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quarta-feira, 19 de maio de 2010

Horácio Roque, um dos pais do estado de coma desta merda, foi-se


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Dá lá beijinhos ao Gajo de Vermelho

segunda-feira, 8 de março de 2010

Proença de Carvalho sob ao palco com José Cid, para cantarem "The Eleven's Pulp", ou, em Português, O Polvo do "Eleven"




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sábado, 20 de fevereiro de 2010

Rui Pedro Soares nega "ser amigo íntimo (?) de Sócrates", e, portanto, não se ver obrigado a casar nem a procriar com ele


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Não aceitarei qualquer pressão para me casar com ele!...

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Sim, a Mordaça é o sonho de Sócrates para Portugal


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YES WE CAN

sábado, 12 de dezembro de 2009

Novas transcrições de escutas Armando Vara versus José Sócrates, no Caso "Face Oculta"



Imagem KAOS

CD 17, minuto 32, segundo 21 (Da série que o Orelhas de Bode queria mandar queimar)

Zé - … ah, és tu?... Pá, hoje não posso demorar muito tempo, que a Nanda vem aí…

Mano – Ganda seca… Essa gaja ainda não te largou a perna?... Caralho…

Zé – Pá, não sejas assim. Eu sei que a gaja é pegajosa, mas a gente deve-lhe muita coisa, e... olha…

Mano – Já fizeste bem as contas ao que essa merda já te custou?... As notícias compradas nos jornais, as comissões dela, as viagens falsas, os jantares, os bilhetes de cinema, as roupas… o que tu já podias ter curtido com essa pipa de massa… Zé, posso ser sincero?... É nesses momentos é que não te percebo, um gajo quando decide ir numa direção, vai, e pronto, acabou. Tu já ganhaste alguma coisa com isso?... Pensa bem, e vais ver que a resposta é… não. É que se gostasses de gajas eu até te percebia, mas assim não percebo…

Zé – Armando, um político moderno tem de cuidar da sua imagem. Eu não sou o Portas, desde a Covilhã, desde Coimbra, desde Amesterdão, sei lá, desde que me conheço que tentei manter as pontas sob controle. A gaja é pegajosa? Concordo. Custa caro? Concordo. Agora, tudo tem um custo, e a minha imagem é importante. Tu, por exemplo, ficavas na boa se saísses em todas as revistas quando vais comer as moldavas lá do Major?... Não gostavas, pois não?... Eu também prefiro passar uns dinheiros ao Abel, e sai logo na “Lux” e na “Caras” que eu e a Nanda estamos em crise, mas vai retomar, pá, o pessoal acredita em tudo, e não te esqueças de que eu não quero os meus putos metidos nesta merda. A filha do Ferro, quando foi aquela merda da Casa Pia esteve a antidepressivos meses e meses, portanto, Armando, eu não quero isso para os putos, a gaja é paga, lá vem do “Diário de Notícias”, a pé, com aqueles “jeans” muita coçados, os vizinhos todos vêem-na a subir a rua, eu, entretanto, venho no carro com os vidros fumados, mas devagarinho, para verem que sou eu, e a história começa a rolar. Queres melhor?... No outro dia, a minha mãe foi à “Loja das Meias”, e as funcionárias todas receberam-na com carinho e disseram-lhe: “já vimos que a sua nora veio ter com o seu filho…” Mulheres, sabes, mas é nessa onda que eu tenho de apostar. O resto era muito mau, e bem basta o que basta… Vamos na onda das conversas entre gajas.

Mano – E tem havido notícias de Londres?...

Zé – Isso está uma embrulhada do caraças. Os Ingleses bloquearam tudo. Estive ontem ao telefone com o Edward, e ele disse-me que, se for preciso, a mãe faz umas pressões nos sítios certos. Foda-se, maldito o dia em que me meti nessa merda do “Freeport”. Isso só tem dado chatices, e o dinheiro sei lá onde é que já vai… Por cá, já sabes como é, temos feito tudo o que podemos, prego a fundo na Judiciária, compra-se o que se pode, e já negociámos a coisa mais claramente: ou eles travam em Londres, ou nós voltamos à carga com os McCann. Mas essa está jurada, mano, não me chame eu Zé: eles tentam lixar-me, pá, e nós pomos os McCann em cima da mesa. O Júdice disse-me que era fácil, há dois ou três erros processuais, e há as gravações, sobretudo as gravações e os testes do ADN.

Mano – E o que é que o Gonçalo Amaral pensa dessa merda toda?...

Zé- Pá, esse gajo agora conta pouco. Esticou-se muito quando não devia, e também já está travado, mas o grosso da investigação já está trabalhado. Já não precisamos dele

Mano – Custa-me saber que uma mãe…

Zé- Armando, a vida é assim, se não fores tu a gostar de ti, quem é que gosta?... Ou eles, ou nós, e eu escolho sempre nós. Agora, há uma coisa que me anda a preocupar, que é essa cena dos sacos de dinheiro. Essa porra já estoirou lá em cima, com a Fátima, e eu, sinceramente, gostava de ver menos dinheiro a circular. Não sei se percebes... Preferia uma cena mais virtual...

Mano – Isso é o que me preocupa menos. Desde que um gajo não seja visto, não há problema. Olha a Sicília. Não é a mesma coisa?... E os gajos no Brasil?... (risos) Viste aquele que estava a enfiar notas dentro do casaco, das calças e as meias?... (risos) Ganda cena… Parecias tu (risos) no Cova da Beira, mas apanharam-no, o gajo pôs um ar de Pinto da Costa, virou-se para as câmaras, e disse que era para (risos) pagar o “panetone” dos ranhosos das favelas no Natal… Pá, sinceramente, achei genial. Por mim, já pensei, se alguma vez me perguntarem o que é o que vai nos sacos… olha, vou fazer de Santa Isabel (risos)… são robalos, Senhor (risos)

Fim da secção
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Mário Crespo e a "Face Oculta", também conhecida por "Casa Pia II", "Freeport III", "Apito Dourado IV", "Furacão V" e "Entre os Rios VI", etc: milagres da fé e causas naturais...


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O sistema judicial português enfrenta o imenso desafio de não deixar que o Face Oculta se torne numa segunda Casa Pia. Até aqui o processo tem tido um avanço modelar. Não houve interferências políticas. Lopes da Mota não veio de Bruxelas discutir com os seus pares metodologias de arquivamento e, no que foi uma excelente janela de oportunidade de afirmação de independência, não havia sequer Ministro da Justiça na altura em que o País soube da enormidade do que se estava a passar no mundo da sucata. Mas, há ainda um perturbante sinal de identidade com a Casa Pia. É que o único detido, até aqui, é o equivalente ao Bibi e Manuel Godinho, o sucateiro, no mundo da alta finança política não pode ser muito mais do que Carlos Silvino foi no mundo da pedofilia. Ambos serviram amos exigentes, impiedosos e conhecedores que tentaram, e tentam, manter a face oculta. É preciso ter em mente que as empresas públicas são organizações complexas. Foram concebidas para ser complicadas. Com os tempos foram-se tornando cada vez mais sinuosas. Nas EPs, as tecnoestruturas, que Kenneth Galbraith identificou e descreveu como o cancro das grandes organizações, ocupam tudo e têm-se multiplicado, imunes a qualquer conceito de racionalidade democrática, num universo onde não conta o bom senso ou a lógica de produtividade. Parecem ter um único fim: servirem-se a si próprias. Realmente já não são fiscalizáveis. Nas zonas onde era possível algum controlo foram-se inventando compartimentos labirínticos para o neutralizar, com centros de custos onde se lançam verbas no pretexto teórico de elaborar contabilidades analíticas, mas cujo efeito prático é tornar impenetráveis os circuitos por onde se esvai o dinheiro público. Há sempre mais um campo a preencher em formulários reinventados constantemente onde as rubricas de gente que de facto é inimputável são necessárias para manter os monstros a funcionar. Sem controlo eficaz, nas empresas públicas é possível roubar tudo. Uma resma de papel A4, uma caneta BIC, um milhão de Euros, uma auto-estrada ou uma ponte. Tudo isto já foi feito. Por isso mais de metade do produto do trabalho dos portugueses está a fugir por esse mundo soturno que muito poucos dominam. Por causa disso, grande parte do património nacional é já propriedade dos conglomerados político-financeiros que hoje controlam o País. Por tudo isto é inconcebível que Manuel Godinho tenha sido o cérebro do polvo que durante anos esteve infiltrado nas maiores empresas do Estado. Ele nunca teria conhecimentos técnicos para o conseguir ser. Houve quem o mandasse fazer o que fez. Godinho saberá subornar com de sacos de cimento um Guarda-republicano corrupto ou disfarçar com lixo fedorento resíduos ferrosos roubados (pags 8241 e 8244 do despacho judicial). Saberá roubar fio de cobre e carris de caminho de ferro. Mas Godinho não é mais do que um executor empenhado e bem pago de uma quadrilha de altos executivos, conhecedores do sistema e das suas vulnerabilidades, que mandou nele. É preciso ir aos responsáveis pelas empresas públicas e aos ministérios que as tutelam. Nas finanças públicas, Manuel Godinho não é mais do que um Carlos Silvino da sucata. Se se deixar instalar a ideia de que ele é o centro de toda a culpa e que morto este bicho está morta esta peçonha, as faces continuarão ocultas. E a verdade também

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Quem é que arranja a foto de Abdul Rahman el-Assir, o homem da Al-Qaeda, do tráfico de armas e da droga e do BPN que colocou em Belém quem lá está?...


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terça-feira, 25 de novembro de 2008

Você sabia que Pinto Balsemão era o maior cliente do Banco Privado Português?... Estranho, não é?... País de coisas estranhas


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Imagem KAOS

Constâncio já está afanosamente à procura de uma solução para o problema do BPP.

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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

O regresso do polvo ...



Governo quer fim do controlo bancário

Orçamento prevê regresso dos donativos em dinheiro aos partidos



A pergunta impõe-se… Porque será? Será para controlar melhor os dinheiros que entram e saem dos partidos, será para esclarecer melhor de onde provêm e para onde se dirigem ou terá outro motivo? É curioso que um Estado e um governo que até gorjetas dos empregados de mesa e as dádivas de 500 €, ou lá o que era, de pais a filhos queria controlar agora venha tomar uma atitude destas… Diria mesmo que era espantoso, se não estivéssemos em Portugal e a corrupção, compadrio e desigualdade a todos os níveis não fossem a tónica dominante… É fartar vilanagem…
Até quando? Temos que nos livrar destes políticos, que legislam a seu bel contento e para o seu próprio interesse...


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sábado, 20 de setembro de 2008

Estão explicadas muitas coisas...



Ministro da Economia recebeu 300 mil euros do presidente da AdC em adiantamento por apartamento
Lá anda o polvo... a entrar-nos em casa... Assim se explicam muitas coisas, qual Primeiro Comando da Capital qual quê...

(...)em vez de nos andarem a transmitir a morte em directo, como no caso do BES, as forças especiais avançassem, com o GOE, a Judiciária, o SIS, e tudo o que investiga em Portugal, pela Assembleia da República, passassem a pente fino as conexões, os negócios, as acumulações, o quem paga o quê a quem, as sociedades secretas, e limpassem, de vez, o País desse "Primeiro Comando de Portugal", que já está instalado, há demasiado tempo nas Bancadas do Poder.(...)

Crise? Qual crise? Viva esta Merda!!!

Aqui está a antiga casa de Almeida Garrett e a nova de Manuel Sebastião... (vejam que linda)

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