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segunda-feira, 9 de março de 2009

Há 4 Anos, Portugal sabia que era isto que ia pôr no Palácio de Belém. Como sempre, gostou e confirmou. Amanhem-se...































Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

YES HE IS, just because HE WAS

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

O Américo Thomaz de Boliqueime


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Imagem KAOS

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Um pouco mais de Magnésio, por favor...

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Imagem do KAOS
Não, Lurdes, não. Tudo menos Lurdes... Este blogue pratica uma política pública de não-profanação de cadáveres, e considera criminalmente punível qualquer acto de necrofilia. Passemos, portanto, aos abutres.
Os abutres já não são o que eram: houve um tempo em que a sua função natural era o devorar das carcaças de outros mortos, mas, dadas as alterações climáticas, o aquecimento global, o buraco de ozono, as emissões de PVC -- acho que é assim que se escreve, ainda ontem fiquei cheio de remorsos de ter atirado, às 4 da manhã, um frigorífico velho pela janela do 5º Andar do meu estúdio de Pintura, só Deus sabe se aquilo não terá contaminado a Atmosfera. Barulho, pelo menos, fez ... -- e, portanto, os abutres sofreram uma mutação, e, em vez de devorarem carcaças, comem agora os vivos.
Há um Abutre Primeiro, que se chama Aníbal de Boliqueime, e insiste em ser um Américo de Deus Thomaz.
O Partido Socialista, numa rota de suicídio histórico, resolveu afrontar o Abutre-Mor, e tirar-lhe poderes que Aníbal de Deus Thomaz detinha sobre os Açores. Dos Açores sei pouco, sei que tinham a sua rede local de pedofilia, que continua intacta, como, aliás, em todo o País, que fica lá as Base das Lajes, por onde já passou -- permitam-me um pequeno poema, já muito repetido aqui, mas que comove sempre -- assim como o outro disse que o Binómio de Newton era tão belo como a Vénus de Milo, também eu gosto de repetir, com uma lagriminha no olho, que a Base das Lajes é como a Maria João Avillez: já por lá passou tudo, até os eléctricos (e o Kaos e a Kaotika, se me não falha a memória...)
Ora, o incomodado foi o Abutre-Mor, naquelas inaugurações de Presépios que anda a fazer pelo País Real, quando lhe caiu em cima uma chusma de Professores em fúria, e fez -- coisa comovente -- o mesmo gesto de Carlos Cruz, quando saiu da choldra: um dedo a passar à frente dos lábios, em sinal do "não posso falar", e apontou para cima, suponho que para São Balaguer, já que no mastro não estava nada.
(Este é um àparte sobre mais uma vitória da Blogosfera: a infame bandeira de croché que estava hasteada na sacada nobre do Jardim do Palácio de Belém já foi arriada, e suponho que não a voltaremos a ver. Parabéns aos que se bateram pela causa do não achincalhamento dos Símbolos Nacionais: já temos tão pouco, ao menos que se respeite o pouco que ficou, tanto mais que não precisamos de ter permanentemente hasteada uma bandeira de croché, para saber que o Palácio de Belém é habitado, em permanência, por uma Sopeira e pelo seu Consorte).
Continuemos pelos abutres fora: José Sócrates, que já está na fase de ter conversas privadas com Deus, promete um ano de flores (!), para os Portugueses que conseguirem chegar a 2009.
Pelo que entreli na expressão de pânico do Pargo das Finanças e pelo que sei que se está a passar lá fora, suponho que será uma coroa de... flores.
Vai ficar bonita no 6º Homem mais bem despido do Mundo.
O abutre seguinte é Lurdes Rodrigues. Tinha prometido não falar dela, mas aproveito para um pequeno remoque, já que houve uma notícia que teve um lapso: ela diz que "O Ministério da Educação não aceita Ultimatos", quando, na realidade, queria dizer que a Equipa da Educação estava a chegar ao fim do seu Último Acto. Brevemente, vai ficar com mais tempo para cozinhar e para ir aos Concertos da Gulbenkian. Suponho que, de cada vez que seja reconhecida, vamos ter um novo instrumento na Orquestra, o Bombo Lurdes Rodrigues, apodada e insultada por todos quantos a reconhecerem em público, e não são poucos os que a odeiam naquela, e noutras, plateias.
Os outros abutres são os bancos. A cena seguinte é verídica, e aconteceu, ontem, com o nosso colaborador e amigo Laura "Bouche": foi ao balcão do Montepio, e quis levantar dinheiro seu. Imediatamente foi informado de que a esse levantamento estava associada uma "comissão" (!). Para quem me conhece, já pode imaginar qual teria sido a minha imediata reacção, "ah, está associada uma comissão!?... Pois, então, aproveito a boleia da comissão, e levanto já tudo!..."
Isto remete-nos para outros abutres. Quanto ao que a mim respeita, apenas conhecia o BPP por estar instalado, ali, ao pé da "Buchholz", livraria que há muito frequento, e que me ficou intimamente ligada, aliás, não a mim, mas ao meu autor, quando, há três anos, um email dele, errático, desencadeou um processo bola de neve que a salvou da falência. Portanto, quando subitamente me aparece um BPP com um tal de Rendeiro sucateiro, a publicar livros, e a dizer que aquela merda geria fortunas, imediatamente tirei o cavalinho da chuva, já que as minhas fortunas são outras, e, nunca, por nunca ser, ali estariam.
Tudo isso é pano para mangas, como o Caso BPN, e, daquela América de quem usualmente tanto mal se diz, vieram as soluções draconianas: eram os 22 maiores Bancos e estavam para falir?... Pois que se amanhassem. Por cá, tanto se há-de esticar a corda que a coisa vai estoirar de um modo vai baixo e num som de traque obsceno, mas logo se verá.
Nas nossas mãos ficará, caso se concretize o escândalo de pôr os contribuintes a salvarem um Banco de Fortunas, o desafio de um puro acto de insubordinação civil e de intervenção cívica: imediato levantamento de todo o dinheiro que tenhamos depositado nas instituições bancárias que se prontificarem a apoiar esse ninho de ratos.
José Sócrates, que fala com Deus e com aquela que concebeu sem pecado, Lurdes Rodrigues, anunciou mais não sei quantos milhões para salvar a indústria automóvel (!) Eu nem sabia que tínhamos indústria automóvel, já que a única coisa que sei é que é cá que se aproveita a mão de obra barata para montar modelos estrangeiros. Portanto, mais não sei quantos milhões, aparentemente, para salvar postos de trabalho, mas que não estão livres de, uma vez salvas da falência, irem deslocalizar esses postos de trabalho para a generosa China, onde as crianças trabalham, até ficarem sem as pontas dos dedos.
Paradise.
Mais pragmática, a malfeitora América -- não é de lá que, para um certo pendor "esquerdista" europeu, vêm todos os males?... -- tomou uma medida que considero gloriosa, aliás, em meses e meses, a única que me despertou um sorriso: os patrões da Ford, da General Motors e afins, foram, em jactos privados, numa romaria do ó, meu, ó, meu, salvem-nos lá com os dinheirinhos públicos!... O Congresso, simpaticamente, e até porque, para além de serem ícones do nosso imaginário de Aldeia Global, lá lhes disse que sim, mas com contrapartidas: primeiro, confiscar-lhes, imediatamente, os jactos privados; segundo: pô-los a receber, administradores, 1 dólar por mês.
Dessem-me cá poderes, e, amanhã, fazia já o mesmo ao Constâncio e a toda essa penosa Corja que nos arruinou.
(Edição conjunta no "Arrebenta-Sol" e no "The Braganza Mothers" )

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Das Mamas de Sarah Palin aos Arenquezitos Fumados de Manuela Ferreira Leite

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Imagem do KAOS
Pois, eu sei que estavam à espera de que eu viesse aqui comentar o novo veto do Saloio da Bomba, mas, olha, acontece que não me apetece. Sobre isso, já disse o que tinha a dizer: enquanto Primeiro-Ministro, quis ser Salazar; enquanto Presidente das Bananas, quer agora imitar Américo Thomaz, e não admite que lhe toquem em nenhum dos seus poderes. Acontece que ele só tem um poder: o de nos fazer rir a todos, sempre que aparece em público. Homem, enxergue-se, e mande retirar aquela bandeira de croché que tem pendurada em Belém!... Aquilo é que era uma boa coisa para os "Hammerskins" lá irem durante a noite e arrancarem-na: para todos os efeitos, goste-se, ou não se goste dela, é um dos Símbolos da Nação, e não temos culpa de que a Nação tenha descido ao nível dos naperons da Maria-de-Centro-Esquerda, para quem Portugal é a Revista "Maria", em grande. Quanto ao Estatuto dos Açores, já que a Sodomita do Héron-Castilho é tão teimosa, eu, se fosse ela, voltava a aprová-lo, igualíssimo, punha-o na tigela, e depois fazia assim, "anda..., anda..., aníbal..., anda ao dono, anda..., anda, comer!..."
Puta que os pariu.
Ah, sim, parece que mais um dos escândalos do Escândalo Eleitoral Americano tem sido o dinheiro que a Palin tem gasto no guarda-roupa.
Vocês desculpar-me-ão, mas como todos os grandes tarados, eu tenho sempre uma fixação, e agora é a vez da Palin.
Já no "DN" alguém disse que o Caneco Obama não tinha explorado muito o assunto dos trapos da outra, porque, em cada semana, gastava mais em cartazes do que ela em Armanis e Vuittons, e é preferível um casaquinho que lhe assente bem a ela do que o sorriso falso e tisnado do outro. Pois, concordo.
Realmente, sou daqueles que acha que uma mulher quer-se, ou bem vestida, ou bem despida, e tudo o resto são centésimas constâncianas.
Como todos os tarados, repito, tenho direito às minhas fixações, e uma delas é que gosto ainda menos do Obama do que do Cavaco, o que, na minha escala de valores, é uma desvalorização de um nível tal como a que provocou a extinção dos dinossauros. Ao nível do meu desprezo por Obama, só o meu desprezo pela Ferreira Leite, assuntos fundos como a Fossa das Marianas, que passo já a desenvolver.
Eu gostava de descrever a Manuela Ferreira Leite cientificamente, mas só me vêm à cabeça metáforas literárias: acho que há nela uma tentativa de miscigenação entre um Pterodáctilo, um piaçaba, e umas daquelas orquídeas "fanées", que, no séc. XIX, as meninas bem comportadas, dos colégios de freiras, espalmavam entre duas tábuas, e arrumavam no herbário, só que, no caso da Nelinha, existiu todo o resto, o Pterodáctilo, o piaçaba, o herbário, o colégio de freiras... excepto a orquídea -- mal empregada flor!...
Quando vem para a televisão, a mulher parece que foi passada a ferro, e, simultaneamente, posta a fumar, como os presuntos da serra, ou aquele bacalhau, do tempo em que os marujos iam meses para a Terra Nova, pescar peixe, enquanto se comiam uns aos outros, e depois voltavam à pátria, no tempo do Ano Novo e muitas "propriedades", e, então, acha que, por enfiar em cima um colarzito de missangas e uns veludos vermelhos, fica logo "charmosa". Bem, para um país que venera o Cristiano Ronaldo e se ajoelha perante uma Santa com cara de saloia, até é capaz de ser verdade que quem está, mais uma vez errado, sou eu.
Eu estou sempre errado, já repararam?... Pois é.
Ferreira Leite achava que só devíamos gastar o que tínhamos, e eu acho isso uma aberração, porque a excitação está mesmo em gastar o que não se tem, e se a jararaca está num nível de primarismo tal em que acha que só devemos viver do que temos, é melhor morrer já, porque ela, mais o Cangalho da Bandeira de Croché, trataram de nos arrumar num país sem nada, posto a afundar, na fase final, por um par de bandalhos, chamados Durão Barroso e José Sócrates, com a complacência de plateias inusitadas, logo, não temos mesmo nada para gastar, desde o tempo em que o Mighâ Amâghàl fez desaparecer os Fundos Estruturais pelas mãos dos amigalhaços, que espero que os tenham posto fora do país, naqueles bancos que agora faliram todos, para também terem ficado sem NADA, ou a navegar no bolo de aniversário da UGT -- lembram-se?... -- que fazia Acções de Formação, para chupar dinheiros da C.E.E. -- 30 anos disso, já... -- e depois prescreveu tudo, e o Torres Couto, outro ignaro do Oportunismo e do Novo-Riquismo, desposou uma cona seca da Quinta da Marinha, para procriar, porque o casamento é mesmo para procriar.
Uma das grandes diferenças entre a Palin e a Leite é que a Leite acha que o casamento é para procriar, mas a Palin já foi mais além, e arranjou aquela filha, de 17 anos, que tratou de emprenhar, antes de casar. Uma visionária, e vamos ter uma Vice-Presidente Americana avó de um filho de pai-in-cornos, o que é saudável, muito "Hippie", e mostra que a Governadora do Alasca chega e sobra para todos, graças a deus e à nossa senhora do Alaska.
O Alaska é enorme, cheio de gelo, só comparável à frigidez afectiva da Ferreira Leite, mas enquanto a Governadora resolve isso, enfiando-se num gabinete super aquecido, e atirando-se, a ronronar, para os braços dos seus inúmeros admiradores, a Ferreira Leite parece que engoliu um serrote, e tem aqueles vocalizos ásperos, de garganta, que fazem fugir qualquer um.
A Sarah Palin foi Miss Alaska, a Ferreira Leite nunca se candidatou a posto mais alto do que de Miss Espantalho.
As ambições de Ferreira Leite nunca passaram de Orçamentos de meio tostão, coisa que fez o Saloio de Boliqueime, quando era Salazar, pô-la na rua, mas agora, que é Thomaz, imaginar que tem ali uma Sarah Palin, que vai enfeitiçar os Portugueses.
Deus me perdoe, se algum homem tiver tesão pela Ferreira Leite, é mesmo sinal de que a Crise Financeira atingiu o seu apogeu, e já não temos qualquer salvação... Vai ser uma Islandização, do Minho ao ALLgarve.
Sarah Palin, pelo contrário, teve outra declaração extraordinária. Ela sabe que tem petróleo no Alaska, e pode libertar a América da sua dependência energética -- é mentira, mas serve para o meu ensaio... -- enquanto a Ferreira Leite, por muito que os homens do táxi me garantam que ela é como a Teresa Guilherme, e gosta deles na casa dos Vinte, eu só consigo vê-la com uma rata cheia de teias de aranha e cotão, por debaixo daqueles veludos vermelhos que ela põe por cima do "soutien" dos seus dois arenquezitos fumados, dizia eu, quer pôr-nos atrelados aos meios tostões antigos que aquelas velhas que são violadas pelos netos drogados ainda escondem nos colchões bafientos. Então, quando apareceu a Avillez, velha, a defendê-la, percebi que eram mulheres com os carris muito gastos, coisa que nem acho mal, podiam era ter um palmito de cara e umas dedadas de corpo, como a Palin, em vez de representarem aquele sexo freirático, contra-natura, que monotonamente incarnam estes estafermos portugueses.
A Palin foi lindíssima: com aquele olhar cativante, disse que os dinossáurios ainda existiam há 6000 anos, que parece que foi a data em que Deus concluiu as obras de santa engrácia, e, portanto, de aí para trás, não há nada, nem Lascaux, nem Altamira, nem Chauvet, nem Neanderthal, nem a minha lindíssima colecção de trilobites.
Isso... eu acho maravilhoso, porque andarem a falar-me de milhões, biliões, triliões, quatriliões... eu sei lá o que é isso... Agora, 6000 anos é um número redondo, dá para fazer as contas de cabeça: se Cristo foi crucificado há 2000 anos, então há 3 vezes esse tempo, ainda os dinossauros andavam por Belém e por Wall Street. As Pirâmides, por exemplo, estão a 1/3 da Criação do Mundo, e 2/3 do Grande "Crash" de 2008, quer dizer, é fácil arrumar tudo em 8000 anos, 2000 para a frente, 6000 para trás, até a Mulher Mais Velha do Mundo, aquela avó do Hawai, que ensinou o Obama a mentir, podia ter essa idade: 8000 anos de mentiras (Parece um título do Garcia Marquez).
Em Portugal, por exemplo, não estou a ver nenhuma daquelas jornalistas que se ajoelham perante a Ferreira Leite, ou aquela sentina ambulante, o Vitorino, que os Integralistas do Regime querem apresentar como Candidato Presidencial, contra Cavaco, ou, mesmo os que vão dando corda ao cocado do Sousa Tavares ou ao pederasta do Marcello, virarem-se, de repente, para eles, e dizerem, "o Professor acha que ainda havia dinossauros há seis mil anos?..."
Iria ser lindo, parava o país todo, e gostava de saber quem poderia pôr o ar seguro da Palin, olhar de frente para as câmaras, e dizer "YES, I DO".
A Palin, meu ídolo destes derradeiros dias felizes do Outono de 2008, antes do Grande Cataclismo, faz-me lembrar a inocência daquele gato, ou cão, ou lá o que era, do Álvaro de Campos, que era feliz, sem saber o que era a Felicidade.
Sempre que ela olha para as câmaras, completamente alheada do Mundo, faz-se sentir um lulu que também partilha daquela enorme Ignorância da Realidade. Isto, sim, é a Grande Política, é fazer o eleitor sentir-se confortável, ignaro e poder ainda ter qualquer esperança.
Que diferença, pois, para o bacalhau de lombo baixo da Bruxa do PSD...
Nem sei o que queria dizer mais, era tanta coisa, mas tenho medo de que este texto chegue à destinatária, a Ferreira Leite, aliás Ferreira Dias, que o Leite, salvo seja, veio do último casamento que a não suportou, e detestava vê-la chorar, pelo que acho melhor terminá-lo aqui... ah, ... não, falta um último conselho político: lembro-me de que, em 2005, estava em Paris -- le 14 Juillet!... -- e o Ministro da Polícia andava por lá a trair o Estado: enquanto a Cidade-Luz celebrava a Revolução oficialmente, ele fazia festas separadas, em Neuilly. Pensei para mim, "este gajo é perigosíssimo", e fui direitinho para o Bois de Boulogne, onde passei a noite inteira. Não me enganava. O sarcoma Sarkozy ganhou as Eleições, descendo os Champs Elysées montado num cavalo branco (!).
Sarah Palin, para evitar as bocas sobre o seu guarda-roupa, ganha-las-á, descendo a Quinta Avenida, toda nua, como Lady Godiva, e montada numa rena do seu Alaska.
Vai ser maravilhoso, e já só falta uma semana...
Que bom.
(Edição simultânea no "Arrebenta-Sol" e em "The Braganza Mothers" )

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