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quinta-feira, 4 de março de 2010

José Sócrates e o seu bando de provincianos: A Escumalha que governa Portugal


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Breve Ficha de Inscrição na Camorra


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Imagem do Kaos

A primeira palavra vai, inevitavelmente, para a Madeira: pudessem os versos e as belas frases restituir a vida aos mortos e a beleza aos lugares. Não podem, e fica aqui o apelo ao Tempo.
Os velhos do restelo, aves agourentas, que todos detestam, têm agora a voz nos abusos do urbanismo, e mais não vou dizer. Cheia andou, a Bela Ilha, de belíssimos "engenheiros", daqueles, dos bons, da "Independente", que já não se fabricam, porque a fábrica fechou, e a coisa deu no que deu.
A segunda palavra é para aquilo que, se estivéssemos num País regular, minimamente sensato, e com alguma tradição de Opinião Pública, já teria limpo a Classe..., enfim, ia escrever "Política", mas isso só seria verdade no sentido lato, porque tudo é Político, portanto, escreverei, a Fachada do Regime, que deveria ter sido imediatamente limpa.

A memória, como sabemos, é coisa curta, sobretudo no país da "bica" e do Futebol, da Santa com Cara de Saloia, dos "Ídolos" e dos "Gatos Fedorentos": dura enquanto durar o esfregar a beata no cinzeiro, e logo a seguir, o português típico cospe para o chão e passa adiante, a olha para os cus de umas pitas boazonas do 8º ano, que ainda são menores, mas já se faziam.
O que mais me inquieta, sempre que regresso de viagem, é esta compulsiva necessidade de estar permanentemente a fugir de aqui, e a sensação seguinte, no âmbito da ressaca, que é a de que, de cada vez que volto, encontrar cada vez menos país e cada vez mais pântano.
Há um lado glorioso no "SOL", quando decidiu romper o silêncio das "Escutas", e chapar com alguns estilhaços da Realidade Oculta, mas imediatamente passamos para o patamar da inquietação seguinte, que é como estar a apanhar só três minutos entrecortados de um filme que nós sabemos ser infinito.
Quando António José Saraiva, que dirigiu o "Expresso", lugar de referência, pelos bons e maus motivos, começa a falar com voz grossa, é sinal de que apenas nos está a ser dado contemplar a ponta do icebergue, mas já repetimos isso infinitas vezes, por aqui.
Falou com voz grossa, e passou a editorial uma série de caras, muito nossas conhecidas, que sabemos que já deveriam ter "ido dentro" há muito tempo. Trata-se de associação criminosa, nepotismo, peculato, divulgação de informação cifrada, tráficos e compras de silêncio, tudo o que possamos, e, sobretudo, aquilo que nem sequer imaginamos.
É a vida: o próprio "Arrebenta", figura de ficção, e, ao que parece, de grande popularidade, começou a sua vida blogosférica, aquando de um valente chuto no cu dessas mesmas caixas de comentários do "Expresso", só deus saberá por que razões, mas que não serão alheias a muitas coisas sucedidas, já que se preparava para desmascarar um dos piores erros da Democracia Portuguesa, a eleição de Cavaco Silva para Belém.
Águas passadas.
Hoje, numa memorável intervenção, o atual Diretor do "Expresso", de novo, acusou o pederasta exaltado, colérico e vingativo, que (ainda) governa Portugal, de exercer pressões, desde as mais suaves às mais incómodas. Também não é de espantar, porque se trata de uma figura, como todas aquelas que não têm qualquer caráter, de ser capaz de tudo, e é. Utiliza uma velha tática, que vem em todos os manuais de sofística que é a de negar, com ar cândido, as mais evidentes evidências. Para os avisados, a coisa torna-se revoltante, e ainda exalta mais os ânimos. Para a enorme massa, inculta, inquieta e assustada, deste enorme divã de acomodados, que se chama Portugal, há uma sensação de curto-circuito, porque, herdeiros do culto do Respeitinho, no fundo, fica sempre uma séria dúvida, quando se ouve um homem, com o cargo de Primeiro Ministro, desmentir, desmentir, desmentir, que ele possa estar realmente a MENTIR.

Num terceiro tema, Manuela Ferreira Leite, que tantos ódios acumulou, tem revelado as virtudes da estadista, e mostrado como se pode ser excelente Chefe da Oposição, sem grandes esforços: basta chamar os bois pelos nomes, coisa que, nesta terra, é dos comportamentos mais temidos. Numa entrevista irrepreensível, dada a Judite de Sousa, tocou numa das teclas sensíveis do meu "ego": estar ali para servir, e não para fazer carreira, linha que perfeitamente se inscreve no manual do aristocrata, e ela bem o sabe.

Desconheço os limites constitucionais do ato, mas suponho que, brevemente se esgotarão os poderes da Coisa Triste, que ocupa Belém, para poder dissolver a Assembleia. Como isto está a a reboque do seu próprio fim, não é líquido que o faça, no momento ideal, quando o PSD definisse quem quer que seja o seu próximo rosto, e já houvesse um rumor parlamentar do que viesse a seguir.
A Esquerda continua a insistir em alcoólicos, que pactuavam com terroristas, em tempos de Guerra, e arranjou agora uma nova figura, equivalente às Tardes da Júlia, ou aos cozinhados da Maria de Lourdes Modesto, para tentar transformar a Presidência da República, já de si tão desacreditada, num novo poleiro da Ternura dos Sessenta, indiferente a um País que precisa de um Estadista de pulso orientador, mas nem me vou deter mais sobre isso, porque o cataclismo "ira de soi"...

A preceito, Sócrates já deveria ter ido para a rua, aquando do "Caso do Diploma", e, como já não sei, de há semanas para cá, em que águas navegamos, um brusco salto, nos contadores, de emails enviados, de material duvidoso, em redor da "Independente" (como poderão verificar), em redor da única contribuição, eventualmente interessante, a ser verdadeira, que a tal pécora de Gaia, que destruiu o nosso primeiro "Braganza", deixou como legado, está a acontecer diariamente.

Presentemente, não me atrevo a quaisquer previsões, tanto mais que o "SOL" deverá avançar, já nesta sexta, com mais lenha para a fogueira.
À maneira italiana, tudo isto deveria desembocar num "Mãos Limpas", que arrastasse consigo o Polvo inteiro, reabrisse, por exemplo, o "Casa Pia", fizesse uma limpeza dos magistrados conluiados com o tráfico, o futebol e a construção civil, e abanasse esta gente, mostrando-lhe que não é possível que haja sentinelas, como essa tal de Cândida Almeida, que acha importante é que se tapem os furos da panela de pressão, de onde ainda vai saindo algum vapor útil, em vez de se preocupar com a gravidade das coisas que vão saindo para a Opinião Pública. Suponho que seja isso que defina ser "la voix de son maître"...

Se me perguntassem o que hoje me satisfaria, seria elementar: Sócrates fora, eleições antecipadas, ou não, porque haveria maturidade suficiente na Assembleia, para organizar um Governo de Salvação Nacional, pluripartidário, que excluísse o PS, até que ele se purgasse, novo Procurador da República, e limpeza dos cavalheiros de Justiça, que passaram por tudo, até pelos célebres Tribunais Plenários, que a PIDE tanto adorava.
Obviamente, estou a sonhar alto.
Ficará tudo na mesma, Cavaco será reeleito, para acabar a babar-se, nos braços da sua mulher a dias; talvez se consiga calar Ferreira Leite, pondo-a na Presidência do Banco de Portugal, em vez de Manuel Pinho, e assegurando assim um "Centrão-Sombra", e Sócrates perpetuar-se-á, ele e o "Polvo", o pessoal do "Eleven", das saunas de Bruxelas, Berlim e Barcelona, e, passada a agitação da Madeira, nós poderemos voltar, calmamente, a concentrar as nossas baterias nas minúcias das pernas de senil depilado de Cristiano Ronaldo, porque isso é que é bom, e dá saúde e de comer a um milhão de Portugueses.
A Bem da Nação

(Quarteto brahmsiano, no "Arrebenta - SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")

sábado, 6 de fevereiro de 2010

O Pântano, ou as serôdias febres palustres de Vilar de Maçada


Imagem KAOS

Nunca vejo o "Expresso da Meia Noite", porque acho aquilo uma conversa entre as comadres responsáveis pela mentira do dia seguinte. Hoje, pela primeira vez, quando a Maria João Avillez rosnou, com o seu vozeirão, a palavra "Vergonha", senti que a coisa estava séria, e estava, porque todos os presentes ficaram imediatamente medusados.
É bem feito.
Desde o Caso do Diploma, que o Sr. Sócrates, mal ajeitado agente técnico de engenharia, deveria ter sido afastado da esfera do Poder. Tudo o que se seguiu foi consequente, e coerente, dado que a premissa inicial estava errada, ou seja, quem engoliu aquela estava em estado de engolir todas as outras, e assim se fez, e deus viu que era bom.

O quadro político deteriorou-se ao limite, e o homem tem a sorte de não se chamar Santana Lopes, e de não termos Presidente da República, senão já tinha sido esquartejado e pendurado às moscas. Não lhe o fizeram por cima, mas fizeram-no por baixo, e aquele "Vergonha", de Maria João Avillez era a voz cava das velhas padeiras de aljubarrota, a incarnar ao rosnar das bases, vociferando para o vexame que se instalou no topo.

Para estes momentos, e Manuela Ferreira Leite -- enquanto Cassandra -- já o sintetizou, precisamos pouco de políticos e bastante de estadistas. Acontece que os políticos são aquela sordidez que diariamente vemos, e os estadistas não se sujeitam a cenários destes.
Houvesse um estadista na Cabeça da Nação -- relembro Juan Carlos -- e a solução era linear: José Sócrates deveria ser imediatamente afastado do posto que ocupa, por pressão direta do Chefe de Estado, e por iniciativa do Partido, o Socialista, que ainda dirige. Tudo isto, evidentemente, de forma discreta, e com dignidade suficiente para que sentíssemos que vivíamos, não num estado pária, mas numa democracia do primeiro mundo. Em seguida, e isto era um excelente figurino para todos os tempos e estações, dado que existe uma maioria absoluta parlamentar CONTRA José Sócrates, o Chefe do Estado -- alguém que não o manequim dos anos 50 da Rua dos Fanqueiros... -- deveria apresentar um Governo constituído por notáveis, e apresentado previamente ao Parlamento, dizendo, "fulano de tal é a minha proposta para Ministro das Finanças, fulana de tal para a Economia, cicrano, para a Educação, etc...", e caso a caso, todas as bancadas parlamentares, ou as suficientes para garantirem uma legislatura de salvação nacional, comprometer-se-iam a respeitar as cabeças de tutela, como Ministros da Nação, num período assumido de emergência.

Como se pode imaginar, pedófilos, aventalados, lobbies gays, hetero e fufas, opus demonizados, futeboleiros, traficantes, camorreiros, clientes do "Eleven" e gente sem escrúpulos nem dignidade seria imediatamente excluída desta espécie de Senado com dignidade Consular, cuja missão seria sanear o Sistema Político, reassegurar a Separação dos Poderes, e desencadear uma Operação Mãos Limpas, não em clima de frenesi nem de precipitação, mas calmamente, nuns seis meses, por exemplo, em que a Democracia Tradiconal deveria ser considerada como suspensa.
A ideia não é minha, nem tenta colar-se ao que já diversas vezes foi dito, por muitas vozes do nosso descontentamento, e considero-a, neste momento, sensata e consensual.

A alternativa tem perfume grego ou haitiano, conforme queiram, mas de uma coisa devem os Portugueses ficar cientes: doravante, sempre que lhes falem de Boliqueime ou de Vilar de Maçada, sejam elitistas e digam, desde logo, "por favor, passem a mandar-nos gente urbana, com sólida cultura civilizada, boa formação académica, vida afetiva e sexual bem assumida e um perfume de tradição aristocrática, porque servir um país não é como andar a servir em série chávenas num café"

(O Quarteto do Final dos Tempos, no "Arrebenta -SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Brave New World, de José Sócrates, o Vigarista de Vilar de Maçada



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Transcrições das Escutas do "Face Oculta" - "Um pouco de sexphone, se faz favor..."


Imagem do KAOS

Dedicado ao Semanário "SOL", pela ousadia de me atribuir o galardão de "Blogue da Semana"


CD 37 – minuto 5, segundo 12 (Da série mandada queimar pelo Aventalinho do Orelhas de Bode, do Supremo Tribunal de Justiça)

Zé - … é porque eu hoje estou de ressaca. Voltou o meu primo de Shaolin, só conversas de gajos e de coca, ele foi para lá, pensar que ia aprender aqueles truques todos do “Matrix”, parece que deslocou duas vértebras, a minha mãe tem estado nas rezas dela…

Mano – A tua mãe continua nas cenas do Jeová?...

Zé- Sim, e isso é uma coisa que me faz sofrer bués, aqui, na vizinhança, quando ela bate à porta, a anunciar o Fim do Mundo, fazem um grande sorriso, mandam-na entrar, começa tudo como se já se conhecessem há muito tempo… Perguntam-lhe logo se ela já sabia que o Fim do Mundo ia ser comigo, a cota fica horrorizada, diz que não é isso que vem na “Sentinela”, mas as pessoas insistem que é isso que ouvem dizer por todo o lado, no talho, na padaria, no café…

Mano – E a velha?...

Zé – Pá, a velha anda fodida, como é natural, já foi de urgência para o hospital, e agora decidiu que já não vai bater de porta em porta, a falar do Fim do Mundo, mas da Retoma que vai vir a seguir. Entrou em depressão, porque batem-lhe com a porta na cara, como faziam antigamente. Isso, mais a Câncio, que quer ser aumentada, por cada notícia em que o nome dela aparece colado ao meu, nas revistas do Abel e do Carlos Castro..., pá..., ando mesmo mal, como no período da “Independente”…

Mano – Então, queres falar de quê?...

Zé - Pá, tudo menos de robalos, de sacos de dinheiro, de “Freeport”, de concessões à Mota-Engil…

Mano – Podemos falar da “Lena”. A cena está bem orientada com o consórcio francês. O Pedroso cumpriu bem a missão na Roménia, e, se calhar vai agora para o Báltico. Os gajos precisam bué de autoestradas, e nós sabemos sacar o alcatrão e… (risos) transformá-lo em… robalos (risos)

Zé – Mano, já te disse que não me apetecia falar de coisas sérias… Apetecia-me qualquer coisa de especial…

Mano – Tipo o quê?... Queres umas anedotas das pielas do Alegre?... Dos ataques de epilepsia do Cavaco?... Há umas boas, que me chegaram ontem de Belém (risos) O gajo parece que se mija pelas pernas abaixo (risos)

Zé – Não, queria outra coisa, sei lá... (silêncio)... Sabes fazer sexphone?...

Mano – Sei, mas com gajas russas, daquelas com mamas grandes e muita chichinha (risos) pachachas seminovas, como diz o Putin (risos). Queres que faça de gaja?...

Zé – (silêncio)

Mano – Pronto, já percebi… Queres que faça de gajo?...

Zé –(silêncio)

Mano – Escuta, eu sei imitar a voz do Diogo Infante… do teu primo…

Zé - Consegues imitar o meu primo?...

Mano – Yeah… os dois, os três, todos os que tu quiseres. (silêncio) Mas tens alguma fantasia com os teus primos?...

Zé – (silêncio)… tenho…

Mano – Com qual???...

Zé – (silêncio)… com… todos... Os primos, os meios primos, os tios... eu curtia uma bacanal com eles todos...

Mano – Então, vamos nessa, para coemçar, eu faço de Hugo Monteiro, e tu (silêncio)…

Zé - … eu posso fazer de... Câncio?...

Mano – Bute nessa, meu, bute nessa (risos). Vá, começa lá… Anda, chavala, põe-me essas tetas todas cá para fora…

Zé – (silêncio. Abre a camisa Boss) … assim, está bem?...

Mano – Yeah, meu, vamos já a uma “espanholada”?... Abre-me essas mamas e roça agora o telemóvel no rego… isso… estás a senti-lo todo, muito quentinho, para cima e para baixo?... Isso, vá, mais devagarinho, e roça mesmo o teclado, para eu te sentir toda… Queres gemer para mim?...

Zé – (Sócrates geme)… hmmmm… tão bom… Queres que meta o Blackberry onde?...

Mano – Onde quiseres, passa-o no rego do cu… Isso… devagarinho… Agora, põe no vibrar, que eu vou desligar e voltar a ligar… (desliga o telefone)

Zé - Hmmm, tão bom… Apetecia-me um Venezuelano daqueles morenões, como o Chávez me costuma arranjar, nas visitas de Estado… Mano, estou cheio de tesão… Não queres vir aqui, para fazermos os dois, ao vivo?...

Mano – Foda-se, ainda se fosses uma Lituana boa, fazíamos o “Hostel” aí, em tua casa, com a Mãe do Herman a cortar-te a picha e a dá-la de comer aos cães aí da rua, que ela costuma envenenar…

Zé - … vá, mano, já nos conhecemos há tanto tempo… Aqueles dias em que ficávamos sozinhos na “Sovenco”… (suspiro) Tantas vezes que eu pensei que me ias encostar à parede, e tratar como uma cadela… Até podíamos casar, quando eu aprovasse o Casamento “Gay”… (silêncio) Eu iria lindíssima, de véu branco e flor de laranjeira, e depois podíamos adotar uns daqueles putos sem família da Roménia… O Paulo conhece tantos… E o meu nome ia ser, no Registo Civil, José Sócrates Pinto de Sousa Vara… (suspiro) Lindíssimo… (suspiro)

Mano – Nâ, chavalo, isso não… Regras da Loja. Somos como irmãos: irmãos da Loja negoceiam, traficam e manipulam, mas nunca fodem. Isso ia ser incesto, Zé, quer na Regular, quer na Irregular...

(Fim da escuta)

(Dueto comemorativo, no "Arrebenta-SOL" e em "The Braganza Mothers" )

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Mais um tio de Sócrates, Diamantino, envolvido no "Freeport", obrigado a viver numa gruta, em Cascais




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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Grandes Êxitos do "The Braganza Mothers I" - De como a "moça" foi ao Vale da Zambuja apanhar uns frescos ares, e veio de lá com um hálito digno da suinicultura da Ribeira dos Milagres














Foi, esbracejou, gesticulou, deu ao cu, e gritou. Fez subir a voz aos sobreagudos – há sempre nela uma incontida “Lulu”, de Alban Berg… -- e usou das manhas todas da sofística. E ameaçou, e apontou o dedo e ficcionou.
Depois, mudou de táctica, e pôs aquela sua vozinha de cabrinha mansa, com que entra. todas as quintas, para os conciliábulos com o chancho do Aníbal, e amuou, e ainda fez beicinho, e como mesmo assim não resultava, voltou ao bater esperneadamente as asas, aos esgares da humilhada e ofendida, e ao seu belíssimo timbre de Maria Amália, aquela eterna Callas de Porcelana de Sèvres arraçada com Louça das Caldas.
Há muito “nela” do Cristiano Ronaldo da fase dos saltos altos: ambos têm um espelho narcísico colado a um palmo das fuças, que sistematicamente lhes oculta a Realidade, e, mais grave do que isso, lhes transforma a Realidade toda no reflexo da sua própria vaidade e auto-complacência.
De nada lhe serviu: os senhores da General Motors vinham para lhe aplicar em bruto (dói, não dói?...), o “Simplex” da Iniciativa Privada, e a sua impiedosa lógica do poupa-cêntimos. O Neo-Liberalismo, que tantas horas tão felizes ora lhe tinha dado, deixava-a agora, divorciada e a embalar ao colo um filho morto: uma horrível mancha de miséria e gangrena social, em pleno Vale da Azambuja.
A “moça”, pura e simplesmente, tinha lá chegado princesa, e saía de lá muito abaixo de Gata Borralheira.
Estava vermelhusca e afogueada… Calma, rapariga, estão quase à porta as férias no Quénia!...
Mal se foi, perguntaram então os senhores da General Motors, “que gaja era aquela?.. Alguma actriz local?...”, ao que lhes responderam que não era actriz, mas Mari’Ângela Atrás, um epifenómeno da decadência política Portuguesa.
A verdade é que a cróia que a Lusitânia ostenta como Primeiro-Ministro da Cauda da Europa tinha acabado de mergulhar, de chapão, no impiedoso Mundo dos Negócios, onde os homens são todos homens, mas as mulheres não passam de secretárias, quanto mais sonharem com o estatuto de primeiras-ministras.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Simão das Braguilhas



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Imagem KAOS
Dedicado à Eva, mas não por causa da maçã, que eu não sou dessas coisas...

[...] e Jeová virou-se para Adelaide, que já então estava prenha daquele que viria a ser seu filho, e disse-lhe, "em boa verdade te digo que irás abandonar aquele que antes foi teu esposo e tuas coisas, para que agora possas viver na expiação dos teus males", e sem mais a ouvir, o Céu cobriu-se de previsões do defunto Antímio de Azevedo, e choveram rãs, enquanto Adelaide, como se de uma cigana se tratasse, largou as terras de Covilhã, buscando, perto do Bairro do Fim do Mundo, as novas paragens de Cascais. E, sendo o caminho longo, eis que as dores do parto subitamente lhe vieram, mas sendo Badajoz demasiado longe, as nuvens afastaram-se nos Céus, e o Senhor dos Sem Rosto disse-lhe, com voz segura, "nada temas, porque tudo isso já estava escrito, e agachar te ás junto de umas urzes, e soltar se te ão as àguas, para a vinda daquele que eu consagrei como teu Filho, e não receies, nem que seja zoado, na Boca do Inferno, como o Anticristo, porque na verdade dos Profetas lhe deverás apôr o nome de "José", já que se dará com carpinteiros, sucateiros e outros homens de fossas fétidas, e presidirá aos Finais dos Tempos". E Adelaide, como uma Romena de filhos emprestados, assim aportou ao Bairro do Rosário, onde vivia seu irmão Simão, que se dedicava a costurar braguilhas às Tribos de Judá, aos Filisteus e até aos gentios de Canãa. Era Simão um homem próspero, embora a Natureza nele tivesse posto sinais de fêmea, como rebolar a anca, e pôr os pulsos quebrados como os cangurus de Queensland, mas sendo a terra rica e falha de artistas no seu ramo, não havia mulher que lhe não entregasse o marido, para que lhe desenhasse a braguilha, na perfeição.
Vivia assim Simão como um Santo, todo o dia ajoelhado, entre pernas de homens, e aquelas Senhoras da Quinta, conhecida pela "Da Marinha" e as da Gandarinha Fina, quando desciam das suas horas de chá, no "Cidadela", e no "Baía", e procuravam, nos cavernames dos navios da areia, marinheiros de pesca, que lhes dessem a meia de leite do "english tea", não sabiam nunca, quando botavam a mão aos fechos da braguilha, em busca da ordenha masculina, que per isso ali trabalhavam com obras de costuraria do ilustre Simão, que eram as únicas testemunhas do seu "british swallowing cum".
E, assim, perto de Simão foi crescendo José, conhecido pelo "Sapatilhas", cujo mau gosto no vestir já então era voz, entre todas as mulheres sábias, e sabidas, de Cascais, que lhe profetizavam ir acabar como o tio, sendo aquela zona toda muito dada ao vício da Sodomia, como o Profeta Marcello, que metia rapazinhos pelas traseiras, salvo seja, de sua casa, não fossem as vizinhas todas, mulheres de muito falar, e sempre penduradas à janela da Gandarinha, saber que a cousa assim rolava, pela vontade de Jeová.
Houve então um dia em que vendo o tio ajoelhado, José lhe perguntou, "por que estás nesses preparos, não sendo hoje dia santo, nem estando sequer a Arca da Aliança defronte de nós?...", e ele lhe respondeu, "para que um dia tenhas um Diploma, e uma "Cova da Beira", e uma "Lena" e uma "Abrantina", e muitos sacos azuis, e um "Freeport" e "Coincinerações" e um "Héron-Castilho" e uma "Sovenco".
Sendo estes nomes estranhos ao jovem, cuja família era toda de meios irmão, e primos, nascidos de ventres de saras ressentidas, e ressequidas, logo a atenção se lhe virou para o tio, e lhe perguntou, "e ajeitando tu assim as braguilhas a tantos homens de Cascais, por que não me ajeitas, tu, a minha?...", pelo que Simão, que era um sábio, lhe respondeu, "porque, como tu o disseste, só ajeito braguilhas de homens, e nem quereria que esta Bíblia fosse considerada, por nossa causa, um livro de maus exemplos, nem que nela houvesse o incesto de que aqui me falas, pelo que deverás, pela aurora, tomar o caminho de Lisboa, e de aí rumarás à Costa de Caparica, onde, como o Senhor do Trovões a ti predisse, deverás procurar um outro homem, chamado Goucha, que te ensinará o resto das tuas artes, e te dará tudo o que te falta". E assim se fez, e José viu que era bom [...]

(Profetizado no "Aventar", no "Arrebenta-SOL", e em "The Braganza Mothers")

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Sempre que havia negócio, chamava-se o Tio, que é meio-irmão da Jeová, que por sua vez deu à luz o Filho da Mãe, primo do filho do semi-tio


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ATACAVA NESTA ESQUINA, NESTA, E SÓ JEOVÁ SABERÁ EM QUANTAS OUTRAS MAIS....

domingo, 19 de abril de 2009

Faça do "Serious Fraud Office" a sua Homepage


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sábado, 18 de abril de 2009

O DVD do "Freeport" (Cortesia TVI)




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YES THEY CAN: MAIS AQUI

sábado, 14 de março de 2009

Mário Machado, dos "Hammerskins", põe em cima da mesa todas as trafulhices da Família Kusturika de Vilar de Maçada. Coitado do "Freeport" de Sócrates




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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Sócrates: De Vigarista de Vilar de Maçada a "Chico Esperto"



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Imagem KAOS

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

"The Braganza Mothers", no dia em que começaram a estoirar as primeiras bichas de rabiar do "Freeport"


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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Sócrates dá exemplo pessoal de como dar a volta ao Fisco




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sábado, 7 de fevereiro de 2009

Secretas em força sobre o "Freeport"


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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

"The Braganza Mothers", no dia em que Morais Sarmento descobriu que tinham de rolar muuuuuuuuuuuuuuuuitas cabeças...


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O ex-pugilista Morais Sarmento começou a achar o que toda a gente já acha há muito: têm de rolar cabeças, pois têm, e muitas... (R.R.)




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YES THEY DO

Você sabe que a viagem de Hugo Monteiro para vir responder a Portugal sobre o "Freeport" vai ter de ser paga por nós?



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Imagem partilhada pelo nosso blogue amigo "Instante Fatal"

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Ingleses querem ver contas de Sócrates, mas Cândida Almeida acha que não, porque é um assunto interno, como a "Independente"


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