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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Lei de La Palisse: de cada vez que Sócrates é posto em causa, desenterram um processo contra Portas


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Imagem do Kaos

Voltámos, querido :-)

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Mentirosa até ao fim


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Conspiração Negra

terça-feira, 23 de março de 2010

Com o aproximar da Páscoa, Alberto Gonçalves fala do Cristo Vigarista de Vilar de Maçada :-)))




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Uma Senhora... :-)))

domingo, 7 de fevereiro de 2010

YES I CAN!!!... :-)


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Imagem Kaos

YES I CAN

sábado, 6 de fevereiro de 2010

"The Braganza Mothers" tentou, em vão, contactar Maria José Constâncio sobre o assunto, mas a empregada diz que "estão fora"





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A "INDEPENDENTE" E O CLÃ CONSTÂNCIO

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Sim, a Mordaça é o sonho de Sócrates para Portugal


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YES WE CAN

As Escutas que o Orelhas de Bode mandou queimar, porque metiam a camorra maçónica de Sócrates e Armando Vara



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"SOL"

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

"The Braganza Mothers" declara-se solidário com Mário Crespo e manda publicamente à merda o palhaço José Sócrates

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Imagem do KAOS

sábado, 30 de janeiro de 2010

Maria Célia Tavares é bonita, elegante e excelente vendedora, mas já tem idade para saber separar o trigo do joio: a isso chama-se visão e bom gosto

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A "LOJA DAS MEIAS" CONTINUA A SER UM LUGAR DE REFERÊNCIA, NO PAUPÉRRIMO UNIVERSO DE OFERTA COMERCIAL PORTUGUÊS.
MARIA CÉLIA TAVARES SABE TRABALHAR BEM, PORQUE DIRIGIR E DIRECIONAR TAMBÉM SÃO TRABALHAR, E ACONSELHA SEMPRE AS BOAS PEÇAS E ASSENTA NOS BONS PERFUMES.
AGORA, SE O ORÇAMENTO DE ESTADO RETIROU AS VERBAS COM QUE SE PAGAVA À IMPRENSA COR DE ROSA PARA OS NOMES CÂNCIO E SÓCRATES APARECEREM, DE QUANDO EM VEZ, EMPARELHADOS, NÃO ME PARECE BEM QUE ELA MISTURE A SUA ELEGÂNCIA COM A SORDIDEZ DE SÓCRATES. A  MENOS QUE SEJA LÉSBICA...
CUIDE-SE, QUE NÓS ATÉ GOSTAMOS DE SI E DA SUA LOJA.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Grandes Êxitos do "The Braganza Mothers" - "La Grande Bouffe"


Imagem do KAOS


Hoje, por razões que me não apetece pôr aqui, estou numa de escrita pessoalíssima e opiniosa, portanto, todo o texto seguinte é mesmo para semear discórdia e discordância.
Vou começar pelo Obama: acho Obama execrável, como acho execrável qualquer racista implícito, e, se votasse na América, ou punha em branco, salvo seja, ou deixava que o velho, o McCain ganhasse, merda por merda, sempre era um sifão tipicamente entupido.
Obama será o Manuel Alegre americano, e, com esta modulação, passamos a Manuel Alegre, que continuo a achar um ridículo palhaço, fruto de uma era extinta, vaidoso, inconsequente, oscilante, e incapaz de fazer qualquer coisa que não seja ainda erodir mais o já destruído telão político português. Se dependesse de mim, repunha-o na Rádio Argel, "alô, alô, aqui Manuel Alegre, para avisar que vocês estão enterrados em esterco até ao pescoço, na parte que me respeita -- Cavaco -- a culpa não foi minha, foi do Mário Soares, que não quis que eu me pavoneasse todo..."
À pala disso, caímos no País dos Presépios, e regredimos 50 anos, aliás, basta olhar para as caras e o vestir das pessoas, na rua, para perceber isso. Que a terra lhe seja leve: é daqueles a quem eu, desde o princípio, sempre disse, e direi... "NÃO".
O meu terceiro ódio de hoje vai para o Secretário da Energia Americano, Samuel Bodman, primeiro, porque numa daquelas tiradas anti-semitas, de fazer gelar os cafés, acho que todos os Samuéis são Judeus, embora haja muitos Judeus que não se chamam Samuel. Este chama-se Samuel, e está com azar, porque eu decidi, na minha ficção que era Judeu. Suponho que ele tenha aceite o desafio, já que reagiu como o Sócrates de cá -- mais uma falácia: desde a Antiguidade que todos os Sócrates se dedicam à Pederastia assistida -- e disse que ainda "não havia problemas com o petróleo, nem havia choque petrolífero", embore, pasme-se, preveja -- os Judeus são excelentes em previsões, podem procurar o link, que não me apetece -- que no dia 4 de Julho de 2008, custe $150 US o barril. Um homem certeiro, nada ligado à especulação, com dois horizontes, o de curto prazo, de sabotar a China dos Jogos Olímpicos, e o das Eleições Americanas, para deixar a coisa tão descontrolada que a um Republicano suceda logo outro, deixando à porta um "caneco" com pretensões. Para lhe darmos um toquezinho português, até podíamos emprestar-lhe o Constâncio, e dizer que o preço certo será de $150,12 US o barril, e... ah... sim, já que falámos de preço certo -- contaram-me -- foi bom ter revisto no "Dança Comigo" o Carlos Cruz, a filha e a Marluce, já completamente libertos das obscenidades e calúnicas contidas nestas ESCUTAS.
Brevemente, teremos o cavalheiro como novo Director de Entretimentos da SIC-Monhé.
E já que falámos de escutas, a minha próxima palavra de apreço seguinte vai para Sarkozy, que -- procurem o "link" -- decidiu que ia poupar agora nas escutas do Terrorismo e das Mafias. Anda lhe apanhavam a puta da Bruni no meio de alguma linha...
E já que falámos de escutas, e daquele vídeo que eu tanto adoro, já que é a História de Portugal Contemporâneo em 3 minutos, uma palavra de apreço para António Costa. Há uma pequena teoria da conspiração, em redor de uma mesa, na qual, como que por acaso, eu estava, em que se defendia que António Costa tinha sido empurrado, à força, para Presidente da Câmara do Martim Moniz, já que era o único que tinha inteligência suficiente para fazer sombra à infinita vacuidade e vaidade de Sócrates. Meu dito, meu feito: Bilderberg já o convidou para a sua cimeira, mais o "impoluto" Rui Rio -- pena tenho eu de que já tenham morrido as minhas fontes -- que afirmavam que algumas das linhas mais importantes do seu currículo tinham sido escritas no nível da Fundação Amélia das Marmitas. Enfim, coisas que a tumba já levou...
No meio disto tudo, só uma brevíssima nota positiva, o meu volátil apoio a Sócrates, que vai à Argélia, como foi a Caracas, negociar com os gajos dos regimes totalitários um alargamento do nosso estrangulamento energético a prazo. Que sirva para mais qualquer coisa do que para o apedrejarmos e ridicularizarmos...
O resto é ainda pior: o país que fracassou em tudo o que fosse tecnologia da mente, das mãos e do coração, anda agora a celebrar as efémeras parvoíces dos pés: devíamos ser o país de exportadores de ténis encardidos. Deus queira que a euforia dure pouco. Pode ser, como o Judeu previu, até dia 4 de Julho, o Dia da "(In)dependência", quando todos acordarmos com uma corda em redor do pescoço.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Grandes Êxitos do "The Braganza Mothers" - "José Sócrates e a Síndroma do Homem do Táxi"



O KAOS ainda perdeu tempo a ver a entrevista, eu não: já estou muito para lá disso, como estou muito além da maior parte das pequenas coisas que insistem em querer que assumamos como prioritárias, do nosso dia a dia.
O séc. XXI é um século de vertigem, e o peso das horas é hoje o dos meses, de outrora, como uma semana ora vale, nas balanças dos nossos antepassados, uma década inteira da virtualidade de hoje.
Metaforicamente, continuar a bater no ceguinho da "Licenciatura" do "Engenheiro" é a versão 1.1, de um "software" que já vai na edicão 8.3.
Os mamarrachos da Covilhã, para os quais ele punha a assinatura, no final da folha dos acabamentos dos cálculos de estabilidade é chão que também já deu uvas. A coisa, aliás, é tão rápida, que ainda ele estava ontem a mentir, nos estúdios da S.I.C., e já a mentira dele estava completamente fora de moda.

Vamos, pois, às meta-estruturas: uma delas já a referenciei aqui, a de que alguém que frequenta um curso superior -- mas frequentar DE FACTO, não andar a fazer serviços nocturnos, de motorista à porta, a enviar trabalhinhos por fax, e cartões de Boas Festas antecipadas -- uma pessoa, dizia eu, que realmente subordinou a mente à ginástica rigorosa de um percurso académico das antigas licenciaturas, mestrados ou doutoramentos, fica com o raciocínio moldado de um modo especial, que é muito difícil explicar aqui, quem o sabe sabe, quem o não sabe também não lho posso ensinar em duas linhas, e, portanto, vamos já adiante: sempre que o "Engenheiro" abre a boca, vê-se imediatamente que "andou por lá", deu "por lá" umas escapadinhas, mas nunca "esteve verdadeiramente lá", no sentido de se sentar, ouvir com atenção, modificar os esteios do raciocínio, e ganhar o fortíssimo aparato argumentativo, que torna o frequentador do Académico absoluta, e definitivamente, diferente do homem comum.

José Sócrates está ao nível dos homens dos táxis, daqueles piores, que têm um lugar obsessivo na cabeça, ou, quando muito, um banal juízo de valor, que tentam repetir, "ad nauseam", como se fosse a espinha dorsal de toda a sua estrutura defensiva e interventiva. Esses são a pior coisa que se pode apanhar, no banco de trás desse especial transporte público. Você vai, como eu muitas vezes vou, com o Ipod nas orelhas, concentrado no "Ich ruft", do Bach, e começa ele, lá da frente, a olhar pelo retrovisor, e a lançar a sua frase única, a sua frase de ouro, a constituição de todas as discussões da sua parca existência, sei lá, são tantas, mas vamos por uma sexista, só para exaltar os ânimos:
"As mulheres nunca deviam sair de casa!... ",
e olha pelo espelho, para captar a reacção, mas eu estou completamente noutra, concentado no célebre SI, em que ele, Bach, faz o primeiro trilo, e digo "ahn...?",
e ele,
"As mulheres nunca deviam sair de casa, não acha?...",
e eu sem saber o que lhe responder, porque sei lá de que mulheres é que ele está a falar, e digo, "pois...", a ver se ele se cala, mas ele não se cala, e repete "as mulheres deviam estar sempre em casa...", e eu nas tintas para isso, todas as mulheres que eu conheço raramente páram em casa, a não ser para fodas e jantares de estadão, mas como explicar ao motorista que vivemos em universos totalmente disjuntos, e ele repete, com mais ênfase, "o lugar das mulheres é mesmo em casa...", à espera de iniciar uma extraordinária conversação, com alguém totalmente fora do âmbito do disparate corrente dele, e eu lá poderia manter este solilóquio durante o tempo da corrida, mas vou inflectir aqui o rumo da narrativa, porque o que me traz a este teclado, esta noite, é a proximidade entre a estrutura mental de Sócrates e o fraco condutor de táxis e rebanhos, e a coisa explicita-se em muito poucas frases: tudo aquilo que, desde o Sócrates de Atenas, aprendemos, o poder da argumentação astuciosa, volátil, e quantas vezes tergiversadora do rumo inicial das pelejas da Razão, está no oposto da frase feita, do juízo de valor, da epígrafe de taberna, que, como nos pedreiros da Idade Média, deixava, na forma de grifo da pedra talhada, uma assinatura eterna... mas até isto é demasiado poético para o medíocre de Vilar de Maçada, que insiste, na ausência de qualquer possibilidade de desenvolver até aos altos voos da águia poderosíssimas posições e oposições, do argumentativo ao apologético, enverendando pelo contraditório, pela redução ao absurdo, Sócrates, o de Vilar de Maçada, não o de Atenas, sofre da Síndroma do Homem do Táxi, e insiste em que um mesmo argumento pobre, envolto em tons exaltados, assertivos ou de pseudo segurança, pode ser a justificação para todos os actos disparatados que comete.
É o predomínio da Emoção, a suprir a total ausência de Razão.
A coisa convenceria as domésticas, os reformados, os benfiquistas de taberna, até as ordinaronas do Bolhão, mas o problema é que a mesma frase emocionada do "Engenheiro" é uma fraca mentira passional, que lhes vai diariamente ao bolso, ao presente, ao futuro, e ao empenhamento da prole inteira, até um limiar sem fim à vista.
Para o "Engenheiro" nada do que acontece na Economia é mais importante do que poder repetir "as mulheres, ou a Economia, nunca deviam sair de casa", "A Educação nunca devia sair de casa", "O Desemprego já baixou uma única vez..., mal deixou de sair de casa...", nunca mais ninguém devia sair de casa, como o taxista do aeroporto, que acabou de enfiar a sueca no banco de trás do táxi, e lhe diz, "aqui vamos apanhar a Segunda Circular", e ela, numa língua de mediação, "what?...", e ele faz uma pausa, e repete, mais devagarinho, pausando cada sílaba, "a-qui, va-mos a-pan-har a Se-gun-da Cir-cu-lar", e tantas vezes até que ela, exausta, acaba por aceder, "oh, yes...." ficando ele convencido de que deu a volta à "càmòne" e ela certinha de realmente ter caído no Terceiro Mundo.
Sócrates não é mais do que isto: aquela cabeça, que nunca fez nenhum trajecto académico decente, contenta-se com repetir, silabicamente, os disparates emocionais de um substracto racional totalmente inexistente. Sócrates não tem, como já não tinha, e nunca terá, nada de objectivo, para nos dar, apenas empolamentos do tom de voz, frases repetidas até à exaustão, e uma crescente miopia, relativamente à Realidade.
Não sei se isto é só patético: não é, antes de mais, a não ser por ricochete, um problema nosso. Sócrates é, sim, um problema interno do Partido Socialista, que apenas se tornou escândalo público, por estar à frente de uma inesperada Maioria Absoluta. O problema Sócrates é, até por indemnização devida ao cidadão comum, um problema que o Partido Socialista vai ter rapidamente de resolver, sob pena de ser identificado com o seu fraquíssimo figurante de plástico, e arrastar toda uma faixa inteira do nosso espectro político para a ruína, e o desastre histórico.
E aqui fica resumido o meu recado para o Largo do Rato.
Quanto ao homem, Sócrates, enquanto homem, é visível que estamos perante uma figura debilitada, e com problemas do ego alterado, no sentido do empolamento paranóico: mesmo quando tudo nos diz estar mal, ele insiste em ver o bem até ao horizonte, como é típico da patologia, pelo que, a querermos resolver a questão, ou vamos directos ao Partido Socialista, ou vamos logo ao médico acompanhante da degenerescência cerebral do Senhor Engenheiro.

Em tudo isto, e pelo exposto atrás, a desgastada figura pública, por estranho que pareça, tornou-se-nos totalmente irrelevante, já que quaisquer contactos, propostas de diálogo ou solução, já não passam por ele: vive, sorridente e isolado, numa coisa virtual, muito íntima, muito dele, que, nos filmes da década de 50, tinha uma clássica imagem epigráfica e metafórica, que era a do alienado, sempre sorridente, mãos cruzadas em cima dos joelhos, sentado num canto, numa cela branca, de paredes totalmente acolchoadas, para que a sua integridade física não pudesse sofrer nenhuma acidente, derivado de algum gesto abrupto da sua pobre psique perturbada.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Grandes Êxitos do "The Braganza Mothers I" - De como a "moça" foi ao Vale da Zambuja apanhar uns frescos ares, e veio de lá com um hálito digno da suinicultura da Ribeira dos Milagres














Foi, esbracejou, gesticulou, deu ao cu, e gritou. Fez subir a voz aos sobreagudos – há sempre nela uma incontida “Lulu”, de Alban Berg… -- e usou das manhas todas da sofística. E ameaçou, e apontou o dedo e ficcionou.
Depois, mudou de táctica, e pôs aquela sua vozinha de cabrinha mansa, com que entra. todas as quintas, para os conciliábulos com o chancho do Aníbal, e amuou, e ainda fez beicinho, e como mesmo assim não resultava, voltou ao bater esperneadamente as asas, aos esgares da humilhada e ofendida, e ao seu belíssimo timbre de Maria Amália, aquela eterna Callas de Porcelana de Sèvres arraçada com Louça das Caldas.
Há muito “nela” do Cristiano Ronaldo da fase dos saltos altos: ambos têm um espelho narcísico colado a um palmo das fuças, que sistematicamente lhes oculta a Realidade, e, mais grave do que isso, lhes transforma a Realidade toda no reflexo da sua própria vaidade e auto-complacência.
De nada lhe serviu: os senhores da General Motors vinham para lhe aplicar em bruto (dói, não dói?...), o “Simplex” da Iniciativa Privada, e a sua impiedosa lógica do poupa-cêntimos. O Neo-Liberalismo, que tantas horas tão felizes ora lhe tinha dado, deixava-a agora, divorciada e a embalar ao colo um filho morto: uma horrível mancha de miséria e gangrena social, em pleno Vale da Azambuja.
A “moça”, pura e simplesmente, tinha lá chegado princesa, e saía de lá muito abaixo de Gata Borralheira.
Estava vermelhusca e afogueada… Calma, rapariga, estão quase à porta as férias no Quénia!...
Mal se foi, perguntaram então os senhores da General Motors, “que gaja era aquela?.. Alguma actriz local?...”, ao que lhes responderam que não era actriz, mas Mari’Ângela Atrás, um epifenómeno da decadência política Portuguesa.
A verdade é que a cróia que a Lusitânia ostenta como Primeiro-Ministro da Cauda da Europa tinha acabado de mergulhar, de chapão, no impiedoso Mundo dos Negócios, onde os homens são todos homens, mas as mulheres não passam de secretárias, quanto mais sonharem com o estatuto de primeiras-ministras.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Grandes Êxitos do "Braganza Mothers": Mais um fax de Sócrates



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REVEJA AQUI

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Vilar de Maçada será de novo capital da Cauda da Europa


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SIM, A COISA ESTÁ-SE A PREPARAR PARA VOLTAR

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Uniões de Facto

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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Primeiras chuvas, da lua vaga, com o petróleo negociado em yuans

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Imagem do KAOS
Começou a chover, por toda a Europa, e não é um quadro de Max Ernst, mas uma coisa literal. No sentido cifrado, o Tratado de Bilderberg, que toda a gente tem terror de pôr em prática, porque sabe que é equivalente à epígrafe de Dante, "LASCIATE OGNI SPERANZA OH VOI CH'ENTRATE...", fará chover sobre nós, uma chuva densa, castanha, como no fabuloso "Blade Runner", com multidões homogeneizadas, estigmatizadas pelo desemprego, por doenças vergonhosas, como estigmas medievais, de pensamento enformado por seitas e sociedades de pendor duvidoso, a aplicar moralidades pré-iluministas, os suicidados em massa, como na France Telecom, e os poucos empregos disputados por mão de obra ávida de salários mais baixos e de guilhotinar os seus concorrentes. O nome do Sofrimento será milhões, miríades, Legião.
Para os avançados de décadas passadas, esta Europa é um terror, equivalente à Revolução Hippie, enterrada por um criminoso de delito comum, Karol Woythila, em que, de um dia para o outro, nos veremos arrancados de campos de flores para cemitérios de solidão e martírio.
A América, degenerada, entregou-se nas mãos de um gajo que nunca viu um preto na vida, e que acha que ser mestiço é ser negro. Não é, senhor Obama, o Preto é mesmo preto, tal como Leni Riefenstahl o glorificou, e o mestiço geralmente é racista, porque lhe repugna sempre metade da sua genética. Neste caso, foi o Caucasiano, como eu, que teve de pagar os ressentimentos de Michelle, que agrada bastante ao nojento Berlusconi, que começou em palhaço de navio e, em dez anos, via Loja Maçónica P2, transformou o Estado Italiano numa porcaria afim. De aí a Sócrates e Obama foi um pequeno passo, através das neblinas que foram progressivamente invadindo os Órgãos de Intoxicação Social.
Poderão perguntar-me o que faz Obama neste texto: faz, primeiro, porque como toda a gente sabe, considero-o o mais espantoso objeto de fraude da Contemporaneidade; segundo, porque poderá assistir, nesta Europa debaixo de chuva, àquilo que os seus antecessores nunca permitiram: quando De Gaulle pretendeu que o Petróleo fosse negociado em Francos Franceses, a América da Conspiração atirou-lhe para cima uma merdunça, começada em Berkeley, e que degenerou em "Maio de 68", de onde saiu a maior parte dos patifes, que, hoje em dia, quer impor aos outros a ideia de Fim da História. Da segunda vez que alguém quis substituir o Dólar pelo Euro, nas transações internacionais do Ouro Negro, Bush começou uma Guerra, e enforcou-o. Esse homem era, como Bush, outro genocida, e chamava-se Saddam Hussein. Desta vez, com a Europa transformada num enorme campo de concentração de remediados -- "remediado", uma das palavras que mais odeio em Português... -- e cheia dos exemplos que depois foram imitados pelo Mundo que mexe, os palácios, os quadros, os jardins, a "Gioconda", infestada de japoneses e chineses, que o "Intelligent Design" limpará com a Gripe A, para ver se, finalmente, eu consigo observá-la de perto..., a Europa, a quem os meus amigos do Dubai e do Qatar chamam "O Museu do Novo Mundo", irá assistir a algo de miraculoso, e sinal do fim dos nossos tempos: devastados pela Crise Financeira (induzida), os Emiratos tentam agora reerguer-se da ruína, e já acharam um aliado de peso, a China, que quer ver o petróleo diretamente negociado com eles, em yuans (!). Como se sabe, sempre que se está de joelhos, não se pode dizer "não", e os Chineses compraram tudo, desde os terrenos aráveis de África, que dividem com novos potentados abalados no Golfo Pérsico, até às riquezas de Angola, a tal que Mário Soares quis que se "autodeterminasse" entre um povo -- nós -- que não fodia nem saía de cima, para a passar para a mão de povos engenhosos, como os amarelos de olhos em bico. Já Macau lhe soava ao fundo, como se Bocage o cantasse.
Mais a Ocidente, com as maiores reservas do Continente Sul Americano -- imagine-se a bacia submersa na foz do Amazonas... -- o Brasil do pragmático Lula, o único Presidente ativo da Lusophonia, quer ver o petróleo do séc. XXI, e parece que é MUITO petróleo, negociado em Reais (!). Os preços cairão, e as potências emergente atirarão para o fundo da barraca as Obamices e os cozinhados dos escroques Durão Barroso e Sócrates, de duvidosas licenciaturas.
Para si, leitor, que ainda não tinha percebido o súbito interesse das Potências no nosso degenerado modo de ser, fica tudo claro: somos um exemplo para a Nova Europa, cornos mansos, passivos, pobres, incultos, sempre prontos para apertar o cinto quando o "Senhor Doutor" manda, falhos em tudo o que é pensamento técnico, crentes em bruxarias e aparições, invejosos e profundamente canibais do próximo, sempre com um belo sorriso nos lábios. Que melhor País Padrão poderia Bilderberg pretender, que não o nosso, e não tivémos de fazer qualquer esforço, nem ir buscar um caneco para Presidente da República, nem andar ao "yes you can" de enviar soldados para o Afeganistão, para depois virem cortados às postas, como já antes vinham os do Bush. Os fornos do Armamento, relembro, nunca se podem desligar... Neste maravilhoso Mundo, descentrado da América e com a Europa transformada numa espécie de gradeamento de Melilla e Ceuta, com uns escaveirados a olharem de dentro para fora, e outros, de fora para dentro, cumprir-se-á o sonho de Michelle: morrer afogada, num sótão de New Orleans, com 200 quilos de peso, fabricados com carne duvidosa de hamburguer chinês, durante um "Katrina", enquanto o cadáver, entalado numa cadeira de baloiço, já com três dias de moscas em cima, será, à vez, minetado pelo cão de água lusitano e por Berlusconi, ajoelhado e submisso, "Il Cavaliere". Vou adorar.
(Minetado no "Aventar", no "Arrebenta-SOL" e em "The Braganza Mothers")

domingo, 14 de junho de 2009

Dedicado à Lola Chupa e à Katia Vanessa, apreciadoras de chouriços

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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Mon ami Khadhafi

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sexta-feira, 17 de abril de 2009

João Miguel Tavares versus "Engenheiro" da Farinha Amparo: há dias em que a Realidade é tão vil que nem merece qualquer comentário

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O texto e a foto provêm, direitinho, do Espaço Kaos
É pena haver dias em que nem é preciso improvisar: a Realidade é tão má, que só de expô-la, vale o habitual comentário, ou crónica, ou que raio lhe quiserem chamar.
Para azar, ou sorte minha, tento passar o mínimo de tempo possível em Portugal, e escapam-se-me estes pequenos horrores, em que se vão tornando as vidas de quem pensa.
Sócrates, Primeiro-Ministro de Portugal, (ainda) em exercício, à pala de não poder enjaular nem descerebrar o País inteiro, atirou-se, desta vez, a João Miguel Tavares, livre-pensador do "Diário de Notícias", que lhe chapou com o seguinte texto:
"JOSÉ SÓCRATES, O CRISTO DA POLÍTICA PORTUGUESA

por

João Miguel Tavares

Jornalista -
jmtavares@dn.pt 03 Março 2009


Ver José Sócrates apelar à moral na política é tão convincente quanto a defesa da monogamia por parte de Cicciolina. A intervenção do secretário-geral do PS na abertura do congresso do passado fim-de-semana, onde se auto-investiu de grande paladino da "decência na nossa vida democrática", ultrapassa todos os limites da cara de pau. A sua licenciatura manhosa, os projectos duvidosos de engenharia na Guarda, o caso Freeport, o apartamento de luxo comprado a metade do preço e o também cada vez mais estranho caso Cova da Beira não fazem necessariamente do primeiro-ministro um homem culpado aos olhos da justiça. Mas convidam a um mínimo de decoro e recato em matérias de moral.

José Sócrates, no entanto, preferiu a fuga para a frente, lançando-se numa diatribe contra directores de jornais e televisões, com o argumento de que "quem escolhe é o povo porque em democracia o povo é quem mais ordena". Detenhamo- -nos um pouco na maravilha deste raciocínio: reparem como nele os planos do exercício do poder e do escrutínio desse exercício são intencionalmente confundidos pelo primeiro-ministro, como se a eleição de um governante servisse para aferir inocências e o voto fornecesse uma inabalável imunidade contra todas as suspeitas. É a tese Fátima Felgueiras e Valentim Loureiro - se o povo vota em mim, que autoridade tem a justiça e a comunicação social para andarem para aí a apontar o dedo? Sócrates escolheu bem os seus amigos.

Partindo invariavelmente da premissa de que todas as notícias negativas que são escritas sobre a sua excelentíssima pessoa não passam de uma campanha negra - feitas as contas, já vamos em cinco: licenciatura, projectos, Freeport, apartamento e Cova da Beira -, José Sócrates foi mais longe: "Não podemos consentir que a democracia se torne o terreno propício para as campanhas negras." Reparem bem: não podemos "consentir". O que pretende então ele fazer para corrigir esse terrível defeito da nossa democracia? Pôr a justiça sob a sua nobre protecção? Acomodar o procurador-geral da República nos aposentos de São Bento? Devolver Pedro Silva Pereira à redacção da TVI?

À medida que se sente mais e mais acossado, José Sócrates está a ultrapassar todos os limites. Numa coisa estamos de acordo: ele tem vergonha da democracia portuguesa por ser "terreno propício para as campanhas negras"; eu tenho vergonha da democracia portuguesa por ter à frente dos seus destinos um homem sem o menor respeito por aquilo que são os pilares essenciais de um regime democrático. Como político e como primeiro-ministro, não faltarão qualidades a José Sócrates. Como democrata, percebe-se agora porque gosta tanto de Hugo Chávez."
Nada disto precisa de comentários: não é o que qualquer Português, que pensa, pensa, é um pouco mais do que isso: é uma das multiplas e possíveis formas de exprimir o que qualquer Português que pensa realmente poderia pensar sobre as matérias afloradas. João Miguel Tavares fê-lo à sua maneira, dez mil outras haveria de o fazer, mas sempre sobre os mesmos temas, doentiamente mal esclarecidos. Nada ali existe de errado, e como nada ali está de errado, aqui aplaudimos o jornalista, assim como continuamos a vaiar o indigno político.
Não se fez o 25 de Abril para gramar com bostas deste calibre, desenterradas nalguma fossa fétida de Vilar de Maçada.
(Duo de livre expressão, no "Arrebenta-SOL" e em "The Braganza Mothers" )

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