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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

O estranho caso da Puta de Cantanhede

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Imagem do KAOS

Dedicado ao Paulo Pedroso e ao Miguel, pela enorme barrigada de riso, no nosso recente encontro na Expo

Não, este texto não tem nada a ver com as declarações de inocência do (ainda) Primeiro Ministro, José Sócrates, em Cantenhede, lugar das brenhas.
Trata-se de uma outra história, de simbiose e sobrevivência, e que bem mostra que Portugal ainda tem hipóteses de saída.

A "Sheila", nossa colega de arriar cacetes, batedora das Marcas e da Raia Española, consolo de camionistas, betoneiras e carrinhas de transporte rápido, se não fosse, como quando ataca nos chats do "Terravista", a tal "travesti gira, que tem os peitos em tratamento" -- o que leva a que todos os tarados de Portugal imediatamente queiram praticar com "ela" punheta de mama... -- seria um pouco como Deus, já que consegue a maravilha de estar com todos, em qualquer lugar e a qualquer hora. Descendo à Terra, há, em "Sheila", um pouco de Ramsés II, já que, como o faraó que reinou 60 e muitos anos, e mandava riscar o nome dos antepassados das estátuas monumentais, para lá martelar o seu, também a "Sheila" risca os muitos telemóveis de bocas e cus disponíveis dos sanitários do país, para escrever... o dela.
Gulosa.

Quando se fala de abandonar os grandes investimentos e apostar nos nichos de mercado, imediatamente me vem à ideia a "Sheila", porque a "Sheila" é uma espécie de TGV unipessoal, que, mal recebe um apelo da "603" da SIC, para ir aviar um casado a Porto de Mós, imediatamente galga as centenas de quilómetros que a separam, a partir de Guimarães, do desamparado de Porto de Mós, e lá segue, prego a fundo.

Vai, chupa, engole, e ainda tem tempo de regressar a casa, para atender o seguinte.

Se isto não é velocidade e produtividade, então, onde estão a produtividade e a velocidade?

Perguntar-me-ão o que une "Sheila" e Cantanhede, e é elementar: como todas as boas profissionais do ramo, a "Sheila" mantem ótimas relações com as putas fêmea de todo o País, e criou uma simbiose, uma coisa linda de se ver, como as Sucatas do Face Oculta, em que cada um dava o que tinha, e todos saíam satisfeitos, apesar de ser ilegal e lesa pátria.
A colega da "Sheila", de Cantanhede", tem um calcanhar de aquiles, que é não gostar de apanhar na peida, coisa que a "Sheila" ADORA, pelo que, sempre que aparece um cliente, daqueles estilo Albino Almeida, que lhe quer rebentar a flor das traseiras, imediatamente a puta de Cantanhede telefona à "Sheila", e lhe diz, "olha, tenho um servicinho para ti...", e lá vem a "Sheila" de Braga, de Coimbra, de Gaia, de Viseu, meu deus, de onde quer que seja, para que ao cliente nada falte. Como a "Sheila" é um coração de ouro, um cu de platina e uma boca de paládio, faz o "despacho", e entrega a coleta, inteirinha, à puta de Cantanhede, sem cobrar um tostão, porque o prazer não tem valor.

Como podem imaginar, toda esta generosidade e esta solicitude social estão nos antípodas do ser sem caráter, que hoje rosnou em Cantanhede, convencido de que ainda é Primeiro Ministro de Portugal.

O resto da história fica para amanhã, porque este texto é só para agradecer aos amigos do Norte, e sobretudo ao Paulo, que só conhecia de longas tertúlias escritas, e de horas ao telefone, quando o horror humano (?) se desencadeou no primeiro "Braganza", num tempo e intervenientes que já apagámos da memória e do pensamento.

Eu sei que o País está à espera de que se fale de banalidades, como o soar do sino do seu fim, mas já muitas vezes avisei aqui que o meu mundo é outro, e será sempre outro, pelo que não troco nenhuma das gargalhadas, nem maldades, daquela noite, por merdunça alguma, que seja, do "Face Oculta". Isso é bom para a ralé que dirige Portugal, o para o tal Governo, eleito em Setembro, e que se irá embora em Março, e cujo Programa se resumia a uma única frase "Manter o Crime".
Suponho que saibam do que falo.
Boa noite

(Duo bem humorado, no "Arrebenta-SOL" e em "The Braganza Mothers" )

2 commentaires:

Paulo Pedroso disse...

Monumentais barrigadas de riso, meu caro, devo-te a ti.

Sabia que, mais tarde ou mais cedo, quando nos conhecessemos, seria um momento para recordar.

Fico eternamente agradecido pela tua generosidade e acredita que foi muito bom ter tido a oportunidade de te dar o abraço que tanto mereces.

Um grande abraço também ao colega Tripa Seca!

:-))

Luís Prata disse...

Eu agradeço pelo "Tripa Seca".

:-)

Grande prazer conhecer-te Paulo, e ao teu amigo tarado também...

LOL

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