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domingo, 13 de junho de 2010

A Fufuzela


Dedicado à Filomena, que voltou a fazer 29 anos (este país é uma merda tão grande que até as fufas parecem Constâncios a mentir nos números...)

Mal saiu da barriga da mãe, a Mena, ainda as outras berravam, já dizia que queria ser uma... fufuzela: por mim, estás à vontade. filha, dizia a parteira, que tinha juros de séculos acumulados de ver ratas esgargaladas, mas não reconheceu logo o enorme talento que ali vinha, esfomeado, porque essa arte de abocanhar toda a sela não é para qualquer uma, e há poucas memórias de maternidade em que a mãe recebeu alta antecipada, por causa da filha já querer fazer minetes à enfermeira de serviço à noite.
A partir de aí, foi pior, porque foi noite e dia...

A Mena é um exemplo puro do Creacionismo, misturado com Darwin: Deus fê-la já perfeita, um "Inteligent Design", para poder sair imediatamente ao ataque, mas Darwin, que tinha algumas Obrigações do Tesouro, ainda a quis mais perfeita, e, quando estiver morta e embalsamada, como o cérebro de Einstein e o caralho de Rasputine, ver-se-á que os grossos lábios da Mena engrenavam perfeitamente nos grandes lábios de todas as outras, tal qual a América do Sul encaixa naquela estranha deficiência geográfica que a África tem do lado esquerdo.

A boca da Mena, a bem dizer, não é uma boca, é um engate, um engate que permanentemente busca argola, e, deus me perdoe, tudo neste mundo é furgão para ela.

Se a Serenela Andrade soubesse que a Mena vai agora às Marchas, pedia imediatamente asilo político, no Consulado de España, pois a Mena é muito pior do que quando o Catrina passou por Nova Orleães, porque, em Nova Orleães, ainda ficaram umas pretas a boiar, quando, tanto quanto se sabe, preta alguma fica, quando ela as decide... aviar.

Ela, a Mena, é uma Fufuzela, de lingueta ambulante, e quando atraca, não é de popa, é de boca, e lança a âncora, e todo aquele quebra-gelo esfrega no cais, até fazer ferrugem, e até os amoladores fogem, de gaita de beiços ao lado, como no "Páteo das Cantigas", porque o pavor das vizinhas é quando as fufuzelas se põem a fazer tesourinha, e não há mais sono para ninguém, nem nos patamares, nem nos colchões de condomínio da Fufuzela.

Marido, tu, que és casado e pai de três filhos, e sais para mamar camionistas nos brochanários da A8, nunca penses que a tua mulher está segura em casa, porque a Fufuzela está sempre à espreita, e, mal tu carregas no acelerador, já está ela a espremer-se, como aquelas gatas com cio, para tentar entrar por debaixo da fenda da persiana, com vózinha de Heidi melosa, "está por aí alguma Maddie para eu poder papar?...", mas isso é só truque, porque o que ela quer mesmo é que a Kate Healy diga, como o Manuel Alegre, que "não", e, quando a Kate diz que "não...", avança então a Fufuzela, naquele seu vicioso abocanhar, e não há Tapas que a salvem de ininterruptas duzentas horas da "pequena morte"...

Diz que os cães dão o nó, quando estão... enfim... naquilo; mas a Mena, como grande fufuzela, não dá o nó, e aplica logo a boca no trombone, para gerar o vácuo nas cavidades, ai , acudam-me, que não consigo separá-las: nem tentes, porque, os cães, é com uma mangueirada, mas a Mena, quando lhe fazem a baldeação, ainda berra como a outra, no Almodóvar, "ah, regame, regame toda!...", e continua por ali, a mamar, enxarcada que nem uma cadela, mas sempre sem parar.

Eu sei que a visita do Senhor Ratzinger deveria ter moralizado estas coisas todas, mas só as veio piorar, porque, quando Sua Santidade condena a Fressureirice, mais tusa dá a quem gosta de juntar prazer com pecado, e lá vem a Fufuzela -- ninguém lambe como ela -- qual casamento, qual buceta que o pariu, num país com 400 000 mulheres a mais do que homens, e alguns deles, enfim, homens, mas só no bilhete de identidade, a quantidade de desamparos vaginais é um mal crescente, parece o Deficit do Estado, mas em forma de amêijoa, e, de cada vez que a lamelibrânquia vê a Fufuzela, encosta-se logo toda ela para trás, e BBRBRBRBRRRBRBRBRBRRRBRRBRRRRBRBRBRóóóóóóóóóoóóóoóóoó´!!!!!..., mas, com, ou sem, silenciador, lá ataca, e carrega nos falópios com uma boca de pescada.

Querendo ser prático, como é que a Mena se poderia casar com 5 400 000 vulvas em Portugal, pelo que não se casa, e antes vai fazendo uma a uma, mesmo aquelas que têm pavor dela, e, não estivesse frio abaixo da estação, já esta noite marchavam, muito popularmente, as da Madragoa, as de Carriche, e também as finas, da Lapa, que dizem, "não, não, não...", mas são as últimas a largar o pingo, valha-me deus, ficam a estrebuchar como a Amália, na fase terminal, e a pedir mais, como se a Perfeição até pudesse ser ultrapassada.

Tudo isto seria verdade se vocês soubessem fazer contas, porque, se soubessem fazer contas, veriam que despachar 10 por dia, ainda dava 540 000 dias, ou seja, dava quase 1 500 anos, descontados os bissextos.
Isto, sim, seria o "Pügrèsso", tal como o sonhou o Saloio de Boliqueime, e uma idade da reforma muito melhor do que os piores pesadelos de Sócrates e Passos Coelho: nascer com Cleópatra e ainda estar no ativo, e a descontar, com a língua toda enfiada na rata, já com a Queda de Constantinopla.

Acham muito!?... Pois, acreditem que não: é só a Mena, a Fufuzela...

Que Deus lhe dê boca e dentes, por 1 500 anos,  para poder continuar :-)

(Dueto fufa, no "Arrebenta-SOL" e em "The Braganza Mothers")

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Grandes Êxitos do "The Braganza Mothers I" - "A Menina Fufa? (By Rita Ferro)

Nota: Este texto foi inicialmente escrito em honra da nossa amiga Filomena, amabilíssima leitora e apreciadora, que então fazia, (outra vez), 29 anos.
Dada a deriva política e a desgraça financeira e económica da Europa do crespúsculo de Bilderberg, passa a ser dedicada à Primeira-Ministra da Islândia, Johanna Sigurdardottir, 66 anos, passadora de ratas a esfregona de língua, e exemplo de como a sexualidade, exceto em Portugal -- esta é para ti, ó Câncio, minha badalhoca... -- pode, e deve, ser uma mais-valia da modernidade política.
Passada a Senhora Sigurdardottir, que decidiu tornar a Islândia energeticamente independente, aplicando um condensador nas ratas das fufas islandesas, e, assim, permitindo utilizar a energia da "esfrega", por exemplo, no aquecimento dos lares da maravilhosa ilha. Grandes imaginações, brilhantes ideias, aposto que a crise se resolve lá em meia dúzia de meses, assim fizessem cá, instalando turbinas nas bordas dos cavalheiros heterossexuais passivos. Ia ser lindo, e íamos fornecer eletricidade para toda a Europa...
Não custa nada sonhar.
Voltamos à Filomena, e ao texto original, escrito para o seu aniversário: "Gosto muito dela, considero-a uma mulher constante, temos como amiga comum a "Laura" ("Bouche"), e, desde que a conheço, que faz sempre 29 anos, o que é uma virtude, não é como aqueles cangalhos, com bigode e tetas descaídas, que passam a vida a mentir, e a dizer que têm a data de nascimento... manchada, no B.I.
Não, a Filomena é bem claro: 12 de Junho de 1978, e é uma vida inteira dedicada a depredar a rata alheia. Arriscar-me-ia mesmo a dizer que, desde as exéquias da Rainha Dona Amélia, se trata da Lesbiana mais ilustre de Portugal.
Dizem que a Filomena tem uma língua de gato, mas acho que é mais uma língua de rata: mal vê a presa, encorcova aquelas vértebras todas, como uma siamesa, e começa a aprochegar-se das bordas alheias, a ronronar, muito discreta e maneirinha -- muito anos de"pedigrée"!... -- mas, de repente, é como a anaconda, abocanha a presa, segurando-lhe os Grandes Lábios com os dentes, e provocando uma espécie de coma induzido, na zona das Trompas. A partir de aí, o Clit, totalmente indefeso, é enrolado em fios de seda, e ela espeta-lhe um ferrão, com um suave veneno -- o Clit geme, como uma cabrinha... -- e é mantido num estado de catalalepsia total, enquanto ela avança, para o levar ao êxtase, com a sua linguinha áspera -- há quem lhe chame o Tamanduá da Lapa, mas é muito difícil, sem mergulhar no campo das sinestesias, referenciar a língua da Filomena. Descrito por Garcia da Orta, dir-se-ia que é um misto do deslizar da seda, com os arrepios de umas vagas listas de serapilheira, que fazem as vítimas soltar um uivo glotal, como aquelas palestinianas, que se põem, "glu-glu-glu-glu" com a língua, quando os filhos ficam feitos numa pasta de sangue, nas traseiras de um autocarro israelita,
bom,
adiante,
seda, serapilheira, e quando a coisa se prolonga para lá das duas horas, dizem que até é muito parecida com a textura dos toalhões de banho, coisa que até dá jeito, posto que o objeto da lambidela, nessa altura já se baba por tudo quanto é lado...
Temos o Queijo da Serra, o Vinho do Porto, e a Língua da Filomena, produtos tradicionais, é isso que faz a riqueza deste monte de ruínas onde estamos forçados a viver.
A América tem a sua Águia; o Brasil, o seu Tucano, nós, temos um animal heráldico, ligado à língua da Filomena, que, depois de muito pensar, penso ser a Toupeira Real, animal sem olhos, mas dotado de umas pontas cheias de sensibilidade, que vão por ali dentro, escavam tudo o que é recanto, e desenham a sua toca, e que toca, filhotas, parece um Forno do Prazer, a partir das 3 horas de acção, nem um despejar de cubos de gelo acalma aquela turbina termoeléctrica, aquela Central do Carregado do Carrega-Mais-Não-Páres-Que-Me-Venho-Toda-Aqui!...
Hoje, a Filomena fez anos, uma grande salva de palmas para ela, mas, se maridos há, neste lugar, que tenham deixado a esposa desprotegida, em casa, para vir ler este texto, acautelai-vos, porque ela ataca pela calada, e pode, neste preciso instante, estar a dar-lhe tudo aquilo que vocês, em longos anos de matrimónio, foram incapazes de alcançar!...
Brava Filomena, e quanto mais velha, mais sabida, enfim, a alegria da Fêmea, em todo o seu esplendor narcísico e rubro.
Parabéns, sua gulosa!..."

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