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Mostrar mensagens com a etiqueta Um país de heterossexuais passivos feito. Mostrar todas as mensagens
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sábado, 27 de março de 2010

She-males prostituem-se na Net, e são um segmento de mercado em expansão: é o "pugrèsso"


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Extremamente requisitadas em vésperas de congressos partidários :-)

sexta-feira, 19 de março de 2010

Correio da Lola - "Será que as bichas holandesas fazem massacres nos Balcãs?..."



Querida Lola:

Estive a servir na Bósnia, sou heterossexual passivo, a minha Tânia Vanessa acabou de dar à luz dois gémeos, um deles parecido comigo. A Segurança Social diz que é Síndroma de Dawn, mas como eu não sei o que é isso, acho que o puto é mas é bués a minha cara. Querida Lola, havia muitos rabetas na Bósnia, e muitos deles eram louros.... Ouvi na televisão que os Americanos acham que houve um massacre, por causa dos rabilós holandeses... Acha que por eu ter estado na Bósnia também vou ser rabeta?... E holandês?...

(Frederico Forjaz, Arrifana da Velha)

Querido Frederico:

Já o nome de Frederico diz muito sobre si, querido, deixe que lhe diga, mas isso é a boa nova: a sua mãezinha de bigode, quando emprenhou de si, já sabia o Neanderthal passivo que aí vinha... Quanto à notícia que está a chocar o Mundo, infelizmente, tenho de lhe dizer que é totalmente verdadeira: as bichas holandesas, travestidas de soldados, quando chegou aquele dia horrível de Srebrenica, e as bigodudas de Alá, vestidas de preto, começaram a fugir com as crias ao colo, o Comandante Holandês Mark van der Suk, que estava a dar umas passas com a tropa e a apalparem os colhões uns ao outros, para manterem a moral levantada, bom... eles ouviram os Sérvios a vir, e pensaram todos, "vamos apanhar uma "geral...", de maneira que a adrenalina subiu imenso no batalhão. Começaram logo a ajeitar os fios dentais e a mascar pastilha elástica, para não terem mau hálito, se lhes metessem algum paio na boca... A verdade é que os Sérvios chegaram, e amarraram-nos aos postes, e as "manas" pensaram todas que estavam no "Le Duquesnoy", de Bruxelas, nos Bares SM, de Amsterdão e Berlim, ou naqueles de Sevilha e Barcelona, onde a Classe Política Portuguesa vai beber mijo, enquanto é chicoteada e humilhada, para depois votar PECs, mais consoladinha. O Frederico tem de se pôr na pele deles: o sonho de qualquer bicha é ser amarrada, violada, e usada, como um objeto, de preferência, fardado, de maneira que mal "as" amarraram aos postes, começaram "todas" a dizer "Oh, yeah"... Oh, yes...", como nos filmes porno americanos, onde tudo é falso, como nos do Bin Laden. Mas aqui é que se deu a reviravolta histórica, porque, depois de os amarrarem, não lhes deram a bruta foda que todos desejavam, e, em vez disso, foram cortar às postas as bigodudas muçulmanas, uma coisa que tem de concordar que foi muito feia, não acha?... Os Holandeses, entretanto, ouviam os gritos, e pensavam que eram os Sérvios que estavam no aquecimento, e que depois é que iam vazar-lhes a testosterona toda nas bordas, mas eles recuaram, e por mais que as bichas gritassem, em holandês, "então, e nós?...", nada mais aconteceu, porque os Sérvios ainda estavam naquela fase primitiva de confundir sexo com mulheres. Foi horrível, mas deixe que lhe diga, tudo isto se resolveria se houvesse mais educação sexual nas escolas. Nesse caso, os Sérvios deveriam ter visto aquelas franjas louras, e sabido logo que ardiam de desejo de serem escravizadas e torturadas pelos machões, em vez das muçulmanas de bigode, que só queriam era burka, mas, olhe, o mal, agora, já está feito. Quanto ao meu querido Frederico, claro que nunca será Holandês: pelo caminho que isto está a tomar, brevemente, será é do Burkina Faso, um Cidadão Burkinafeito, como todos nós. Kisses, desta sua louca, Lola.

terça-feira, 16 de março de 2010

Jorge Miranda (pessoal "gay", lembram-se desta cara, não?...) defende "união civil", paga às meias horas, no Hotel" Barcelona, como sempre foi...


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Só nos quartos do Hotel "Barcelona", com entrada pela garagem

quinta-feira, 4 de março de 2010

Morgana de Portugay acusou hoje, na Comissão de Ética, o "Chefe" José Sócrates de a ter pressionado da cintura para cima e da cintura para baixo :-)




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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Mataram a "Gisberta" há quatro anos


sábado, 20 de fevereiro de 2010

"The Braganza Mothers", no dia em que as Famílias Numerosas desceram a Avenida, para proteger a homossexualidade dos seus membros envergonhados


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YES WE CAN

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Joana Amaral dias trata, em livro, 8 casos notáveis de distúrbio mental. Gostei, e vou comprar. Fico à espera do II volume, sobre os outros 10 000 000


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SIM, SOMOS MESMO ASSIM...

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Campanha de Prevenção "Gay" (Agradece-se a colaboração dos "open-spaces" do Millennium-BCP, e dos quadros intermédios do BPN- Buraco)




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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Portugal e os seus tiques de Cauda da Europa: referendos para o que só diz respeito à vida de alguns, e não-referendos para o que prejudica todos...




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CAUDA DA EUROPA

quarta-feira, 22 de julho de 2009

A grande aventura da paneleiragem

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Imagem do KAOS

Graças a deus que entrámos na "Silly Season", porque assim podemos escrever sobre coisas interessantes, em vez de andarmos atrás dos disparates dos telejornais.
Muito recentemente, a Koki assinou, no "Público" um "dossier" intitulado "O Estado Novo dizia que não havia homossexuais, mas perseguia-os".
O texto está muito bom, embora fortemente centrado no Passado. Para viajantes de outras eras, fico extremamente melancólico com só agora saber que "a zona da Estufa Fria era para onde ia, por exemplo, o [maestro] Lopes Graça"... Uma pessoa fica imediatamente a sonhar com isto, e com as gaitadas de beiços que poderia ter apanhado, se tivesse passado nas horas certas em que a orquestra ensaiava... Como estávamos no Estado Novo, era tudo em surdina, e o público saía, antes de que alguém batesse palmas, ou gritasse "bravo", mas o que é certo é que aquela sala de concertos estava sempre cheia, ao contrário do caixote de lixo da "Casa da Música".
Eras.
Por seu lado, a longa tradição de engate de sanitários, velha desde Roma e Atenas, manteve viva, até aos nossos dias a frase que diz que um sanitário é um lugar onde se vai para satisfazer uma necessidade, e se acaba satisfeito em todas as outras... As grandes cidades medem-se pelo número dos seus urinóis no ativo, e entram em decadência, quando as coisas passam a pagar, ou são vigiadas por câmaras. O mesmo se aplica aos Centros Comerciais, cuja atividade está estritamente centrada nas manobras de urinol, e que entram em agonia quando os vigilantes, contratados para manter a segurança, embarcam naquele frenesi de entrar, de dois em dois minutos, nos chichis, não vá escapar-lhes alguma coisa que lá esteja a acontecer. O fenómeno está estudado matemática e sociologicamente, e resume-se numa frase: "quando o ciclo dos urinóis entra na rotina da obsessão dos vigilantes, o ecossistema colapsa, as lojas, que são pretexto para a bicharada por ali andar, e ir comprando, de quando em vez, para disfarçar, os mal casados levarem as mulheres para comprar berços, e aproveitarem para a escapadela dos dois minutos de boca quente, fecham, enfim, quando as superfícies comerciais se reduzem a um entra e sai dos sanitários dos vigilantes, só ficam abertas as casas de banho e os últimos postos de trabalho são os dos seguranças, no meio de galerias às escuras".
O Colombo e o "Dolce Vita" vão acabar assim.
Vai levar séculos e décimas de Desemprego, até que percebamos que isto é tão certo como Vítor Constâncio ser um cancro maçónico.
Claro que tudo isto desapareceu, e Portugal se tornou num país politicamente correto.
Acontece que estive hoje a ver, na TVI24, um bocado de uma coisa que eram os transsexuais iranianos, coisa esquisita, baseada no pressuposto de que as bichas do enorme campo de concentração dos ayathollas -- malditos sejam... -- eram procuradas pelos clientes, para servirem de buraco. Nisso teriam mais sorte do que cá, onde o heterossexual é geralmente passivo, e, portanto, tem ele a curiosidade de ser buraco, desde que a mulher e os amigos não saibam, "um gajo não pode morrer estúpido..."
Para um flagelo como este, e para evitar que Teerão se torne num enorme Chiado, os padres resolveram que, já que havia uns desgraçados que andavam a dar o cu aos outros, o melhor era fazer a operação, e transformá-los em transsexuais, com o apoio do Estado.
Confesso que acho a ideia lindíssima e deve ser tema da próxima legislatura, com o Bloco de Esquerda a lançar a ideia, e Manuel Alegre a arranjar umas franjas partidárias, para obter uma maioria suficiente. Grande oposição, apenas a estou a ver no CDS/PP, "et pour cause".
Objetivamente, casos como a Senhora de Mota Amaral, há quase 70 anos a viver a coberto de um "voto de castidade (!)" são, neste período de crise, indefensáveis: precisávamos de uma ASAE para estes casos, e, da próxima vez que fosse apanhada a olhar para os seguranças do Cavaco, deviam agarrar nela e levá-la, primeiro, porque somos uma Democracia, para uma zona de quarentena, onde lhe poriam nas mãos aqueles número da "Playboy" Portuguesa, com a Ana Malhoa com as tetas de fora, e lhe diriam, "anda, agora entesa!..." Se não entesasse, levavam-no para os vestiários dos seguranças do Cavaco, e amarravam-no, como nos Diabos de Loudon. Mal ele entesasse, o Estado teria de intervir, fazer um diagnóstico sumário, amarrá-la a uma mesa de operações, e abrir-lhe uma rata à frente.
Os cirurgiões iranianos parece que são especialistas nisto, e as suas reconstituições vaginais são feitas com recurso a pele do cu, do reto, ou lá como é que se diz, o que não deixa de ser uma maravilhosa parábola do Islamismo, que o Cristianismo se deveria apressar a imitar: "já que passaste a vida a levar no cu, atrás, vamos implantar-te um cu, à frente, para poderes continuar no ativo, aliás, passivo".
A ideia é linda e aqui fica a sugestão.
Claro que teríamos casos renitentes, como todos o frequentadores dos duches do "Holmes Place", e que Portas não gostaria de ser arrastado dos portais da A5, para ser convertido, à força, numa Teresa Caeiro, mas isto não é para ser já, e pode ser um projeto de uma legislatura, uma coisa calma, serenamente assumida, e com pés para andar.
Eu sei que tudo isto vos pode parecer rosas, mas não são: casos renitentes, como Sócrates ou Carrilho, só lá iriam à força, e suponho que no meio daqueles mesmos guinchos da matança do porco. Para mais, haveria uma Câncio, inconsolável, a quem uma Zanatti, já operada e de bruto mangalho à frente, finalmente teria de dar consolo...
Voltando à Koki, "com a morte de António Variações houve um mundo que acabou", enfim, mais propriamente, que se metamorfoseou: passámos a ter os dois amores de Marco Paulo, que acho que também é um caso inoperável, mais o Carlos Castro, meu deus, quem é que iria operar o Carlos Castro?... Arriscava-se a ter o outro a saltar da mesa de operações, e a morder-lhe os tomates, virando o feitiço contra o feiticeiro.
O Futuro, todavia, existe, e acho que é para essa direção que nós devemos olhar. Pensemos na Câmara de Almada, por exemplo: mal passem as férias, as Autárquicas virão aí. Podia-se agarrar-se no Paulo Pedroso e arranjar-lhe uns apoios iranianos: em duas semanas, passávamos a ter duas Marias Emílias Correias, uma com mais cara de cu do que a outra, e lá viria o Manuel Alegre, senil e casamenteiro, selar uma Frente de Esquerda.
Ia durar, até 2100, pelo menos...

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