar uma reformada, que queria ficar com o último exemplar: ou a velha, ou o jornal, e eu preferi dar cabo da velha a ficar sem o jornal.


Estou, há horas, a saborear a profundidade daquela estética e a profunda sensualidade do modelo: há fotos comoventes na série, uma, sobretudo, em que ela tem os papos do pescoço todos lançados para trás, num "plongé" a três quartos, com uma expressão enlevada de quem está com as mucosas a serem raspadas pela língua áspera de um daqueles siameses, já com peladas, mas ainda senhor de miados aluados, capazes de fazerem vir-se uma catedrática.
Há outras poses, mais sérias, em que sentimos que não é a língua do gato que está a fazer o frete, mas o seu cãozinho, derreado, e com os olhos cheios de cataratas, o olfato completamente desativado, que lambe aquela catacumba com a avidez de quem está a ratar os restos de uma sopa de rabo de boi. Há uma osmose, uma empatia, uma siamesice, que não tem paralelo na História Natural, desde que a alga decidiu juntar-se com a bactéria, para dar origem aos líquenes (que aquele que era Presidente da Associação de Municípios tinha na careca, lembram-se?...).
Essas fotos são extraordinárias, porque dir se ia que o cão estava ali desde o Início dos Tempos, e ela is estar a fingir aquilo, até ao Final das Eras.
É uma coisa maravilhosa, e se pusessem lá uma turbina, dava mais energia do que todo o parque eólico nacional, sendo também renovável, agradável e... execrável.
Melhor do que todas, todavia, é aquela em que ela fuma, depois de ter aberto a goela de hipopótamo, numa "non chalance" de quem nem está ali, como se dissesse, "monta cavaleiro, que a sela já está tão gasta que eu vou lampeira, com as bordas todas a arrastar pelo chão!...", alegria de qualquer sapateiro, e nicho de emprego para cosedores de meias solas.
Tudo isto seria maravilhoso, se não fosse real. Mas, se isto não é a Arte, então, onde é que está a Arte?... E precisávamos de um Viollet-le-Duc, de um Ruskin, de um Baudelaire, sei lá, mesmo de um Petronius Arbiter, porque aquilo é o Belo em si, é um Transcendental incarnado vulva, a Arte pela Arte, e ficamos ansiosamente à espera da segunda série, a dos cortes de autor, em que já não será a cara que se vê, mas a Fossa das Marianas, em todo o seu esplendor submarino e bivalve.


Como disse hoje a Marquesa de Pimpinela, "aquilo entra por um lado e sai pelo outro", e talvez seja um sinal dos tempos, quando tanto andamos a falar do buraco do BPN, no fundo, nós temos ali um buraco bem mais à mão, um Túnel da Mancha, cheio de infiltrações, e com quilómetros de engarrafamentos, para não dizer quilómetros de picha, que há carreiras que se fazem, não com trabalhos académicos, mas com toda uma academia do enterranço, que não é para qualquer um.


Fica, no espectador, a dúvida da mão genial que captou aqueles momentos. Se a História fosse justa, deveria ser o velho que lhe fez o Doutoramento na Costa Ocidental dos States, de onde ela enviava os plágios para as revistas "científicas", onde debitava disparates, pagos a preço de ouro, porque a "Visão" pensava que eram geniais alucinações do Terceiro Olho. Aparentemente, exceto num dos instantâneos, a Vice Reitora está a ser estimulada pela cratera da frente, e só numa fiquei na dúvida se tinha o extintor enterrado na Face Oculta -- a dos dentes arreganhados -- mas serão vocês que me irão ajudar a ver claro, que é para isso que serve o amor e fidelidade dos leitores. Pena é, dizia eu, que as fotos não fossem tiradas pelo velho que lhe deu o doutoramento, mas por um outro, também já desativado, e sente-se bem o vigor do dedo no gatilho, depois de horas "daquilo", em que o macho, incapaz de suportar mais o esforço do Buraco Negro, subitamente se lembra da porta do cavalo, e lhe diz, "ó, Clara, e se nós fizéssemos um intervalo, para descansar, tu continuavas a gemer, e eu ia ali buscar a Canon, para te fixar as pregas, as rugas de expressão e os papos de álcool para sempre..."
Lindíssimo, este discurso, com o quarto já a tresandar a foda, e a lubrificações, não de baba de caracol, mas cheias de C2H5OH, capazes de embriagar todos os vírus que pairassem naquela sopa pegajosa, que manchava os lençóis.
O grande lapso é a falta do sonoro, porque, como fundo da exposição, devia haver uma banda permanente, eventualmente a do ruído das manadas de hipopótamos, quando sorvem a água castanha do Alto Nilo, ou dos cães, esfomeados, quando lambem, língua e beiças, os pratos de coiratos. Alternativamente, o som dos sifões de sanita, depois de um breve estrangulamento de transbordo, também conhecido pelo acelerar do cagalhoto.
A verdade é que, depois deste dia, Leonardo, Boticelli, mesmo Modigliani, passaram, agora, a uns reles aprendizes de faciais, porque todo o envolvimento que está nestas imagens é o reflexo inteiro de uma vida devotada à devassidão, à venda do corpo, para chegar a qualquer lugar, e carreteira de todos os homens, como se de um "gouffre" académico se tratasse.
Neste país, há, no interior de cada Vice Reitora, uma Messalina, daquelas que dá Mestrados ao Armando Vara, Doutoramentos ao Vasco Franco e "Honoris Causa" a toda a casta de labregos do Regime, para quem a "Lusófona" se mantém, exclusivamente, aberta. Uma auditoria posta nisto -- e bastava aplicar o Sistema Americano -- de onde esta obscenidade humana e académica é proveniente, para a coisa acabar nos Tribunais, e a Universidade ser fechada compulsivamente.


Não queria finalizar o quadro, deixando vos desconsolados, e vamos, para lá da epiderme, ao "make-off" da coisa: no fundo, partimos do princípio de que apenas estavam dois protagonistas em cena, a montada e o montador, mas suspeito de que isso seja falso: também lá estava o velho, do doutoramento, a masturbar-se com a nojice, o gato, a roçar se lhe entre as pernas, enquanto ela berrava "rebenta me com isso tudo!...", como se ainda fosse possível esticar mais o elástico, depois de rompido, e a deixar-lhe pelo colado às babas de etanol, e o cão, com os olhos cheios de cataratas, sarnento, e de língua de fora, com a picha como os cães têm, quando estão com a tusa, uma coisa empinada, pequenina e muito vermelha, excitado só pela adrenalina e p'lo cheiro fedorento da cena, no fundo, um pequeno presépio, o Presépio da Coisa Portuguesa, no seu nível mais reles, indecente e de provocação da Dignidade das Instituições e da Cultura de uma Nação que precisa, com urgência, de ser violentamente reabilitada.


(Duo nauseado, no "Arrebenta-SOL" e em "The Braganza Mothers" )

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Um traste chamado Isabel Alçada


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Imagem KAOS


Havia um traço genético que me fascinava em Lurdes Rodrigues, que era a sua estrutura física e psíquica de mulher a dias. Eu olhava para ela, e sabia que um dia, se, naquelas prateleiras de anúncios do "oferece se" e "procura se", aparecesse "ex casapiana, séria, honesta e limpa, oferece se para limpezas. Tenho referências", eu logo poderia telefonar para aquele número, e dizer lhe, "Dona Lurdes, as teias de aranha de minha casa são todas suas".
Havia ali uma solidez de percurso, desde o balde de água fria, ao despertar matinal, no colchão duro e frio, que só as as ratazanas da Casa Pia aqueciam, que lhe tinha dado aquele espaldar de obedecer, e, quando eu dissesse, "Lurdes, limpa ali", ou "Lurdes, esfrega me aquela janela", ou "Milú, o corredor está todo por encerar...", aqueles neurónios da servidão iluminar se iam, e a janela apareceria esfregada, a mesa limpa e o corredor encerado, como que por milagre.
Era uma analfabeta funcional, estúpida, primária, obediente e resistente, e isso é todo um estilo.
Com Isabel Alçada, como já fora preconizado aqui, temos o oposto do que a Educação necessitava: um perfil forte, apartidário, com carisma suficiente para alterar um paradigma, que viesse trazer dignidade a um campo de batalha, por onde passara um dos mais obscenos caráteres que a Pasta conheceu, e resolver, de facto, o naufrágio educativo em que a Nação -- e sublinho "Nação" -- se encontra. Acontece que, se Lurdes Rodrigues não existia, senão enquanto subproduto de coligações subterrâneas entre mentes medíocres, das quais relembro David Justino (espero que já recomposto da sua Gripe A. Acredita que tive medo de que morresse.?... Felizmente, não), o vereador de Isaltino de Morais e conselheiro do atual Isaltino de Morais de Boliqueime, que habita Belém, e outros tantos nomes sombra, cuja única função foi o desmantelamento de um Sistema de Ensino, como, noutras frentes, outras almas negras se encarregaram de estripar o Sistema de Saúde e a Dignidade do Trabalho, dizia eu, se Lurdes não existia, esta ainda existe menos: é uma fábula de medíocre escritura de epígonos enredos, e veio apenas para contar histórias de passarinhos a homens de bigode.
Sonsa, secundária, solidamente escudada pela Sociedade Secreta a que pertence, casada, por conveniência, com um dos que consta, consta, atenção, consta... estar na célebre lista do "Casa Pia" -- outra miragem dos nosso volátil cenário -- de um infindável pretenciosismo, Isabel Alçada sabe que está ali tão só para pagar um terrível favor, e cumprir uma miserável tarefa, a de entreter uma série de basbaques, cujos horizontes femininos raramente foram além das saias rodadas das padeiras da Festa do "Avante".
Comigo, tem azar, porque tiques de pescoço de avestruz, excesso de base e cultura de perfume com toque de madeiras como eu todos os dias, quer dizer, viro a cara, e sou lhe de tal modo insensível que vou imediatamente à radiografia: se o Carrilho subiu por escada de coisa nenhuma, esta foi alçada por coisas ainda mais frágeis, e faz o papel daquelas que vai fora, mal seja preciso soprar alguém para fora do Governo, se os ventos assim se adensarem. O grave da coisa é que, entretanto, ela irá desempenhar impecavelmente o seu papel, que é o de continuar a entreter os homens de bigode, e fingir que já não se rege pela "meritocracia" interna, que parecia orientar a sua sinistra antecessora. Esta, maligna, miserável e intelectualmente remediada, irá sorrindo, e dizendo que, talvez sim, talvez não, até que, mercê de um Orçamento de Estado draconiano, depois de Janeiro, se virará para os homens de bigode e lhes dirá, "pois acreditem que até desejei que tudo isto se desbloqueasse, mas, com as faltas de verbas, tenho de lhes dizer, com desgosto" -- uma lagriminha fica sempre bem numa pseudo tia -- "que o assunto já não está nas minhas mãos, mas nas do meu colega das Finanças. Não me vão levar a mal, pois não?..."
Não, querida, não te levo a mal: já te radiografei, muito antes de qualquer um, e não te levo a mal, levo te a péssimo, levo te a abaixo de cão, e até te asseguro que não vais terminar bem, mas isso é um exclusivo problema -- problema!?... Aventura, já que és uma personagem de "aventuras"!!!... -- teu.


quinta-feira, 18 de setembro de 2008

As Três Gloriosas

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Imagem do KAOS
Bom, há dias em que realmente eu tenho de jantar, e não posso imediatamente escrever sobre tudo o que de bom o KAOS produz. O Sr. Aníbal, que as pessoas agora tratam por Presidente da República, mas que eu, que sou distraído, quando oiço falar de "Presidente da República" tenho sempre de fazer um esforço, olho para trás, antes de me lembrar de que é, mesmo, o... Sr. Aníbal, está definitivamente enfiado na sua Máquina do Tempo, e quer-nos, à viva força, fazer recuar ao tempo da Mocidade Portuguesa e da sua "Estrudes" Thomaz.
O último disparate, se bem estão lembrados, é um solene apelo à confiança nos Tribunais, os mesmos que acabaram de pôr o Estado (nós), a pagar indemnizações a pessoas mais do que duvidosas, chamadas Pinto da Costa e Paulo Pedroso.
Inibo-me de tecer comentários sobre isso.
Recentemente, no "The Braganza Mothers", o Methateorique escreveu um texto lapidar sobre o Imperativo Categórico, coisa que, simplificada, é mais ou menos um "não faças aos outros o que não gostarias que te fizessem a ti", mas numa escala ética de ampla projecção social: "age sempre de modo que a tua acção possa ser encarada pelos outros como exemplar".
Um juiz que atribui qualquer tipo de indemnização ao Pinto da Costa não tem a mínima noção de que o seu acto, para além de estar abissalmente longe do Imperativo Categórico é uma pura afronta contra o sentir comum da População Portuguesa, e, no clima que se vive, até mais uma acha para uma fogueira iminente...
O Imperativo Categórico, como já perceberam, está como o Lince da Malcata, no panorama Socio-Político do nosso actual chiqueiro: foi substituído pela Áurea Pragmática que diz "lixa o teu próximo, antes de que ele tenha tempo de te lixar a ti". Suponho que esta frase -- fez-se-me agora luz, irá ser um dos princípios notáveis que irá reger a Avaliação Docente do Ensino Secundário... -- mas reflictam vocês um pouco sobre isso, porque eu vou ter de seguir adiante.
Com pompa e circunstância, a Sarah Palin de Sócrates veio anunciar que as autarquias passavam a ter responsabilidades, ete. e tal, sobre o Sistema de Ensino, e para o pagode, que continua a ter habilitações baixíssimas, mais uns néons e holofotes, e uma valente carga de maquilhagem em cima da Bruxa da Educação, aquilo soou a dádiva.
Não é: trata-se de um presente envenenado a sub-sistemas de gestão local, e, em metáfora caseira, é o equivalente a eu bater à porta da minha vizinha, com um grande sorriso e as televisões atrás, a dizer-lhe, "Olhe, Dona Cesaltina, a partir do mês que vem, é a senhora que vai pagar as minhas contas de água e luz, e toda a gente vai ficar, à pala disso, a viver bués melhor no prédio", a Dona Cesaltina agradece, diz umas baboseiras para as televisões, apagam-se os holofotes, volta tudo para casa, e só a meio da noite, já com os rolos na cabeça, entre os roncos e os encostos do pénis curto e grosso, e semi-teso, do barrigudo do marido, é que ela acorda, em sobressalto, e percebe a desgraça que lhe aconteceu.
Parte do país está assim, e há parvos que ainda não perceberam o que aí vem. Foi dessa mesma forma que Sistema Inglês naufragou. Problema deles, e nosso, porque vamos apanhar por tabela, mas enfim.
Quanto ao Aníbal, que cada vez mais se confunde com as suas piores caricaturas, aparentemente teve uma "nuance", mas se calhar era só uma madeixa, que o oporia ao Tumor da Educação: ela diz que não queria 12 º Ano, suponho que a contar com o a-ver-se-te-avias das Novas Oportunidades, e ele disse que, afinal, até queria o 12 º.
Isso rapidamente se resolverá, quando Sócrates puser a sua Sarah Palin a dialogar com a Sarah Palin do Cavaco, a Ogreza do PSD, e descobrirem onde podem poupar mais uns centavos, se na Solução A, se na B, e ganhará a poupança do centavo...
Termino com a minha posição pessoal: todos nós conhecemos, ao longo da vida, pessoas notabilíssimas, que, quando questionadas sobre as suas habilitações académicas, as tinham bastante baixas, e daí saíamos surpresos. Há uma generosidade e uma compensação sociais que são inerentes ao Sistema de Certificação das Novas Oportunidades: por fim, conferem um Grau digno a quem soube aprender o melhor da Escola da Vida.
O reverso é tão sinistro como a Sinistra Ministra: é o "vocus populi" daquela gentinha que, volta e meia, solta a célebre frase "eu cá sei tanto como um doutor!..."
É verdade, sobretudo devido à qualidade de muitos "doutores" que campeiam entre nós. Para esses, a certificação das suas jactâncias é tão-só mais um pretexto para oprimir o seu semelhante e empolar um fraudulento sistema de hierarquias do espezinhamento, em que somos mestres e exímios catdráticos.
Consta que há escolas em que, no PBX, se houve, repetidamente, a pergunta "é de aí que dão diplomas de...?".
Suponho que as primeiras reacções das funcionárias tenham sido de indignação. Isso passa-lhes: o Imperativo Categórico triunfará, e, brevemente, assumirão um tom majestático de resposta: "É, sim. Quer um do Básico, do Secundário, ou da "independente?..."

(Pentágono, no "Arrebenta-SOL", no "A Sinistra Ministra", melancolicamente, não, no "Democracia em Portugal", no "KLANDESTINO", e em "The Braganza Mothers")

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