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domingo, 20 de junho de 2010

Os segundos limites incontornáveis da Informática, seguido do fim de mais um "Braganza Mothers"


Como dizia, na noite dos séculos, Li-Bai, um enorme poeta, todas as coisas boas têm um fim.
Esta noite é a noite do fim de mais um "Braganza Mothers".

Na sua estrutura, o modelo encontrava-se pesadíssimo, esgotámos as etiquetas, o que nos permitia manter a atmosfera de Terceiro Surrealismo, que sempre nos caracterizou, e o seu sequente humor negro, mas nos limitava.

Com uma breve interrupção de cinco dias, seguimos a nossa viagem, começada em Fevereiro de 2006, e que nos valeu o título de um dos espaços mais originais da Blogosfera. Criámos inimigos de peso, e amigos para sempre, nossos colaboradores, leitores, comentadores e difusores.
Mesmo que esta fosse a última noite, e não é, já seríamos um mito, o que não é concedido a todos.

A partir de amanhã, Solstício e começo do Verão, vamos estar aqui, pelo que agradecemos, e pedimos desculpa por terem, mais uma vez, de modificar os vossos marcadores. É a vida, como diria o Guterres.

Um especial agradecimento para a E-Ko, que desenhou todo o melancólico espaço, em forma de imagem, atmosfera e música, e uma pequena dedicatória para o Eduardo, o nosso grande militante das grandiloquências, e das desilusões, que faz anos neste último dia da Primavera de 2010.

Bem vindos ao nosso novo AMANHÃ

terça-feira, 20 de abril de 2010

Atenção, Alerta de Ataque na Blogosfera!...




Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Pois aconteceu: você, que costuma ir ver dois dos grandes criadores de imagens satíricas da Blogosfera, o "We Have Kaos in the Garden" e o "Portugal dos Piqueninos", ao entrarem lá, apanham agora com a chancela da censura em cima.
Cauda da Europa, chiqueiro de Sócrates e Cavaco...

(Trombetas de alerta, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")

domingo, 11 de abril de 2010

O "Democracia em Portugal" está nos finalistas do "Best of Blogs". Vá lá, e vote nele, porque ainda vai a tempo :-)


sábado, 27 de março de 2010

O Blogue da Semana é por uma causa humanitária: visite o "Precisamos de ti"


quarta-feira, 24 de março de 2010

O nosso colega, e membro, Tiago Soares Carneiro, foi hoje entrevistado sobre o "Democracia em Portugal" estar na final do melhor cyberjornalismo :-)

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

terça-feira, 2 de março de 2010

Os casos da Blogosfera


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

"O JUMENTO"

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Pela Liberdade de Expressão, a Blogosfera Futura

Há quase três anos, em pleno conflito entre a máquina do Sr. Sócrates, os instalados do "Sistema", os insultos da rameira Clara Ferreira Alves e as provocações saloias de Paulo Querido, as vozes livres da Blogosfera sentiram a necessidade de tipificar e delimitar a sua ação.
Três anos depois, voltámos a ser atuais, e a luta continua a ser exatamente a mesma, com a agravante de três vezes 365 tristes dias decorridos.
Aproveita-se esta noite, que antecede a contestação de 11 de Fevereiro, que será tão só aquilo que dela conseguirem fazer, para republicar o que então propusémos.
Àparte alguns delírios legalistas, epifenoménicos, o blogue "BLOGOSFERA FUTURA" continua a tocar no essencial do debate, que aqui vos convidamos a reiniciar, num país muito mais triste, mais pobre e mais desiludido.

Força, porque o Futuro será sempre da Luz contra as Trevas :-)




A BLOGOSFERA É UM NOVO MEIO DE PRATICAR A LIBERDADE DE PENSAMENTO E EXPRESSÃO, FRUTO DAS SOCIEDADES AVANÇADAS









1) A Blogosfera é um espaço virtualmente virgem, não-poluente, e imediatamente acessível, no presente, ou futuro próximo, a qualquer habitante da Aldeia Global.


2) As informações veiculadas na Blogosfera devem tender para assegurar o máximo de dados, alertas e felicidade aos seus usuários.

3) Qualquer recurso inserido na Blogosfera faz imediatamente parte do Património Comum do habitante da Aldeia Global, e, como tal, deve ser o mais amplamente difundido, e referenciado.

4) A Blogosfera rege-se pelo aforismo de "Máxima informação = Máxima protecção".

5) A Blogosfera deve formar, informar e divertir.

6) Está a Blogosfera, por princípios genéticos, imunizada contra quaisquer tipos de poluição, que nos tornaram o Mundo insuportável, nomeadamente, filtragem de informações, servilismo a grupos, políticos, económicos, de pressão, ou simplesmente destinados a manipular, ou intoxicar, a opinião própria de qualquer aldeão global.

7) O seu único vector condutor chama-se "Liberdade de Expressão", e está tipificado e exemplificado em todos os mais altos momentos em que ela se exerceu, na História Pública da Humanidade.

8) Em cada Cultura e Regime, reserva-se a Blogosfera o direito de exercer o dever de informar os outros, sempre que se tenham esgotado, ou se suspeite de que se vão esgotar, os meios tradicionais de transmissão da Verdade, e só da Verdade.

9) A propriedade da Blogosfera é das gerações presentes, assim como a responsabilidade de assegurar o seu máximo usufruto por todas as gerações seguintes.

10) Os princípios atrás expostos são propriedade intelectual de todos os seus leitores, que devem ter, em cada instante, o direito de os invocar e o dever de os fazer chegar ao maior número de Concidadãos Globais, podendo, em qualquer instante, ser reescritos, no sentido da economia e da Perfeição, e inseridos, então, na Declaração Global dos Direitos do Universo.


terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Liberdade de Expressão



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Isto é uma vergonha, e mete cada vez mais nojo.
São anos e anos de cansaço, a repetir as mesmas coisas, e um poderoso abafador, cada vez mais impertinente, a tentar que a Verdade vá ao fundo.
Tenho, na minha vida, uma coisa, que é simultaneamente a minha maior sorte e o meu pior azar, e que é a de me cruzar, quando não devo, com quem menos deveria.
Para que não fique pela charada, já muitas vezes me sentei em frente de gente que conhece alguns meandros desta porcaria que se instalou me Portugal. Toda a gente sabe que não é nova: novo é o despudor com que se exibe, desmente, e candidamente rebate agora o que se tornou evidente.

Venho de uma família, que, no tempo dos afonsinos, andou de armas na mão, para que se separassem os Três Poderes, e isso parece agora Bolor da História, não se tivesse voltado a tornar... impertinente, e isnsolente.
Na minha passagem pela Democracia Portuguesa, houve dois momentos que considero os mais deploráveis de sempre: 10 anos de Cavaco Silva, acrescidos agora destes cinco -- já são cinco, não é?... -- do Sr. Sócrates, Agente Técnico de Engenharia, à pressão, e conotado com tudo o que é Corrupção, em Portugal.
Aníbal vinha de um tempo da província e da chico-espertice, que nos custou que os fundos que a então CEE enviava, para que acertássemos o passo com ela, acabassem nos bolsos dos amigos de Mira Amaral, de Ferreira e Costa, de Torres Couto, de Oliveira e Costa, de Cardoso e Cunha e de Dias Loureiro, entre outros nomes terríveis, que tanto envergonham a nossa História recente.
Com Sócrates, passámos para o provincianismo expandido aos meios da Net.
Sou do tempo do arranque da Rede, em que o Sr. José Magalhães, renegado do PCP, se pavoneava como alta autoridade para o novo meio de lavagem dos cérebros. Não por acaso, deram-lhe o nome àquela sucata informática, em que as crianças vêem pornografia, e que vende bem por cá, e na terra do Ditador Chávez, mas isso era só a aparência, porque esse cavalheiro foi posto num alto posto da Administração Interna, de maneira a pôr-nos o Big Brother dentro de cada ligação, email, e depois "post", que fazíamos.
Não me apetece voltar a essa contabilidade, mas ela fica, outra vez, feita: foderam-me o computador quando me atirei, com unhas e garras contra o maçónico Carrilho, quando ataquei, com tudo o que tinha à mão, a recandidatura do Saloio de Boliqueime, e, mais recentemente, quando contribuí, com o que podia, para que Sócrates perdesse a Maioria Absoluta. Pelo meio, vários ensaios, inclusivé uma tentativa de liquidação física, que não vou rememorar aqui, mas que deixou rastos, e anos e anos de telefones em escuta.

Nada do que vem a público é, para mim, novidade. Novidade talvez seja a amplitude que a coisa está agora a ganhar, e essa onda devemos nós, independentes, aproveitar, para a cavalgar e marcar posição, e dizer, decididamente "NÃO".

Portugal não é, nem pode continuar a ser, esta farsa de medíocres que diariamente ocupa o tempo inteiro dos Órgãos de Comunicação Social, este lixo cultural, político e social com que somos bombardeados, estes gajos, que não têm onde cair mortos, e passam, horas e horas, a tentar contornar o problema, e a evitar que se obtenham respostas para as perguntas que cada vez mais se nos avolumam.

Quem é esse Procurador-Geral da República que se preocupa com terem posto no "Youtube" as Escutas do Pinto da Costa, mas não com se terem arquivado processos com provas daquele teor de escândalo?...

Que Justiça e que País são aqueles que permitem que se feche apressadamente uma Universidade, só porque se tornou evidente que o Primeiro-Ministro tinha "contornado" o percurso académico que o conduziu a um... "diploma"?

Quem são essa Cândida Almeida que mandou arquivar um escândalo evidente, e essa Sónia Sanfona, que disse que o BPN não tinha relevância?... Quem são e a quem servem?...

Onde anda o "Casa Pia", depois DISTO continuar a receber centenas de milhar de visitas?... Quantos ficaram de fora, enquanto nós éramos assustados, e nos desviavam a atenção para o "parasistismo" da Saúde, da Função Pública, dos Professores, entre tantos enxovalhos sociais que sofremos?...

Mário Crespo começou a avisar que "devíamos, a partir de hoje, começar a trazer o guarda-chuva".
Nós sabemos, vários guarda-chuvas, aliás, porque aquilo que vem à superfície não é mais do que uma neblina de uma máquina infernal, que nos rege na sombra, e que não hesitará em nos liquidar, quando se sentir ameaçada, como agora se sente, porque esta gente MATA e mata mesmo.

São tantas coisas, e tão más, que me reservo o direito de que outros as desvelem, e pararei por aqui, porque sei que as notas e o clima já são formidavelmente negros, e que as pessoas, pobres pessoas, incultas, desinformadas, e manipuladas, intoxicadas pela permanente fachada cor de rosa das aparências, dificilmente engoliria, por exemplo, viver numa sociedade onde é a rede da Coca que manda, e que o sigilo da Pedofilia, esse pavor de Estado, que fazia o Miguel Sousa Tavares, esse traste, encolher-se todo, sempre que o tema era tocado, ter uma explicação simples.
Em que estado ficaria a Opinião Pública, se soubesse, por exemplo, que lhe pesava o que sabia da mãe -- coitada, já lá está... -- Sophia de Mello Breyner, que também tinha vivido, no corpo, esse sinistro fio negativo que ligou os "Ballet-Rose" ao "Casa Pia"?...
É mau, não é? eu sei, mas não é mais do que uma ponta, das muitas pontas enevoadas deste icebergue em cima do qual hoje somos obrigados a viver.

Compete-nos a nós, que não somos pagos para escrever, que somos livres de pensar e que adoramos saber a Verdade, por mais que isso nos doa, alinhar nesta corrente profunda, que agora despertou, para que a Liberdade de Expressão tenha sentido em Portugal, e não nos transforme, inevitavelmente, numa Venezuela europeia, gerida por um pederasta, sem qualquer pudor, nascido, ou registado, ou lá o que foi, em Vilar de Maçada, e a quem convenceram de que podia calar  e enganar 10 000 000 de bocas.


(Profundamente indignado, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers")

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Jornalistas do "Jornal de Notícias" apoiam saída de Mário Crespo???... Pois, então, a Blogosfera também deixa de citar o "Jornal de Notícias". Acontece...


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


domingo, 15 de novembro de 2009

Grandes Êxitos do "The Braganza Mothers I" - "A Rainha da Sucata"


Andam por aí umas vozes em sobressalto com o que se escreve na Net, e, à cabeça, com a crescente influência das temáticas, abordadas nos “blogues”, sobre a Opinião Pública Nacional. Cumpre-me aqui dizer que sou novo nos “blogues”, e suficientemente antigo, na Opinião Pública. E como me estou, à cabeça, aparentemente – depois, verão que não... – zenitalmente borrifando para os “blogues”, vou, pois, começar pela Opinião Pública.


Ora, em qualquer país pretendido civilizado, a Opinião Pública não é mais do que um misto de emoção e raciocínio difuso, que leva a que as sociedades exerçam, em conjunto, as suas auto-análises, os seus direitos espontâneos de aprovação e desagrado, e uma necessária catarse colectiva, fruto dos sabores e dissabores do Rumo da História.
Os períodos de Opressão e de Distensão medem-se, pois, pelo vigor e maturidade que essa Opinião Pública manifestar.
Na sua coluna de despedida do “Diário Digital”, Clara Ferreira Alves, criatura que nunca frequentei, nem sequer sabia que escrevia, mas que, naquele panorama do Ridículo Nacional, apenas me fazia, de quando em vez, sorrir, entre as suas apalhaçadas oscilações entre o negro azeviche e o louro caniche, dizia eu, centra-se, num dado momento da sua despedida, sobre a perniciosa influência dos blogues na tradicional “Imprensa Impressa”: de acordo com ela, “A Blogosfera é um saco de gatos, que mistura o óptimo com o rasca, e (as vírgulas atrás são todas minhas) acabou por se tornar num magistério da opinião (d)os jornais”, os quais nunca foram sacos de gatos, sempre souberam recolher o óptimo, e nunca constituíram um prolongamento do magistério dos Interesses Ocultos Predominantes.


É óbvio que em todos os jornais, como em todos os "blogues", como em todos os programas de televisão de carácter rasca, -- terríveis eixos do mal --, “existe e vegeta um colunista ambicioso, ou desempregado, (as vírgulas continuam a ser minhas), ou um mero espírito ocioso e rancoroso”, que pode ser vário, como os nomes de Satã.
“Dantes, a pior desta gente praticava o onanismo literário e escrevia maus versos para a gaveta, [publicando] agora as ejaculações”, as quais deveriam continuar a ser privadas, porque o exercício da cobrição, que tantas vezes levou a que um mau texto aparecesse nas parangonas da Crítica, fruto de uma noite mais ou menos bem passada, ou de uma jantarada em lugar iminente, poderia, e deveria, pelos mais elementares deveres do Pudor, nunca ultrapassar a atmosférica fronteira do Secreto e do Invisível. Para mais, parece que, nos blogues, escancarada janela rasgada sobre o Tudo, já não existe aquela claustrofóbica sensação das escassas três ou quatro janelinhas, onde a iluminação da Crítica Impressa revelava ao profano o pouco que se fazia, e, logo, podia aspirar a existir. Parece que nos blogues, dizia eu, se fala agora abertamente de tudo e de todos, e não apenas dos amigos, dos que nos assalariaram o texto, ou dos que nos pagaram para sermos gerentes da sua irremediável Insignificância.


Compreende-se a angústia da Clarinha: com a ascensão dos “blogues” e o declínio dos jornais, anuncia-se também o fim do monopólio das palas postas nos olhos dos burros, e daqueles que tinham o exclusivo poder de as pôr.
Clara Ferreira Alves manifesta-se inquieta pelo seu Presente, e teme pelo seu Futuro. Mais acrescento eu que o que está em jogo é, sobretudo, o seu PASSADO e o de todos os que se lhe assemelham, porque a Cabala, que, durante décadas, tão habilmente geriram, se está agora a desmantelar por todos os lados.


Nos “blogues”, nada mais existe do que quem diariamente fale de tudo e todos, sem defender quaisquer sistemas que não os da prevalência do Excelente sobre o Medíocre, do Livre sobre o Encomendado, e, sobretudo, quem o faça GRATUITAMENTE, ou seja, por mero Dever Cívico, por vontade de intervir, por caturrice, ou tão-só pela amistosa gratidão de poder Partilhar.


É verdade que, com os “blogues”, poderá estar em jogo o fim da Palavra Comprada, e já estar a vislumbrar-se o início da Era da Palavra Livre e Particular, o Reino da Palavra Gratuita. Talvez seja isso a Comunicação Global. Em breve, também aí se fará a separação do Trigo do Joio, e passará a vencer quem melhor escrever e mais for lido, dispensando-se as tradicionais encomendas das almas.


Penso, publico, sou lido, e logo existo. Tudo o resto é vão.


Ah, e isto não é um texto para resposta, sobretudo qualquer tipo de resposta, como dizia o Vasco Pulido Valente, que metesse “na conversa a sua célebre descrição do pôr-do-sol no Cairo.




Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

sábado, 31 de outubro de 2009

Afinal, parece que a Blogosfera sempre dá chutos nos Políticos. Mói, e, às vezes, até mata... :-)))


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Produto Kaos

sábado, 31 de janeiro de 2009

TODO O ESPLENDOR DA BLOGOSFERA - (Uma investigação do I.S.C.T.E.)

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Ao cuidado e atenção de todos os nossos membros e colaboradores. Três finalistas do I.S.C.T.E. pedem-nos para colaborar num trabalho de Projeto de Final de Curso, com o tema "Blogs e Política: Participação, Voto e Identidade".
São os as suas identidades e emails os seguintes:
João Lousa, (jflousa@gmail.com)
Luís Canto, (luismfcanto@gmail.com)
Tiago Carvalho, (tiagomlcarvalho@gmail.com)
A participação passa pelo preenchimento de uma aplicação "on-line", em forma de inquérito, que poderão consultar aqui. Em mais um dos momentos da nossa transtornada e escandalosa vida política, a Blogosfera tem sido essencial. É-nos agora pedido que contribuamos para a escala dessa intervenção, cujo resultado final será apresentado neste espaço.
Obrigado, antecipadamente, pela atenção.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Acto Único

A BLOGOSFERA É UM NOVO MEIO DE PRATICAR A LIBERDADE DE PENSAMENTO E EXPRESSÃO, FRUTO DAS SOCIEDADES AVANÇADAS.

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Algumas flexões litúrgicas sobre a dissolução do Privado e a irreversível contaminação do Espaço Público

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Vou aproveitar para dedicar este texto à Moriae, que se revelou uma boa amazona, e em tempo útil...
Hoje, pelo segundo dia consecutivo, estou bem humorado. As palmadonas nas costas entre Bush e a canalha europeia só vieram dar razão a quem achou que a "Crise" Financeira foi uma espécie de 11 de Setembro, para que obrigasse os Estados e os dinheiros sacados aos contribuintes a virem em apoio a uma COISA que, enquanto estava no bem-bom, não nos beneficiou em nada, bem pelo contrário, mas que, quando deu para o torto, imediatamente nos caiu em cima.
Malhas que o Império tece, a Especulação jaz viva e apodrece.
O que hoje me traz a estas ilustres casas é um tema que não poderei tratar, por questões de respeito, pelo nome próprio, mas abordarei como Parábola.
A Educação é um centro do Mundo, e é lugar comum situá-la na Família. Quando a Família não existe ou não presta, imediatamente sobra para a Escola, mas isto é velho como quando Hannah Arendt o disse.
A Noosfera, espaço relativamente novo, onde, como Blogues de Referência, estamos a fazer História e a erigir o Consuetudinário (que bem que eu estou a falar hoje, não estou?...) começa a padecer, como seria de prever, de males importados da Atmosfera.
Para mim, que sou profundo apreciador de animais, e não tanto da Espécie Humana, sei como a Irracionalidade, esse nome estigmatizador que damos àqueles afectos que, aparentemente, pouco raciocinam, mas são os primeiros a anichar-se no carinho do nosso colo, pesa na organização dos espaços. O animal é territorial, no sentido em que define, numa analogia de Epicteto, aquilo que lhe é afável daquilo que lhe é hostil. Afora isso, e subitamente deslocalizado, entra numa sequência de reacções confusas, e tem reacções imprevistas.
Nós, humanos, frios, calculistas, vigaristas, insensíveis, homens depredadores do Homem, como Hume dizia, durante os Anos Frios da Decência, soubémos separar a esfera do Íntimo, da esfera do Doméstico, da Esfera do Local e da esfera do Público, e isso era, por estranho que hoje nos soe, um dos efeitos colaterais da... Educação.
Com as as telenovelas, o decair dos padrões de formação, o aviltamento das famílias e das escolas, e o advento das tecnologias... ah, sim, vou fazer aqui uma pausa, e ir já em contra-mão, para seguir o meu raciocínio... Tomemos, como exemplo, o telemóvel. O telemóvel, que, no espírito e intenção dos seus criadores, deveria ser uma mais valia para o Processo Civilizacional, mercê do "deficit" de Educação, rapidamente se tornou numa perigosa arma de expressão da promiscuidade, misturando -- ai, como isto agradaria à Tragédia Grega, a unidade do Tempo, do Espaço e da Acção!... -- o Íntimo com o Doméstico, acrescido do Local e do Público. Eu explico: em cada esquina, em cada balcão, em cada fila, em cada transporte colectivo, quantos de nós não fomos já obrigados a suportar fragmentos de episódios de Epopeias do Reles, de solilóquios ensaiados em tom de diálogo, de falsos discursos de prosperidade, meramente com vista a oprimir o ouvinte do lado, ou de vidas felizes, em carruagens onde toda a gente segue cabisbaixa com a Depressão, e o vocalizador se está positivamente nas tintas para o estado emocional do parceiro.
A juntar à categoria dos fumadores passivos, deveríamos, assim, acrescentar uma categoria dos... sei lá... dos "telemobilizados" passivos, aqueles que, julgando poder estar entregues ao seu silêncio, são permanentemente forçados a participar em vidas, geralmente desinteressantes, porque, como toda a gente sabe, das vidas e dos países felizes a História não reza nem ecoa.
Não, não me perdi: tudo isto tem um nome, que é Educação, e um anti-nome que é Promiscuidade, ou falta de Formação.
A Blogosfera, com as suas estranhas metamorfoses, que nós, como numa nova Ilíada, estamos a inaugurar, sofre de sequelas analógicas das do Telemóvel. Numa definição algo obsoleta, poderíamos associar um Blogue a um espaço diário, e íntimo, de confissões do Interior. Sobra a falácia de que, ao começar a ser muito lido, ele passe, abruptamente, do Doméstico e do Íntimo, para o Público e o Divulgado.
Eu sei que isto é mau de ser dito, mas tem de ser dito: pelos nossos pecados privados zela a Consciência, quando a temos. No momento em que nos "expomos", passamos a integrar a velha axiologia dos julgamentos morais, e, pelo nosso comportamento, criamos um embrião de Ética.
Personalizando, quando me sento a este teclado, já não o faço com a inocência com que o fazia há meia dúzia de anos: hoje, amanhã, depois de amanhã, milhares de leitores, que desconheço, e com os quais, provavelmemte nunca terei mais nenhum contacto, para além das minhas palavras, esperam, de mim, de nós, dos sérios, uma sequência de discursos, que, diariamente, vão salvando o Mundo do seu naufrágio. Uns fazem-no, como Marco Aurélio, pela via dos pensamentos exemplares, outros, pela publicidade de situações de prejuízo do Eu Social, outros mobilizam multidões, outros, como eu, satirizam, e reflectem em profundidade, outros comovem e convencem, mas, numa leitura optimista, todos nós, nos encontramos, sempre, na salvaguarda da esperança de um amanhã melhor.
Não queria alongar-me muito.
É evidente que este texto é uma sequela para-teórica do que tem sucedido por alguns blogues e respectivas caixas de comentários: algumas pessoas, numa promiscuidade entre o Íntimo, o Doméstico, o Local e o Público, pensam que a Blogosfera, que, pessoalmente, entendo como um espaço onde, rápida e quase gratuitamente, podemos revelar a nobreza do Íntimo, num maravilhoso espaço que é, claramente, Público, pode converter-se num novo terreiro de desavenças e transposições dos pequenos horrores que já conhecemos do Real.
Posso dizer que não contem comigo para isso, pois detesto-o, tanto como detesto estar a fumar o cigarro do parceiro do lado, ou a ouvir a vida reles de quem nem vida tem, mas insiste em repeti-la, em altos berros.
Não poderemos permitir que, por ausência de educação, haja gente a trazer para terrenos de exposição pública as suas miseráveis questiúnculas pessoais, que usem os blogues como lugar de opressão dos fracos, como espaço de engate, como sítio onde se apropriam da identidade de outrém para semear boatos e sordidez anónima, para publicar flechas cuja obscenidade nos envergonha, ou, pura e simplesmente, para exercerem os seus pequenos poderes censores, como o fizeram, por toda a parte, e ao longo de toda a sua vida.
Vou terminar, como comecei: não sei o que é um Blogue, e adoro os meus animais, mas sei que, se for preciso, se engalfinharão, quer no pátio de casa, quer à porta de um banco, quer no interior de uma Igreja: para eles, o espaço é espaço, e não há hierarquizações simbólicas, para além das fronteiras da sua pequena territorialidade. Uma das nossas missões -- mais uma... -- será a de impedir que o Privado se confunda com a visibilidade do Público. Poderei não saber o que é um Blogue, mas saberei, com certeza, as invisíveis fronteiras do seu Ético. Tudo o resto fica entregue a animais, dos piores, os racionais, os que não têm territorialidade, onde qualquer lugar serve para expor a sua degradação interior, onde cada caixa de comentários é um lugar da decadência humana, esses mesmos, para quem as novas tecnologias são os piores pretextos para exporem a sua insuportável Abominação.
Estamos, para tornar mais clara a imagem, a falar de infra-humanos.
Julgo não vos chocar, dizendo que nunca nos serão de boa companhia...

(Pentágono homérico, no "Arrebenta-SOL", no "A Sinistra Ministra", no "Democracia em Portugal", no "KLANDESTINO", e em "The Braganza Mothers")

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Considerações intempestivas, seguidas de discretas descargas de autoclismo, ao telemóvel

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Imagem do KAOS
Segue-se o texto..., aliás, desde ontem que se abriu uma boceta de pandora no meu imaginário.
Ficámos na parte da paz podre, e vamos continuar pela meditação do papel dos blogues no silêncio presente.
Há altursa em que me sinto no papel do marido ausente, e este ano acho que passei tempo, em excesso, fora de Portugal, de maneira que as mazelas caseiras me vieram ainda mais à vista.
Não sou Anti-Português. O meu pendor crítico deriva de coisas mais básicas: deriva de só vivermos uma vez, e nos ter cabido, em sorte, e por azar, um tempo degenerado. Ainda não falei aqui da Moriae e do que um tal de Pedro Rolo Duarte escreveu sobre o "Sinistra Ministra".
Acontece que a Moriae eu sei quem é e o Pedro Rolo Duarte já ouvi falar, mas ignoro totalmente quem seja.
Talvez seja melhor assim. Com certeza não é nenhum Brad Pitt, nem físico, nem mental, e deve ter pouco que fazer do que andar a comentar se o nome do Blogue devia ser "Sinistra Ministra", ou não. Pagam-lhe para isso, e à Moriae... não, profunda diferença. Ela é lida, e ele... não. Quanto a mim, Sinistra Ministra até devia ser um nome pior, mas nós achamos que somos pessoas bem educadas, e somos, mas este plural refere-se a NÓS, que estamos do lado oposto a esse tal Pedro Rolo Duarte, e que não lhe reconhecemos qualquer critério, ou reparo, nas designações.
Esses universos -- o dele --, que não frequento, mas que sei bem como funcionam, são sórdidos. Têm sempre no fim um evitar a palavra "sinistra", mas permitirem-se sinistras maquinações, capazes de vexar um Povo inteiro ao achar, por exemplo, natural pagar uma indemnização a um indivíduo cuja reputação está totalmente destruída, no senso do homem comum da rua.
Esta é uma consideração intempestiva, e antecede já a seguinte: a crise, ou o nome que lhe quiserem dar, é uma coisa demasiado avançada, e que nos está a ser sistematicamente ocultada. Um dos seus sinais é, obviamente, o desastre do Sistema de Ensino, que se manifesta em... passagens de ano. Os outros são piores, são o Estado Americano ultra-neo-liberal a "nacionalizar", "in extremis", organizações de fundo, que bem sabe fariam colapsar todo o sistema de exploração e usura vigente. Em España, faliram as principais especuladoras imobiliárias, Um punhado de Estados Europeus entrou em Recessão Técnica, e eu juntaria... Crónica. Portugal, sempre discreto e educado, como gostam os Rolos Duartes deste Mundo, deslocou, por exemplo, para Angola, todos os Negócios de Cafres que cá já não davam. Traduzido para miúdos, os ladrões do imobiliário e dos bancos cansaram-se de ter cemitérios de casas e créditos mal-parados, e voltaram a território cafre.
Não é o meu meio, deixo a análise técnica para a e-ko, o fado, o quink e o paulo, que voltou.
O que apenas quero dizer, porque este é tão-só um de muitos textos que vêm aí -- não os de comentar notícias, mas de mostrar que não perdemos a capacidade de intervir, e de reflectir sobre o nosso papel -- vai já agora: com sinais crescentes de evidência, torna-se claro que os Políticos, independentemente dos seus quadrantes, são meros servidores de Sistemas e de Ordens Supra-nacionais. (Há uns cómicos, pelo meio, como o Chavez, que hoje representou um excelente Almodóvar, mas não passou de aí). Ora, sendo os cavalheiros servos da Servidão, é indiferente andarmos em quaisquer quezílias políticas.
Aparentemente, o papel da "Normalização" (estrangulamento) do Pensamento, coube aos tais Socialistas estranhos, e eu vou passar já à metáfora para me fazer entender: a Política, hoje em dia, desenrola-se tal qual aqueles prédios que foram para obras, e tiveram desenrolado, diante da fachada, uma pintura "trompe-l'oeil" gigantesca, para não "inquietar" os transeuntes. A esse período, deu-se o nome de Culto da Imagem, e já era filho do tempo em que votávamos em Ideologias. Passámos a votar em melhores, ou piores aparências: votou-se em Santana, porque era um galã de tias; votou-se em Portas, porque era o que se vestia melhor e ainda discursava mais briosamente; em Sócrates, porque nele confluia o sonho inteiro de um povo de pelintras e mal-vestidos; em Aníbal, porque parecia o célebre cabide que nunca verga, dos Anos 50 da Rua dos Fanqueiros.
Enquanto nos concentrávamos na pintura, as verdadeiras obras decorriam por detrás.
O Ciclo, todavia, está a chegar ao Fim. Está para breve o fim do tempo em que nos davam caras recatadamente decentes para votar. Em breve, qualquer coisa servirá. Obama, talvez o tipo que mais desconfiança me provoca, para além de Sócrates, já representa o misto da Imagem com a mensagem subliminar, que não é Política, mas toca na tecla dos atavismos étnicos, coisa grave, porque já não votamos em ideias, nem em aspectos, mas em quotas de híbridos de coisas que se inserem num imposto politicamente correcto, como adoram os Rolos Duartes desta parvónia.
Não vou mais além, porque amanhã segue e vai seguir, mais, até que o teclado me doa.
O último carinho é para o Paulo Pedroso, que voltou ao porta-aviões. Aqui dentro, vamos resistir, e permito-me acabar com uma história daquelas extraordinárias: durante o tempo em que Portas, a minha saudosa "Miss Fardas", ocupou o Forte de São Julião da Barra, várias vezes lá passei à porta, só para o gozo, para tentar descortinar, na cara do militar de serviço ao portão, se ele os mandava subir ao quarto, como a gloriosa Carlota Joaquina, a última Primeira-Dama decente, deste país de putas sonsas. Invariavelmente, sobretudo o mulato, que era realmente bonito, e que eu costumava achar que era uma esplêndida escolha, tinha sempre um enigmático sorriso. Não me perguntem as fontes: a realidade é que quem exigiu ir viver para São Julião da Barra não foi o filho, foi a mãe, a devassa Sacadura Cabral...
Estava explicado o sorriso do militar: cavalo do bom, depois de despachar o filho, lá ia repousar também na... "matriz" da mãe.
País de Messalinas.
Bons tempos.
(Quadrado delineado no "Arrebenta-Sol", no "Sinistra Ministra" (que nome horrível, não é, para uma pessoa tão boa?..., no "Klandestino", e no "The Braganza Mothers", com honras de memória para o "Democracia em Portugal")

sábado, 30 de agosto de 2008

Grandes Êxitos do "The Braganza Mothers I": "Blogosfera Futura"

Dedicado a António Fragoso, a S.A.R., D. Luís Filipe, perdido num regresso de Vila Viçosa, a Maddie McCann, ao Rui Pedro, a Mário de Sá-Carneiro, ao nosso César e a Césarion, aos amigos de Tzara, caídos nas trincheiras de 14/18, a Desnos, e a tantos outros...

Dia 19 de [Maio], cumpri[u-se um aniversário] desde a primeira proposta de Princípios para a Blogosfera Futura.

Ainda estão a tempo de os reler, e comentar.
Eu próprio, ao repassar por lá, como estas coisas internéticas sofrem das paixões da alma, de cedo começar, e cedo desaparecer, encontrei dois ou três sons maravilhosos, mas já numa envolvente precocemente envelhecida: há ali um pouco de Nefertiti e do Túmulo de Afonso Henriques, que a tarada-beijadora-de-camelos da Cultura não quer, de modo algum, que se abra -- suponho que, no meio da Calamidade Nacional, que estamos a viver, a pior coisa seria agora abrir o Túmulo do Fundador e descobrir que até os ossos lhe tinham empenhado, nalgum Banco Central Europeu, ou no Banco Mundial: quiçá o Sonho Profundo de Constâncio.
Primeiro Fragoso: Fragoso é daqueles que me faz chorar nos dias em que, como hoje, chove no final da Primavera. Felizmente, alguém lhe dedicou, aqui, uma página de homenagem: convém ouvir e passar, porque talvez ali estivesse, num misto de Rachmaninov e Debussy, o maior nome da Música Portuguesa do Séc. XX...
Depois, os Princípios da Blogosfera Futura: um afã de Leis, como uma definição da Liberdade e da Beleza, um vaso jónico de todos os conteúdos, um polir efémero de coisas delicadíssimas, que nunca precisassem de ser invocadas e estivessem sempre presentes, a graça de ver o ar de enfado de quem em nós procura "Carolina Salgado Nua", ou "As tetas de Serenela Andrade" e, quando muito, só encontra a Lola Chupa a pintar os beiços para a sua melancólica noite do trabalho.

Objectivamente, como seu redactor, irei ter de tomar a primeira decisão solitária, coisa que detesto, mas será benévola: o que procuramos é tao-só (?) a mais ampla e económica base de discussão do funcionamento, neste meio de expressão, de qualquer possível liberdade de expressão. Um dia, o próprio meio morrerá de caducidade, e aquele espantoso reirromper do Escrever e do Ler, que são o que de mais salvífico existe na Blogosfera, brotará, virginal e abrupto, como uma torrente de lava, por outras lancinantes portas e janelas. A partir de dia 19, uma coisa é segura: serei coadjuvado, e só pensei ainda num nome, o do "Zé Luís", tão-só porque não li todos os comentários, mas esse ímpeto -- à quoi, les mots?... -- já o senti, e chega.



Gravíssimos Princípios da Blogosfera Futura, obsoleta herança para os vindouros, e nós, cheios de graça, uma espécie de cintura de vespa, que rapidamente será despejada da Moda para o Museu, pernas cruzadas à Zsa-Zsa Gabor, Cristianos Ronaldos de 60 Anos, com todos os defeitos da Genética a sobressair nos restos da pele, de nós, por nós, sobre nós, apenas uma coisa é certa, não seremos quem os venha a escrever, mas não deixará de ser impressionante o inefável da busca dessa coisa que deveria dispensar Leis e, todavia, as pede, sem que leis se lhes chamasse, porque o que procuramos, no fundo, no fundo, é uma espécie de Verbo inaugural, uma palavra única, lapidar e de auricalco, quase monossilábica, que, uma vez enunciada -- é, agora, Borges... -- fosse imediatamente reconhecida como o Fio de Ariadne, a salvação e bancada de toda esta gigantesca e exuberante Blogosfera, que nos cerca.




Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

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