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sexta-feira, 18 de junho de 2010

Ainda nada se sabe sobre o Estripador de Lisboa




Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

segunda-feira, 15 de março de 2010

A alma do Leandro conseguiu o seu derradeiro desígnio: nunca tive um corpo martirizado. Fiquem vocês com os vossos remorsos


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

LEANDRO

sábado, 13 de março de 2010

Ainda o fantasma de Maria de Lurdes Rodrigues, como gangrena inoperável do Tecido Educacional Português



Imagem do Kaos

Sou uma pessoa pouco dada a falar de doenças: prefiro o Sol, o Mar, a Música e as Artes.
Só o saber que vou ter de reinvocar aqui o nome de Lurdes Rodrigues é para mim penoso, mas a noite obriga-me, por dever de cidadania, a fazê-lo.

Se me perguntassem quem contaminou, e destruiu, para sempre, o nosso Sonho Europeu, eu responderia, Aníbal Cavaco Silva.
Se me perguntassem quem escolheria para epígrafe de uma futura crónica dos Anos Negros do Chavismo Socratista, eu escolheria Lurdes Rodrigues, o busto da ignomínia de todo este período.

Desde Cavaco, a família tradicional degenerou numa coisa, em forma de alforreca, que inclui, invariavelmente, um drogado, um desempregado de longo curso, um gajo com costumes sexuais exóticos, e muitos rendimentos obtidos na Economia Paralela. Com o tempo, ou seja, com o Socratismo, depois de uma breve deriva guterrista, que foi o Ovo da Serpente, todos se converteram em pensionistas antecipados, alcoólicos, divorciados e proxenetas do Estado.

Um belo dia, por desfastio, resolveram pôr os filhos na Escola.

Como Foucault dizia, e muito bem, o Sistema de Ensino apenas tende para cristalizar as assimetrias culturais e económicas, fazendo com que os mais miseráveis perpetuem os seus miserabilismos, e os mais ricos, o vazio da sua pobre riqueza. De quando em vez, é certo, há um talento, que dá um chuto no Sistema, e, então, faz-se História, mas, pelo meio, perderam-se gerações, e o "Titanic" rasgou-se ainda mais, na ponta do seu icebergue.

Eu sei que o tema não me agrada, e também não é ingenuamente que a Comunicação Social vem agora desenterrar, simultaneamente, um suicídio de um aluno perseguido, e de um professor acossado, mas eu posso aproveitar a boleia, e dizer o que me apetece, e não o que lhes convem, e vou fazê-lo, embora sem grande vontade.

Há muito que defendo a existência de uma Carta de Procriação, tal como existe a Carta de Condução: ou passa-se, ou chumba-se, e há penalizações por pontos. A partir de um determinado patamar, o núcleo macho/fêmea é, pura e simplesmente, impedido de se reproduzir, e de lançar mais ruído humano, numa sociedade, já de si, traumatizada.
Uma larga faixa de Portugueses devia ser impedida de ter filhos, por incompetência, inexistência de padrões morais e de condições mínimas de Humanidade, e esta frase é fatal, porque vai colidir com uma das mais perniciosas instituições do Ocidente, a Igreja de Roma, coio de criminosos cúmplices do latrocínio, da intimidação, da tortura, de ditaduras, do Nazismo e da Pedofilia, entre outros pequenos luxos.
Para mim, não-cristão, alheio ao valores do determinismo do casamento, fervoroso combatente contra a procriação a todo o custo, e pagão, de emoções e razões, ponho já aqui o dedo na primeira ferida, porque todas as outras não são mais do que obscenas consequência desta.

No séc. XXI, a pior forma de poluição é, portanto, a poluição humana, e todos os discursos moralistas e ambientalistas contornam, um atrás do outro, esta frase, como se de um anátema se tratasse. Para mim, pelo contrário, nem é sequer uma hipótese, e antes se trata de um rígido axioma, no qual radica a maior parte dos problemas mundiais presentes.
Quando quiserem corrigir a crise da Contemporaneidade, comecem por aqui, e enquanto não forem por aí, não contem comigo para nada.

A Família média, portanto, tornou-se num cancro representativo social, e num obstáculo ao desenvolvimento das sociedades: é o berço e a estufa dos vícios, do vale-tudo, da proveta do desenvolvimento dos pequenos monstros, futuros analfabetos funcionais, estrangulados entre dias inteiros de televisão, jogos de violência, e padrões de relacionamento social infetado de todas as porcarias imagináveis, desde os preconceitos de hierarquização aos lugares comuns do politicamente correto sexual.

No fundo, e estava agora a recordar a recente história da Madalena e do pombo, coisa que só eu eu ela sabemos do que se trata, que piedade poderei eu sentir, perante um canalha, de 15 anos, que está, à porta da escola, entretido, a torturar um animal, e sente, como um abuso, quando a mão de uma professora, lhe tenta tirar a vítima da mão?
Objetivamente, se não estivéssemos num mundo que perdeu as defesas, era esbofeteá-lo à antiga portuguesa, com o recado de vai agora contar à tua mãezinha que te partiram, e bem, a cara, à porta da escola.

O Leandro matou-se, porque a Dona Lurdes, quando começou a apertar os cordões à bolsa, esqueceu-se de que a sua tutela era a forma de todas as almas futuras, e, quando ali cortasse nos gastos, estaria a cortar na própria Civilização, como fizeram todas as culturas, quando entraram no seu típico período de decadência.
Maria de Lurdes Rodrigues, esse monstro inominável, com as suas hipóstases, o Hipopótamo da DREN, o Caniche Valter Lemos e mais um quantos afins, pura e simplesmente, procedeu ao enterro dos derradeiros vestígios do Iluminismo, trazendo uma Idade das Trevas, que, aliás, já estava prevista no seu sinistro fácies de figura miserável, criada nos meandros de tortura e humilhação da Casa Pia, dos abandonados pelo pai.

As Escolas, por inerência, e por isso ela as odiava tanto, ainda são retaguardas de pessoas que defendem valores inalienáveis, os tais medalhados da sombra, cujos atos nunca verão a luz, mas que suportaram os embates dos abdómens de infinitos problemas diários. Como dizia o Poeta, há certas crenças e pensamentos que nenhum machado cortará, e isso era insuportável para essa Besta, pré-humana, chamada Lurdes Rodrigues.

Entre a Família, destroçada, perversa, ou inexistente, e a Cúpula Amoral do Estado, representada por Sócrates, Aníbais, Varas, Pintos da Costa, Júdices, Pedrosos e aberrações semelhantes, havia, e ainda há, uma fina barreira, em forma de filtro, que impediu que a barbárie estendesse a mão de Cima, para encontrar a garra perfilada, de baixo.

Como um chapéu de chuva protetor, em muitas escolas deste país, o jovem foi simultaneamente protegido do flagelo da Família e da chuva ácida dos maus exemplos do Estado e da Sociedade.
Para os canalhas, que nos governam, e para os cegos que, como coelhos, procriam, isto é insuportável.
A gravidade da coisa estendeu-se esta semana à mancha de óleo de outra insuportabilidade: a grande trituradora, posta em marcha por essa não-pessoa, Lurdes Rodrigues, e deixada em roda livre pela medíocre contadora de histórias, Isabel Alçada, começou a minar as suas últimas barreiras protetoras: suicidam-se os alunos, porque a coisa se lhes tornou insuportável, e matam-se os professores, a pretexto de convenientes "fragilidades psicológicas"(!).
A verdade é, todavia, outra: à falta do "Paraíso" Finlandês e do Pragmatismo Empresarial Americano, onde os gajos, quando se chateiam, agarram em metralhadoras e limpam o cenário, nós, Portugueses, vítimas de uma República decadente, de uma não-democracia cada vez mais explícita e de carrascos dos valores morais, como Lurdes Rodrigues, preferimos, país de poetas, morrer às escondidas, sozinhos, como animais encolhidos num canto, os suicidados de uma nova geração perdida, o clube dos poetas mortos deste miserável Portugal do início do séc. XXI, que será, no Futuro, lido como um dos períodos mais vergonhosos da nossa História.

(Quarteto de sombras, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")

sexta-feira, 12 de março de 2010

A contadeira de histórias, Isabel Alçada, abre inquérito urgente, para saber por que se matou professor: a resposta é... Maria de Lurdes Rodrigues


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Imagem do KAOS

A Leonor Beleza do Chavismo Socrático

quinta-feira, 11 de março de 2010

"The Braganza Mothers", no dia em que Isabel Alçada anunciou o lançamento de "Aventuras de Leandro, no País dos Suicidados"


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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Qual crime é pior?

Ainda a respeito da onda de criminalidade que minha família vem testemunhando, o que é pior? Roubar ou comprar objetos roubados?

Algumas pessoas compram celulares de nóis e saem mostrando para todo mundo, como se não fosse crime.

Tenho amigos que montaram a casa inteira só com objetos roubados. Outros compram motos, carros, instrumentos musicais e por aí vai.

Eu acho que receptação de objetos roubados deveria ser considerado um crime pior do que o próprio roubo.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

O Padrinho das Bananas

Importado directamente e sem pedir licença do: WEHAVEKAOSINTHEGARDEN





«O juiz espanhol Baltasar Garzón solicitou à Procuradoria-Geral da República (PGR) que colabore na investigação de actividades da máfia russa Tambovskaya no arquipélago da Madeira, noticia este sábado o semanário Sol.A Sociedade de Desenvolvimento da Madeira (SDM) está disponível para colaborar nas investigações relativas à presença de uma máfia russa na Zona Franca da Madeira.Já, o Presidente do Governo Regional da Madeira ameaça processar o juiz Baltasar Garzón se este se meter com a Madeira. Jardim reagia assim à notícia de que o magistrado estaria a investigar a máfia russa e as alegadas ligações ao Off Shore da Madeira. Esta manhã Alberto João Jardim afirmou que "a imprensa portuguesa não tem categoria para o Centro Internacional de Negócios da Madeira" e a notícia do 'Sol' de ligações à máfia russa que actua em Espanha é "uma página negra e reles". Em declarações à Antena 1, considerou o juiz anti-corrupção Baltazar Gárzon como "exibicionista" que quer uma "Europa de juízes e não uma Europa democrata". Na verdade, o juiz só prendeu Pinochet quando o ditador chileno era "um farrapo".»Fantástico, primeiro porque um Juiz com a experiência do Garzón ainda acredita que em Portugal e, claro, na Madeira alguma vez se venha a descobrir e sobretudo a condenar algum crime económico que ultrapasse o assalto à caixa-multibanco. Depois porque a reacção do “Bicho da Madeira”, a uma simples investigação a contas da Offshore da Ilha o ponham tão zangado. Que tem ele medo que se possa lá descobrir?



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quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Crime Público


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Via "Público"

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