O Barack Obama já tem a sua guerra particular para brincar; o Afeganistão. Assim está garantido o negócio das papoilas, da indústria de armamento e da guerra norte Americana. Num país pobre, perdido no “Cu de Judas” estão os novos inimigos mortais, os culpados de todos os males do mundo, os Talibãs. Quando haverá nos EUA um Presidente que não tenha inimigos para abater nem povos para bombardear? Se calhar nunca.
Cá pelo Jardim já começou a campanha de vender os Talibãs como os mais horriveis personagens do mundo e nas televisões já passam as reportagens a mostrar os seus crimes, as suas maldades e a justificação para todas as bombas que lhe pudermos atirar para cima. Tudo como dantes na informação e no controlo da opinião publica.
Ainda há jornalismo de investigação e com muitos riscos:
Às 20 horas (hora de Lisboa) o canal de televisão ARTE apresenta reportagem e debate sobre o tráfico de armas no mundo. Paulo Moreira, repórter internacional, muito conhecido em França pelas seus trabalhos de investigação, tem dado entrevistas sobre esta reportagem que vai ser apresentada agora e a seguir a apresentação da emissão:
"As revoluções eufóricas são muito sonoras, vêm para a rua, fazem a festa, deitam foguetes, apanham as canas e vão-se embora. O totalitarismo, não. Deitamo-nos descansados, embalados na lenda da Bela Adormecida, e, quando acordamos, já os gajos estão instalados."