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quinta-feira, 9 de outubro de 2008

O toque rectal do Ano Primeiro da Era de Bilderberg

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Imagem do KAOS e dedicado ao KAOS, que anda pelas Rotas da Realidade
Hoje, a Blogosfera esteve como os mercados: o KAOS acordou para a realidade de haver, DE FACTO, uma corja interessada em destruir o nosso trabalho; pela minha parte recebi um email do célebre Paulo Querido a "mandar-me para o caralho (!) (sic), e estive a teclar com a Moriae sobre os motivos que me tinham levado a tornar-me fantasma, e a estar felicíssimo com essa diáfana transparência, que arrasta os seus grilhões por Castelos abandonados da fria Escócia.
Afora isso, o dia correu-me bem: percebi um dos mistérios da Fé, que era a existência de Sarah Palin, e do Alaska: era, afinal, um simples sinal dos sinais do Anticristo, que, na Terra está incarnado por Ratzinger, e acabará a beijar o ânus ao bode -- Obama -- para nos dizer que o Mundo Antigo iria começar a colapsar pelas terras frias, neste caso, a Bancarrota Islandesa, e lá foi.
Que pena, um país tão bonito, entrar em bancarrota, mas teve de ser, "teve azar", e, enquanto subia a Avenida da Liberdade, a gastar todo o dinheiro que tinha levantado dos meus bancos, pensava assim: se a Islândia, calma, pacata e heráldica assim fale, em que estado não estará esta porcaria em que nos transformámos, e cuja verdade, diariamente, nos é escondida...
Devemos estar horrores, como se diz nos programas da manhã da TVI, ou devemos ser a bancarrota da Bancarrota, como escreveria Álvaro de Campos, cujo estar vivo trocaria, de boa vontade, por aquela lenta agonia plutocrática de Saramago, a pívia daninha da nossa Língua, e, como estamos horrores, Vítor Constâncio, um cancro maçónico, já veio serenar os mercados, enquanto a Saloia de Vilar de Maçada, apavorada com ter de fazer um casamento gay em plena Grande Depressão, berrava nas Cortes, como uma bigoduda, acabada de fazer um "desmancho".
O problema de Sócrates é que já ninguém o ouve. Enquanto ele berrava, corriam, por sms, os primeiros rumores de que a Caixa Agrícola ia ser o primeiro banco a falir, em Portugal. Caixa Agrícola, juro, não faço a mais pequena ideia do que seja, mas suponho que seja lá que o Aníbal da Bomba deposita os sacos de bosta do seu retorno à Servidão da Gleba. Deve ser lá que a Maria brinca às pastorinhas, até que um grupo do "Ça Ira!..." lhe entre pela latrina dentro, cantando a "Marselhesa", com a cabeça do Catroga espetada num chuço, e o João Salgueiro a pingar de sangue recém-degolado, e lhe enfiem um barrete frígio na cabeça, em forma de Bandeira Nacional feita de croché. Talvez ela aí acorde do seu deslumbramento, e perceba a realidade.
A coisa tem de estoirar, é uma evidência, e eu, com a casa cheia de presentes, de ter gasto o dinheiro todo, ainda fiz a maldade maior de hoje: depois de ter depositado, ontem, em notas falsas, um pequeno carinho, num dos meus bancos-ódio de estimação, ainda lá fui hoje levantar, em notas verdadeiras, o que tinha, ontem, depositado em falso, e gastei logo: a "Arpeggione", de Schubert, mas tocada mesmo em arpeggione, e com o Badura-Skoda ao piano.
Podem encontrar na FNAC, antes de que a FNAC abra falência, portanto, assim por alto, até ao fim de semana.
O Wasshe Füdehr tem um texto aí embaixo, cuja leitura vos recomendo: o Novo Mundo divide-se agora entre as Tribos de Judá e as Tribos de Israel, e mais não digo. O resto é para desencriptarem nas entrelinhas.
No meio desta miséria, faz dez anos que a Literatura Portuguesa foi vexada com o Nobel de Saramago. Creio que ele já começou a sentir o peso da fraude, e chora por tudo quanto é canto. Estou solidaríssimo com ele, e acho que deve continuar a chorar, sempre é uma catarse. Já chegou à fase das cartas de Lúcia para Deus, neste caso entre ele e o Cunhal, e chorou. Chorar, pode chorar, podia era escrever menos, o que era um alívio para todos nós...
Avisamos que continuaremos a escrever enquanto a Net não for cortada: a brincadeira ainda agora vai no início, e o Ano Zero de Bilderberg não vai ser brincadeira. Como Daniel Estulin recorda, para Bilderberg, se o Extermínio Global for necessário para assegurar a Estabilidade dos Mercados, então, eles irão até ao Extermínio Global. E acho bem, se calhar foi assim que os Dinossauros tiveram guia de marcha, e a Terra inteira se tornou mamífera de mamar nas mamas.
Vou voltar à origem deste texto circular: para manter um clima de iminência de catástrofe, é fundamental que a Informação e os circuitos de Intoxicação Social estejam ferreamente controlados. Contaram-me -- não vi -- que os Gatos Fedorentos foram, para a SIC, fazer o frete ao Senhor de Bilderberg, Balsemão, tentando, através do seu refinado e sofisticado humor (?) abater o Cágado-Palhaço da Economia. É certo que se fez o mesmo ao Correia de Campos, com o célebre telefonema falso de Alijó, e se pôs assim na rua o Palhaço-Teté da Cultura.
Relembro que foram imediatamente substituídos por figuras substancialmente mais pardas, e infinitamente mais sonsas e inoperantes.
Se a SIC fedorenta recebeu ordens para pôr os Fedorentos a fazer o frete, deixo ao vosso critério julgarem. Desta vez, não caia nessa: merda por merda, antes a merda que já nos é familiar. E quanto aos Fedorentos, podiam ir com as mesmas cabeças no chuço, como o Catroga, o Salgueiro, o Teixeira Pinto e o Constâncio: andamos fartos de ser gozados em todas as frentes: não nos roubem também isso, deixem-nos, ao menos, praticar o Humor, pode ser?...

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